Quebra de decoro? Vereador chama Bolsonaro de “Besta Fera” e atrai polêmica em Serra Talhada
Por Nill Júnior
Rosimério de Cuca ainda disse que há quem ganhe pra fazer inferno com sua posição política e afirmou que “não é jogador de futebol pra levar cartão vermelho de Sebastião Oliveira”
Em Serra Talhada, continua repercutindo a fala do vereador Rosimério de Cuca (PMN). O legislador costuma ser notícia também por sua proximidade recente com o prefeito Luciano Duque (PT), apesar de ser do bloco de Sebastião Oliveira.
Também pelas tiradas folclóricas e poer se autodenominar “vereador Hora Extra”, por afirmar que não tem hora marcada para trabalhar. Pois Rosimério usou a Tribuna da Câmara na última sessão para criticar a Reforma da Previdência do presidente Jair Bolsonaro, pegando mote do petista Sinézio Rodrigues, que organizou uma mobilização com as presenças de trabalhadores rurais.
Dizendo ser conta o projeto, o vereador fez referência a uma fala creditada a Padre Cícero para anunciar que haveria uma espécie de sinal dos tempos. “Eu falei que Padim Ciço dizia que a Besta Fera ia aparecer no mundo e ela a pareceu no Brasil. Se chama Bolsonaro. Tirar o direito dos trabalhadores, colocar trabalhador para ganhar R$ 400,00. jamais vou ser a favor. Nós vamos botar essa Besta Fera pra fora”, disse.
A fala de Rosimério foi criticada por apoiadores de Bolsonaro na Capital do Xaxado. A leitura é de que o vereador praticou quebra de decoro com a expressão contra um presidente da República.
Cartão vermelho: o legislador disse ainda que não se preocupa com a ameaça do grupo de Sebastião Oliveira de dar-lhe “cartão vermelho” pela proximidade com a gestão Luciano Duque.
“Disseram que não tenho identidade porque fui fotografado ao lado de Márcia Conrado. A foto não significa estar com A ou B. Não quero saber se sou oposição ou situação. Meu lado sempre foi o povo. Agora tem um bocado de puxa saco que vive de fazer inferno porque ganham pra isso. Não sou jogador de futebol pra levar cartão vermelho”.
O futuro da educação passa pelas competências socioemocionais, o desafio de hoje é preparar o aluno para além do conhecimento técnico, como fazer isso? Com essa provocação, Eduardo Calbucci trouxe uma verdadeira aula do quanto é importante para todos nós sabermos gerenciar nossas emoções, e a diferença que isso faz na escola. Para Calbucci, cada […]
O futuro da educação passa pelas competências socioemocionais, o desafio de hoje é preparar o aluno para além do conhecimento técnico, como fazer isso? Com essa provocação, Eduardo Calbucci trouxe uma verdadeira aula do quanto é importante para todos nós sabermos gerenciar nossas emoções, e a diferença que isso faz na escola.
Para Calbucci, cada vez mais se exige do profissional do futuro o saber se relacionar, trabalhar em equipe, ter controle sobre seu estado emocional, para além de suas habilidades técnicas. Essa premissa vem ao encontro do que já vem sendo propagado pela gestão educacional do município.
A palestra fez parte da programação em comemoração ao Dia do professor, que é celebrado em 15 de outubro. Os participantes enalteceram a qualidade do evento. “Quando no encontro do Recife fomos agraciados com a palestra de Calbucci, ficamos sonhando com a possibilidade de tê-lo aqui no nosso município, mas parecia algo bem distante da nossa realidade; e tê-lo recebido e participado mais uma vez desse momento ímpar no dia de hoje, só mostra o respeito e dedicação com o qual somos tratados por nossos gestores, Dr. Anchieta e D. Cecília”, afirmou Marta Suely, gestora da Escola Cônego Luiz.
O prefeito Anchieta Patriota falou do compromisso que a gestão pública assume diuturnamente com a educação. “Todos esses índices e reconhecimento passam pelo trabalho coletivo, onde os professores são peças chaves, toda a equipe de educação do município está de parabéns pelo trabalho de excelência que realiza”, declarou.
A secretária de Educação Cecília Patriota enalteceu o trabalho desempenhado pelos professores, “Na educação, nem sempre vemos os frutos rapidamente, mas com certeza as sementes plantadas são responsáveis por germinar novas histórias e mudar realidades de famílias inteiras, especialmente as mais vulneráveis”, reiterou.
Ainda na programação, houve o momento da entrega do troféu e certificado do Prêmio Prefeitura Amiga da Biblioteca, que foi concedido pela Assembleia Legislativa de Pernambuco; entrega de certificados de excelência para todas as escolas; show com Tiago Souza distribuição e sorteios de brindes.
Durante a Reunião Plenária dessa terça-feira (27), o deputado estadual Fabrizio Ferraz ocupou a Tribuna da Assembleia para destacar a situação da caprinovinocultura no Estado. Na última semana, uma Comissão Especial que atuará com o intuito de fomentar o desenvolvimento da cadeia produtiva do setor em Pernambuco foi instalada na Casa Legislativa. Ferraz, que ocupa […]
Durante a Reunião Plenária dessa terça-feira (27), o deputado estadual Fabrizio Ferraz ocupou a Tribuna da Assembleia para destacar a situação da caprinovinocultura no Estado. Na última semana, uma Comissão Especial que atuará com o intuito de fomentar o desenvolvimento da cadeia produtiva do setor em Pernambuco foi instalada na Casa Legislativa. Ferraz, que ocupa a posição de presidente do colegiado, defendeu a valorização da atividade.
“De todas as cadeias produtivas tradicionais, a caprinovinocultura talvez seja a que tenha recebido menos apoio. Sem dúvidas, esse é um relevante passo que a Assembleia Legislativa de Pernambuco está dando no sentido de valorizar, de maneira institucional, essa atividade pecuária tão característica e importante para o nosso povo, e que gera emprego e renda para milhares de pernambucanos e pernambucanas”, afirmou.
Durante o pronunciamento, o deputado Fabrizio Ferraz pediu a atenção dos demais deputados para o Projeto de Lei N° 314/2019, de sua autoria em parceria com o deputado estadual Waldemar Borges, que institui a Política Estadual de incentivo à Caprinovinocultura.
“Entre os propósitos dessa política, está o de promover o ordenamento, o fomento e a fiscalização da atividade, com o objetivo de alcançar, de forma sustentável, o desenvolvimento socioeconômico, cultural e profissional dos que a exercem e de suas comunidades tradicionais. Trata-se, portanto, de um importantíssimo marco legal para o setor, senão o mais importante”, defendeu.
Fabrizio Ferraz destacou ainda as potencialidades econômicas da atividade. “Nosso Estado, hoje, tem o 4º maior rebanho de ovinos do Brasil e o 2º maior de caprinos, ambos com mais de dois milhões de cabeças cada. Nós entendemos que já passou do momento de toda essa representatividade e de todos esses números transformarem, de fato, a realidade social e econômica de nosso povo” considerou.
Ao final da fala, ele defendeu que os produtos do setor sejam utilizados nas compras do Governo do Estado e que haja investimentos em abatedouros públicos. “Todas as adversidades que os caprinovinocultores vêm enfrentando são perfeitamente reversíveis se o poder público e a sociedade civil trabalharem com a sinergia e convergência necessárias. Iremos sugerir no relatório final da comissão que os produtos oriundos dessa atividade, como o leite e a carne, possam ser utilizados em merendas escolares, na rede hospitalar estadual e no sistema prisional, por exemplo.”, finalizou.
A Prefeitura de Afogados da Ingazeira promoveu no espaço Rosa Barros, no hotel Brotas, a 16a. edição do Baile Municipal, sob a coordenação da Secretaria de Cultura e Esportes. O primeiro baile realizado após as restrições impostas pela pandemia. Com um bom público presente, a primeira atração da noite foi a excelente orquestra Show de […]
A Prefeitura de Afogados da Ingazeira promoveu no espaço Rosa Barros, no hotel Brotas, a 16a. edição do Baile Municipal, sob a coordenação da Secretaria de Cultura e Esportes. O primeiro baile realizado após as restrições impostas pela pandemia.
Com um bom público presente, a primeira atração da noite foi a excelente orquestra Show de Frevo, que desfilou os grandes clássicos desse ritmo genuinamente Pernambucano.
Após a apresentação da orquestra, aconteceu o desfile e concurso de fantasias. A comissão julgadora foi composta pela artesã Mariana de Siqueira, o professor e antropólogo Carlos Silvan e pelo fotógrafo e produtor cultural Luiz Carlos. Os vencedores receberam troféus e premiações em dinheiro. Confira:
Fantasia individual
3º – Geraldo, com o personagem “Scorpion” (R$ 400)
2º – Cationildo, com o personagem “O Mago” (R$ 500)
1º – Pedro Rafael, “O Unicórnio” (R$ 700)
Fantasias em grupo
3º – Tomás e Isabel, com “As Caveiras Mexicanas” (R$ 400)
2º – “Mamãe gata e seus gatos pingados” (R$ 700)
1º – Edierk e Carla, com a fantasia “os faraós” (R$ 1.000)
As premiações foram entregues pelo Prefeito Alessandro Palmeira, pelo vice Daniel Valadares, pelo Deputado Estadual José Patriota, pelo Secretário de Cultura Augusto Martins e pelo seu adjunto, Luciano Pires. Presenças também no baile dos vereadores César Tenório e Gal Mariano.
Após a entrega das premiações, o Prefeito Sandrinho Palmeira anunciou o homenageado do Carnaval de Afogados 2023, o veterano Marconi Édson, que animou inúmeras festas e eventos de carnaval com o seu tão conhecido carro de som.
“Essa é uma homenagem mais do que justa a essa pessoa tão conhecida e tão querida por todos os Afogadenses, e com tantos serviços prestados ao nosso carnaval,” destacou Sandrinho. O Deputado Estadual, José Patriota, agradeceu a presença do público e desejou a todos um grande carnaval, com paz, alegria e harmonia.
Após as premiações e a homenagem, foi a vez da cantora Dinah Santos subir ao palco e, com sua voz potente e encorpada, animar a todos com grandes clássicos do samba, outro ritmo tão presente em nossos carnavais.
A noite foi encerrada com a banda Feras, a banda de baile que fez muito sucesso em Afogados e na região, no final dos anos 80 e início dos anos 90, animando diversas festas. Veja imagens do baile:
É engraçado ver a movimentação de movimentação de máquinas da ESSE Engenharia entre as obras da Estrada de Ibitiranga e a Estrada de Pernambuquinho. Quando a governadora Raquel Lyra veio cobrar celeridade na Estrada de Ibitiranga, na vinda à região, choveram máquinas pra foto. À boca miúda, a informação foi a de que todas vieram da […]
É engraçado ver a movimentação de movimentação de máquinas da ESSE Engenharia entre as obras da Estrada de Ibitiranga e a Estrada de Pernambuquinho.
Quando a governadora Raquel Lyra veio cobrar celeridade na Estrada de Ibitiranga, na vinda à região, choveram máquinas pra foto. À boca miúda, a informação foi a de que todas vieram da obra em Sertânia, na ligação com o Estado da Paraíba.
Quando Raquel e Priscila Krause foram a Pernambuquinho, ouvintes da Rádio Pajeú passaram a se queixar do sumiço do maquinário na Estrada de Ibitiranga, horas depois da presença de Raquel.
As queixas continuaram até o início do ano. Essa semana, a Estado prometeu e cumpriu a retomada das obras no pedaço do Pajeú. As máquinas apareceram.
Resultado: leitores do Moxotó mandaram imagens da ausência das máquinas na Estrada de Pernambuquinho. As fotos comprovam o “apertem os cintos, o maquinário sumiu”.
Com 65 votos a favor e 12 contra, o Plenário do Senado aprovou o projeto que fixa teto de 17% do ICMS sobre combustíveis, energia elétrica e serviços de telecomunicações e de transporte público (PLP 18/2022). A proposta prevê uma compensação aos estados com o abatimento de dívidas com a União, quando a perda de […]
Com 65 votos a favor e 12 contra, o Plenário do Senado aprovou o projeto que fixa teto de 17% do ICMS sobre combustíveis, energia elétrica e serviços de telecomunicações e de transporte público (PLP 18/2022).
A proposta prevê uma compensação aos estados com o abatimento de dívidas com a União, quando a perda de arrecadação passar de 5%. Os governos não endividados terão prioridade para fazer empréstimos com o aval da União, e podem ter recursos adicionais em 2023. Os senadores ainda analisam emendas destacadas para votação em separado.
O governo argumenta que a mudança vai diminuir os preços dos combustíveis para o consumidor final e ajudará no controle da inflação, ajudando a economia como um todo. Já os críticos do PLP afirmam que não haverá redução significativa de preços nas bombas, mas áreas como saúde e educação podem ser afetadas.
O relator Fernando Bezerra Coelho (MDB-PE) complementou seu relatório analisando todas as 77 emendas apresentadas por senadores. Ele acolheu quatro emendas de maneira integral e outras nove emendas parcialmente.
Como o projeto considera que combustíveis — assim como energia, transportes coletivos, gás natural e comunicações — são bens essenciais e indispensáveis, os governos não poderão cobrar ICMS acima do teto se o PLP virar lei.
Os governadores têm demonstrado resistência à proposta, visto que o ICMS é a principal fonte de arrecadação dos estados. Já os parlamentares de oposição consideram a medida eleitoreira, que pode prejudicar os governos locais sem surtir o efeito desejado, que é baixar os valores na bomba. A questão também é objeto de processo que tramita no Supremo Tribunal Federal (STF).
O texto aprovado reduz a zero as alíquotas de Cide-Combustíveis e PIS/Cofins incidentes sobre a gasolina até 31 de dezembro de 2022. Atualmente, tais tributos federais já estão zerados para diesel e gás de cozinha. O relator optou também por derrubar a zero a PIS/Cofins incidente sobre álcool hidratado e sobre álcool anidro adicionado à gasolina.
Nos cálculos apresentados por Fernando Bezerra Coelho em plenário, as perdas arrecadatórias de estados e municípios representarão pouco frente ao aumento das receitas dos últimos anos.
“Os estados poderão comportar e dar a sua contribuição para que a gente possa reduzir o preço da energia, o preço dos combustíveis, o preço das telecomunicações (… ) estados e municípios podem, sim, suportar o impacto deste projeto” afirmou o relator.
Para Fernando Bezerra Coelho seu relatório aperfeiçoou os mecanismos de compensação aos estados previstos no projeto original, de autoria do deputado Danilo Forte (União-CE).
Líder do PL no Senado, o senador Flávio Bolsonaro (RJ) defendeu a aprovação do projeto por entender que haverá redução nos preços do frete e dos alimentos, além do alívio inflacionário.
“É um passo importante e corajoso a favor dos mais pobres que o Congresso Nacional dará, pois estamos tratando os combustíveis como bens essenciais que são, conforme já o próprio Poder Judiciário vem reiteradamente reconhecendo e formando um conceito majoritário” disse Flávio Bolsonaro.
Também apoiaram a aprovação do projeto os senadores Wellington Fagundes (PL-MT), Marcos Rogério (PL-RO), Carlos Portinho (PL-RJ), Jorginho Mello (PL-SC), Zequinha Marinho (PL-PA), Reguffe (União-DF), Lucas Barreto (PSD-AP), Angelo Coronel (PSD-BA), Esperidião Amin (PP-SC), Fabio Garcia (União-MT) e outros.
Críticas – O senador Oriovisto Guimarães (Podemos-PR) criticou duramente o PLP. Ele disse que há 100 milhões de brasileiros que vivem em insegurança alimentar e que as mudanças vão “subsidiar o combustível dos carros da classe média”.
“Enquanto uma criança passa fome e tem o desenvolvimento mental dos seus neurônios comprometido pela ausência de proteínas e de alimentação básica, é justo que se estabeleça uma política pública de usar dinheiro público para financiar combustível de carro de passeio? Eu jamais colocarei minha impressão digital sobre tamanho absurdo. Isso não faz nenhum sentido!”, opinou Oriovisto.
A senadora Zenaide Maia (Pros-RN) também foi contrária ao PLP. Ela disse que as alterações vão prejudicar os caixas dos estados e diminuir investimentos em saúde e educação. Ela acrescentou não haver garantias que o preço vai diminuir nos postos de combustível.
“Enquanto a Inglaterra está decidindo taxar os lucros das empresas petrolíferas, aqui nós estamos optando por retirar recursos da educação e da saúde dos estados e dos municípios para manter os lucros e os dividendos dos acionistas da Petrobras, que pagam zero de Imposto de Renda. Isso não se pode fazer!”, afirmou Zenaide.
Os senadores Jean Paul Prates (PT-RN), Alessandro Vieira (PSDB-SE) e Oriovisto Guimarães também disseram duvidar que o projeto vai conseguir diminuir o preço dos combustíveis nos postos. Eles chegaram a pedir o adiamento da votação, mas não obtiveram sucesso.
“A nossa posição como líder da minoria é de ceticismo absoluto em relação a esse projeto por saber que a solução não reside em, mais uma vez, atacar a tributação estadual e zerar impostos sobre combustíveis fósseis, sacrificando a capacidade de atendimento dos estados e municípios ao público”, afirmou Jean Paul Prates. As informações são da Agência Senado.
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