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Luciano Torres lidera cenários para 2020, diz Múltipla

Por Nill Júnior

O ex-prefeito de Ingazeira, Luciano Torres (PSB), lidera todos os cenários na disputa sucessória para a prefeitura de Ingazeira. É o que diz pesquisa do Instituto Múltipla, que  realizou 200 entrevistas aplicadas na população que tenha título de eleitor, more e vote no município de Ingazeira. O intervalo de confiança estimado é de 95% para uma margem de erro para mais ou para menos de 6,5%.

A primeira pesquisa foi espontânea, onde nenhum nome é apresentado para o eleitor. Nela, Luciano Torres lidera com 44%, seguido de Lino Morais, com 13,%, Mário Viana, com 4%, outros, com 3%, nulo ou branco também com 3%. Estão indecisos  ou não opinaram 32%.

No cenário estimulado 1, onde são apresentadas opções para o eleitor,  Luciano Torres lidera com 62%, seguido de Djalma do Minadouro, com 12,5%, Lino Morais (9,5%), Mário Viana (8%) e Deorlanda da Caiçara (5%). Brancos e nulos somam 1%. Indecisos, 2%. Nota explicativa: O nome do pré-candidato Juarez Ferreira foi estimulado na pergunta, mas não recebeu indicação,  diz o Instituto.

No segundo cenário, Luciano Torres tem 72,5%, seguido de Lino Morais, com 12%, Mário Viana, que tem 10%. Brancos e nulos somam 2,5%. Indecisos, 2%. O terceiro cenário tem apenas Lino Morais e Mário Viana. O atual prefeito tem 53,5% contra 26% de Mário Viana. Brancos e nulos somam 17%. Indecisos, 3,5%. O último cenário tem apenas Luciano Torres e Mário Viana. Nele, Luciano chega a 84,5% contra 11,5% do candidato da oposição. Brancos e nulos somam 1%. Indecisos, 2%. Veja gráficos:

Outras Notícias

Luciano Duque confirma dobradinha com Teresa Leitão e diz não ter “o federal” em Serra

O ex-prefeito de Serra Talhada,  Luciano Duque (PT) confirmou que segue suas articulações para construir o mandato de Deputado Estadual em 2022. Falando à Revista da Cultura,  Duque citou vários municípios onde terá apoio e destacou a parceria com a Deputada Estadual Teresa Leitão,  que vai disputar um mandato federal ano que vem.  Duque confirmou […]

O ex-prefeito de Serra Talhada,  Luciano Duque (PT) confirmou que segue suas articulações para construir o mandato de Deputado Estadual em 2022.

Falando à Revista da Cultura,  Duque citou vários municípios onde terá apoio e destacou a parceria com a Deputada Estadual Teresa Leitão,  que vai disputar um mandato federal ano que vem.  Duque confirmou que dobrará com ela em algumas de suas bases.

O ex-prefeito só não quis falar em um único nome que dobre com ele em Serra Talhada.  Perguntado se estaria oficialmente dobrando com Marília Arraes ou Fernando Monteiro, disse que a conjuntura em Serra Talhada fará com que ele tenha “vários nomes adesivados no carro”.

Duque lembrou que sua base apoia vários nomes para Federal, como Marília Arraes, Carlos Veras, Fernando Monteiro, Pastor Eurico, Fernando Filho, Daniel Coelho e Bispo Osséssio.

Acidente é registrado na saída de Afogados para Carnaíba

Por André Luis O repórter Marcony Pereira, informou ao programa A Tarde é Sua da Rádio Pajeú, sobre um acidente ocorrido na saída de Afogados da Ingazeira para Carnaíba. Segundo o repórter um caminhão vermelho placas PEV 1683 que transitava sentido São José do Egito bateu em um Gol cinza que avançou a via de […]

Por André Luis

O repórter Marcony Pereira, informou ao programa A Tarde é Sua da Rádio Pajeú, sobre um acidente ocorrido na saída de Afogados da Ingazeira para Carnaíba.

Segundo o repórter um caminhão vermelho placas PEV 1683 que transitava sentido São José do Egito bateu em um Gol cinza que avançou a via de rolamento.

Marcony informou ainda que o caminhão pertence a empresa Frango Cajá e seguia para São José do Egito para carregar. O motorista, José Ricardo Siqueira Pontes informou que ao bater no Gol, o caminhão acabou estourando um dos pneus e caiu numa vala na lateral da rodovia.

José Ricardo sofreu uma pancada na clavícula, procurou o hospital mas já foi liberado. Os ocupantes do Gol, um homem, uma mulher e uma criança, não foram identificados. Eles não procuraram atendimento no Hospital Regional Emília Câmara (HREC).

O Gol foi levado do local por um reboque.

Alexandre de Moraes toma posse e assume vaga de Teori no Supremo

G1 O ex-ministro da Justiça Alexandre de Moraes, 48 anos, assumiu nesta quarta-feira (22) a cadeira de Teori Zavascki no Supremo Tribunal Federal (STF). O antigo relator da Lava Jato morreu em um acidente aéreo há dois meses no litoral do Rio de Janeiro. A solenidade de posse, que durou menos de 15 minutos, reuniu […]

G1

O ex-ministro da Justiça Alexandre de Moraes, 48 anos, assumiu nesta quarta-feira (22) a cadeira de Teori Zavascki no Supremo Tribunal Federal (STF). O antigo relator da Lava Jato morreu em um acidente aéreo há dois meses no litoral do Rio de Janeiro.

A solenidade de posse, que durou menos de 15 minutos, reuniu no STF as mais altas autoridades do país, entre as quais o presidente Michel Temer e os presidentes da Câmara, Rodrigo Maia (DEM-RJ), e do Senado, Eunício Oliveira (PMDB-CE). Presidente da Suprema Corte, a ministra Cármen Lúcia foi a anfitriã do evento.

Magistrados de tribunais superiores, ministros aposentados do Supremo, comandantes das Forças Armadas, governadores e prefeitos também prestigiaram a posse.

O cerimonial do STF distribuiu cerca de 1,5 mil convites para a cerimônia, mas a expectativa era de que por volta de 800 pessoas comparecessem à posse do 168º ministro do tribunal.

Como o plenário principal da Suprema Corte não comportava essa multidão, a assessoria instalou telões nos salões do tribunal e nos recintos de julgamento das turmas.

Amigo de Temer, Moraes assumiu a vaga no Supremo em meio a um momento de suspense no mundo político e jurídico.

Na semana passada, o procurador-geral da República, Rodrigo Janot, enviou ao STF 83 pedidos de abertura de inquérito para investigar políticos citados nas delações de ex-executivos da Odebrecht no âmbito da Operação da Lava Jato.

Investigados por suspeita de envolvimento no esquema de corrupção que atuava na Petrobras, como Eunício Oliveira e Rodrigo Maia, participaram da posse do novo ministro do Supremo.

Depoimento de Barros expõe entranhas da briga entre Centrão e militares

Congresso em Foco O depoimento do líder do governo na Câmara, Ricardo Barros (PP-PR) à CPI da Covid nesta semana levará para o centro do palco da investigação a grande disputa de poder que há hoje dentro do governo do presidente Jair Bolsonaro. A disputa entre os militares e o Centrão. A posse na semana passada do senador Ciro […]

Congresso em Foco

O depoimento do líder do governo na Câmara, Ricardo Barros (PP-PR) à CPI da Covid nesta semana levará para o centro do palco da investigação a grande disputa de poder que há hoje dentro do governo do presidente Jair Bolsonaro. A disputa entre os militares e o Centrão.

A posse na semana passada do senador Ciro Nogueira (PP-PI) na Casa Civil da Presidência é o ápice dessa disputa, com ampla vitória para o Centrão. Mas há um ponto paralelo onde essa disputa se deu e se dá de forma intensa: o Ministério da Saúde.

Para o relator da CPI da Covid, Renan Calheiros (MDB-AL), foi especialmente dentro do ministério que mais se intensificou a briga entre os dois grupos. E Ricardo Barros é o grande pivô dessa disputa.

O atual líder do governo na Câmara foi ministro da Saúde no governo Michel Temer. Em diversos momentos, diante da frenética troca de comando na pasta durante a pandemia de covid-19, seu nome foi cogitado para retornar ao cargo. Na avaliação de Renan Calheiros, Ricardo Barros deixou implantado, porém, ali um grupo sobre o qual tem influência.

Já o grupo militar foi se implantando no ministério a partir do general Eduardo Pazuello. O general entrou no ministério na gestão de Nelson Teich, substituindo João Gabbardo como secretário-executivo.

Na saída de Teich, ficou um tempo como ministro interino até ser efetivado para se tornar o mais subserviente dos ministros da Saúde na gestão Bolsonaro. Aquele que disse: “É simples assim: um manda e o outro obedece”.

A partir de Pazuello, entram na trama militares hoje investigados na CPI, como o ex-número dois de Pazuello no ministério coronel Élcio Franco e o ex-secretário substituto de Logística coronel Marcelo Blanco.

Embora reservadamente os senadores da CPI admitam que Ricardo Barros, por sua experiência como parlamentar, não vá se deixar enredar pelo interrogatório na comissão, seu depoimento é cercado de expectativa pela possibilidade de ajudar a desvendar como se dava essa briga intestina entre os grupos no ministério da Saúde.

O nome de Ricardo Barros veio à tona na CPI no depoimento do deputado Luís Miranda (DEM-DF) e de seu irmão, Luís Ricardo, funcionário do Ministério da Saúde.

Os irmãos Miranda denunciaram que havia uma “pressão anormal” para que se apressasse o processo de aquisição da vacina indiana Covaxin, do laboratório Barath Biotech. Se adquirida, essa vacina seria a primeira a ser comprada não diretamente do laboratório produtor, mas com a ação de um atravessador, a Precisa Medicamentos.

Os irmãos Miranda denunciaram que levaram a situação ao presidente Jair Bolsonaro, falando da pressão e de irregularidades que superfaturavam o preço da vacina. E Bolsonaro nada teria feito de concreto para apurar o caso.

Já no final da sessão na CPI, pressionado pela senadora Simone Tebet (MDB-MS), Luís Miranda acabou, aos prantos, admitindo que, na conversa com o presidente, o próprio Bolsonaro mencionara um nome por trás dessa pressão para que o contrato fosse fechado. O nome era Ricardo Barros.

Vice de Santa Cruz da Baixa Verde deixa Irlando e declara apoio a Raquel

Elyzandro Nogueira secretário de Desenvolvimento Econômico e Turismo de Serra Talhada, também aderiu ao grupo Nesta quarta-feira (6), a vice-prefeita de Santa Cruz da Baixa Verde, Eliete do Ico, e o secretário de Desenvolvimento Econômico e Turismo de Serra Talhada, Elizandro Nogueira, também aderiram ao grupo de Raquel Lyra. No primeiro turno, Eliete estava no […]

Elyzandro Nogueira secretário de Desenvolvimento Econômico e Turismo de Serra Talhada, também aderiu ao grupo

Nesta quarta-feira (6), a vice-prefeita de Santa Cruz da Baixa Verde, Eliete do Ico, e o secretário de Desenvolvimento Econômico e Turismo de Serra Talhada, Elizandro Nogueira, também aderiram ao grupo de Raquel Lyra.

No primeiro turno, Eliete estava no palanque adversário, por conta do alinhamento de Irlando Parabólicas com Marília,  mas agora decidiu seguir com Raquel e Priscila.

“Tomei minha decisão porque o projeto dela é o mais viável para Pernambuco”, afirmou a vice-prefeita.

Já Elizandro reforçou que continua com Raquel, Priscila e o deputado federal Daniel Coelho (Cidadania). “Vamos seguir no segundo turno e chegar à vitória”, afirmou o secretário.