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Rapazes tem imagens divulgadas como de assaltantes e se prejudicam

Por André Luis

Foto tirada na delegacia de Carnaíba correu trecho os confundindo erradamente como criminosos.

Na última segunda-feira (6), dois elementos foram presos por roubo de motos em Afogados da Ingazeira.

Policiais civis da 167ª Delegacia de Polícia de Afogados da Ingazeira deram cumprimento a dois mandados de prisão preventiva.

A ação contou com apoio do 23º BPM, atendendo decisão do juiz da Vara Criminal de Afogados da Ingazeira, após investigação da polícia civil e representação do Delegado titular. Eles são investigados por assalto a mão armada de motos em janeiro de 2023.

Ainda foram realizadas buscas na cadeia pública.

Segundo o Delegado Lucas Carvalho, falando ao repórter Marcony Pereira para o programa Manhã Total da Rádio Pajeú, fotos de duas pessoas não incriminadas estão circulando nas redes sociais como se fossem os criminosos.

“Duas fotos circulam em grupos de WhatsApp atribuindo a outras pessoas a prática do crime de roubo. São informações falsas. Uma dessas pessoas procurou a delegacia por ter sua vida exposta. Essa conduta de compartilhar, além de irresponsável, é criminosa e será apurada”, afirmou o delegado.

Deuzinei Pereira Soares, um dos indevidamente expostos, reclama que foi com um amigo pegar uma moto que seria de leilão em Princesa Isabel. Ao retornar com o amigo e comprador, foi perseguido por policiais, parado e levado à Delegacia de Carnaíba.

Lá explicou, mas ainda assim foi algemado e fotografado. Ele e o amigo não foram reconhecidos por vítimas e a história de que foram enganados pelo comprador bateu. 

Mesmo assim, uma foto tirada deles na delegacia para confrontar com imagens de suspeitos ganhou as redes como se fossem os criminosos. Erro de quem compartilhou na Delegacia e de quem está compartilhando nas redes. Isso dá processo por danos morais contra o Estado e contra quem compartilha. Veja vídeo abaixo:

 

Outras Notícias

TSE cassa mandatos de prefeito e vice de Analândia por abuso de poder político nas eleições de 2020

O Tribunal Superior Eleitoral (TSE) decidiu, por unanimidade, cassar os mandatos do prefeito Paulo Henrique Franceschini (Republicanos) e do vice-prefeito Clodoaldo Guilherme (PSB), eleitos em Analândia (SP) nas eleições de 2020. O motivo da cassação foi o abuso de poder político cometido durante o pleito. A decisão, tomada nesta quinta-feira (14), acolheu o recurso do […]

O Tribunal Superior Eleitoral (TSE) decidiu, por unanimidade, cassar os mandatos do prefeito Paulo Henrique Franceschini (Republicanos) e do vice-prefeito Clodoaldo Guilherme (PSB), eleitos em Analândia (SP) nas eleições de 2020. O motivo da cassação foi o abuso de poder político cometido durante o pleito.

A decisão, tomada nesta quinta-feira (14), acolheu o recurso do Partido da Social Democracia Brasileira (PSDB) e reverteu o acórdão do Tribunal Regional Eleitoral de São Paulo (TRE-SP), que havia mantido os políticos nos cargos. Além da cassação dos mandatos, o TSE declarou ambos inelegíveis por oito anos e determinou a realização de novas eleições no município.

O caso teve origem em uma Ação de Investigação Judicial Eleitoral (Aije) proposta pelo diretório do PSDB de Analândia. O partido alegou que houve abuso de poder político na instalação ilegal de barreiras sanitárias na cidade, no dia das eleições, com o objetivo de impedir a votação de eleitores da zona rural.

O relator do recurso, ministro Floriano de Azevedo Marques, destacou a prática de abuso de poder político no caso. Dados do Portal do TSE indicam que aproximadamente 20% da população do município residia na área rural em 2020. O ministro ressaltou que a imposição de barreiras físicas afetou diretamente esse eleitorado, prejudicando a normalidade do pleito.

O relatório apresenta dados que revelam a maior abstenção de eleitores em Analândia em 2020 (23,84%), em comparação com 13,24% em 2016 e 14,17% em 2012. O ministro enfatizou que o aumento significativo na abstenção, somado à instalação das barreiras sanitárias, reforça a gravidade das condutas, impactando a normalidade do pleito.

Além do decreto municipal que determinou a instalação das barreiras, o processo inclui trechos de conversas em grupo no WhatsApp, envolvendo parentes dos candidatos e apoiadores da campanha. Essas conversas indicam que o propósito das barreiras era impedir a votação de eleitores residentes na área rural.

O ministro Floriano de Azevedo Marques destacou que a simples instalação de barreiras físicas no dia da eleição, por meio de decreto municipal, configura ato abusivo. A recomendação do TSE é uma resposta à necessidade de preservar a integridade do processo democrático e garantir a lisura das eleições municipais.

Os envolvidos têm um prazo de dez dias para apresentar resposta à decisão do TSE. Em caso de acatamento, devem elaborar um cronograma para o cumprimento das medidas determinadas pelo tribunal.

Diógenes sobre a sucessão em Tuparetama: “da minha família, sairá um candidato”

O blog recebeu de Diógenes Patriota a indicação  de que ele será candidato a prefeito de Tuparetama em 2016. Diógenes é vereador e filho do ex-prefeito e ex-coordenador da Ciretran, Vitalino Patriota e escreveu ao blog: “Tuparetama dessa vez terá três candidatos a prefeito para o povo escolher em 2016”. Resolvemos então fazer algumas perguntas […]

thumbsO blog recebeu de Diógenes Patriota a indicação  de que ele será candidato a prefeito de Tuparetama em 2016.

Diógenes é vereador e filho do ex-prefeito e ex-coordenador da Ciretran, Vitalino Patriota e escreveu ao blog: “Tuparetama dessa vez terá três candidatos a prefeito para o povo escolher em 2016”. Resolvemos então fazer algumas perguntas sobre sua pretensão.

Você é candidato a prefeito?

O povo sabe que há uma base política, construída pelo meu pai, pela minha mãe Vanilda, por toda a equipe administrativa que ele arquitetou e por todos os Vereadores que o acompanharam durante três mandatos. Esta base não pode ser destruída por políticos interesseiros, que fazem política desviando a consciência  com a famigerada compra de votos, para depois desviar da educação, da saúde e da ação social, o dinheiro para pagar as contas da miséria praticada. Por isso, da minha família, sairá um candidato.  Graças a Deus cumpri minhas propostas de vereador em dois anos. Consigo fazer muita mais, porque tenho ao meu lado o Deputado Federal Gonzaga Patriota em quem eu deposito toda minha confiança.

Você  conta com apoio de que lideranças?

As lideranças sairão do povo, com interesse coletivo, humanitário, honesto, partilhando com igualdade de direitos, o bolo do poder público.

Quais críticas que faz a Deva e Savio?

Cabe ao povo julgar seus representantes.

Você já tem vice?

O povo indicará.

Prefeitura de Ouro Velho antecipa pagamento referente a abril

A política de valorização dos servidores implantada na gestão da ex-prefeita Natália em Ouro Velho, continua na gestão do atual prefeito, Dr. Augusto Valadares. A prefeitura antecipou o pagamento dos servidores referente ao mês de abril, realizando o pagamento nesta última terça-feira (13). “É mais uma vez fazendo a economia girar em Ouro Velho, pagamos […]

A política de valorização dos servidores implantada na gestão da ex-prefeita Natália em Ouro Velho, continua na gestão do atual prefeito, Dr. Augusto Valadares.

A prefeitura antecipou o pagamento dos servidores referente ao mês de abril, realizando o pagamento nesta última terça-feira (13).

“É mais uma vez fazendo a economia girar em Ouro Velho, pagamos todos os servidores em dia,” conversou Augusto. A informação é do Cariri em Ação.

Ministros do STF consideram declaração de filho de Bolsonaro extremamente grave

O Globo Três ministros do Supremo consideraram extremamente grave a declaração do deputado Eduardo Bolsonaro . Um deles lembrou que, para fechar o Supremo Tribunal Federal, “o que nem a ditadura tentou”, será preciso “antes disso revogar a Constituição”. Eles preferiram falar sem serem citados porque a decisão tomada é a de que o STF fale por […]

O Globo

Três ministros do Supremo consideraram extremamente grave a declaração do deputado Eduardo Bolsonaro . Um deles lembrou que, para fechar o Supremo Tribunal Federal, “o que nem a ditadura tentou”, será preciso “antes disso revogar a Constituição”.

Eles preferiram falar sem serem citados porque a decisão tomada é a de que o STF fale por uma única voz – do presidente Dias Toffoli, que estava em um congresso em Veneza, ou do decano Celso de Mello.

Dias Toffoli ainda não se pronunciou, mais de 24 horas depois de o vídeo do deputado irromper nas redes sociais. O presidente da Corte ” não quis botar mais lenha na fogueira “, disse um assessor direto ao colunista do GLOBO Lauro Jardim.

Outros dois ministros também preferiram fingir que o vídeo não teve maior gravidade: Marco Aurélio Mello, numa declaração mais moderada que a costumeira, e Rosa Weber, que também baixou a bola das declarações do filho de Jair Bolsonaro, escreve o colunista. A exceção foi o decano Celso de Mello, que classificou a afirmação como “inconsequente e golpista” em nota enviada por escrito ao jornal “Folha de S. Paulo”. O ministro ressaltou na mensagem que a votação recorde do deputado – o mais votado da História do país – não legitima “investidas contra a ordem político-jurídica”.

“Essa declaração, além de inconsequente e golpista, mostra bem o tipo (irresponsável) de parlamentar cuja atuação no Congresso Nacional, mantida essa inaceitável visão autoritária, só comprometerá a integridade da ordem democrática e o respeito indeclinável que se deve ter pela supremacia da Constituição da República!!!! Votações expressivas do eleitorado não legitimam investidas contra a ordem político-jurídica fundada no texto da Constituição! Sem que se respeitem a Constituição e as leis da República, a liberdade e os direitos básicos do cidadão restarão atingidos em sua essência pela opressão do arbítrio daqueles que insistem em transgredir os signos que consagram, em nosso sistema político, os princípios inerentes ao Estado democrático de Direitos”, destacou o decano Celso de Mello.

Um dos ministros que não se identificar avaliou ao GLOBO a manifestação de Eduardo Bolsonaro como “uma mistura de autoritarismo com despreparo”.

— É uma declaração despropositada, sequer a matéria envolve o Supremo, a matéria é de competência do TSE. É uma mistura de autoritarismo com despreparo. Já é o segundo pronunciamento de gente das hostes dele nesse sentido em poucos dias — disse um dos ministros.

Ele se referia ao general Eliéser Girão, eleito deputado pelo PSL do Rio Grande do Norte, que propôs a prisão de ministros do Supremo que soltassem condenados por corrupção.

NE: União quer indenização bilionária por 3.020 km de ferrovias abandonadas

Carlos Madero – Uol O governo Lula e a FTL (Ferrovia Transnordestina Logística) estão em negociação, ainda sem sucesso, para definir o valor da indenização e as implicações da devolução de trechos de 3.020 km de ferrovias abandonadas em cinco estados do Nordeste. A empresa é concessionária da malha da região desde 1997, com 4.200 […]

Carlos Madero – Uol

O governo Lula e a FTL (Ferrovia Transnordestina Logística) estão em negociação, ainda sem sucesso, para definir o valor da indenização e as implicações da devolução de trechos de 3.020 km de ferrovias abandonadas em cinco estados do Nordeste.

A empresa é concessionária da malha da região desde 1997, com 4.200 km de ferrovias no Nordeste. Desse total, apenas 1.200 estão em uso, na rota entre o porto de Itaqui (MA) e o porto de Mucuripe (CE). Os demais trechos foram sendo largados ao longo do tempo, com exceção de áreas urbanas de capitais que deram lugar a metrôs (casos de Fortaleza e Recife) ou trens urbanos (casos de Maceió, João Pessoa e Natal).

A ANTT (Agência Nacional de Transportes Terrestres) afirma que parte das obrigações contratuais não foi cumprida pela FTL, o que dá à União direito a indenização.

O governo sugere um investimento de R$ 3,1 bilhões na malha, sendo R$ 1,7 bilhão de indenização e outro R$ 1,4 bilhão a serem investidos na malha remanescente para o transporte de cargas e mercadorias.

A FTL, porém, questiona o valor e argumenta que a situação foi consequência de três fatores:

Danos pela natureza: partes importantes da ferrovia foram danificadas por eventos climáticos extremos, como grandes enchentes. Com isso, alguns trechos se tornaram impossíveis de operar, ficando abandonados;

Degradação da ferrovia: há diversos trechos de ferrovia parados e em péssimo estado de conservação. Se, por um lado, pode haver falha da concessionária em arcar com a manutenção da estrutura, por outro lado, a FTL alega que a malha já foi recebida em péssimo estado no início do contrato. De todo modo, a baixa qualidade geral dos trilhos leva a uma menor capacidade de transportar cargas e maior risco para a operação;

Inviabilidade econômica: para a empresa, alguns trechos simplesmente deixaram de ser economicamente viáveis. Manter uma operação que dá prejuízo constante se tornou um grande desafio.

Sem acordo, o caso chegou ao TCU (Tribunal de Contas da União), que analisa o problema desde julho na Comissão de Solução Consensual. Para o órgão, existem “controvérsias em análise, envolvendo aspectos econômicos, operacionais e jurídicos, que demandam uma abordagem técnica e colaborativa para alcançar uma solução sustentável e alinhada ao interesse público”.