Raquel: “só quem pode falar sobre a posição de Lula na eleição é ele mesmo”
Por Nill Júnior
A governadora Raquel Lyra disse que têm falado menos de eleição por entender que o processo eleitoral não pode contaminar a gestão.
Ela disse isso ao comentar as especulações sobre que posicionamento o presidente Lula terá na eleição desse ano.
“Tem gente que tá fazendo só pré-campanha. Esse não é o trabalho de quem governa. Eu defendo que quem tenha que governar faça isso todos os dias. Eu tenho buscado fazer isso,e o presidente Lula também”.
Ela destacou que as gestões tem feito muitas parcerias. “O presidente Lula desde o primeiro momento disse que ajudaria Pernambuco. E tudo que eu pedi a ele é que não deixasse a contaminação de qualquer processo eleitoral quatro anos depois pudesse atrapalhar o que a gente podia fazer junto”.
E seguiu: “só quem pode falar a posição do presidente é ele mesmo. Mas ele não vai entrar nessa seara agora, como até agora não entrou. Ele é presidente da República e tudo que a gente tem ouvido de fala dele, tô dizendo a reprodução do que ele tem dito, é que ele precisa governar”.
“Ele não vai governar (só) pros que votaram nele. Ele vai governar pra todos que é o que a gente tá fazendo aqui em Pernambuco”.
E concluiu: “eu nunca acreditei no quanto pior, melhor. Tem muita gente que trabalha por isso todo dia, que fala em eleição toda hora. A gente foi eleito pra servir o povo de Pernambuco e eu estou aqui pra isso”.
Maioria também aprova restrições em bares, restaurantes, lojas e academias Portal Folha-PE O fechamento de escolas como meio de conter o avanço da Covid-19 é defendido por 66% da população brasileira, aponta pesquisa Datafolha, que mostra que a maioria das pessoas é a favor também de restrições em bares, restaurantes, lojas e academias, e outros […]
Maioria também aprova restrições em bares, restaurantes, lojas e academias
Portal Folha-PE
O fechamento de escolas como meio de conter o avanço da Covid-19 é defendido por 66% da população brasileira, aponta pesquisa Datafolha, que mostra que a maioria das pessoas é a favor também de restrições em bares, restaurantes, lojas e academias, e outros estabelecimentos.
As escolas, que costumam reunir uma pequena aglomeração em um espaço fechado e com pouca ventilação, foram um dos primeiros estabelecimentos a fecharem, no caso de São Paulo desde março.
Nesta quinta (17), o Governo de São Paulo anunciou que as escolas serão consideradas serviços essenciais e ficarão abertas mesmo que o estado volte à pior fase da pandemia.
A mudança de posicionamento obrigará a prefeitura da capital paulista a mudar seus protocolos, já que, mesmo com autorização do estado para retomar as aulas desde outubro, a gestão Bruno Covas (PSDB) preferiu manter aulas à distância para a educação infantil e fundamental.
Mesmo com o lobby das escolas particulares e de parte das famílias, que pressionavam pelo retorno, voltaram apenas as aulas presenciais do ensino médio em novembro.
O ano letivo começa em 4 de fevereiro, mas a prefeitura disse na quarta (16) que o retorno presencial dependeria de avaliação da área da saúde.
Países da Europa que fecharam as escolas na fase mais dura da pandemia retomaram as aulas depois e não voltaram a suspendê-las mesmo com a segunda onda de contaminações atual. A avaliação foi de que a reabertura não elevou o contágio.
Com o crescente aumento de casos, porém, alguns países começaram a rever a decisão. A primeira-ministra da Alemanha, Angela Merkel anunciou nesta semana que vai fechar novamente as escolas pelo menos até 10 de janeiro.
Reportagem do jornal Folha de S.Paulo mostrou que tem crescido em São Paulo o número de casos e internações por Covid-19 em crianças, que têm dificuldade de manter distanciamento social.
O fechamento de escolas impôs novo desafio às famílias, com os filhos em casa, e levantou preocupações com a evasão escolar e com o aumento da desigualdade – já que o acesso à internet e computadores é maior entre famílias ricas, que podem manter os estudos à distância.
A pesquisa Datafolha mostra que mulheres são as que mais defendem o fechamento de escolas: 71%, contra 59% dos homens. Por outro lado, quanto maior a renda, mais o entrevistado se coloca contra o fechamento: 51% dos que ganham acima de 10 salários mínimos se posicionam contrários à medida, número que cai para 29% quando considerados os que ganham até 2 salários mínimos.
Durante as eleições municipais, o prefeito de São Paulo, Bruno Covas, concorrendo a reeleição, precisou dizer por vezes na campanha que não determinaria um novo fechamento da cidade, com o receio de que isso lhe custasse votos –um dia depois da eleição, o governador João Doria, correligionário de Covas, anunciou novas restrições na cidade.
A pesquisa Datafolha mostra, porém, que a maioria dos brasileiros se posiciona a favor do fechamento de lojas, restaurantes e bares (55%) e do fechamento de serviços como academias, salões de beleza e escritórios (59%).
Em São Paulo, bares e restaurantes precisaram interromper o atendimento ao público no começo da pandemia e só reabriram a partir de julho (nesse intervalo, funcionaram somente para entrega e retirada).
Protocolos limitavam a presença de público, mas especialistas consideram que o risco é maior se os clientes ficam em um ambiente fechado, com pouca ventilação, e sem máscara –no caso de bares, consumindo álcool e conversando alto, o que faz com que se espalhe mais gotículas de saliva.
Com o recente aumento de casos e internações pela doença, o governo voltou a restringir esses espaços, e agora bares só podem funcionar até as 20h (restaurantes ficam abertos até as 22h, mas só podem vender álcool até as 20h) –a Justiça havia suspendido esse decreto, mas nesta quinta o STF autorizou a limitação.
A maioria dos entrevistados também se colocou a favor da diminuição do horário de funcionamento de comércios e serviços em geral. Hoje, em São Paulo, esses locais podem abrir ao público durante 12 horas por dia.
A única coisa que realmente divide o brasileiro é o fechamento de igrejas –em geral, boa parte também lugares fechados com aglomerações. Ao todo, 49% dos entrevistados se disseram contrários a medida e outros 49% se disseram favoráveis.
Desde março, o governo federal incluiu igrejas como atividades essenciais, que não poderiam ser fechadas, além de lotéricas. A medida chegou a ser suspensa pela Justiça, mas depois foi liberada.
A pesquisa Datafolha foi feita entre 8 e 10 de dezembro com 2.016 brasileiros adultos em todas as regiões e estados do país, por telefone, com ligações para aparelhos celulares (usados por 90% da população). A margem de erro é de dois pontos percentuais.
do Diário de Pernambuco Os dois principais institutos de pesquisa do país divulgaram, na última quarta-feira, os novos cenários da corrida presidencial. Datafolha e Ibope revelam um quadro de empate técnico entre as candidatas Dilma Rousseff (PT) e Marina Silva (PSB), que se distanciaram ainda mais de Aécio Neves (PSDB). A tendência é que a […]
Os dois principais institutos de pesquisa do país divulgaram, na última quarta-feira, os novos cenários da corrida presidencial. Datafolha e Ibope revelam um quadro de empate técnico entre as candidatas Dilma Rousseff (PT) e Marina Silva (PSB), que se distanciaram ainda mais de Aécio Neves (PSDB). A tendência é que a eleição seja definida apenas no 2º turno e, nas projeções atuais, Marina leva vantagem sobre Dilma.
Mas, além dos números consolidados, os institutos também detalham cenários específicos da pesquisa , revelando a distribuição das intenções de voto por regiões, classes sociais, escolaridade, faixa etária e até mesmo religião.
No aspecto geográfico, Dilma Rousseff mantém sua maior vantagem no Nordeste, onde possui 48% das intenções de voto nos dois institutos contra 32% de Marina no Ibope e 33% e no Datafolha. Esta é a maior diferença considerando todas as regiões nas duas pesquisas.
A candidata do PT também lidera com margem menor no Norte e Centro Oeste – neste último, com uma diferença de apenas 3 pontos percentuais no Datafolha.
Se o Nordeste é o porto seguro de Dilma, o Sudeste (maior colegiado eleitoral do país) se revela o território de Marina Silva. Ela tem 7 pontos de vantagem no Ibope e chega a 10 pontos de diferença no Datafolha.
O Sul foi a única região em que os números dos dois institutos apresentam divergências. No Ibope, Marina vence Dilma por 40% x 33%. Já no Datafolha, é a petista tem quatro pontos de vantagem – o que representa a margem de diferença no limite do empate técnico.
O prefeito de Petrolina, Miguel Coelho, enviou para a Câmara de Vereadores, nesta segunda-feira (21), um projeto de lei que garantirá um auxílio financeiro emergencial a trabalhadores que atuam no ciclo junino. O benefício é voltado a artistas, vendedores ambulantes e garçons que trabalharam no São João de Petrolina em anos anteriores e, por conta […]
O prefeito de Petrolina, Miguel Coelho, enviou para a Câmara de Vereadores, nesta segunda-feira (21), um projeto de lei que garantirá um auxílio financeiro emergencial a trabalhadores que atuam no ciclo junino.
O benefício é voltado a artistas, vendedores ambulantes e garçons que trabalharam no São João de Petrolina em anos anteriores e, por conta da pandemia, foram diretamente afetados em seu orçamento.
O projeto tem caráter de urgência e deve ser votado já nesta terça-feira (22). O valor do auxílio varia entre R$ 400,00 e R$ 5.000,00 a depender de critérios que constarão em um edital público da Prefeitura de Petrolina.
Após a aprovação, o prefeito Miguel Coelho fará um anúncio em entrevista coletiva para detalhar o novo auxílio e como os trabalhadores poderão ter acesso. “Muitos profissionais contam com o São João para garantir a renda da família. Infelizmente, essa pandemia nos privou de uma grande festa popular e, para essas famílias de músicos, garçons, ambulantes, foi tirado o sustento. Com esse projeto queremos amenizar os efeitos causados a todos esses trabalhadores”, justifica o prefeito.
Preocupação é de que serviço tenha interrupção caso não haja pagamento dos repasses atrasados Por André Luis O presidente do Cimpajeú e prefeito de Ingazeira, Luciano Torres, revelou, durante entrevista ao programa Manhã Total da Rádio Pajeú, que está preocupado com o atraso por parte de alguns municípios com o repasse para o custeio do […]
Preocupação é de que serviço tenha interrupção caso não haja pagamento dos repasses atrasados
Por André Luis
O presidente do Cimpajeú e prefeito de Ingazeira, Luciano Torres, revelou, durante entrevista ao programa Manhã Total da Rádio Pajeú, que está preocupado com o atraso por parte de alguns municípios com o repasse para o custeio do SAMU 192 da III Macrorregião de Saúde de Pernambuco, gerido pelo consórcio de Integração dos Municípios do Pajeú – Cimpajeu e a empresa ITGM.
“O repasse destes municípios, realmente está nos preocupando”, revelou Luciano, que informou que os municípios inadimplentes foram contactados pelo Cimpajeú e que eles estão se comprometendo a pagar até a próxima terça-feira (9).
“Porque na quarta-feira (10), teremos uma reunião com os promotores aqui de Afogados da Ingazeira, Serra Talhada e Arcoverde pra gente ver outras medidas que podem ser tomadas, mas estou na expectativa de que os prefeitos vão cumprir. Precisamos conseguir fazer este pagamento para que o Ministério comece a pagar a contra-partida dele que é de 50%. O Governo do Estado já se comprometeu, mas o Ministério da Saúde tem que sinalizar, para que o estado comece a pagar também”, informou Torres.
“Então essa é a nossa preocupação. O serviço que em um mês já atendeu mais de ocorrências e que vem atendendo a população… então é uma expectativa muito grande da população do serviço estar rodando”, destacou o presidente.
Luciano disse que é importante que não tenha entrave que possa gerar uma paralisação do serviço. “Deus nos livre que isso aconteça. Mas estamos confiantes que vai dar certo”, confiou.
Segundo Luciano, Arcoverde pagando os débitos atrasados (dez repasses em atraso e valor de R$ 411 mil é a cidade com maior débito), dará mais folego para que as folhas de outubro e novembro sejam pagas e ficar mais próximo da liberação por parte do Ministério da Saúde, para não ter uma paralisação.
“Estamos confiantes na sensibilidade do prefeito. Ele sabe que a cobrança da população na interrupção desse serviço seria muito prejudicial para os municípios”, lembrou Luciano Torres.
G1 A Polícia Federal instaurou, na tarde desta segunda-feira (16), um inquérito para apurar a invasão ocorrida no triplex atribuído ao ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, em Guarujá, no litoral de São Paulo. Peritos foram ao apartamento para avaliar eventuais danos e o defensor dos manifestantes já se apresentou na delegacia. Aproximadamente 50 integrantes […]
A Polícia Federal instaurou, na tarde desta segunda-feira (16), um inquérito para apurar a invasão ocorrida no triplex atribuído ao ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, em Guarujá, no litoral de São Paulo. Peritos foram ao apartamento para avaliar eventuais danos e o defensor dos manifestantes já se apresentou na delegacia.
Aproximadamente 50 integrantes do Movimento dos Trabalhadores Sem Teto (MTST) e da Frente Povo Sem Medo invadiram o Edifício Solaris, localizado na orla da Praia das Astúrias, no início da manhã. Eles permaneceram no imóvel por quatro horas e o desocuparam após negociações com equipes da Polícia Militar, que acompanharam o ato.
Como o apartamento foi bloqueado pela Justiça e está sob responsabilidade da União, para ser leiloado em maio, cabe à Polícia Federal investigar o ocorrido, que não deixou feridos, apesar do tumulto. Nesta tarde, os policiais militares apresentaram a ocorrência na Delegacia da PF em Santos (SP), responsável por toda a região.
Ao G1, a Polícia Federal afirmou que enviou peritos ao edifício para avaliar eventuais danos ocasionados durante a invasão. Preliminarmente, a equipe constatou que a porta principal foi arrombada. A delegada responsável pelo caso instaurou um inquérito de “esbulho possessório”, quando há uma invasão violenta a um bem alheio.
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