Queiroga admite que governo não contratou quantidade de vacinas anunciada
Por André Luis
Foto: Edilson Rodrigues/Agência Senado
Foto: Edilson Rodrigues/Agência Senado
Em depoimento à CPI da Pandemia nesta quinta-feira (6), o ministro da Saúde, Marcelo Queiroga, admitiu que foi divulgado um número superestimado de vacinas já contratadas contra a covid-19. Em peças de propaganda, a pasta dizia ter comprado mais de 560 milhões de doses.
Ao responder a um questionamento oficial formulado pelo deputado federal Gustavo Fruet (PDT-PR), porém, o ministério informou nesta semana que o número realmente contratado era a metade disso: 280 milhões de doses. O relator da CPI da Pandemia, Renan Calheiros (MDB-AL), apontou o desencontro. Diante dos senadores, Queiroga apresentou novos números e afirmou que há 430 milhões de doses de vacinas contratadas, dado que não inclui doses da Fiocruz.
“Não há um contrato entre a Fiocruz e o Ministério da Saúde. E essas doses da Fiocruz não foram ali consideradas. De tal maneira que o Ministério da Saúde já vai fazer uma retificação dessa informação que foi prestada de maneira imprecisa à Câmara dos Deputados”, disse o ministro.
Congresso em Foco O senador Magno Malta, aliado do presidente eleito Jair Bolsonaro (PSL), disse ao jornal O Globo que terá lugar garantido no novo governo. O senador perdeu reeleição no Espírito Santo, mas é cotado para comandar o chamado “Ministério da Família”, que abarcará o Desenvolvimento Social e Direitos Humanos ou a Secretaria Geral […]
O senador Magno Malta, aliado do presidente eleito Jair Bolsonaro (PSL), disse ao jornal O Globo que terá lugar garantido no novo governo. O senador perdeu reeleição no Espírito Santo, mas é cotado para comandar o chamado “Ministério da Família”, que abarcará o Desenvolvimento Social e Direitos Humanos ou a Secretaria Geral da Presidência.
“Vou ser ministro sim. Onde eu estiver, estarei perto dele. Ele vai anunciar”, disse Malta ao Globo.
O presidente eleito já anunciou quatro ministros desde que foi eleito, no último domingo (28). O economista Paulo Guedes será responsável pelo superministério da Economia – que agrupa as pastas da Fazenda, Planejamento e Indústria –, o general Augusto o Heleno ficará a frente da Defesa, o juiz da Lava Jato, Sergio Moro, será superministro da Justiça e o astronauta Marcos Pontes comandará a Ciência e Tecnologia.
Magno Malta é aliado de longa data de Bolsonaro e foi cotado para ser vice-presidente na sua candidatura. O general Hamilton Mourão, que acabou escolhido para compor a chapa fez críticas recentes ao senador e disse que ele é um “caso” a ser resolvido por Bolsonaro.
“Ele deve estar à procura [de um ministério]”, disse Mourão segundo o jornal. “É aquela história, ele desistiu de ser vice do Bolsonaro para dizer que ia ganhar a eleição para senador lá no Espírito Santo. Agora ele é um elefante que está colocado no meio da sala e tem que arrumar, né? É um camelo, é preciso arrumar um deserto para esse camelo”
Colaborou Juliana LIma Aconteceu na manhã desta segunda-feira (21) o oitavo aniversário da Feira Agroecológica de Santa Cruz da Baixa Verde, Sertão do Pajeú. O evento foi marcado pela presença de agricultores familiares, consumidores, representantes de organizações de fomento à Agroecologia na região e população em geral. Fundada em 2006 com incentivo do Centro de […]
Aconteceu na manhã desta segunda-feira (21) o oitavo aniversário da Feira Agroecológica de Santa Cruz da Baixa Verde, Sertão do Pajeú. O evento foi marcado pela presença de agricultores familiares, consumidores, representantes de organizações de fomento à Agroecologia na região e população em geral.
Fundada em 2006 com incentivo do Centro de Educação Comunitária Rural (CECOR), Sindicato dos Trabalhadores Rurais (STR) e Movimento da Mulher Trabalhadora Rural (MMTR) a feira conta atualmente com seis famílias comercializando seus produtos e o objetivo da coordenação é ampliar o número de agricultoras no espaço, que fica ao lado da Igreja Matriz de Nossa Senhora do Perpétuo Socorro, no centro da cidade.
“Por causa da seca, algumas famílias deixaram de produzir, mas com a volta das chuvas elas já estão começando novamente a plantar seus canteiros e a gente espera que daqui pra frente aumente o número de feirantes”, disse Maria de Lourdes Alves, coordenadora da feira.
A programação começou bem cedinho, às 06h, com a montagem das barracas e exposição dos produtos naturais como hortaliças, legumes, frutas, bolos, doces e compotas, além de artesanatos feitos pelas mulheres da Associação Municipal Mulher Flor do Campo.
A animação ficou por conta da Quadrilha Junina do Sítio São Paulo, município de Santa Cruz, da dupla de repentistas, Zé Carlos do Pajeú e Edezel Pereira, da banda de música da terceira idade do município, Voz da Experiência e do trio de forró pé de serra local, Os Cabrinhas de Lampião.
Após as apresentações culturais, representantes das organizações parceiras falaram sobre os desafios e a importância da produção agroecológica. “O compromisso do Cecor é continuar apoiando esta feira por muitos anos, pois juntos assumimos o desafio de produzir e ofertar à população de Santa Cruz alimentos de qualidade, os novos desafios agora são a ampliação de tecnologias sociais de armazenamento de água para a produção de alimentos e como garantirmos assistência técnica para as famílias ampliarem e fortalecerem esta feira”, disse Espedito Brito, coordenador geral do Cecor.
A presidente do STR, Claudecir Araújo, destacou a importância do trabalho em parceria realizado junto às comunidades no fortalecimento da Agricultura Familiar. “A gente busca trabalhar em conjunto com as demais organizações, como o Cecor, Sabiá, Adessu, IPA, governo e demais parceiros, porque assim é possível fortalecer as comunidades rurais e o município como um todo, que necessita da agricultura para sobreviver”, afirmou.
A programação ainda teve o tradicional corte do bolo, parabéns, rifa e sorteio de brindes, e foi encerrada com uma missa de ação de graças na Igreja Matriz. A feira acontece toda segunda, das 06h às 11h.
O vice-prefeito de Arcoverde, Israel Rubis, anunciou em suas redes sociais que renunciará ao cargo. Ele entregará o pedido à Câmara de Vereadores. Ele argumentou que não consegue exercer o cargo com plenitude, já que foi traído pelo prefeito Wellington Maciel, e não se sente bem sem exercer sua função de Delegado, já que recebe […]
O vice-prefeito de Arcoverde, Israel Rubis, anunciou em suas redes sociais que renunciará ao cargo. Ele entregará o pedido à Câmara de Vereadores.
Ele argumentou que não consegue exercer o cargo com plenitude, já que foi traído pelo prefeito Wellington Maciel, e não se sente bem sem exercer sua função de Delegado, já que recebe do Estado.
Rubis fez um histórico de sua atividade em Arcoverde e lembrou o episódio em que vereadores capitaneados por Célia Galindo teriam pedido sua cabeça ao então governador Paulo Câmara.
Que em 2019 se lançou pré-candidato e depois, se aliou ao projeto do candidato Wellington Maciel. Em uma disputa tão apertada com Zeca Cavalcanti, a aliança com Rubis para muitos foi determinante para uma vitória apertada. “Eu estudei muito Arcoverde”, disse para justificar ter se preparado para a missão.
Israel foi designado Secretário de Serviços Públicos e Meio Ambiente, onde teve destaque. Mas o ciúme de sua atuação gerou medidas que limitaram a pasta. “Fui visto como uma ameaça”.
Ele pediu exoneração em novembro de 2021 e passou a adotar uma visão crítica da gestão, perdida pela falta de liderança e de prumo de LW e equipe.
Candidato a Deputado Federal, não teve sucesso, mas obteve na sua base 3.359 votos, o segundo mais votado em Arcoverde.
Rubis disse que nem tinha espaço como vice, nem podia exercer a função pata a qual se preparou tanto. “Preciso dar um norte profissional para a minha e ser leal com os contribuintes”, disse, destacando ainda que a situação o afetava mentalmente.
Com a renúncia de Israel Rubis, o presidente da Câmara, Weverton Siqueira, o Siqueirinha será o sucessor imediato do gestor.
O Ministério Público de Pernambuco (MPPE) recomendou aos presidentes de diretórios municipais de partidos políticos ou comissões provisórias da 50ª Zona Eleitoral, que compõe os municípios de Tabira, Solidão e Ingazeira, e da 67ª Zona Eleitoral, com os municípios de Flores e Calumbi, que façam uso de critérios rigorosos na escolha e indicação de seus […]
O Ministério Público de Pernambuco (MPPE) recomendou aos presidentes de diretórios municipais de partidos políticos ou comissões provisórias da 50ª Zona Eleitoral, que compõe os municípios de Tabira, Solidão e Ingazeira, e da 67ª Zona Eleitoral, com os municípios de Flores e Calumbi, que façam uso de critérios rigorosos na escolha e indicação de seus candidatos, em conformidade com a Lei da Ficha Limpa (Lei Complementar n°135/2010).
Segundo os promotores de Justiça Manoela Poliana Eleutério de Souza (50ª Zona Eleitoral) e Diogo Gomes Vital (67ª Zona Eleitoral), os presidentes de diretórios municipais de partidos políticos ou comissões provisórias deverão submeter aos seus pré-candidatos a prefeito, vice-prefeito e vereadores, antes da convenção partidária, um questionário sobre a incidência das inelegibilidades contempladas na Lei da Ficha Limpa, a fim de selecionar os candidatos que reúnam as condições constitucionais e legais para o registro junto à Justiça Eleitoral.
Os questionários, devidamente preenchidos e assinados pelos candidatos, deverão ser encaminhados à Justiça Eleitoral, junto aos documentos relativos a cada um deles. Na convenção partidária, todos os filiados que têm direito a voto também deverão ser informados sobre os eventuais critérios de inelegibilidade que recaem sobre os pretendentes à candidatura, para que não escolham como seus candidatos os filiados inelegíveis.
As recomendações preveem, ainda, que os pré-candidatos sejam orientados a preencher corretamente o questionário, lembrando que a declaração falsa e a omissão da verdade constituem crime de falsidade ideológica eleitoral, tipificado no artigo 350 do Código Eleitoral, e de fraude ao processo eleitoral, ensejando a desconstituição do mandato eletivo na forma do artigo 14, inciso X, da Constituição Federal.
A gestão do Prefeito Sebastião Dias (PTB) compromete atualmente 58% de sua folha com o pagamento dos servidores municipais. A Lei de Responsabilidade Fiscal define que o limite máximo de despesa com pessoal nos municípios é de 54%. Integrantes da Comissão que trata da crise financeira que a Administração Municipal enfrenta, o Secretário Flávio Marques […]
A gestão do Prefeito Sebastião Dias (PTB) compromete atualmente 58% de sua folha com o pagamento dos servidores municipais. A Lei de Responsabilidade Fiscal define que o limite máximo de despesa com pessoal nos municípios é de 54%.
Integrantes da Comissão que trata da crise financeira que a Administração Municipal enfrenta, o Secretário Flávio Marques e o procurador Jurídico Clênio Pires justificaram em entrevista a Anchieta Santos na Rádio Cidade FM que os 4% que superam o limite decorrem das chamadas pensões especiais que a Prefeitura de Tabira paga todos os meses.
A dúvida que fica é: Por que o Prefeito Sebastião Dias contrata tanta gente e incha a folha, mesmo sabendo dos 4% das chamadas pensões especiais? No Pajeú tem Prefeitura que não gasta nem 45% com pessoal. Seria bom o poeta mirar-se no exemplo.
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