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Raquel Lyra acompanha abertura da 57ª edição da Paixão de Cristo de Nova Jerusalém

Por Nill Júnior

A Paixão de Cristo de Nova Jerusalém abriu sua 57ª edição com pré-estreia nesta sexta-feira (27), com a presença da governadora Raquel Lyra e da vice-governadora Priscila Krause.

Durante o espetáculo, que acontece no distrito de Fazenda Nova, no município do Brejo da Madre de Deus, no Agreste Central, a chefe do Executivo estadual destacou a importância do evento para o turismo e a cultura pernambucana.

“Estamos todos juntos para prestigiar os 57 anos da Paixão de Cristo, homenageando o centenário do querido Plínio Pacheco. Aqui, nós mantemos a tradição, fortalecendo a nossa economia, cultura e o turismo pernambucano. O Governo de Pernambuco sempre trabalha para apoiar esse espetáculo, reconhecido em todo Brasil. Pelo quarto ano consecutivo estamos estamos marcando presença para poder divulgar um evento tão lindo e reconhecido por todos que aqui passam”, ressaltou Raquel Lyra.

A edição, mais uma vez, recebe o apoio do Governo de Pernambuco, por meio da Empresa de Turismo de Pernambuco (Empetur). O suporte reforça o compromisso da gestão estadual com a valorização de eventos que estimulam a economia criativa e o turismo nas diferentes regiões do estado.

Acompanharam o espetáculo os secretários estaduais Túlio Vilaça (Casa Civil), André Teixeira Filho (Mobilidade e Infraestrutura), Cacau de Paula (Cultura), Hercílio Mamede (Casa Militar), Daniel Coelho (Meio Ambiente, Sustentabilidade e Fernando de Noronha); o ministro da Pesca e Aquicultura, André de Paula; e o deputado federal Guilherme Uchôa Jr. Também prestigiaram os prefeitos Roberto Asfora (Brejo da Madre de Deus); padre Joselito (Gravatá); Simão Durando (Petrolina); além do ex-prefeito de Petrolina, Miguel Coelho.

Outras Notícias

Luciano Bonfim diz que projeto estrutural da Estrada do Brocotó está pronto

“Governadora assina ordem de serviço em julho” O prefeito de Triunfo, Luciano Bonfim , disse em entrevista ao programa Manhã Total, da Radio Pajeú que a Governadora Raquel Lyra assina em julho, dentro do Festival de Inverno, a licitação para o recapeamento da PE 350, a Estrada do Brocotó, principal acesso à cidade turística. Ele […]

“Governadora assina ordem de serviço em julho”

O prefeito de Triunfo, Luciano Bonfim , disse em entrevista ao programa Manhã Total, da Radio Pajeú que a Governadora Raquel Lyra assina em julho, dentro do Festival de Inverno, a licitação para o recapeamento da PE 350, a Estrada do Brocotó, principal acesso à cidade turística.

Ele lembrou que a via foi originalmente construída em seu primeiro mandato, em 2001, e agora passa por renovação.

“O projeto estrutural já está pronto. Ela disse a mim mesmo que tem a intenção de licitar essa obra até o mês de julho”, comemorou.

Ele também defendeu os investimentos e a parceria com a governadora para o município.

“Não só Estrada. Ela liberou a creche pra Triunfo, já são duas cozinhas comunitárias, ajuda nos festivais. Nós temos festivais quase todos os meses. Temos convênios importantes com o Governo do Estado. Como Triunfo pode botar uma banda de R$ 600 mil? E ela tem cumprido. Em Triunfo não posso reclamar. Ela tem cumprido o que prometeu”.

 

Encontro da AMUPE não tratou ou teve queixas sobre queda de recursos

A se considerar os relatos colhidos pelo blog, o recente tema de queda das receitas de FPM e ICMS não foi abordado na reunião da AMUPE. A questão não foi abordada pelo presidente da AMUPE, Marcelo Gouveia,  mas também não foi registrada por prefeitos,  alguns na reunião entre os que se queixaram ao blog em […]

A se considerar os relatos colhidos pelo blog, o recente tema de queda das receitas de FPM e ICMS não foi abordado na reunião da AMUPE.

A questão não foi abordada pelo presidente da AMUPE, Marcelo Gouveia,  mas também não foi registrada por prefeitos,  alguns na reunião entre os que se queixaram ao blog em agosto.

A impressão é de que os repasses seguintes retomaram o curso normal. Prefeitos em linhas gerais costumam gritar na queda, mas não alardeiam quando a situação é inversa.

De toda forma,  dois municípios anunciaram plano de contenção esta semana. Um alegando herança administrativa,  São José do Egito,  através da gestão Fredson Brito. No caso da gestão Pedro Alves,  de Iguaracy,  a justificativa foi de rigor fiscal para “enfrentar a redução nas receitas municipais”.

Reforma trabalhista: comissão do Senado rejeita parecer favorável ao texto

202Mesmo assim, a reforma seguirá para a Comissão de Constituição e Justiça. Segundo líder do governo, a derrota ‘nada muda’ no plano do Planalto de aprovar o texto. Do G1 Comissão de Assuntos Sociais (CAS) do Senado rejeitou nesta terça-feira (20), por 10 votos a 9, o relatório da reforma trabalhista elaborado pelo senador Ricardo […]

202Mesmo assim, a reforma seguirá para a Comissão de Constituição e Justiça. Segundo líder do governo, a derrota ‘nada muda’ no plano do Planalto de aprovar o texto.

Do G1

Comissão de Assuntos Sociais (CAS) do Senado rejeitou nesta terça-feira (20), por 10 votos a 9, o relatório da reforma trabalhista elaborado pelo senador Ricardo Ferraço (PSDB-ES), que era favorável ao texto aprovado pela Câmara.

No lugar do parecer de Ferraço, a comissão aprovou um texto alternativo, do senador oposicionista Paulo Paim (PT-RS). O relatório de Paim recomenda a rejeição integral da reforma.

O resultado representa uma derrota para o governo Michel Temer, que vê na reforma trabalhista uma das principais medidas para a área econômica.

Apesar de o texto do governo ter sido rejeitado na Comissão de Assuntos Sociais, a reforma trabalhista ainda vai passar pela Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) e, por fim, pelo plenário do Senado.

Segundo a Mesa Diretora do Senado, os relatórios da CAE, CAS e CCJ vão servir de orientação para a votação em plenário. O texto que vai ser analisado em plenário é a matéria que veio da Câmara.

Após o fim da sessão na CAS, o líder do governo no Senado, Romero Jucá (PMDB-RR), afirmou que o resultado “não deixa de ser uma derrota” para o governo. Na avaliação dele, porém, “nada muda”, porque os três relatórios – da CAE, da CAS e da CCJ – serão enviados a plenário e analisados separadamente.

“Os três relatórios irão para o plenário. Não muda nada, não muda a posição do governo, não muda o plano de aprovar”, disse.

Para Jucá, o governo perdeu votos na comissão com a ausência do senador Sérgio Petecão (PSD-AC) e os votos contrários de Otto Alencar (PSD-BA), Hélio José (PMDB-DF) e Eduardo Amorim (PSDB-SE), todos da base do governo.

A reforma foi enviada ao Congresso pelo presidente Michel Temer no ano passado. Um dos principais dispositivos do projeto é estabelecer pontos que poderão ser negociados entre patrões e empregados. Em caso de acordo coletivo, esses pontos passam a ter força de lei.

No Senado, o texto já havia sido aprovado pela Comissão de Assuntos Econômicos (CAE). Na última terça-feira (13), o relator Ricardo Ferraço leu parecer favorável à aprovação da reforma. Ele rejeitou todas as emendas que haviam sido apresentadas ao texto e manteve todo teor do projeto que foi aprovado pela Câmara.

Sessão tumultuada

A sessão da Comissão de Assuntos Sociais teve momentos de debates acalorados entre senadores desde o início.

Logo que a sessão foi aberta, o senador Lindbergh Farias (PT-RJ) fez críticas à votação do projeto em um momento que, para ele, é inoportuno, porque o Brasil passa por uma crise. “Não vamos dar ares de normalidade ao que está acontecendo aqui. Isso é um escândalo”.

A presidente da comissão, Marta Suplicy (PMDB-SP), respondeu em tom ríspido e, ao ser confrontada com um pedido de “calma”, afirmou que não tinha que se acalmar. Em seguida, ela disse para Lindbergh: “Olha o machismo e seu cuida, tá?” (veja o vídeo abaixo).

A senadora Kátia Abreu (PMDB-TO), que fez discurso contrário à aprovação do parecer de Ferraço, também bateu boca com a presidente da comissão. Para ela, Marta Suplicy, que veio do PT, estaria incomodada em conduzir a aprovação do projeto. “Se a senhora está incomodada, retire-se da comissão”, afirmou. Marta respondeu que não está incomodada e que faz o trabalho de presidente do colegiado.

Críticas de Renan

O líder do PMDB no Senado, Renan Calheiros (PMDB-AL), foi outro senador do mesmo partido de Temer a criticar a reforma trabalhista. Durante a sessão, ele disse que a proposta causará “males” ao país.

“Quando nós somarmos essa reforma trabalhista – com o que de maldade ela contém – com a reoneração de setores da economia, vamos ter um desemprego alarmante no Brasil”, afirmou.

Nesse momento, Jucá, antigo aliado de Renan, rebateu as críticas do colega. “Não se está abrindo a porteira, é falta de responsabilidade dizer isso. Retirar décimo terceiro, não é verdade. Estamos fazendo um ajuste para melhorar a situação de empregabilidade do país”, afirmou, argumentando que o projeto também não trará redução de salários.

Veja como cada senador da CAS votou no relatório de Ferraço:

  • Hélio José (PMDB): Não
  • Waldemir Moka (PMDB): Sim
  • Elmano Férrer (PMDB): Sim
  • Airton Sandoval PMDB): Sim
  • Ângela Portela (PDT): Não
  • Humberto Costa (PT): Não
  • Paulo Paim (PT): Não
  • Paulo Rocha (PT): Não
  • Regina Souza (PT): Não
  • Dalírio Beber (PSDB): Sim
  • Eduardo Amorim (PSDB): Sim
  • Flexa Ribeiro (PSDB): Sim
  • Ricardo Ferraço (PSDB): Sim
  • Ana Amélia (PP): Sim
  • Otto Alencar (PSD): Não
  • Lídice da Matta: Não
  • Randolfe Rodrigues (Rede): Não
  • Cidinho Santos (PR): Sim
  • Vicentinho Alves (PR): Sim
Polícia desarticula comércio de munições em mercado de Flores

O 14º Batalhão da Polícia Militar desmontou um comércio ilegal de munições que estava funcionando dentro de um mercado de alimentos no centro da cidade de Flores, nesta sexta-feira (22). A ação ocorreu após a polícia receber denúncias de que no local funciona a venda munições e insumos para recargas de armas de fogo. As […]

O 14º Batalhão da Polícia Militar desmontou um comércio ilegal de munições que estava funcionando dentro de um mercado de alimentos no centro da cidade de Flores, nesta sexta-feira (22). A ação ocorreu após a polícia receber denúncias de que no local funciona a venda munições e insumos para recargas de armas de fogo.

As munições e insumos para recargas de arma de fogo estavam em prateleiras e no interior de caixas de bebidas e caixas de papelão sem identificação. Foram apreendidos no local 100 quilos de chumbo para recarga de cartuchos, 242 unidades de recipientes com pólvora de caça, 08 estojos cal. 32, 20 estojos cal. 36; 02 munições cal. 32 com cartuchos intactos e 35 caixas de espoletas.

Uma pessoa foi presa no local e apresentada na Delegacia de Polícia Civil de Flores e em seguida transferida para a Delegacia de Polícia de Serra Talhada. O envolvido confirmou a  veracidade da denúncia e admitiu que realizava o comércio de todo o material apreendido.

Em Serra, vereador usa por base conversas de zap zap para pedir Nota de Repúdio

Do Blog de Júnior Campos A sessão da segunda-feira (15) na Câmara de Vereadores de Serra Talhada foi marcada por uma sequência de episódios quentes e cheios de tensão política. Ainda sob os resquícios da polêmica votação das contas do ex-prefeito Luciano Duque, rejeitadas por ampla maioria, o clima entre os parlamentares continua carregado, com […]

Do Blog de Júnior Campos

A sessão da segunda-feira (15) na Câmara de Vereadores de Serra Talhada foi marcada por uma sequência de episódios quentes e cheios de tensão política.

Ainda sob os resquícios da polêmica votação das contas do ex-prefeito Luciano Duque, rejeitadas por ampla maioria, o clima entre os parlamentares continua carregado, com provocações e trocas de farpas a cada discurso.

O líder do governo, Gin Oliveira,  surpreendeu ao sugerir, de forma direta, que a Câmara elabore uma nota de repúdio contra o empresário Sérgio Cunhinha.

Veterinário, empresário e figura conhecida no debate político local, Sérgio Cunhinha costuma ser incisivo em suas opiniões, principalmente em grupos de WhatsApp onde diversos vereadores também estão presentes. Gin afirmou ter “prints e conversas salvas” com declarações consideradas ofensivas ao Legislativo municipal e lançou o desafio:

“Eu queria, senhor presidente, que na próxima sessão a gente apresentasse essa nota de repúdio aqui.” A fala foi direcionada ao presidente da Casa, Manoel Enfermeiro. A política em Serra Talhada segue em estado de combustão. E no plenário, os ânimos, definitivamente, continuam exaltados.