Quebra de decoro? Vereador chama Bolsonaro de “Besta Fera” e atrai polêmica em Serra Talhada
Por Nill Júnior
Rosimério de Cuca ainda disse que há quem ganhe pra fazer inferno com sua posição política e afirmou que “não é jogador de futebol pra levar cartão vermelho de Sebastião Oliveira”
Em Serra Talhada, continua repercutindo a fala do vereador Rosimério de Cuca (PMN). O legislador costuma ser notícia também por sua proximidade recente com o prefeito Luciano Duque (PT), apesar de ser do bloco de Sebastião Oliveira.
Também pelas tiradas folclóricas e poer se autodenominar “vereador Hora Extra”, por afirmar que não tem hora marcada para trabalhar. Pois Rosimério usou a Tribuna da Câmara na última sessão para criticar a Reforma da Previdência do presidente Jair Bolsonaro, pegando mote do petista Sinézio Rodrigues, que organizou uma mobilização com as presenças de trabalhadores rurais.
Dizendo ser conta o projeto, o vereador fez referência a uma fala creditada a Padre Cícero para anunciar que haveria uma espécie de sinal dos tempos. “Eu falei que Padim Ciço dizia que a Besta Fera ia aparecer no mundo e ela a pareceu no Brasil. Se chama Bolsonaro. Tirar o direito dos trabalhadores, colocar trabalhador para ganhar R$ 400,00. jamais vou ser a favor. Nós vamos botar essa Besta Fera pra fora”, disse.
A fala de Rosimério foi criticada por apoiadores de Bolsonaro na Capital do Xaxado. A leitura é de que o vereador praticou quebra de decoro com a expressão contra um presidente da República.
Cartão vermelho: o legislador disse ainda que não se preocupa com a ameaça do grupo de Sebastião Oliveira de dar-lhe “cartão vermelho” pela proximidade com a gestão Luciano Duque.
“Disseram que não tenho identidade porque fui fotografado ao lado de Márcia Conrado. A foto não significa estar com A ou B. Não quero saber se sou oposição ou situação. Meu lado sempre foi o povo. Agora tem um bocado de puxa saco que vive de fazer inferno porque ganham pra isso. Não sou jogador de futebol pra levar cartão vermelho”.
Visando reforçar a educação do Sertão do Moxotó, o governador Paulo Câmara, juntamente com o reitor da Universidade de Pernambuco (UPE), Prof. Pedro Falcão, inauguram, nesta sexta (20), o campus da instituição em Arcoverde. A sede definitiva da UPE, que vai atender aos cursos de odontologia e direito beneficiando cerca de 300 alunos, foi construída em terreno doado […]
Visando reforçar a educação do Sertão do Moxotó, o governador Paulo Câmara, juntamente com o reitor da Universidade de Pernambuco (UPE), Prof. Pedro Falcão, inauguram, nesta sexta (20), o campus da instituição em Arcoverde.
A sede definitiva da UPE, que vai atender aos cursos de odontologia e direito beneficiando cerca de 300 alunos, foi construída em terreno doado pela prefeitura do município e financiado pelo MEC, com contrapartida do Governo do Estado, através de convênio no valor total de R$ 6.195.413,82.
No novo prédio, os estudantes contarão com espaços modernos, equipados e maior conforto para as atividades. A previsão é de que a clínica de odontologia amplie o número de atendimentos para mais de 60 por dia, incluindo odontopediatria. A partir do próximo ano serão realizadas cirurgias odontológicas de baixa complexidade na unidade.
A edificação, que tem 5.507,60m² de área construída, é composta de 20 salas de aula, laboratórios de informática e odontologia, 12 consultórios odontológicos, sala de radiologia, sala de vídeo conferência e biblioteca. Além de salas destinadas às atividades administrativas, central de gás, lavanderia e espaço reservado para esterilização de materiais.
A consolidação do processo de interiorização da UPE tem possibilitado o acesso à educação superior para estudantes de várias regiões de Pernambuco, assim como de outros estados, tais como: Bahia, Sergipe, Maceió, Piauí e Ceará. O campus da UPE em Arcoverde fica na Rua Cícero Monteiro, s/n – São Cristóvão.
Ainda nesta sexta, Câmara estará em Sertânia, onde inaugura oficialmente o Contorno Rodoviário Eduardo Campos. A obra já atende quem segue para a capital ou outras cidades, evitando o perímetro urbano da cidade no Moxotó. A solenidade, com presença do prefeito Ângelo Ferreira, acontece às três da tarde no Giradouro do Bairro Ferro Velho, na saída para a cidade de Custódia.
Conforme dados disponíveis no site da Aesa, fortes chuvas que caíram na região desde o início do ano fizeram com que a barragem de Pedra Lisa, em Imaculada-PB, alcançasse a marca de 6.068.069 m³ de água, que correspondem a 123% da capacidade total do reservatório, que é de 5 milhões de m³. Aesa, Corpo de […]
Conforme dados disponíveis no site da Aesa, fortes chuvas que caíram na região desde o início do ano fizeram com que a barragem de Pedra Lisa, em Imaculada-PB, alcançasse a marca de 6.068.069 m³ de água, que correspondem a 123% da capacidade total do reservatório, que é de 5 milhões de m³.
Aesa, Corpo de Bombeiros e Defesa Civil estão monitorando o manancial para evitar que ele rompa e alague pontos do município de Olho D’água, também no Sertão do estado da Paraíba.
O coronel Saulo Laurentino, do Corpo de Bombeiros Militar da 3º Regional, que está à frente da operação de combate ao rompimento da Barragem Pedra Lisa, reforçou as ações conjuntas para evitar uma possível tragédia na cidade de Olho d’Água.
Laurentino reafirmou a permanência do monitoramento e dos esforços para conter o rompimento da barragem e para a manutenção da segurança da população de Olho d’água.
“Toda a estrutura montada pelo Corpo de Bombeiros continua ativa como foi dito anteriormente. Nós só desmobilizaremos quando houver a certeza de que não exista mais riscos, afirmados pelos órgãos competentes. Até lá, nossa prontidão é de força máxima com três células ativas, com monitoramento e ponto de apoio para as equipes, e o nosso poder de resposta vindo do quartel temporário montado em Olho D’água”. As informações são do blog do Marcello Patriota.
Faleceu o radialista Givanildo Silva, de Pesqueira, ex-rádio Jornal, com atuação em Arcoverde e correspondente da Rádio Jornal Recife. Passou também por outros prefixos de Pesqueira. Givanildo Jacinto da Silva tinha 60 anos. O mesmo já estava doente há três anos após sofrer um AVC. Positivou para Covid 19 e não resistiu. Givanildo foi comunicador, narrador […]
Faleceu o radialista Givanildo Silva, de Pesqueira, ex-rádio Jornal, com atuação em Arcoverde e correspondente da Rádio Jornal Recife. Passou também por outros prefixos de Pesqueira.
Givanildo Jacinto da Silva tinha 60 anos. O mesmo já estava doente há três anos após sofrer um AVC. Positivou para Covid 19 e não resistiu.
Givanildo foi comunicador, narrador esportivo e repórter. Era uma figura de amigos e sempre sorriso largo. Trabalhei com Givanildo na Rádio Cardeal Arcoverde, hoje Agnus Dei, no fim dos anos 90, juntamente com Anchieta Santos.
A última vez que o encontrei foi em uma cobertura de carnaval alguns anos atrás. Fui conhecer o carnaval de Pesqueira para a Rádio Pajeú e o encontrei cobrindo a programação para a Rádio Jornal.
Petista doente, chegou a ser candidato algumas vezes, inclusive a Deputado estadual, como em 2018. Foi também associado da ACDP-PE – Associação dos Cronistas Deportivos de Pernambuco. Mais um gente boa que a pandemia tira de nós.
Por: Gonzaga Patriota* Não é a primeira vez que tentam enganar e espalhar mentiras para legitimar a privatização da Eletrobrás. A proposta de privatização da Eletrobrás, a maior empresa de energia da América Latina, construída ao longo de 70 anos, por muitas gerações de brasileiros, fere de forma irremediável, os mais altos interesses da população. […]
Não é a primeira vez que tentam enganar e espalhar mentiras para legitimar a privatização da Eletrobrás. A proposta de privatização da Eletrobrás, a maior empresa de energia da América Latina, construída ao longo de 70 anos, por muitas gerações de brasileiros, fere de forma irremediável, os mais altos interesses da população.
Entregar esse patrimônio essencial e estratégico às mãos de grupos estrangeiros é abrir mão da nossa soberania e do nosso desenvolvimento, com consequências desastrosas para o Brasil e para os brasileiros. É um crime contra a nossa pátria!
Além do risco de perda da soberania energética e da fragilização do sistema integrado de distribuição, a Medida Provisória nº 1031/2021, que autoriza a privatização da Eletrobrás, também ameaça os investimentos necessários na infraestrutura energética, para minimizar a crise hídrica que ameaça os reservatórios de cinco das maiores hidrelétricas do Brasil. O alerta é do Sindicato dos Energéticos do Estado de São Paulo, o Sinergia CUT.
A Eletrobrás responde hoje por 30% da geração de energia do país e 70% da distribuição dessa energia, com mais de 70 mil quilômetros de linhas de transmissão. Possui 48 usinas hidrelétricas, 62 eólicas, 12 termelétricas, duas termonucleares e uma solar.
Concentra desde a Usina de Itaipu, Chesf, Furnas, entre outras, usinas eólicas e até a Usina Nuclear. Além disso, foi responsável pela operação do Luz para Todos, implantada durante o governo Lula, que levou energia elétrica para quase 17 milhões de brasileiros.
O movimento União Pela Energia, que reúne empresas e associações do setor elétrico, apontou em uma carta, que o texto possui vários “jabutis”, emendas diversas do próprio texto.
Para o grupo, “as mudanças propostas aumentarão os custos da energia, além de comprometer a governança, tornar menos relevantes, importantes pilares do setor elétrico, como o planejamento e a regulação, e aumentar a insegurança no seu ambiente de investimentos”.
“As alterações do PLV, com as reservas de mercado introduzidas, interferem diretamente na competição e na transparência, que deveriam ser as bases para a modernização do setor”, afirma o texto.
Um dos problemas apontados é a forma com que o projeto de lei de conversão (PLV) da MP, trata o Programa de Incentivo às Fontes Alternativas de Energia Elétrica (PROINFA). O programa visa aumentar a participação de fontes de energia renováveis, como o uso de usinas eólicas, pequenas hidrelétricas e termelétricas a biomassa.
Nesse caso, o texto que tramita no Senado não leva em conta o valor presente dos contratos. A carta alerta que seria importante, também, que o PLV levasse em conta que “a energia desta extensão de contratos poderia ser substituída por energia resultante de processos competitivos de fontes renováveis e que trariam mais investimentos”.
Segundo o relatório anual da companhia, a Eletrobrás registrou lucro líquido de R$ 6,4 bilhões de reais, em 2020, mesmo em um ano de pandemia, tendo sido a sexta empresa mais lucrativa do país, no período. Além disso, a companhia tem uma geração de caixa de R$ 15 bilhões de reais, por ano.
“Então, a questão de vender patrimônio para poder fazer recurso é equívoco. Quando se vende uma empresa que paga dividendos — robustos e com regularidade — se está abrindo mão de um fluxo de caixa futuro”, afirma a professora do departamento de economia da Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS), Glaucia Campregher.
Existe uma grande negociata por trás dessa ideia de privatizações predatórias voltada a beneficiar grandes investidores ou grandes grupos de investidores internacionais, que, provavelmente, nem conhecem o Brasil ou desconhecem a importância destas empresas, no dia a dia dos brasileiros.
A lógica destes grandes grupos é obter a máxima lucratividade no menor espaço de tempo possível, com o menor investimento possível, sem nenhuma preocupação com a conservação dos nossos rios, com a qualificação dos serviços prestados e com os interesses do povo, da sociedade como um todo.
Diante deste quadro perverso, é legítimo prever que doravante enfrentaremos uma amarga realidade de precarização dos serviços, o surgimento de apagões e o aumento incontrolável, da conta da luz. Privatizar a Eletrobrás, segundo cálculo da Abrace (Associação dos Grandes Consumidores de Energia e Consumidores Livres), custará R$ 20 bilhões de reais, a mais por ano, que serão pagos pela população.
A venda da Eletrobrás não irá gerar um único emprego, mas cada brasileiro pagará mais pela conta da luz e, o país perderá qualquer possibilidade de influir nesta relação. Não haverá agência reguladora que controle os eventuais abusos que surgirão, a partir desta nova realidade.
Deixar a matriz energética brasileira nas mãos de empresas privadas é acabar com os níveis de regularidade do fornecimento e não tratar a energia como um bem público. Essas empresas tratam da energia como uma commodity.
Quem está adquirindo empresa de energia no Brasil são rentistas. Não empresas especializadas em fazer ampliação do setor e investimento para gerar energia, com eficiência, para a sociedade e para as indústrias.
Achando pouco o que consta deste artigo, o Congresso Nacional aprovou por 258 votos a favor e 136 contrários, a Medida Provisória que permite um crime contra o patrimônio da União e aos direitos e cidadania do povo brasileiro.
A análise dessa Medida Provisória foi realizada de forma inconsequente. Quando houve a tentativa de privatizar a Eletrobras, no governo Michel Temer, a ANEEL disse que se isto ocorresse, haveria um aumento de 17% na tarifa de energia elétrica. Agora esta matéria foi aprovada sem um estudo sobre seu impacto tarifário.
Se, antes da pandemia, este era o índice previsto, imagine agora com o risco hidrológico e as medidas embutidas na MP, sem nenhuma discussão, com impacto de R$ 84 bilhões de reais, quanto será o aumento que isso terá na vida do povo brasileiro?
A proposta permite que a Eletrobras venda ações na bolsa de valores para diminuir a participação acionária da União, que também não poderá comandar o Conselho da empresa, mas terá poder de veto sobre as decisões (golden share).
A Norma que rege a técnica legislativa exige que as leis tenham frases curtas e concisas, para serem claras, e que, para serem lógicas, devem restringir o conteúdo de cada artigo a um único princípio ou assunto, expressado por meios de parágrafos, incisos, alíneas e itens, as discriminações e enumerações pertinentes e, a Constituição Federal estipula que o veto parcial somente pode abranger texto integral de artigo; de parágrafo; de inciso ou de alínea.
Isto quer dizer que se o presidente Jair Bolsonaro tiver a intenção de vetar esse trecho da Medida Provisória, que trata sobre reserva de mercado, terá que vetar o aumento de capital da empresa, o principal objetivo da matéria. Esse grave erro se presta a ferir uma regra basilar da Constituição, que é relativa ao veto presidencial.
*Gonzaga Patriota é Contador, Advogado, Administrador de Empresas e Jornalista, pós-graduado em Ciência Política e Mestre em Ciência Política e Políticas Públicas e Governo e Doutor em Direito Civil, pela Universidade Federal da Argentina.
O ex-prefeito de Tuparetama, Dêva Pessoa, confirmou a sua nomeação na Gerência Regional do IPA na região do Pajeú. Ele vai substituir Moacir Rodrigues, de Iguaraci, que até então ocupava a missão. A indicação teve status de queda de braço entre as lideranças que indicavam os dois nomes. A portaria foi assinada no último dia […]
O ex-prefeito de Tuparetama, Dêva Pessoa, confirmou a sua nomeação na Gerência Regional do IPA na região do Pajeú. Ele vai substituir Moacir Rodrigues, de Iguaraci, que até então ocupava a missão. A indicação teve status de queda de braço entre as lideranças que indicavam os dois nomes.
A portaria foi assinada no último dia 24 pelo presidente do IPA, Gabriel Alves Maciel. Mas a notícia só foi confirmada hoje por Dêva, falando ao blog.
“Trabalharemos em todas as cidades do Pajeú, com excessão de Calumbi, Sta Cruz da Baixa Verde, Triunfo e Serra Talhada. Será mais um desafio em minha vida , e ao mesmo tempo prazeroso, pois , estarei em casa. O IPA é minha segunda casa”, disse ao blog.
Deva prometeu desenvolver um trabalho que vise melhorar a qualidade de vida da população, com especial atenção ao pequeno agricultor de base familiar.
“Agradeço ao Governo de PE, pela oportunidade, o gerente que sucederei Moacir, ao apoio recebido dos colegas técnicos. Por fim, a Deus, que a ele entrego meu destino”, afirmou.
O ex-prefeito prometeu que fará de tudo para corresponder, com os olhos voltados para o Pajeú, com especial e carinhosa atenção para Tuparetama.
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