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PSL quer ampliar protagonismo em 2020. “Queremos um ventinho melhor”, diz presidente da legenda em Afogados

Por Nill Júnior
Wesley Almeida, acompanhado de Erikácio, do grupo pró Bolsonaro: “participaremos do pleito daqui a dois anos”

Toninho Valadares, presidente do PSL de Afogados da Ingazeira e filho do ex-prefeito Totonho Valadares, explicou hoje falando ao debate das Dez, da Rádio Pajeú, o que quis dizer com a declaração de que o partido não quer mais “ficar no corredor” na cidade e sim “ocupar um lugar na janela”, em relação ao debate político na cidade.

“O que disse é que queremos tomar um ventinho melhor. O PSL não pode ficar ausente da politica em Afogados, só fazendo figuração. Queremos estar na parte da frente da tabela, no G4 e não no Z4”, disse.

Toninho negou que a declaração indique que o PSL integrará uma frente de oposição ao prefeito José Patriota. “De forma alguma. Votei em Paulo Câmara, participei ativamente da campanha. Tivemos apenas divergências de um ou outro nome. Em 2014, por exemplo, votamos em Aécio”, justificou.

Sobre a sua ligação com Luciano Bivar, elo da vinda de Bolsonaro para o PSL, Toninho afirmou que isso facilitará a interlocução de Afogados para carrear frutos para a cidade com a Frente Popular, com Patriota, Totonho e a coordenação de campanha. Ele elogiou os jovens que participaram da articulação pró Bolsonaro.

Antes, Wesley Almeida, também do PSL, um dos coordenadores de apoio ao grupo de Bolsonaro no chamado núcleo duro em Afogados disse que há uma mentalidade voltada pro novo. “Um dia depois do pleito, a gente dizer que vai ter uma candidatura a prefeito daqui a dois anos é prematuro. Mas podemos dizer que participaremos do pleito daqui a dois anos. Se a gente vai participar se alinhando a alguém ou trazendo aliados para apoiar uma candidatura isso vai ser conversado e discutido”.

Toninho Valadares em imagem de arquivo. “O PSL não pode ficar ausente da política em Afogados”

Ele destacou que nos últimos anos foram três prefeitos na cidade, entre Giza Simões, Totonho e Patriota. “Só existem esses três nomes em Afogados? Eis a questão. Mas o novo não pode ser novo pelo novo. É fazer diferente do que você fez ontem”.

Quanto à possibilidade de aproximação eleitoral com nomes tradicionais como Totonho Valadares, Toninho disse que não podem ser descartados nomes com experiência, qualidade e honestidade.

Outras Notícias

Fredson da Perfil reafirma pré-candidatura

O pré-candidato a prefeito de São José do Egito, Fredson da Perfil, esteve falando ao Programa Cidade Alerta, da Rádio Cidade FM de Tabira, nesta quinta-feira (4). Afirmando ser o candidato do presidente Lula em São José, Fredson disse que está pronto para mudar a história da terra da poesia porque São José, segundo ele, […]

O pré-candidato a prefeito de São José do Egito, Fredson da Perfil, esteve falando ao Programa Cidade Alerta, da Rádio Cidade FM de Tabira, nesta quinta-feira (4).

Afirmando ser o candidato do presidente Lula em São José, Fredson disse que está pronto para mudar a história da terra da poesia porque São José, segundo ele, cansou de gestões falhas como as do prefeito Evandro Valadares.

Um dos erros apontados por ele para a atual gestão, é o fato de exclusão das pessoas do processo das decisões. “As decisões são tomadas em um gabinete, sem ouvir o povo. Por conta dessa maneira de governar a cidade está parada e não gera empregos”, disse Fredson.

Sobre o embate eleitoral desse ano, o pré-candidato disse que nenhum adversário o assusta. “Não estamos preocupados com o rival”, afirmou Fredson em um recado direto aos possíveis nomes de Evandro Valadares que podem ser Augusto Valadares ou o vice Eclériston Ramos.

Querendo mostrar força política, apesar de ainda não ser tão conhecido no cenário político de São José do Egito, Fredson da Perfil levou à entrevista 6 vereadores que lhe apoiam. A Câmara de São José é composta por 13 parlamentares. As informações são da Rádio Cidade Tabira.

SJE: vice-presidente da Câmara e secretário de Trânsito cumprem agenda no Detran-PE

Nesta quarta-feira (17), o secretário de trânsito de São José do Egito, Júnior Siqueira e o vice-presidente da Câmara, o vereador Beto de Marreco, que já foi secretário dessa pasta, estiveram na Capital Pernambucana, na sede do Detran-PE em busca de melhorias para o município. Foram pelo menos dois encontros, um com o engenheiro de […]

Nesta quarta-feira (17), o secretário de trânsito de São José do Egito, Júnior Siqueira e o vice-presidente da Câmara, o vereador Beto de Marreco, que já foi secretário dessa pasta, estiveram na Capital Pernambucana, na sede do Detran-PE em busca de melhorias para o município.

Foram pelo menos dois encontros, um com o engenheiro de trânsito Sérgio Lins, reivindicando a renovação de toda sinalização do município e outra reunião, com o setor de educação de trânsito do órgão, com a coordenadora geral Jô Lima e com o diretor de trânsito Ivson Correia.

Projeto proíbe candidatos sem diploma e pode barrar Lula

Se aprovada pelo Congresso, uma proposta de emenda à Constituição vai proibir candidatura a quem não tiver ensino superior. Por: Marcella Fernandes, do HuffPost Brasil O texto, apresentado em março, poderia impedir, por exemplo, a volta do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva ao Palácio do Planalto. Devido à sua atuação pública, Lula tem pelo menos 28 títulos de “doutor honoris causa”. Em […]

Luiz Inácio Lula da Silva: devido à sua atuação pública, Lula tem pelo menos 28 títulos de
Luiz Inácio Lula da Silva: devido à sua atuação pública, Lula tem pelo menos 28 títulos de “doutor honoris causa”. Foto: Paulo Whitaker/ Reuters

Se aprovada pelo Congresso, uma proposta de emenda à Constituição vai proibir candidatura a quem não tiver ensino superior.

Por: Marcella Fernandes, do HuffPost Brasil

O texto, apresentado em março, poderia impedir, por exemplo, a volta do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva ao Palácio do Planalto.

Devido à sua atuação pública, Lula tem pelo menos 28 títulos de “doutor honoris causa”.

Em tese, essa titulação teria o mesmo efeito jurídico que um diploma regular, porém as normas são regulamentadas por cada universidade e a PEC 194/2016 não deixa claro esse ponto.

Apresentada em 15 de março pelo deputado Irajá Abreu (PSD-TO), a proposta foi assinada por 190 deputados, 19 a mais do que o necessário.

Irajá é filho da ministra da Agricultura, Kátia Abreu, aliada da presidente Dilma Rousseff.

O texto é assinado por nove petistas, entre eles os deputados Marco Maia (RS), Pepe Vargas (RS) e Sibá Machado (AC).

Na justificativa, Irajá diz buscar “estabelecer um patamar superior” para os representantes.

De acordo com ele, “a disponibilidade de conhecimentos integrados por uma visão acadêmica pode propiciar com maior efetividade uma visão mais profunda da realidade brasileira”.

O deputado diz ainda que hoje muitos integrantes do Legislativo possuem dificuldade de leitura, “o que impede que os membros atuem de modo efetivo nas suas funções constitucionais”.

O texto abre uma exceção para aqueles sem graduação. Quem já é senador, vereador ou deputado federal, estadual ou distrital e não possui ensino superior poderia se candidatar novamente ao mesmo cargo.

Tramitação da PEC do Diploma – A proposta aguarda apreciação na Comissão de Constituição e Justiça da Câmara, que ainda não começou os trabalhos de 2016.

Se aprovada a admissibilidade na CCJ, a Câmara cria uma comissão especial para analisar a PEC.

O colegiado tem 40 sessões plenárias para votar um parecer. Se for positivo, a proposta vai a plenário.

Lá são necessários três quintos dos deputados, ou seja, 308 votos, para aprovação.

O texto é votado em dois turnos e, se aprovado, segue para o Senado. Lá, a PEC também passa pela Comissão de Justiça e pelo plenário, igualmente em dois turnos.

Homenagem a Fernando Monteiro marca abertura da oitava edição do Festival de Cinema de Triunfo

A noite também contou com exibição do longa ‘Permanência’, que abriu a mostra competitiva da categoria O relógio marcava pouco mais de 20h da segunda-feira, 3 de agosto, quando as cores e os chicotes dos tradicionais caretas de Triunfo anunciaram o início de um dos momentos mais esperados pelos amantes do cinema e moradores do […]

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A noite também contou com exibição do longa ‘Permanência’, que abriu a mostra competitiva da categoria

O relógio marcava pouco mais de 20h da segunda-feira, 3 de agosto, quando as cores e os chicotes dos tradicionais caretas de Triunfo anunciaram o início de um dos momentos mais esperados pelos amantes do cinema e moradores do Pajeú: o Festival de Cinema de Triunfo.

Realizado pelo Governo de Pernambuco, através da Secult-PE e Fundarpe, em parceria com a Prefeitura da cidade, a oitava edição do festival estreou sua intensa programação saudando a obra e a contribuição do escritor e cineasta Fernando Monteiro à cultura pernambucana.

“Esta é uma homenagem que muito me sensibiliza porque recebo como uma lembrança, um reconhecimento não apenas a mim, mas a toda minha geração – e a uma anterior até – que sofreu para manter o cinema quando ainda existiam poucos meios de produção, diferente de hoje”, comentou o homenageado.

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Marcando a noite de homenagem, o público presente ao Cine Theatro Guarany assistiu ao documentário ‘Filme de Percussão Mercado Adentro’, uma obra de Fernando realizada em 1975 sobre o Mercado São José, no Recife. “Como o filme perdeu cor com o passar do tempo! É assustador pensar que, apesar de todo o prestígio, o cinema é extremamente frágil”, declarou o cineasta ao final da sessão.

Símbolo de uma geração que compreendeu o fazer cinematográfico como forma potente de intervenção política e social, Fernando saudou, em seu discurso, as novas gerações de cineastas e sugeriu: “Que vocês sigam tentando decifrar, explicar, mostrar o Brasil. A nossa alma, aquilo que nós somos, a nossa identidade como povo e a possibilidade de uma nova cultura humanista, ainda que em um momento de tanta arrogância e eurocentrismo no mundo. Pela sua miscigenação e capacidade de unir todas as possibilidades culturais, o Brasil pode dar este recado essencial”.

Em entrevista após a sessão, Fernando Monteiro complementou seu recado aos novos realizadores afirmando notar “um certo intimismo e preocupações estreitas” no cinema de hoje. “A gente herdou um cinema mais amplo, mais largo, com uma forte preocupação humanista. Acredito que nesses tempos de ordem econômica perversa, é necessário refletirmos sobre grandes temas, conservar o lado humanista do cinema”, finalizou.

A noite também foi de largada para a mostra competitiva de longas metragens nacionais, com a exibição do filme ‘Permanência’, do pernambucano Leonardo Lacca. Representando a equipe do filme, a atriz Rita Carelli ressaltou que “o longa é fruto da maneira persistente, íntima e generosa com a qual se faz o cinema realizado atualmente em Pernambuco”. Também destacou a alegria que sente em ver “a transformação do cinema na última década e de presenciar um festival como este, com oficinas, master class e júri popular”.

Coluna do Domingão

O legado de Marielle Costuma-se dizer que os brasileiros não sabem qual é a função de um vereador e muito menos em quem votou nas últimas eleições. Nesta quinta-feira, entretanto, as multidões que se reuniram no centro do Rio de Janeiro e de outras capitais sabiam que Marielle Franco — negra, nascida e criada no Complexo da Maré, mãe […]

O legado de Marielle

Costuma-se dizer que os brasileiros não sabem qual é a função de um vereador e muito menos em quem votou nas últimas eleições. Nesta quinta-feira, entretanto, as multidões que se reuniram no centro do Rio de Janeiro e de outras capitais sabiam que Marielle Franco — negra, nascida e criada no Complexo da Maré, mãe desde os 18 anos e ativista pelos direitos humanos — era representante do povo carioca.

Foi eleita com mais de 46.000 votos em 2016 e foi a quinta parlamentar mais votada naquele ano, sua estreia nas urnas.

O assassinato no dia anterior da vereadora do PSOL e de seu motorista, Anderson Pedro Gomes, 39 anos, provocou uma onda de luto e indignação coletivas nas ruas. No centro do Rio, eram milhares marchando pela avenida Rio Branco e se apertando na Cinelândia com o objetivo de não apenas homenagear Marielle como também dizer que queriam dar continuidade às suas bandeiras.

Entre elas, exigir o fim da intervenção federal no Estado do Rio, o fim de uma guerra contra as drogas travada nas favelas e periferias e que vitimiza milhares de jovens e negros todos os anos, o fim do racismo e do machismo institucional.

Ninguém saberá dizer até onde vai essa comoção e que impacto terá, por exemplo, no debate eleitoral. Em 2014, a morte de Eduardo Campos teve por consequência a eleição no primeiro turno de Paulo Câmara e quase levou Marina ao segundo turno.

É possível que o PSOL se fortaleça como partido de esquerda, faça mais algumas cadeiras em assembleias, Câmara e Senado.

Mas é pouco diante da necessidade de um Brasil mais justo, como o que Marielle sonhava.

A real intervenção que o país precisa do Estado não tem armas, tem livros. Nenhum país conseguiu avançar, se desenvolver e ter real crescimento sem educação de qualidade, quebrando aos poucos as desigualdades do país.

Somem-se a isso, projetos de polícia cidadã presente, mais políticas agregadas de saúde, assistência social, infraestrutura, saneamento, cultura. Esse deveria ser de fato o legado de sua vida, a “vingança social” por sua morte.

Pressão em Iran e Sebastião

O não credenciamento da Clipheonco em Serra Talhada teria na verdade duas motivações: o fato de politicamente Sebastião Oliveira ser adversário de Dr Nena e a má vontade do Secretário Iran Costa. Eles negam.

Exposição

A visibilidade de Marília Arraes atrai atenção e questionamentos. Colegas da vereadora na Câmara do Recife, onde os governistas são maioria preparam um “dossiê” da legisladora, cujo mandato é rotulado por eles de “mediano”.

“São João”

Impressionante o paparicado em torno de João Campos no Pajeú. O que Eduardo levou quase uma década para alcançar no critério “chalerismo”, o menino já herdou com juros e correções…

Pagando a conta

Dentistas e enfermeiros ajudaram a pagar a conta das atrações do carnaval em Tabira, após imposição de Alan Dias. Entre pagar e ter a função ameaçada, muitos pagaram. A informação, até agora não contestada, foi ao ar no Cidade Alerta, da Cidade FM.

Boa notícia

O Subprocurador Geral da República Mário José Gisi opinou contra o Agravo em Recurso Especial de Josete Amaral no caso do convênio federal de 2005 para construção de duas cozinhas comunitárias, pelo qual havia sido condenado e depois, absolvido.

Motivo

No convênio estava prevista a construção de duas cozinhas. Só foi construída uma sem as especificações do convênio. Houve perda de direitos e determinação de ressarcimento de R$ 75 mil a serem corrigidos. Josete, entretanto, reverteu para multa de R$ 3 mil em 2ª instância.

Sem o da terra

Se José Patriota não for candidato a estadual, será a primeira que alguém com discurso “da terra” e apoio oficial não disputa em Afogados. Ganharão terreno nomes como Aline Mariano, Waldemar Borges e quem Patriota resolver apoiar.

Outro lado

Na semana em que se completa um mês do desaparecimento de Evandeilson Lima, Cícero Robson, a pessoa que afirma tê-lo deixado em um bairro da cidade naquela noite, dono do carro onde ele foi visto a última vez vai  falar. Nesta segunda, 10h, no Debate das Dez.

Votos no Pajeú

A seguirem os prognósticos de momento, são cotados para majoritários no Pajeú para Estadual Diogo Morais, Nilton Mota e Rogério Leão, pelo número de cidades em que são apoiados. Para Federal, João Campos, Gonzaga Patriota e Sebastião Oliveira são cotados para Top 3.

Frase da semana: Marielle, presente! 

Frase mais replicada após o bárbaro assassinato da vereadora carioca, que chocou o país.