RedeTV demite Sikêra Jr, que exige multa da emissora
Por Nill Júnior
Aditivo de contratação teria sido assinado pelo apresentador e caso pode parar na Justiça
Após as polêmicas em que se envolveu no último ano, Sikêra Jr. não teve o contrato renovado com a RedeTV. A informação é do colunista Ricardo Feltrin, do Uol, dizendo que o “Alerta Nacional” deve sair do ar no próximo dia 28.
De acordo com a publicação, a RedeTV chegou a negociar um novo contrato com o apresentador, mas desistiu. O contrato inicial de Sikêra com a RedeTV teria validade de dezembro de 2019 até dezembro de 2022.
Segundo o colunista, a emissora teria acertado um aditivo, esticando o contrato com Sikêra, por meio da TV Crítica (dona do passe dele), até dezembro de 2027. Porém, na hora de assinar os papéis, a RedeTV! não quis continuar a parceria.
De acordo com a publicação, os discursos homofóbicos e extremistas trouxeram processos para a emissora, uma baixa nos patrocinadores e o desinteresse na continuação do contrato.
O advogado de Sikêra, Rannieri Lopes, notificou extrajudicialmente os donos da RedeTV informando que eles terão de pagar a multa de R$ 17 milhões por ter provas da negociação entre as partes para o prolongamento do contrato.
Já a RedeTV considera que não precisará pagar a multa. O caso deve parar na Justiça. Sikera Júnior é pernambucano de Palmares.
Robinson Faria disse que prioridade é ‘evitar fugas’. Cinco presos identificados como chefes de rebelião deixaram Alcaçuz. Do G1 Os presos da Penitenciária Estadual de Alcaçuz, no Rio Grande do Norte, voltaram a subir nos telhados dos pavilhões pelo terceiro dia consecutivo. A Polícia Militar está na área externa do presídio. De acordo com o […]
Robinson Faria disse que prioridade é ‘evitar fugas’.
Cinco presos identificados como chefes de rebelião deixaram Alcaçuz.
Do G1
Os presos da Penitenciária Estadual de Alcaçuz, no Rio Grande do Norte, voltaram a subir nos telhados dos pavilhões pelo terceiro dia consecutivo. A Polícia Militar está na área externa do presídio. De acordo com o governador Robinson Faria, a situação está sob controle e a prioridade é evitar fugas.
A unidade prisional ficou parcialmente destruída após uma rebelião de 14 horas que deixou 26 mortos entre sábado e domingo (15). De acordo com o governo do estado, a noite foi tranquila na unidade prisional e não houve confronto entre presos de facções rivais. Familiares de detentos que passaram a noite do lado de fora de Alcaçuz confirmaram a informação.
Em Brasília, o governador disse nesta terça-feira (17) que o massacre na Penitenciária de Alcaçuz foi uma “retaliação” à rebelião em Manaus, que ocorreu no começo do mês. Antes as autoridades não faziam a conexão entre os dois episódios.
“Até hoje, nunca tinha havido um confronto dentro dos presídios entre PCC e Sindicato do Crime RN. Virou uma guerra. Começou no Amazonas, isso é uma retaliação. Essa briga não é do RN, é uma retaliação do que aconteceu no Amazonas, é uma vingança ao caso do Amazonas e aconteceu no meu estado, infelizmente”, lamentou o governador.
“Estamos solidários aos Policiais Civis de Pernambuco em sua justa luta por melhores condições de trabalho e salários dignos”, declara o Sindicato dos Trabalhadores e Trabalhadoras em Educação de Pernambuco (SINTEPE). A entidade emitiu uma nota de apoio aos policiais, que recentemente decretaram greve em busca de melhorias em suas condições laborais. O comunicado surge […]
“Estamos solidários aos Policiais Civis de Pernambuco em sua justa luta por melhores condições de trabalho e salários dignos”, declara o Sindicato dos Trabalhadores e Trabalhadoras em Educação de Pernambuco (SINTEPE). A entidade emitiu uma nota de apoio aos policiais, que recentemente decretaram greve em busca de melhorias em suas condições laborais.
O comunicado surge em meio a uma decisão controversa do Tribunal de Justiça de Pernambuco, que declarou a greve ilegal a pedido da governadora do estado. “Estamos preocupados com essa tentativa de limitar um direito fundamental dos trabalhadores”, ressalta o SINTEPE.
O direito de greve é garantido pela Constituição Federal, que confere aos trabalhadores o poder de decidir sobre a oportunidade de exercê-lo e os interesses que devem ser defendidos por meio dele. “A greve é uma ferramenta legítima e essencial para reivindicar melhores condições de trabalho e garantir a qualidade dos serviços públicos prestados à população”, enfatiza o sindicato.
Apesar da falta de regulamentação específica para o exercício do direito de greve por servidores públicos, o Supremo Tribunal Federal (STF) tem reiterado que essa lacuna não retira dos trabalhadores o direito de greve. “Reconhecemos a importância e a legitimidade da luta dos Policiais Civis de Pernambuco”, destaca o SINTEPE.
Diante desse cenário, o sindicato reforça a necessidade urgente de um diálogo aberto e construtivo entre as partes envolvidas, visando encontrar uma solução para o impasse. “Estamos comprometidos em defender os direitos trabalhistas e promover a justiça social”, finaliza o comunicado do SINTEPE.
Para mais informações e atualizações sobre o desenrolar dessa questão, acompanhe os canais de comunicação do SINTEPE. Leia abaixo a íntegra da nota:
MAIS UMA VEZ O GOVERNO IMPÕE A ILEGALIDADE NO LUGAR DO DIÁLOGO.
Nós do Sintepe, o Sindicato dos Trabalhadores e das Trabalhadoras em Educação de Pernambuco, expressamos nosso apoio e solidariedade aos Policiais Civis de Pernambuco e ao seu Sindicato, o Sinpol. No momento em que decretaram greve na luta por melhores condições de trabalho e salários, buscam o bem-estar dos trabalhadores, mas também a qualidade dos serviços prestados à população.
A recente decisão do Tribunal de Justiça de Pernambuco, que declarou a greve ilegal a pedido da governadora do Estado, coloca em xeque um dos pilares da democracia e da Constituição Federal Brasileira: o direito de greve. É importante relembrar e reafirmar o que dispõe nossa Carta Magna:
Artigo 9º: “É assegurado o direito de greve, competindo aos trabalhadores decidir sobre a oportunidade de exercê-lo e sobre os interesses que devam por meio dele defender.”
O direito de greve é uma prerrogativa dos trabalhadores para a defesa de seus interesses, sendo um instrumento legítimo de negociação e pressão sobre os empregadores, incluindo o Estado, quando este atua como tal.
Artigo 37, VII: “O direito de greve será exercido nos termos e nos limites definidos em lei específica para os servidores públicos.”
Embora a legislação específica para o exercício do direito de greve por servidores públicos ainda demande regulamentação, o Supremo Tribunal Federal (STF) tem reiterado o entendimento de que a falta dessa regulamentação não retira dos servidores públicos o direito de greve, sendo este um direito fundamental garantido pela Constituição.
Assim, manifestamos nossa preocupação com ações que visam criminalizar ou limitar o exercício do direito de greve. Reconhecemos a importância e a legitimidade da luta dos Policiais Civis de Pernambuco e reforçamos a necessidade de diálogo aberto que possa levar a uma solução ao impasse.
A deputada federal licenciada e secretária municipal de Desenvolvimento, Emprego e Inovação do Rio, Clarissa Garotinho, chegou na manhã deste sábado na cadeia pública José Frederico Marques, em Benfica, Zona Norte do Rio, para visitar a mãe, a ex-governadora Rosinha Garotinho. Clarissa entrou no presídio carregando duas sacolas de plástico. Rosinha foi presa na quarta-feira (22) por […]
Clarissa Garotinho visita a mãe na cadeia na manhã deste sábado (25) (Foto: Reprodução / GloboNews )
A deputada federal licenciada e secretária municipal de Desenvolvimento, Emprego e Inovação do Rio, Clarissa Garotinho, chegou na manhã deste sábado na cadeia pública José Frederico Marques, em Benfica, Zona Norte do Rio, para visitar a mãe, a ex-governadora Rosinha Garotinho.
Clarissa entrou no presídio carregando duas sacolas de plástico. Rosinha foi presa na quarta-feira (22) por suspeita de corrupção, organização criminosa e crimes eleitorais.
Também estiveram na cadeia pública de Benfica na manhã deste sábado o deputado estadual Rafael Picciani e o deputado federal Marco Antônio Cabral. Os dois foram visitar os pais, Jorge Picciani (presidente afastado da Assembleia Legislativa do Rio de Janeiro), e o ex-governador Sérgio Cabral, que estão presos no local. Também está no mesmo presídio Felipe Picciani, irmão de Rafael.
O pai de Clarissa, o também ex-governador Anthony Garotinho, estava preso no mesmo local, mas foi transferido na noite desta sexta (24) para o presídio de Bangu 8, na Zona Oeste do Rio. Na manhã deste sábado, foi servido na cadeia pública Pedrolino Weling de Oliveira pão com manteiga e café com leite, mas o ex-governador tomou apenas o café com leite.
A transferência ocorreu após o ex-governador não ter conseguido provar as agressões que diz ter sofrido dentro da cela em Benfica. De acordo com a defesa de Garotinho, ele teve a cela invadida e foi agredido com um porrete. Ainda segundo ele, uma arma foi apontada em sua direção. Garotinho teria chegado à delegacia com o dedo do pé machucado e o joelho ralado. A nova cela do ex-governador é monitorada 24 horas por dia.
No depoimento, obtido com exclusividade pela GloboNews, Garotinho disse que um homem entrou em sua cela e disse: “Você gosta muito de falar, não é?”. Segundo o delegado Wellington Vieira, o diretor deve entregar as imagens das câmeras do circuito interno de segurança do presídio.
Na segunda (27), o diretor da cadeia pública José Frederico Marques, em Benfica, na Zona Norte do Rio, e pelo menos mais quatro agentes penitenciários que estavam no plantão da cadeia pública na madrugada de sexta-feira (24), vão prestar depoimento na 21ª DP (Bonsucesso) sobre a suposta ameaça ao ex-governador Anthony Garotinho.
No depoimento, obtido com exclusividade pela GloboNews, Garotinho disse que um homem entrou em sua cela e disse: “Você gosta muito de falar, não é?”. Segundo o delegado Wellington Vieira, o diretor deve entregar as imagens das câmeras do circuito interno de segurança do presídio.
Na segunda (27), o diretor da cadeia pública José Frederico Marques, em Benfica, na Zona Norte do Rio, e pelo menos mais quatro agentes penitenciários que estavam no plantão da cadeia pública na madrugada de sexta-feira (24), vão prestar depoimento na 21ª DP (Bonsucesso) sobre a suposta ameaça ao ex-governador Anthony Garotinho.
O ministro da Integração Nacional, Helder Barbalho, afirmou nesta terça-feira (22) que as obras nos dois eixos (Norte e Leste) do Projeto de Integração do Rio São Francisco estão em pleno andamento. “É um grande equívoco dizer que as obras estão paralisadas. Isso não está correto. Já estão concluídas 90,8% das estruturas e o restante […]
O ministro da Integração Nacional, Helder Barbalho, afirmou nesta terça-feira (22) que as obras nos dois eixos (Norte e Leste) do Projeto de Integração do Rio São Francisco estão em pleno andamento.
“É um grande equívoco dizer que as obras estão paralisadas. Isso não está correto. Já estão concluídas 90,8% das estruturas e o restante está em construção, com exceção de um trecho do Eixo Norte que estava sob responsabilidade da empresa Mendes Júnior, mas que já estamos providenciando a substituição”, afirmou.
A expectativa, segundo ele, é de que a Pasta publique o edital no dia 6 de dezembro deste ano e que as propostas das construtoras interessadas sejam abertas até 15 de janeiro.
Em junho deste ano, a empresa Mendes Júnior comunicou ao Ministério da Integração Nacional a falta de condições técnicas e financeiras para continuar os dois contratos da Meta 1N do Eixo Norte, que vai da captação do Rio São Francisco, em Cabrobó (PE), até o reservatório de Jati (CE).
Em 7 de novembro, a Pasta iniciou o novo processo de licitação com a consulta pública da minuta do edital e seus anexos. As construtoras interessadas têm até o dia 29 de novembro para dar suas contribuições para a versão final do edital. “A partir daí, prosseguimos com o processo de análise para assinarmos o contrato até o início de fevereiro de 2017”, destacou.
O ministro explicou também aos deputados que os serviços serão licitados em Regime Diferenciado de Contratações (RDC) pelo Ministério, solução acordada com o Tribunal de Contas da União (TCU). Esse tipo de contratação reduz a possibilidade de contestação judicial, acelerando o processo.
“Esta obra é absolutamente prioritária para o Governo, não apenas para o Ministério da Integração Nacional. Entendemos claramente a repercussão social e econômica da garantia da conclusão do Projeto, que envolve cerca de 12 milhões de brasileiros”, destacou.
No Eixo Leste, 90,27% das estruturas estão prontas e toda a obra estará finalizada em dezembro. A previsão é que água chegue a Monteiro (PB) em fevereiro e a Campina Grande (PB) em abril de 2017, depois de passar por Pernambuco. O Eixo Norte, com 91,25 % executado, deve ser entregue até o primeiro trimestre de 2017 e a água deve chegar aos estados do Ceará, Pernambuco, Paraíba e Rio Grande do Norte no segundo semestre do próximo ano.
O senador Armando Monteiro (PTB) participou, nesta segunda-feira (27), de um seminário promovido pelo LIDE-PE, em que tratou de temas ligados à Reforma Trabalhista. O evento, presidido por Drayton Nejaim, contou com a presença do ministro do Trabalho, Ronaldo Nogueira, que ministrou palestra sobre os desafios de uma nova legislação trabalhista no Brasil. Para Armando, […]
O senador Armando Monteiro (PTB) participou, nesta segunda-feira (27), de um seminário promovido pelo LIDE-PE, em que tratou de temas ligados à Reforma Trabalhista.
O evento, presidido por Drayton Nejaim, contou com a presença do ministro do Trabalho, Ronaldo Nogueira, que ministrou palestra sobre os desafios de uma nova legislação trabalhista no Brasil. Para Armando, o País precisa enfrentar uma agenda de reformas, de modo que possa gerar mais empregos e assegurar a retomada do econômico, mas sem retirar direitos dos trabalhadores.
Sobre o olhar da Reforma Trabalhista, Armando Monteiro defende que o Brasil precisa moldar as instituições para que o mercado de trabalho seja mais dinâmico, gere empregos e possa assegurar o crescimento econômico. “Mas tudo isso sem ferir os direitos dos trabalhadores. Isso é um ponto fundamental. Não se pode promover reformas para precarizar ou para subtrair direitos dos trabalhadores”, assinalou o parlamentar.
O petebista afirmou que é preciso promover mudanças na legislação de modo a oferecer um marco jurídico e ambiente de maior flexibilidade, de forma que o Brasil possa ter um sistema mais dinâmico.
“No ambiente das relações do trabalho, todos reconhecem que o País precisa promover uma modernização das relações porque o mundo do trabalho mudou em função do impacto de novas tecnologias, das novas formas de trabalho, da especialização crescente, da fragmentação do trabalho. É evidente que temos que atualizar o marco legal. O que se constata é que a lei não tem mais a capacidade de poder se moldar às mudanças que ocorrem com grande velocidade no mundo do trabalho. Eu considero absolutamente necessário que o Brasil avance nessa agenda”, disse.
Armando Monteiro pontuou, por fim, que o Congresso Nacional terá um papel fundamental nessa agenda de reformas, de modo a aperfeiçoar as propostas e promover um debate amplo.
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