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Projeto ‘Viajando Com A Leitura’ segue formando novos leitores em Arcoverde

Por André Luis
Foto: PMA/divulgação

A Biblioteca Municipal de Arcoverde, órgão vinculado à Secretaria de Educação e Esportes do município, está complementando a primeira fase da 5ª edição do Projeto ‘Viajando Com A Leitura’, que consiste na fixação de prosas crônicas e poesias no interior dos coletivos urbanos e nos ônibus escolares. “É um projeto vitorioso que busca incentivar a leitura tanto nos passageiros habituais, quanto nos alunos da Rede Municipal de Ensino”, avalia a secretária municipal de Educação e Esportes, Zulmira Cavalcanti.

A maioria dos autores são arcoverdenses. Nomes como Micheliny Verunsck, Taíza Oliveira, Bosco Moraes, Cléa Camêlo, Genival Silva, Rubeneide Araújo, Leandro Vaz, Alexandre Revoredo, Diosman Avelino, Alexandre Dias de Araújo e Nevinha Carvalho são alguns dos escritores participantes. Há ainda textos de Bráulio Bessa e Ana Giacomo.

O projeto começou no início de junho e segue até o final do mês. As linhas de ônibus que cobre em Arcoverde são: Cidade Jardim, Cohabs I e II, Residencial Maria de Fátima Freire, Jardim da Serra, Vila São Francisco e JK. “Além de incentivar o gosto pela leitura o projeto minimiza o tempo ocioso da viagem entre os bairros da cidade, realmente as pessoas viajam na leitura; é muito gratificante para nós educadores”, afirmou a coordenadora da Biblioteca Municipal, Glecys Maciel.

De acordo com Clecilda Lucena, atendente da Biblioteca Municipal e autora do projeto, o ‘Viajando Com A Leitura’ tem sido muito bem aceito. “Acredito que temos propiciado o hábito da leitura em muita gente que usa o transporte público e também nos nossos alunos. Não é raro as pessoas virem aqui na Biblioteca procurar saber mais sobre o texto que leu nos coletivos”, afirmou Clecilda. Além de Glecys e Clecilda, trabalham na Biblioteca Municipal as atendentes Aline Freire e Maricélia Francisco.

Outras Notícias

Deputados que pediram o fim da corrupção no voto do impeachment tiveram ‘pedido atendido’

O pedido do presidente suspenso da Câmara dos Deputados, Eduardo Cunha (PMDB), para que Deus tivesse misericórdia da nação, feito na votação que aprovou o impeachment da presidente afastada Dilma Rousseff (PT), no plenário da Casa, em 17 de abril, parece ter sido ouvido. E, assim como o dele, o de vários parlamentares que clamaram […]

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Do Estado de Minas

O pedido do presidente suspenso da Câmara dos Deputados, Eduardo Cunha (PMDB), para que Deus tivesse misericórdia da nação, feito na votação que aprovou o impeachment da presidente afastada Dilma Rousseff (PT), no plenário da Casa, em 17 de abril, parece ter sido ouvido.

E, assim como o dele, o de vários parlamentares que clamaram pelo bem do povo e da democracia e pelo fim da corrupção. O problema é que os deputados ou seus parentes próximos acabaram sendo alvo dos próprios discursos”. Diante da proeza, alguns chegaram a ser chamados de profetas na internet e tiveram seus vídeos exibidos repetidas vezes.

Principal articulador da votação que deu aval para o Senado processar a presidente por crime de responsabilidade por causa das pedaladas, Cunha foi afastado do seu cargo pelo Supremo Tribunal Federal em 5 de maio. A saída do peemedebista foi apressada justamente diante do iminente afastamento de Dilma Rousseff do cargo, o que se concretizou em 12 de maio.

Entre outras razões, os ministros entenderam que Cunha não deveria ficar na linha sucessória da presidência por ser réu na Operação Lava-Jato.

Os casos mais emblemáticos, porém, são os dos deputados mineiros Raquel Muniz (PSD) e Caio Nárcio (PSDB), que homenagearam respectivamente o marido e atual prefeito de Montes Claros, Ruy Muniz, e o pai, o ex-deputado Nárcio Rodrigues, ao discursar na votação. Coincidência ou não, os dois homenageados acabaram presos pouco tempo depois.

Muniz foi detido no dia seguinte à votação, acusado de fraudes em licitações de saúde. Isso depois de a mulher dizer que ele mostrava com sua gestão que o país tem jeito. Ele continua em prisão domiciliar.

Já Nárcio, ex-presidente do PSDB de Minas Gerais e ex-secretário de Ciência e Tecnologia, foi detido em 30 de maio, acusado de desviar dinheiro público na gestão do programa de águas em Minas Gerais da Fundação Hidroex. O filho, Caio Nárcio, disse que seu pai e seu avô ensinaram que decência e honestidade não eram possibilidade, mas obrigação.

Outro que viu um parente sofrer revés dias depois de votar pelo impeachment foi o deputado Felipe Maia (DEM/RN). Ele exaltou o respeito à Constituição e às leis e também disse votar pelo povo que ocupa as ruas do país pedindo mudanças.Votou para que o Brasil tenha “uma luz no fim do túnel”.

A luz, porém, foi colocada sobre as contas do pai dele, senador Agripino Maia (DEM-RN), e, na esteira da decisão, atingiu as dele também. Cinco dias depois do pedido do deputado, o ministro Luís Roberto Barroso, do Supremo Tribunal Federal, determinou a quebra dos sigilos bancário e fiscal de Agripino, além de 10 pessoas e cinco empresas ligadas ao parlamentar, entre elas Felipe Maia.

A medida foi decretada em razão de um inquérito aberto contra o senador em outubro do ano passado. Agripino é investigado pelo suposto recebimento de dinheiro da empreiteira OAS, responsável pela construção de um estádio em Natal para a Copa do Mundo.

Entre os “bocas malditas”, o único que votou contra o impeachment foi o deputado Roberto Goes (PDT-AP). Ele disse que votava pelo programa Minha casa, minha vida, pelo Pronatec e pelo desenvolvimento do Brasil. Pelo menos para este último item terá oportunidade de colocar a mão na massa. É que o deputado Roberto Góes foi condenado em 17 de maio pela 1ª Turma do STF a prestar serviços comunitários uma hora diária durante dois anos, oito meses e 20 dias.

A pena também inclui pagar 20 salários mínimos em gêneros alimentícios, medicamentos ou material escolar. A condenação pelas práticas de peculato e assunção de obrigação no último ano em que era prefeito de Macapá se deu por conta da retenção de recursos de empréstimos consignados por servidores.

Comissão Eleitoral da OAB-PE acata pedido de Calaça e proíbe propaganda institucional da OAB e da CAAPE‏

A Comissão Eleitoral da Ordem dos Advogados de Pernambuco acatou pedido feito por Jefferson Calaça, candidato à presidência da Ordem dos Advogados de Pernambuco pela chapa de oposição É Hora de Mudar, e proibiu o uso de propagandas institucionais da máquina no período eleitoral. O candidato da situação, Ronnie Duarte, atual diretor da Caixa de […]

O candidato Ronnie Duarte
O candidato Ronnie Duarte

A Comissão Eleitoral da Ordem dos Advogados de Pernambuco acatou pedido feito por Jefferson Calaça, candidato à presidência da Ordem dos Advogados de Pernambuco pela chapa de oposição É Hora de Mudar, e proibiu o uso de propagandas institucionais da máquina no período eleitoral.

O candidato da situação, Ronnie Duarte, atual diretor da Caixa de Assistência dos Advogados (CAAPE) vem divulgando propagandas institucionais da máquina para se autopromover.

Virgínia Pimentel, advogada eleitoral que assinou o pedido, afirma que o uso da máquina fere a lisura do processo e que essa prática, infelizmente, é recorrente deste grupo que está na gestão da OAB-PE.

“O atual presidente da OAB-PE e seu candidato, Ronnie Duarte, vêm utilizando propaganda eleitoral ilegal, com evidente abuso de poder político e utilização da máquina administrativa em propagandas institucionais pagas com recursos da seccional e da CAAPE, inclusive para a promoção pessoal com grande exposição na mídia social”, afirmou Calaça.

Mundo político de PE pega fogo com indicação de Mendonça Filho ao Senado

No comentário desta terça-feira (04/08) para o Jornal Itapuama, o jornalista Nill Júnior analisa as intensas movimentações que têm movimentado o cenário político de Pernambuco após a indicação de Mendonça Filho (PL) ao Senado. O jornalista destaca que a estratégia do grupo liderado pela família Coelho (Fernando Bezerra, Miguel Coelho, Fernando Filho e Antônio Coelho) […]

No comentário desta terça-feira (04/08) para o Jornal Itapuama, o jornalista Nill Júnior analisa as intensas movimentações que têm movimentado o cenário político de Pernambuco após a indicação de Mendonça Filho (PL) ao Senado.

O jornalista destaca que a estratégia do grupo liderado pela família Coelho (Fernando Bezerra, Miguel Coelho, Fernando Filho e Antônio Coelho) visa lançar Mendonça Filho pela convenção do PL no estado para rivalizar com a postulação de Eduardo da Fonte ao Senado.

Com o apoio do clã de Petrolina, que soma cerca de 10 a 15 prefeitos aliados e planeja projetar Miguel Coelho para uma candidatura a deputado federal, a movimentação é uma resposta direta à escolha de Eduardo da Fonte na federação.

Nill Júnior aponta que o movimento gera turbulência na base da governadora Raquel Lyra, provocando conflitos internos e ameaçando seus planos de eleger um senador alinhado. Além disso, a situação se agrava com parte dos prefeitos governistas declarando apoio a Humberto Costa (como a prefeita de Sertânia, Pollyanna Abreu), enquanto a articulação do governo tenta contornar o impasse após a ausência de Miguel Coelho na convenção estadual.

A disputa pragmática entre os grupos, segundo Nill, expõe as fissuras no bloco governista, em contraste com a coesão observada na Frente Popular em torno de Marília Arraes e Humberto Costa.

Serra: 634 casos de covid-19

A Secretaria de Saúde de Serra Talhada informa que foram registrados mais 24 casos positivos de Covid-19 nesta quinta-feira (02/07), sendo oito pacientes do sexo feminino e 16 do sexo masculino, totalizando 634 casos confirmados. O número de casos suspeitos subiu para 49 e o de casos descartados para 2.565. Entre os casos confirmados, o […]

A Secretaria de Saúde de Serra Talhada informa que foram registrados mais 24 casos positivos de Covid-19 nesta quinta-feira (02/07), sendo oito pacientes do sexo feminino e 16 do sexo masculino, totalizando 634 casos confirmados.

O número de casos suspeitos subiu para 49 e o de casos descartados para 2.565.

Entre os casos confirmados, o município tem 456 pacientes recuperados, 163 em tratamento domiciliar e 04 em leitos de enfermaria no Hospam, estando um entubado e três estáveis. Outros dois pacientes considerados suspeitos também estão internados.

Em relação aos profissionais de saúde contaminados, 34 estão recuperados 17 em isolamento domiciliar monitorado. O boletim diário, portanto, fica com 634 casos confirmados, 49 casos suspeitos, 456 recuperados, 2.565 descartados e 11 óbitos.

Baixo nível da Barragem de Jucazinho mobiliza a Compesa

A falta de chuvas na bacia hidrográfica que alimenta a Barragem de Jucazinho, localizada em Surubim, que hoje se encontra com apenas 3,47% da sua capacidade, tem mobilizado a Companhia Pernambucana de Saneamento – Compesa.  O Sistema Jucazinho, que atende atualmente 11 municípios do Agreste e reforça o abastecimento das cidades de Bezerros e Gravatá, […]

A falta de chuvas na bacia hidrográfica que alimenta a Barragem de Jucazinho, localizada em Surubim, que hoje se encontra com apenas 3,47% da sua capacidade, tem mobilizado a Companhia Pernambucana de Saneamento – Compesa. 

O Sistema Jucazinho, que atende atualmente 11 municípios do Agreste e reforça o abastecimento das cidades de Bezerros e Gravatá, está operando com apenas 150 litros de água por segundo (l/s) para o Tramo Norte, devido à situação de pré-colapso, quando a produção normal seria 970 l/s (Tramo Norte e Sul). 

Essa situação, que limita o sistema a operar com apenas 15% da sua capacidade nominal e que está comprometendo o abastecimento dessas cidades, agravou-se nos últimos dias em decorrência de dois fatores: um deles foi a necessidade de realização de intervenções emergenciais para a exploração da reserva técnica do manancial. 

Outro, a necessidade de substituição de uma comporta que apresentou avarias, situação identificada pelos técnicos da Compesa quando foi iniciado o deslocamento do ponto de captação da barragem para a retirada da água ainda disponível no reservatório.

A comporta, que estava submersa ao longo dos anos e em avançado estado de obsolescência, desmontou. Esse fator comprometeu a operação do equipamento, deixando-o sem condições de funcionalidade. As medidas para a troca da comporta, item essencial para o melhor aproveitamento da água armazenada em uma barragem em situação de pré-colapso, estão em andamento e devem ser concluídas até o final deste mês. 

Para regularizar o calendário de abastecimento dessas localidades, a Compesa está executando essas e outras ações que visam utilizar a reserva técnica da barragem. Foram instaladas duas balsas flutuantes para captar a água, com a implantação de uma nova tomada de água que será ancorada na parede da Barragem de Jucazinho. As tubulações serão interligadas às balsas, serviços considerados complexos. 

Esses equipamentos, que já foram instalados, ainda não estão em funcionamento devido aos danos verificados na comporta do reservatório e necessidade de substituição. A expectativa é que, com essas medidas, seja possível recuperar a vazão de 400 l/s e regularizar o cronograma de abastecimento dos municípios atendidos por Jucazinho, na esperança que o reservatório consiga acumular água no inverno.

Abastecimento das cidades atendidas pelo Sistema Jucazinho

Os municípios impactados com à falta de chuvas na barragem de Jucazinho são Surubim, Salgadinho, Casinhas, Frei Miguelinho, Santa Maria do Cambucá, Vertentes, Vertente do Lério e Toritama (Tramo Norte) e Cumaru, Passira e Riacho das Almas. As cidades de Bezerros e Gravatá recebiam reforço de Jucazinho, porém estão sem esse suporte e sendo atendidas apenas pelos mananciais locais.

Entre as cidades que recebem água de Jucazinho, uma das situações mais críticas é a enfrentada por Bezerros. A cidade depende tanto de Jucazinho quanto da Barragem de Brejão, que está em pré-colapso com apenas 6,88% da sua capacidade de armazenamento. Com a redução na produção, algumas áreas estão com um sistema de rodízio de até 14 dias sem água. Essa situação poderá ser revertida caso Jucazinho volte a acumular água.

Já a cidade de Caruaru, que também era atendida pelo Sistema Jucazinho, deixou de receber água do manancial após a finalização de uma obra realizada em tempo recorde para interligar a Adutora do Agreste à Adutora de Jucazinho. O município agora está recebendo água da Transposição do Rio São Francisco, um volume de 400 l/s. A saída de Caruaru do complexo de abastecimento de Jucazinho possibilitará à Compesa salvaguardar o abastecimento das outras cidades atendidas por esse sistema.

Já para o município de Gravatá, a contribuição de Jucazinho é pequena, e apenas 3% da população depende da água da barragem (alguns condomínios localizados às margens da BR-232).  A cidade é atendida, ainda, pelos Sistemas Amaraji, Brejinho, Vertentes e Clipper, que representam 97% da produção, e o calendário está sendo cumprido.