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Prisão de militares acusados de planejar assassinatos de Lula, Alckmin e Moraes repercute no plenário

Por André Luis

A prisão de quatro militares do Exército Brasileiro e um agente da Polícia Federal (PF), nesta terça (19), repercutiu no Plenário da Alepe. O grupo é suspeito de planejar um golpe de estado, ainda em dezembro de 2022, para impedir que Lula e Geraldo Alckmin assumissem os cargos de presidente e vice-presidente da República. 

Segundo destacou o deputado João Paulo (PT), as investigações da PF apontaram que os acusados pretendiam envenená-los. Além de Lula e Alckmin, também seria alvo dos agentes o então presidente do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), o ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Alexandre de Moraes. Em seu discurso, o petista classificou como “gravíssimas as intenções antidemocráticas do grupo”. 

“Qualquer tentativa de desestabilizar o país por meio da violência ou de ameaças deve ser rejeitada por todos que acreditam na liberdade, na justiça e na convivência pacífica. Por isso, também é necessário que todos aqueles que participaram dos ataques do ‘8 de janeiro’ às sedes dos três poderes e de outros atos contra a democracia respondam por seus crimes”, argumentou.

O repúdio ao plano golpista também foi tema do discurso de Rosa Amorim (PT). Para ela, “passou da hora de não só ficarmos atentos e vigilantes, mas também punir e repudiar e não permitir que se perpetue qualquer ato ou posição que compactua com as ideias antidemocráticas  no nosso país”. 

Ela contrapôs as posições de Lula na cúpula do G20 com as acusações apresentadas pela Polícia Federal: “Enquanto Lula mostra o correto uso da presidência da República para trazer justiça social, econômica e climática, assistimos à insistência do bolsonarismo em trazer o fascismo, a violência e o caos.“

Para o deputado Doriel Barros (PT), as prisões corroboram suspeitas que se avolumavam nos últimos meses. Ele ressaltou, ainda, que “não há justificativa nenhuma que possa justificar tirar a vida de alguém, principalmente de um presidente que foi eleito pela força do povo brasileiro, que o escolheu nas urnas”. 

Para Doriel, a trama golpista demonstra que o grupo acusado de tramar os ataques “achava que Bolsonaro era dono do país”.

Outras Notícias

Agenda de Maria Arraes e Evângela Vieira mantida

A pré-candidata a Deputada Estadual Evângela Vieira (SD) informa ao blog que a agenda de lançamento da sua pré candidatura está mantida. Ela e a pré-candidata a Deputada Federal Maria Arraes (SD), irmã de Marília,  apresentam seus projetos em um coquetel neste sábado às 19h30 na AABB, Afogados da Ingazeira. “Compreendemos a justa motivação da […]

A pré-candidata a Deputada Estadual Evângela Vieira (SD) informa ao blog que a agenda de lançamento da sua pré candidatura está mantida.

Ela e a pré-candidata a Deputada Federal Maria Arraes (SD), irmã de Marília,  apresentam seus projetos em um coquetel neste sábado às 19h30 na AABB, Afogados da Ingazeira.

“Compreendemos a justa motivação da ausência de Marília Arraes que apenas adiou sua vinda para um momento mais adequado,  diante do momento de apreensão com as chuvas no Estado”, disse Evângela.

Marília adiou a vinda por conta do estado de calamidade pública causado pelas fortes e intensas chuvas que estão caindo no Recife, Região Metropolitana e em outras regiões do estado.

A pré-candidata irá remarcar a visita para outro momento.

A emergência de discutir o papel do Bioma Caatinga na COP30

Às vésperas da COP30, marcada para ocorrer em Belém (PA), é urgente que o bioma Caatinga, exclusivo do Brasil, ganhe protagonismo nas discussões sobre clima, biodiversidade e uso sustentável do solo. Historicamente menos visado que a Amazônia ou o Cerrado, o bioma merece atenção especial por sua vulnerabilidade, seu papel socioambiental e os desafios que […]

Às vésperas da COP30, marcada para ocorrer em Belém (PA), é urgente que o bioma Caatinga, exclusivo do Brasil, ganhe protagonismo nas discussões sobre clima, biodiversidade e uso sustentável do solo. Historicamente menos visado que a Amazônia ou o Cerrado, o bioma merece atenção especial por sua vulnerabilidade, seu papel socioambiental e os desafios que enfrenta.

A Caatinga abrange aproximadamente 10 % do território nacional e abriga cerca de 32 milhões de pessoas. Trata-se de um ecossistema único, exclusivamente brasileiro, com espécies adaptadas ao semiárido, relevância para a convivência com a seca, para a cultura local e para os serviços ambientais (como regulação de solo e água).

Apesar de ter havido uma retração nas taxas ao longo de algumas décadas, o bioma ainda acumula perdas expressivas e está em novo alerta de aceleração.

Entre 2001 e 2019, o desmatamento anual caiu de cerca de 12.186,41 km² para 1.868,16 km².

Contudo, dados mais recentes mostram que em 2023 foram registrados cerca de 3.189,61 km² de supressão de vegetação nativa na Caatinga.

Em termos de cobertura vegetal desde 1985, o bioma perdeu 8,6 milhões de hectares ou cerca de 14,4% da vegetação nativa entre 1985 e 2023. Restam aproximadamente 59,6% de vegetação nativa.

Em 2023, por exemplo, no estado do Rio Grande do Norte, o desmatamento aumentou 161% em relação a 2022 — quase 9.114 hectares na Caatinga potiguar. Esses dados mostram que o ritmo de regeneração foi insuficiente, e que novos vetores de pressão, como empreendimentos de energia renovável, expansão agrícola, imobiliária  e pecuária estão registrando impacto relevante.

A perda de vegetação, combinada com a retração hídrica, torna partes da Caatinga vulneráveis à desertificação, processo lento porém destrutivo para os ecossistemas, para as comunidades locais e para a produção rural.

Estima-se que cerca de 13% do território da Caatinga esteja sob risco ou já em processo de desertificação grave.

Em termos hidrológicos, o bioma perdeu cerca de 40% da superfície de água natural mapeada nos últimos 35 anos.

Entre 1985 e 2020, 112 municípios (equivalente a 9% dos municípios do bioma) classificados como “Áreas Suscetíveis à Desertificação – ASD” nas categorias Grave ou Muito Grave perderam cerca de 0,3 milhões de hectares de vegetação nativa.

Por que esse tema exige destaque na COP30

Integração entre clima, uso da terra e adaptação ao semi-árido
A Caatinga opera em condições de semiárido onde a convivência com a seca já é uma realidade. Inserir esse bioma no debate climático fortalece a agenda de adaptação e resilência, não apenas mitigação;

Biodiversidade e serviços ambientais exclusivos
A singularidade ecológica da Caatinga, com espécies endêmicas, paisagens únicas e populações tradicionais, exige políticas específicas que vão além dos moldes aplicados à Amazônia;

Desmatamento e desertificação como entradas para mecanismos de financiamento climático
A COP30 é uma oportunidade para o Brasil apresentar compromissos e ações concretas para o bioma: metas de desmatamento zero, restauração de áreas degradadas, pagamento por serviços ambientais, uso sustentável da vegetação nativa, políticas de convivência com o semiárido.

Milhões de pessoas vivem no entorno da Caatinga e dependem dela para água, lenha, pastagem, agricultura de subsistência. A negociação global deve reconhecer as interseções entre clima, pobreza, desigualdade e conservação, algo que o bioma traz de forma explícita.

É fundamental estabelecer na COP30 um compromisso específico para a Caatinga: por exemplo, meta de redução de desmatamento até 2030 alinhada ao Plano de Ação para a Prevenção e Controle do Desmatamento e das Queimadas na Caatinga (PPCaatinga).

Fortalecer mecanismos de monitoramento via satélite e alertas precoces, levando em conta que a maioria das supressões no bioma são de pequeno porte (< 10 ha), o que exige alta resolução.

Vincular restauração florestal, uso sustentável da vegetação nativa e incentivo à agroecologia e economia local como parte da política de recuperação.

Incentivar instrumentos financeiros climáticos (como mercado de créditos de carbono, PSA ­– pagamento por serviços ambientais) que incluam o semiárido e reconheçam a restituição dos serviços ecossistêmicos.

Inserir a temática da desertificação como componente de risco climático para o Nordeste e Norte de Minas Gerais, e não apenas tratar a Caatinga como área de preservação florestal genérica.

Promover a participação das comunidades tradicionais, agricultores familiares e populações rurais no desenho das políticas, reforçando o valor da convivência com o semiárido, inclusive como modelo de resiliência climática. O tempo para agir é agora.

Em disputa com filhos de Juazeiro do Norte, serra-talhadense leva Fersan. Mas vitória mesmo foi da cultura popular

Com fotos de Wallyson Ricardo A 22ª edição do Festival Regional da Sanfona (Fersan), em Afogados da Ingazeira, foi vencida pelo sanfoneiro Deyvson Nogueira, de Serra Talhada. Com 117 pontos, ele superou dois filhos de Juazeiro do Norte, Ceará. Dudu Sales obteve 116,5 pontos e o garoto Cícero Paulo, 111,5. Cícero foi a sensação do […]

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Com fotos de Wallyson Ricardo

A 22ª edição do Festival Regional da Sanfona (Fersan), em Afogados da Ingazeira, foi vencida pelo sanfoneiro Deyvson Nogueira, de Serra Talhada. Com 117 pontos, ele superou dois filhos de Juazeiro do Norte, Ceará. Dudu Sales obteve 116,5 pontos e o garoto Cícero Paulo, 111,5.

Cícero foi a sensação do Fersan e deu mais um grande show na final, mas foi penalizado por usar um zabumbeiro “emprestado” de outro trio, o que previa retirada de pontos. De qualquer forma, o titulo ficou em boas mãos.

Com apenas treze anos, Cícero Paulo, de Juazeiro, seria o campeão, mas perde pontos por infringir regulamento com sanfoneiro
Com apenas treze anos, Cícero Paulo, de Juazeiro, seria o campeão, mas perde pontos por infringir regulamento com sanfoneiro “emprestado”. Fera, disse que não quer seguir carreira e tocar só por hobby. “Vou ser médico”, afirmou.

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Chamou a atenção na final a participação de dois sanfoneiros que fizeram carreira ao lado do cantor Assisão. Nogueira Sanfoneiro esteve por quase três décadas com o artista. Perguntado sobre as músicas que mais tocou com o artista, “Peixe Piaba” e um pot-pourri da década de 80, que incluía “Terreiro da Fazenda”. Já Luiz de Dandi disse ter acompanhado Assisão quando não era tão famoso, nas latadas em comunidades rurais de Serra Talhada e região.

Nogueira Sanfoneiro
Nogueira Sanfoneiro
Luiz de Dandi
Luiz de Dandi

Ainda estiveram na final de Serra Talhada Eronildes do Acordeon e Ivaldo Nogueira. De Carnaíba, Foguinho do Acordeon, Manezinho, Robinho e Deley foram classificados. Na categoria Melhor Composição, o título ficou com a compositora e intérprete radicada em Triunfo Joana Darck com a música “Sou Sertanejo”.

Orquestra Sanfônica de Carnaíba
Orquestra Sanfônica de Carnaíba

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A programação ainda teve o poeta mirim Francisco Quirino, de Iguaracy, além de shows com a Orquestra Sanfônica de Carnaíba, Maria Luiza e seu regional, vencedora do Fersan 2014 e a cantora Irah Caldeira, que fechou com chave de ouro a programação.

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A chuva que caiu na tarde e noite deste sábado, deu trégua exatamente na hora do festival, organizado pelo Grupo Frente Jovem, formado por nomes como Augusto Martins, Madalena Brito, Socorro Martins, Suely Brasil, Risolene Lima, Cláudio Steno, Elias Mendes e Lúcio Almeida. A apresentação foi deste blogueiro e Michelli Martins, da Rádio Pajeú.

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Mesmo na madrugada, público não arredou pé para dançar com Irah Caldeira

Escola de sanfona em Afogados: na entrega da premiação, o prefeito de Afogados da Ingazeira José Patriota anunciou que a cidade terá uma escola de música, no bairro Padre Pedro Pereira. Iniciativa similar mudou a dimensão cultural de Carnaíba, que forma anualmente vários músicos na Escola Israel Gomes.

Na categoria Melhor Composição, o título ficou com a compositora e intérprete radicada em Triunfo Joana Darck com a música “Sou Sertanejo”.
Na categoria Melhor Composição, o título ficou com a compositora e intérprete radicada em Triunfo Joana Darck com a música “Sou Sertanejo”.

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Grupo Frente Jovem
Grupo Frente Jovem

O apoio do evento foi da Prefeitura de Afogados da Ingazeira, mais as prefeituras de Carnaíba, Sertânia e Tabira, Fundarpe, Damol, Blog do Magno, MP, BPM Serviços, Aline Mariano, dentre outros parceiros, como a  Rádio Pajeú e o Portal Pajeú Radioweb.

Em nota ao blog, Eletropetro Motos se diz “empenhada” em resolver situação com clientes

Depois de nota do comunicador Anchieta Santos, divulgada no programa Rádio Vivo da Rádio Pajeú FM 104,9, denunciando o desaparecimento de representantes da Eletropetro Motos e da grande quantidade de ouvintes do programa Manhã Total, que reclamaram da falta de respostas e resolutividade por parte da empresa com os pagamentos dos prêmios e devolução dos […]

Depois de nota do comunicador Anchieta Santos, divulgada no programa Rádio Vivo da Rádio Pajeú FM 104,9, denunciando o desaparecimento de representantes da Eletropetro Motos e da grande quantidade de ouvintes do programa Manhã Total, que reclamaram da falta de respostas e resolutividade por parte da empresa com os pagamentos dos prêmios e devolução dos investimentos de vários clientes que ficaram no prejuízo após o fechamento da empresa em várias cidades. A Eletropetro Motos, emitiu nota ao blog, assinada pelo seu representante legal, José Ildo da Silva, onde pedem desculpas e se dizem “empenhados” em resolver a situação dos clientes.  Leia a íntegra da nota:

Petrolina, 11 de dezembro de 2018.

Prezado amigo e parceiro Nill Júnior da Rádio Pajeú,

O Sr. José Ildo, na qualidade de representante legal da empresa Eletropetro, vem através da presente nota, ao mesmo tempo, enviar nota explicativa bem como pedir desculpas a todos os nossos clientes e amigos da região.

Estamos empenhados em resolver, como sempre resolvemos com todos os nossos clientes, essa situação. É fato que todos nós temos passado por dificuldades, inclusive toda a sociedade brasileira, mas mesmo assim temos o compromisso e a responsabilidade da Eletropetro Motos em resolver, da melhor maneira possível, a situação de todos os nossos clientes.

Nosso anseio é de recobrarmos o mesmo contexto de amizade e proximidade que sempre tivemos para com nossos clientes nesses mais de 23 anos de existência da Eletropetro Motos.

Informamos ainda que continuamos a funcionar no contato 87 3861.5952 que é o nosso número desde 1994. O ponto de apoio funciona em horário reduzido de segunda, quarta e sexta das 9:00 ás 12:00. Dessa forma, queremos deixar claro que a empresa ainda está com sua situação ativa.

Reitera, por fim, o absoluto interesse no regular andamento das atividades da empresa, pois podemos garantir que se desconsiderarmos a paralização, nunca tivemos nenhum tipo de problema anterior a suspensão das atividades.

José Ildo da Silva Eletropetro Motos

José Patriota comenta voto de repúdio contra governador de Minas Gerais

Por André Luis Em entrevista ao programa Manhã Total da Rádio Pajeú nesta quinta-feira (10), o deputado estadual José Patriota (PSB) abordou o voto de protesto que apresentou na última segunda-feira (7) na Assembleia Legislativa de Pernambuco (Alepe) contra o governador de Minas Gerais, Romeu Zema (NOVO). O deputado enfatizou sua posição em relação às […]

Por André Luis

Em entrevista ao programa Manhã Total da Rádio Pajeú nesta quinta-feira (10), o deputado estadual José Patriota (PSB) abordou o voto de protesto que apresentou na última segunda-feira (7) na Assembleia Legislativa de Pernambuco (Alepe) contra o governador de Minas Gerais, Romeu Zema (NOVO).

O deputado enfatizou sua posição em relação às declarações feitas pelo governador mineiro, que comparou o Nordeste a uma “vaquinha que produz pouco” e sugeriu que os estados do sul do país se unissem para enfrentar a região nordestina. 

José Patriota expressou sua desaprovação perante tais afirmações, destacando a importância de não concordar com posições discriminatórias que menosprezam a população nordestina, conhecida por sua valorosa contribuição para o desenvolvimento do Brasil.

Ele ressaltou que o Brasil é um país diverso, onde cada região possui suas próprias características e desafios, e que a desigualdade regional é uma realidade. O deputado defendeu a necessidade de políticas compensatórias, como o Fundo Constitucional do Nordeste, para enfrentar as desigualdades sociais e promover o desenvolvimento sustentável na região.

Sobre o voto de protesto apresentado na Alepe, José Patriota revelou que recebeu apoio e solidariedade de seus colegas parlamentares, ressaltando a importância de se posicionar em defesa da população nordestina. 

Ele considerou que as declarações do governador mineiro tiveram impacto negativo e podem prejudicar sua imagem, especialmente em uma possível candidatura presidencial.

José Patriota enfatizou que as declarações discriminatórias não passarão despercebidas e que a população nordestina não ficará em silêncio diante de tais atitudes. Ele concluiu ressaltando a importância da unidade e do combate a qualquer tipo de discriminação, reafirmando o valor do povo nordestino e sua contribuição para o país.

“Desejo compreender se o peso do Nordeste é uma preocupação válida, se o valor do nordestino é muitas vezes desconsiderado e se a perspectiva desse indivíduo é a de perpetuar a discriminação contra a região Nordeste. Portanto, acredito que o nordestino possui uma identidade própria e nunca deveria ser alvo de discriminação. Não podemos simplesmente ignorar essa conduta, pois é um assunto muito grave”, destacou Patriota.