A bancada do PSB no Senado deve adotar uma posição de independência em relação ao governo da presidente Dilma Rousseff (PT). “O PSB vai continuar sendo um partido independente, principalmente no que se refere às votações, já que sempre votamos no que é positivo e propositivo para o País”, disse o deputado e ex-jogador de futebol Romário, que foi eleito senador pelo Rio.
O PSB terá no Senado na próxima legislatura seis senadores. Já a bancada que o partido elegeu na Câmara, de 34 deputados, se reúne à tarde para discutir o mesmo assunto. A decisão final sobre o posicionamento que a sigla irá adotar no Congresso será tomada pela Executiva Nacional até o final do mês.
Segundo o presidente do PSB, Carlos Siqueira, a ideia central é não fazer uma oposição “conservadora” ao governo. “Nós seremos sempre um partido que primará pela sua visão programática e sua visão socialista, se diferenciando de uma oposição de centro-direita”, afirma.
Antigo aliado do PT, o PSB deixou a base que dava sustentação ao governo Dilma no ano passado para lançar a candidatura à Presidência de Eduardo Campos, morto em um acidente aéreo em agosto passado. Sem chegar ao 2º turno com Marina Silva, que assumiu a cabeça de chapa após a tragédia de Eduardo, a sigla decidiu apoiar a candidatura do tucano Aécio Neves.
Na noite deste sábado (18.01), no Teatro José Fernandes de Andrade, o prefeito de Carnaíba, Anchieta Patriota, participou do lançamento do livro “Os mais belos sonhos sonhei”, da escritora Dilsa Tenório Doddrell, natural de Carnaíba-PE, casada com o ex-cônsul do Reino Unido John Doddrel. A obra traz histórias de parte de sua infância em Carnaíba, […]
Na noite deste sábado (18.01), no Teatro José Fernandes de Andrade, o prefeito de Carnaíba, Anchieta Patriota, participou do lançamento do livro “Os mais belos sonhos sonhei”, da escritora Dilsa Tenório Doddrell, natural de Carnaíba-PE, casada com o ex-cônsul do Reino Unido John Doddrel.
A obra traz histórias de parte de sua infância em Carnaíba, cidade natal. De sua ida para Águas Belas, depois Recife e posteriormente para a Inglaterra, onde cursou doutorado em Odontologia na Universidade de Londres.
Dilsa conta ainda sua experiência como Consulesa Britânica em São Paulo, dividindo com seu marido funções diplomáticas em representação ao governo da Rainha Elizabeth II.
Participaram do lançamento, o prefeito de Carnaíba Anchieta Patriota e a primeira dama Cecília Patriota, o seu esposo John Richard Doddrel, ex-Cônsul Britânico aposentado, familiares e amigos da autora, Vancide Queiroz e vários carnaibanos que prestigiaram o evento.
Em uma nota ao blog, a assessoria do prefeito Gilson Bento contesta o vídeo enviado por socialistas reivindicando paternidade sobre o Ramal da adutora do Pajeú para Brejinho. “A verdade sempre irá prevalecer O início da maior obra hídrica do nosso município é uma realidade e um feito do prefeito Gilson Bento. A prefeitura […]
Em uma nota ao blog, a assessoria do prefeito Gilson Bento contesta o vídeo enviado por socialistas reivindicando paternidade sobre o Ramal da adutora do Pajeú para Brejinho.
“A verdade sempre irá prevalecer O início da maior obra hídrica do nosso município é uma realidade e um feito do prefeito Gilson Bento. A prefeitura está fazendo a obra com os seus equipamentos e mão de obra própria”, diz.
Seguem: “a contribuição da Compesa é com a tubulação e com o apoio técnico da sua equipe, o que também é de grande mérito.
Mas não vamos deixar que alguns faltem com a verdade com a população do nosso município que não deseja voltar ao retrocesso”.
“Agradecemos o apoio do deputado estadual Gustavo Gouveia e ao Deputado Federal Silvio Costa Filho que tem sido importantíssimo para nossa gestão”, conclui a nota.
Do G1 A presidente Dilma Rousseff fez nesta quinta-feira (20) uma brincadeira ao lado da chanceler alemã, Angela Merkel, durante discurso em almoço no Palácio do Itamaraty. No momento em que convidava a chanceler para acompanhar as Olimpíadas do Rio, Dilma disse que gostaria que os alemães viessem ao país como fizeram na Copa do […]
A presidente Dilma Rousseff fez nesta quinta-feira (20) uma brincadeira ao lado da chanceler alemã, Angela Merkel, durante discurso em almoço no Palácio do Itamaraty. No momento em que convidava a chanceler para acompanhar as Olimpíadas do Rio, Dilma disse que gostaria que os alemães viessem ao país como fizeram na Copa do Mundo do ano passado. Em seguida, afirmou que ali no almoço não se faria “comentário sobre jogo nenhum”, numa referência à vitória de 7 a 1 da Alemanha sobre o Brasil nas semifinais da Copa.
A brincadeira de Dilma arrancou riso dos convidados, que eram ministros, diplomatas e empresários dos dois países. Merkel viajou para Brasília para encontro oficial com Dilma.
“Gostaria, senhora chanceler, de convidá-la para vir ao Brasil no próximo ano. Os Jogos Olímpicos serão ocasião para isso. Em 2016, esperamos ver milhares de alemães, como durante a Copa do Mundo. E não fazemos nenhum comentário sobre resultado de jogo nenhum”, afirmou a presidente Dilma, e logo em seguida os convidados soltaram risos.
“Esperamos que milhares de alemães atravessem o Atlântico e juntem-se a nós nesse evento único que celebra aquilo em que acreditamos. Celebra as relações democrática, o respeito, a paz, a tolerância e o congrassamento”, concluiu Dilma.
Após o almoço com Merkel no Palácio do Itamaraty, Dilma voltou a falar sobre o 7 a 1 e afirmou ter brincado sobre o assunto no jantar desta quarta oferecido a Angela Merkel no Palácio da Alvorada, na capital federal.
“Eu disse o seguinte ontem no jantar, mas vocês sabem como é esta história de brincadeira. Eu disse o seguinte: é fato que nós perdemos de 7 a 1, mas nós estamos aqui nos preparando para em algum momento no futuro esta ser uma situação que se transformará. Acho que esta é uma questão que temos sempre de ter em mente: você pode perder um dia, mas não vai perder para sempre”, acrescentou.
O ex-deputado Alencar Furtado, expoente da luta contra a ditadura militar e último político cassado no governo de Ernesto Geisel, morreu às 4h30 da madrugada desta segunda-feira (11), em Brasília. Ele tinha 95 anos e foi vítima de insuficiência renal. O sepultamento aconteceu esta tarde, no Cemitério Campo da Esperança, na capital federal. As informações […]
O ex-deputado Alencar Furtado, expoente da luta contra a ditadura militar e último político cassado no governo de Ernesto Geisel, morreu às 4h30 da madrugada desta segunda-feira (11), em Brasília. Ele tinha 95 anos e foi vítima de insuficiência renal. O sepultamento aconteceu esta tarde, no Cemitério Campo da Esperança, na capital federal.
As informações foram confirmadas ao Estadão pelo deputado Uldurico Pinto Junior (PROS-BA), neto de Furtado.
“Ele deixou um legado muito grande. Foi um deputado muito atuante e representou muito bem o seu Estado e o nosso País. Foi cassado por ter discursado no momento em que o País não aceitava qualquer argumento contra o que se vivia. Ele teve uma história marcada por muita integridade e muita luta. A família e os amigos vão lembrar seu legado para sempre”, afirmou.
Em 27 de junho de 1977, Furtado, que era filiado ao MDB, protestou em rede nacional, no programa de rádio e TV do partido, contra a cassação do correligionário Marcos Tito – penúltimo parlamentar cassado no governo Geisel –, contra a cassação de outros congressistas e denunciou o drama dos desaparecidos. “Para que não haja esposas que enviúvem com maridos vivos, talvez; ou mortos, quem sabe? Viúvas do quem sabe ou do talvez”, disse à época.
Três dias depois do discurso, Furtado se tornou o 173.º – e último – parlamentar cassado no País com base no AI-5.
Em 1978, Depois que foi forçado para fora da vida política, ajudou seu filho, Heitor Alencar Furtado, a se eleger deputado estadual pelo Paraná com apenas 22 anos. Após a anistia, voltou à vida pública, sendo reeleito deputado federal em 1982 pelo PMDB. Ao longo da campanha, Heitor, que também buscava a reeleição na Assembleia Legislativa paranaense, foi assassinado a tiros por um policial.
Furtado deixa a esposa, Miriam Alencar Furtado – com quem se casou em 1950 depois de os dois cursarem juntos a Faculdade de Direito do Ceará – e as filhas Stael, Thais e Dioneé. Ele era sogro dos ex-deputados federais Uldurico Pinto e Francisco Pinto.
Repercussão
O vice-presidente nacional do Cidadania, deputado federal Rubens Bueno, lamentou a morte. “Alencar Furtado foi, no Paraná e no Brasil, um grande aliado no combate ao regime nefasto que restringia liberdades e perseguia, cassava, torturava e assassinava adversários políticos. Sua atuação firme ajudou de forma decisiva em nossa luta pela abertura política e serviu de exemplo para vários jovens que lutavam por liberdade e democracia”, disse Bueno, que é presidente estadual do Cidadania no Paraná, Estado que Furtado representou como deputado federal.
Rubens Bueno lembra ainda que Alencar Furtado fazia parte dos chamados “autênticos” do MDB, em referência ao grupo mais incisivo do partido na luta contra a ditadura.
O ex-senador emedebista Roberto Requião escreveu, em sua conta no Twitter: “O verdadeiro MDB do Paraná está de luto com o falecimento de Alencar Furtado”. O senador Álvaro Dias (Pode-PR) também lamentou a morte. “Há dois anos reencontrei-me com ele e sua lucidez e inteligência ímpar”, postou.
“Morreu Alencar Furtado, um guerreiro firme e moderado que depois da luta e do fim da ditadura optou pelo recolhimento”, publicou o senador Cristovam Buarque (Cidadania-DF).
A direção nacional do MDB também emitiu uma nota em que o presidente do partido, deputado federal Baleia Rossi (MDB-SP), lamenta o falecimento.
O ex-juiz Sergio Moro não somente conspirou com os procuradores e comandou a força-tarefa da Lava Jato, conforme revelado pelo Intercept, mas também, desde o começo da operação, capitaneou operações da Polícia Federal. Chats de grupos da Lava Jato no Telegram indicam que o atual ministro da Justiça de Jair Bolsonaro inclusive ordenou busca e apreensão na […]
O ex-juiz Sergio Moro não somente conspirou com os procuradores e comandou a força-tarefa da Lava Jato, conforme revelado pelo Intercept, mas também, desde o começo da operação, capitaneou operações da Polícia Federal. Chats de grupos da Lava Jato no Telegram indicam que o atual ministro da Justiça de Jair Bolsonaro inclusive ordenou busca e apreensão na casa de suspeitos sem provocação do Ministério Público (o que é irregular).
“Russo deferiu uma busca que não foi pedida por ninguém…hahahah. Kkkkk”, escreveu Luciano Flores, delegado da PF alocado na Lava Jato, em fevereiro de 2016, no grupo Amigo Secreto — se referindo a Moro pelo apelido usado pelos procuradores e delegados. “Como assim?!”, respondeu Renata Rodrigues, outra delegada da PF trabalhando na Lava Jato. O delegado Flores, em resposta, avisou ao grupo: “Normal… deixa quieto…Vou ajeitar…kkkk”.
Desde o início da Vaza Jato, foram documentados inúmeros casos do então juiz conspirando em segredo e de forma ilegal com os procuradores na construção dos casos que ele depois dizia julgar de maneira imparcial. Durante os anos em que Moro esteve à frente da Lava Jato, ele chegou inclusive a influir na agenda de operações, conforme mostram as reportagens do Intercept e seus parceiros, realizadas a partir das mensagens secretas trocadas por meio do aplicativo Telegram e entregues ao Intercept por uma fonte anônima.
Os diálogos a seguir, que ocorreram dias antes da Condução Coercitiva para depoimento de Luiz Inácio Lula da Silva e da tentativa fracassada da ex-presidente Dilma Rousseff de transformá-lo em ministro-chefe da Casa Civil, demonstram que Moro não conspirou somente com os procuradores, mas também com a Polícia Federal, diz o site The Intercept.
A aprovação de Moro para a busca e apreensão e para a condução do ex-presidente não é irregular — operações desse tipo demandam necessariamente de aprovação judicial. O que os diálogos revelam pela primeira vez é que o ex-juiz ajudou também no planejamento da operação, tendo inclusive direcionado quais materiais deveriam ser apreendidos — uma violação do sistema acusatório.
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