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Próximo? Mendonça Filho pode ter aceito propina em 2014, diz Janot

Por Nill Júnior

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Em documentos da Lava Jato no Supremo tornados públicos nesta sexta-feira (17), o procurador-geral, Rodrigo Janot, afirma que há indícios de recebimento de propina pelo atual ministro da Educação, Mendonça Filho, do DEM de Pernambuco.

Segundo Janot, imagens de um dos celulares de Walmir Pinheiro, ex-diretor da UTC, registram a conta para doações da campanha de Mendonça, em 2014.

O procurador diz que é curioso observar que, na prestação de contas do agora ministro, há doação de R$ 100 mil da Odebrecht e da Queiroz Galvão.

Mendonça Filho declarou que não recebeu doação da UTC na campanha para deputado em 2014. Ele disse que, na ocasião, foi procurado por interlocutores da UTC oferecendo doação legal de R$ 100 mil.

Mas que recusou e sugeriu que fosse feita ao partido. Ele diz que a empresa fez a doação ao DEM e o valor foi declarado à Justiça Eleitoral.

Outras Notícias

Wellington Maciel rebate Célia: “age com má fé e induz população a erro”

Nota diz ainda que vereadora nunca prestou contas de condutas suspeitas em seu período como Presidente da Câmara, citando projeto de reforma da antiga Prefeitura Estimado Nill Júnior, A bem da verdade, venho trazer alguns esclarecimentos a cerca de pontos levantados pela Vereadora Célia Galindo, em matéria recentemente publicada no seu conceituado veículo. Não procede […]

Nota diz ainda que vereadora nunca prestou contas de condutas suspeitas em seu período como Presidente da Câmara, citando projeto de reforma da antiga Prefeitura

Estimado Nill Júnior,

A bem da verdade, venho trazer alguns esclarecimentos a cerca de pontos levantados pela Vereadora Célia Galindo, em matéria recentemente publicada no seu conceituado veículo.

Não procede a informação de que há um atraso de dois meses da folha dos servidores contratados. Os compromissos de folha vem sendo honrados, apesar de vivenciarmos uma das maiores quedas de repasses do FPM dos últimos anos.

Sobre o pagamento dos cachês dos artistas locais, informo que nos reunimos com uma comissão de artistas e reafirmamos o nosso compromisso em resolver de forma rápida.

As Secretarias de Cultura, Planejamento e Finanças estão atuando conjuntamente para estabelecer um cronograma viável e rápido de pagamentos, com início nos próximos dias, para sanar as pendências financeiras.

Importante ressaltar que, a gestão municipal tem agido com responsabilidade e compromisso, na execução de processos licitatórios e nos pagamentos em curso, mesmo diante de um cenário desafiador para mim e tantos outros gestores municipais de Pernambuco e do Brasil, sempre obedecendo a legislação vigente.

Em tempo, aproveito para evidenciar a má-fé da parlamentar, que induz a população a erro, com uma fala unicamente comprometida com os seus interesses políticos, e pouco alinhada com a verdade. A Vereadora Célia, que exerce tantos mandatos, sabe que a realidade orçamentária dos nossos municípios é complexa.

Tivemos uma perca real de repasses do FPM, ICMS e outras fontes de receita, que se aproximam de 30%. Isso nos impõe a responsabilidade de agir e dar o exemplo, como fizemos, reduzindo salários, começando pelo meu, além de definir prioridades e ações estratégicas, para seguir honrando compromissos e não deixar nada parar.

Enquanto a Vereadora Célia voicefera na tribuna da Casa Legislativa, sem nunca ter prestado contas de condutas suspeitas em seu período como Presidente da Câmara, como o gasto não explicado de R$ 150 mil no projeto de reforma da antiga Prefeitura, eu e centenas de pessoas trabalhamos pela cidade, todos os dias, enfrentando e vencendo desafios reais. Como todos sabem, sou um democrata, respeito meus adversários, mas combato a mentira com firmeza e com a verdade. Seguirei nessa trilha, trabalhando por Arcoverde, pra fazer e entregar ainda mais.

Cordialmente,

Wellington Maciel
Prefeito de Arcoverde – MDB

Riacho das Almas: Comunidade Católica celebra 21ª Festa de Nossa Senhora da Conceição

Festa começa nesta quarta-feira (8) e terá extensa programação religiosa até o sábado (11) A comunidade católica da Vila de Patos, em Riacho das Almas, está celebrando entre os dias 08 e 11 de janeiro a 21ª edição da Festa de Nossa Senhora da Conceição. A programação religiosa que começa amanhã terá missas, participação de […]

Foto: Reprodução/Facebook

Festa começa nesta quarta-feira (8) e terá extensa programação religiosa até o sábado (11)

A comunidade católica da Vila de Patos, em Riacho das Almas, está celebrando entre os dias 08 e 11 de janeiro a 21ª edição da Festa de Nossa Senhora da Conceição. A programação religiosa que começa amanhã terá missas, participação de corais da região e também de comunidades vizinhas. E em todas as noites da festa, será realizada quermesse. Neste ano, o tema da festa é “No sim de Maria contemplamos a fidelidade ao evangelho”.

Veja a programação religiosa completa:

Quarta-feira (08/01)

19h Abertura do Tríduo com a procissão da Bandeira saindo da residência de Orlando e Família

19h30 Celebração Eucarística com Pe Emerson Mozart

Noiteiros: Homens do Terço de Riacho das Almas, Ramada, Trapiá, Lagoa de Três Irmãos, Dois Riachos, Capela Nova, Topada, Placas, Frei Miguelinho, Patos de Frei Miguelinho e comunidade local

Animação: Ministério de Música Lume-Novo.

Quinta-feira (09/01)

5h30 Ofício da Imaculada Conceição

19h Recitação do terço

19h30 Celebração da Palavra com o Diácono José Sabino da Paróquia São José de Frei Miguelinho

Noiteiros: Mulheres do Terço de Riacho das Almas, Ramada, Trapiá, Carapotós, Placas, Capela Nova, Topada, Patos de Frei Miguelinho e comunidade local

Animação: Ministério de Música São José de Frei Miguelinho

Sexta-feira (10/01)

5h Ofício da Imaculada Conceição

19h Recitação do terço

19h30 Celebração Eucarística com Frei Lopes da Paróquia do Convento de Caruaru

Noiteiros: Terço das Crianças, Comunidades de Alcantilado, Baraúnas, Rangel e Grupos da Mãe Rainha

Animação: Ministério de Música Magnificat

Sábado (11/01) – Dia da Festa

5h Ofício da Imaculada Conceição e Alvorada Festiva

6h Repique do sino e girândola

12h Repique do sino e girândola

18h30 Procissão de Nossa Senhora da Conceição percorrendo a comunidade de Patos, seguida de Missa Campal presidida pelo Pe. José Adeildo

Animação: Ministério de Música Unidos pela Fé de Capela Nova

Após o encerramento da missa, a comunidade realizará ainda um tradicional show com fogos de artifício, marcando o fim das comemorações religiosas em homenagem à padroeira Nossa Senhora da Conceição.

Depois de Barreiros, Paulo Câmara tem agenda hoje em Arcoverde e Buíque

O governador e pré-candidato a reeleição, Paulo Câmara esteve em Barreiros, na Zona da Mata Sul. No Clube Caiadores, Paulo Câmara falou sobre os projetos realizados  no Governo Estadual nos últimos três anos e meio, destacou a unidade da sua base política e a necessidade de mudar a realidade do País. “A gente tem muita […]

O governador e pré-candidato a reeleição, Paulo Câmara esteve em Barreiros, na Zona da Mata Sul. No Clube Caiadores, Paulo Câmara falou sobre os projetos realizados  no Governo Estadual nos últimos três anos e meio, destacou a unidade da sua base política e a necessidade de mudar a realidade do País.

“A gente tem muita responsabilidade e a gente olha para o futuro buscando melhorar a vida das pessoas. Com esse time, com essa unidade, com essa vontade que a gente está de trabalhar por um estado melhor, nós vamos vencer. Nós temos que ser leais e eu continuo leal aquela pessoa que me deu oportunidade, que me ensinou, que é o ex-governador Eduardo Campos. Vamos vencer porque vamos dar um não a essa forma como o Brasil vem sendo governado por esse presidente que não olha para os estados do Nordeste, por aqueles que são mais pobres”, afirmou Paulo Câmara.

Acompanhado do prefeito Elimário Farias (PDT), do vice-prefeito Thomáz Baleia, do ex-prefeito João Baleia, além do pré-candidato a deputado federal João Campos (PSB) e a deputada Estadual Simone Santana (PSB), Paulo Câmara disse que Pernambuco não pode voltar a andar para trás. O governador fez uma balanço dos investimentos feitos nas áreas de Educação, Segurança Pública, Infraestrutura e Recursos Hídricos.

Arcoverde e Buíque:  Às 11h20 de hoje, Câmara visita as obras da 2ª Estação Elevatória da Adutora do Moxotó, no Distrito de Cruzeiro do Nordeste, Sertânia, próximo ao Posto da Polícia Rodoviária Federal. Ao meio dia, visita as obras da Adutora do Agreste no ponto de chegada da água de Arcoverde, na  Rua 22 de Setembro.

A tarde, às 15h, faz visita de vistoria das obras do Abatedouro de Buíque, no Quilômetro 3 da PE 270.

Conferência Municipal discute os desafios do SUS na pandemia em Serra Talhada

A Prefeitura Municipal e o Conselho Municipal de Saúde promoveram na última sexta-feira (24) a 7ª Conferência Municipal de Saúde de Serra Talhada, na Faculdade de Integração do Sertão – FIS. Com o tema “Saúde em todo lugar – o SUS além da pandemia, desafios e cenários”, a conferência teve por objetivo discutir propostas para […]

A Prefeitura Municipal e o Conselho Municipal de Saúde promoveram na última sexta-feira (24) a 7ª Conferência Municipal de Saúde de Serra Talhada, na Faculdade de Integração do Sertão – FIS. Com o tema “Saúde em todo lugar – o SUS além da pandemia, desafios e cenários”, a conferência teve por objetivo discutir propostas para a construção do Plano Municipal de Saúde e composição do Plano Plurianual do Município.

A conferência teve início com a palestra “O SUS que queremos e sonhamos”, ministrada pela Dra. Vera Baroni, ativista negra pelos Direitos Humanos.

Na sequência os participantes foram divididos em grupos de trabalho de acordo com cinco eixos definidos nas mini-conferências locais: A saúde começa aqui, garantia de acesso e qualidade; Financiamento SUS – Orçamento e planejamento para gestão; Fortalecimento das redes e serviços da atenção em saúde: garantia da integralidade do cuidador; Gestão da saúde, participação social na construção de políticas públicas e garantia de direitos; e Os desafios da atenção à saúde em tempos de pandemia.

No encerramento houve apresentação das propostas dos grupos de trabalho e eleição dos representantes para a Conferência Estadual de Saúde.

“Inicialmente nós realizamos uma série de mini-conferências diretamente nos equipamentos de saúde, onde ouvimos a opinião da população e de onde foram tirados os eixos para trabalharmos na conferência municipal, que discute os desafios e atuais cenários em virtude da pandemia. É uma ocasião importante, que reúne diversos segmentos da sociedade para discutir proposições com o intuito de melhorar a assistência em saúde pública no município pelos próximos quatro anos”, explicou a secretária de Saúde, Lisbeth Lima.

Presente no evento, a prefeita Márcia Conrado destacou o empenho da gestão nos cuidados com a saúde dos serra-talhadenses.

“A saúde do nosso município não para de avançar. Nesses primeiros duzentos dias de governo transformamos o CPAS AD II em CAPS AS II, dando suporte à XI Regional; passamos a coletar sangue nas unidades de saúde, facilitando a realização de exames dos pacientes; entregamos a sede do SAMU ao Cimpajeú, estamos revitalizando o Hospital Veterinário e somos referência em vacinação, além de muitas outras melhorias. É uma soma de forças diárias, porque a saúde não se faz sozinha, assim agradeço a toda a nossa equipe, que trabalha incansavelmente para que cada cidadão e cidadã de nossa cidade tenha acesso a uma saúde de qualidade”, disse.

Estiveram na abertura da conferência a prefeita Márcia Conrado; o vice-prefeito Márcio Oliveira; a secretária de Saúde, Lisbeth Lima; a presidente do Conselho Municipal de Saúde, Vânia Melo; o presidente da Câmara de Vereadores, Ronaldo de Dja; a diretora da XI Geres, Karla Milena; e a palestrante e ativista pelos Direitos Humanos, Dra Vera Baroni. Durante a conferência foram disponibilizados testes para detecção da Covid-19.

Governo deixa de aplicar R$ 171 bilhões na saúde pública desde 2003, diz nota

O Ministério da Saúde deixou de aplicar cerca de R$ 171 bilhões no Sistema Único de Saúde (SUS) desde 2003. O valor é superior ao que Estados e municípios gastam no setor durante um ano – R$ 142 bilhões em 2013, por exemplo. A conclusão é o do Conselho Federal de Medicina (CFM), que, com […]

O Ministério da Saúde deixou de aplicar cerca de R$ 171 bilhões no Sistema Único de Saúde (SUS) desde 2003. O valor é superior ao que Estados e municípios gastam no setor durante um ano – R$ 142 bilhões em 2013, por exemplo. A conclusão é o do Conselho Federal de Medicina (CFM), que, com base em dados do Sistema Integrado de Administração Financeira (Siafi), revela os resultados da falta de qualidade da gestão financeira em saúde.

As informações veem na esteira da divulgação de pesquisa encomendada pelo CFM ao Instituto Datafolha, e que, dentre outros pontos revelou: para 77% da população brasileira, o dinheiro destinado ao SUS não é bem administrado. Mais da metade dos entrevistados também acreditam o SUS não tem recursos suficientes para atender bem a todos.

Segundo o presidente da CFM, Carlos Vital, essa percepção sobre as finanças do setor está diretamente relacionada à má gestão dos recursos públicos na área. “A administração dos recursos da saúde tem sido preocupação recorrente dos Conselhos de Medicina. A população brasileira tem o direito de saber onde, como e se os recursos que confiamos aos governos estão sendo bem aplicados. No caso da saúde, isso é ainda mais proeminente, tendo em vista as dificuldades de infraestrutura que milhares de pacientes, médicos e outros profissionais de saúde enfrentam todos os dias”, declarou Vital.

No período apurado, cerca de R$ 1,2 trilhão foi autorizado para o Ministério da Saúde no Orçamento Geral da União (OGU). Os desembolsos, no entanto, chegaram a pouco mais de R$ 1 trilhão. Em 2014, apesar do maior orçamento já executado na história da pasta – quase R$ 107 bilhões –, o valor efetivamente gasto representou 91% do que havia sido previsto.

Ao que os dados do próprio governo indicam, o Governo também está longe de executar os recursos previstos para este ano – cerca de R$ 121 bilhões. Deste total, até agosto, R$ 69,4 bilhões (57% do valor) haviam sido efetivamente gastos, incluindo os restos a pagar quitados – compromissos assumidos em anos anteriores transferidos para os exercícios seguintes. Se considerada a projeção média de gastos mensais da pasta, atualmente em R$ 8,7 bilhões, serão desembolsados até dezembro pouco mais de R$ 104 bilhões, isto é, quase R$ 17 bilhões a menos que o montante previsto.

O presidente da autarquia também lembrou que, apesar dos avanços do SUS, um de seus grandes gargalos é o subfinanciamento. “O Brasil é o único país do mundo que tem uma rede de saúde pública universal e, ao mesmo tempo, vê o mercado privado e as famílias gastarem diretamente mais dinheiro do que o Estado. Aqui, o gasto público representa 46% do total aplicado em saúde, o que contraria o que acontece em muitos países de sistemas semelhantes ao brasileiro, onde a média de investimento público supera 70%”.

Falta de investimentos em obras e equipamentos – Outro termômetro do mau desempenho no uso dos recursos disponíveis está nos investimentos. Os dados apurados pelo CFM mostram ainda que, dos recursos autorizados no orçamento do Ministério da Saúde entre 2003 e agosto de 2015, mais de R$ 96,4 bilhões deveriam ter sido destinados a melhoria da infraestrutura (realização de obras e aquisição de equipamentos) em saúde. No entanto, apenas R$ 35,5 bilhões foram efetivamente gastos e outros R$ 60,9 bilhões deixaram de ser investidos.

Para este ano, a dotação prevista para o gasto nobre da administração em saúde é de quase R$ 10,4 bilhões. No entanto, até 31 de agosto, R$ 1,9 bilhão (18%) foi efetivamente pago pelo Ministério da Saúde. Neste ritmo de aproximadamente R$ 234 milhões por mês, a expectativa é de que, ao final do ano, apenas R$ 2,8 bilhões sejam realmente investidos.

Com recursos escassos, menos unidades de saúde serão dotadas de infraestrutura e equipamentos em quantidade e qualidade suficientes para prover assistência à população. “Mesmo considerando os contingenciamentos, se não houver um esforço para priorizar a Saúde, a população brasileira certamente será ainda mais prejudicada pela falta de infraestrutura e equipamentos fundamentais para a assistência”, avalia Carlos Vital, presidente do CFM.

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