PRF apreende em Serra Talhada 122,5 Kg de maconha que seriam entregues no Recife
Por André Luis
Após realizar ultrapassagens em local proibido e jogar outros carros para fora da pista, motorista foi alcançado pelos policiais
Um homem de 45 anos que transportava 122,5 Kg de maconha foi detido, na noite de terça-feira (28), pela Polícia Rodoviária Federal (PRF), na BR 232, em Serra Talhada, no Sertão pernambucano. A droga estava dentro de um carro alugado e havia saído da cidade de Barro, no Ceará, para ser entregue no Recife.
Policiais avistaram um carro em alta velocidade na rodovia e realizaram o acompanhamento do veículo por cinco quilômetros. Durante a fuga, o motorista realizou ultrapassagens em local proibido e jogou outros carros para fora da pista, mas foi alcançado e admitiu que estava transportando maconha.
Dentro do carro foram encontrados oito sacos plásticos, com cerca de 15 Kg da droga cada um. O homem disse que havia sido contratado para realizar o transporte da substância, após contrair dívidas de jogo e ter o carro tomado.
O motorista foi encaminhado junto com o entorpecente à Delegacia de Polícia Civil de Serra Talhada. Ele poderá responder por tráfico de drogas que prevê pena de cinco a 15 anos de reclusão.
O ministro da Saúde, Ricardo Barros, recebeu em seu gabinete em Brasília, nesta terça-feira (03), o deputado federal Gonzaga Patriota (PSB-PE), o vereador de Araripina (PE) João Erlan e a assistente social diretora do Hospital Filantrópico Santa Maria de Araripina, Irmã Fátima Alencar. O grupo tratou da necessidade de recursos para implantação de um centro […]
O ministro da Saúde, Ricardo Barros, recebeu em seu gabinete em Brasília, nesta terça-feira (03), o deputado federal Gonzaga Patriota (PSB-PE), o vereador de Araripina (PE) João Erlan e a assistente social diretora do Hospital Filantrópico Santa Maria de Araripina, Irmã Fátima Alencar.
O grupo tratou da necessidade de recursos para implantação de um centro de hemodiálise na entidade hospitalar, além da instalação de seis Unidades de Tratamento Intensivo (UTIs).
“O Araripe tem 350 mil habitantes e pelo menos 142 pessoas têm que se deslocar diariamente para o Crato (CE) ou Petrolina (PE) para fazerem os procedimentos de limpeza e filtragem do sangue, porque a região não dispõe desse serviço. Estamos todos lutando para que, em breve, a população regional receba este presente”, destacou o parlamentar.
O deputado federal Gonzaga Patriota (PSB) está internado desde a última terça-feira (19), no Hospital Brasília, onde recebe tratamento contra dengue. Os médicos preferiram levar Gonzaga a UTI para melhor acompanhamento, mas dizem que o estado não é grave O parlamentar deve permanecer internado para acompanhamento clínico nos próximos dias. Ele já está dando sinais […]
O deputado federal Gonzaga Patriota (PSB) está internado desde a última terça-feira (19), no Hospital Brasília, onde recebe tratamento contra dengue.
Os médicos preferiram levar Gonzaga a UTI para melhor acompanhamento, mas dizem que o estado não é grave
O parlamentar deve permanecer internado para acompanhamento clínico nos próximos dias. Ele já está dando sinais de recuperação e pretende voltar a sua rotina o mais rápido possível.
A família agradece a preocupação de todos os amigos e eleitores do deputado e reforça que ele está sendo devidamente acompanhado.
O próprio Gonzaga compartilhou nas redes sociais uma imagem na unidade. Estou na UTI do Hospital Brasília para ver se saio desta dengue que me derrubou desde terct. Vou ficar bom se Deus quiser”.
Nunca escondi ninguém minha gratidão a uma trinca de pessoas que ajudaram a dar identidade a um jovem de 16 anos que, tendo perdido o pai um pouco antes, Nivaldo Alves Galindo, ajudaram a gerir os rumos de toda minha vida. A Padre Luis Marques Ferreira, o Luizinho, que me “achou” em um grupo de […]
Nunca escondi ninguém minha gratidão a uma trinca de pessoas que ajudaram a dar identidade a um jovem de 16 anos que, tendo perdido o pai um pouco antes, Nivaldo Alves Galindo, ajudaram a gerir os rumos de toda minha vida.
A Padre Luis Marques Ferreira, o Luizinho, que me “achou” em um grupo de jovens e viu potencial para me apresentar ao rádio, ao Monsenhor João Carlos Acioly que foi uma referência paterna e me forjou nos valores que defendo e Anchieta Santos, que me descobriu para o rádio profissional.
Sempre disse que sou da escola “Anchieteana”, desde que aquele vozeirão me chamou no corredor da Rádio Pajeú perguntando: “Nivaldo, você gosta de futebol?” Até hoje brinco que mesmo que não gostasse, diria que sim, pois ele na verdade me sondava para integrar a equipe esportiva Seleção do Povo, uma espécie de máquina de produzir radialistas, tendo ele como o chefe de produção.
O primeiro teste foi de testa na casa dele, quando morava quase em frente onde hoje é a UPA. “Você tem jeito, se tiver vontade”, disse com cara de quem gostou do que ouviu.
Segui, indo de plantão esportivo a repórter. Na primeira transmissão como plantonista, com um rádio de pilha, sintonizava a Rádio Clube ou a Jornal e corria quando saía cada gol de um time do estado. Ele, o narrador, terminou a transmissão me fazendo um elogio público. “Quero parabenizar o jovem Nivaldo Júnior pelo show no plantão”. Isso, Nivaldo Júnior, porque ele achava que o Filho não pegava bem. Fui virar Nill quando saí da rádio para trabalhar na Transertaneja, que prometia salário melhor que o pinga pinga das transmissões esportivas. Ele ficou arretado por a Rádio me deixar ir. “O menino crescendo e vão deixar ele sair daqui?” – esbravejava…
Voltei pra Pajeú pouco depois. Assim como para ele, a Pajeú era minha casa, nosso grande amor. Lembro do convite para volta e da festa que ele fez na chamada me anunciando como grande atração na cobertura dos Jogos Escolares de 1994. Só saí da Pajeú uma única vez e com ele, quando fomos trabalhar no projeto de restauração da Rádio Cardeal Arcoverde, em 1998. Praticamente moramos juntos esses meses. Nas idas e vindas no seu Vectra, aprendi a gostar de Lenine, ainda mais de Belchior, Fagner, Zé Ramalho, fruto de seu gosto alinhado com o que é bom. Ou seja, até na minha formação musical ele foi importante, somado aos bons vinis do Padre João.
Voltamos a ficar juntos um tempo depois na nossa casa, a Rádio Pajeú, até aquele 18 de junho, último dia em que estivemos juntos. “Até a volta se Deus quiser”, disse quase sucumbindo às fortes dores de cabeça. Foi tão firme na luta contra a doença como era ao microfone, sem titubear, sem medo, com força e esperança. A maior preocupação mesmo com um problema desse tamanho era uma entrevista agendada para o sábado com o promotor Lúcio Almeida Neto, que criticara dias antes pela liberação das fogueiras. No fundo, estava com receio de acharem que estava indo antes pra não enfrentar o promotor. Logo ele, que da vida à morte enfrentou tantos políticos corruptos, desalmados e podres sem medo.
Brincamos muito até pouco antes do procedimento. Ele contando de um almoço com Geraldo Freire, Evaldo Costa e Daniel Bueno. Eu, de uma brincadeira que tinha tirado com Aldo Vidal. Ele riu muito. “Bom pra descontrair numa hora dessas”. Falava em “desarmar a bomba relógio” e que Jesus comandaria a cirurgia, contando com as orações. O que foi possível aos homens foi feito. Mas não era a vontade de Deus que Anchieta voltasse a soltar seu vozerão. Entre a invalidez e a morte, Deus nos indicou que ele começaria uma nova caminhada, sem a gente perto, como foi nos últimos 30 anos de nossas vidas. É como se dissesse: “essa vida, sem a Rádio Pajeú, minha família, meus amigos, não me serve”…
Se deu pra perceber, não há nada que eu pudesse fazer que pagasse minha dívida de gratidão a Anchieta Santos. Ele está em mim a cada palavra que pronuncio, a cada vez que defendo os desiguais, a cada brincadeira, a cada texto, a cada suspiro e voz solta na Rádio Pajeú.
Sabendo que esse débito me colocaria no SPC de minha própria alma, decidi que o melhor gesto, a melhor forma de pagar quem me deu a identidade que se reproduz nos meus próprios filhos, portanto, algo muito mais profundo que se possa imaginar, é com o exemplo, a entrega e a retidão.
Porque a cada vez que ele ouvia alguém falar de mim, do homem que me tornei, do profissional que busco ser, do pai e marido que sou, do amigo brincalhão que o abraçava e beijava a cada encontro, sei que tinha no coração a certeza de que valeu a pena acreditar em mim. Que se orgulhava ao falar de quem me tornara, que sabia do seu papel e importância da construção dessa vida.
Esse compromisso não morre com ele. Porque Anchieta Santos vive em mim…
Juristas e professores universitários protocolaram na tarde desta segunda-feira (25) um pedido de impeachment contra o governador do Paraná, Beto Richa (PSDB). O documento, entregue à Assembleia Legislativa, contou com quase 6.000 assinaturas. A iniciativa partiu do advogado Tarso Cabral Violin, membro da OAB (Ordem dos Advogados do Brasil) do Paraná. Ele esteve presente no […]
Juristas e professores universitários protocolaram na tarde desta segunda-feira (25) um pedido de impeachment contra o governador do Paraná, Beto Richa (PSDB). O documento, entregue à Assembleia Legislativa, contou com quase 6.000 assinaturas.
A iniciativa partiu do advogado Tarso Cabral Violin, membro da OAB (Ordem dos Advogados do Brasil) do Paraná. Ele esteve presente no embate entre professores e a Polícia Militar, no dia último 29 de abril, no Centro Cívico de Curitiba, e que deixou mais de 200 feridos, segundo a prefeitura.
“O impeachment do governador cabe porque ele cometeu crime de responsabilidade. O mais grave de tudo é que por duas horas ele não mandou seu corpo de policiais parar de jogar bombas nos professores”, conta Violin, que também foi atingido com estilhaços de bomba.
O crime de responsabilidade, instituto pela lei nº 1.079 de 1950, corresponde às infrações cometidas por políticos — presidente da República, ministro de Estado ou governador, por exemplo – no exercício de suas funções. As sanções são apenas políticas.
O governador que comete um crime de responsabilidade, segundo a legislação, é suspenso e não pode ocupar cargos pelos próximos anos. Caso perca o mandato, assume a vice-governadora do Estado – no caso do Paraná, seria Cida Borghetti (Pros).
Não há casos no Brasil de chefes do Executivo estadual que tenham sofrido impeachment, segundo o professor e advogado Guilherme de Salles Gonçalves. “Impeachment de governador é raríssimo. Não me lembro de ter tido nenhum caso. Só sei que tem que ter um desgaste político muito grande para que ocorra. Mas olha, eu nunca vi na minha vida, desde que me lembro por gente, um governo do Paraná estar tão desgastado quanto esse do Beto Richa”, relata. (Uol)
Em entrevista ao programa Resenha Política, nesta sexta-feira (19), a procuradora geral do Ministério Público de Contas, Germana Laureano, defendeu a extinção de cargos com indicação política nos Tribunais de Contas do País. “Essa presença de pessoas egressas da área política dentro de um tribunal que é composto por magistrados de contas não blinda de […]
Em entrevista ao programa Resenha Política, nesta sexta-feira (19), a procuradora geral do Ministério Público de Contas, Germana Laureano, defendeu a extinção de cargos com indicação política nos Tribunais de Contas do País.
“Essa presença de pessoas egressas da área política dentro de um tribunal que é composto por magistrados de contas não blinda de interferências que o jogo político do qual ele participava até ontem pode fazer”, argumentou. “A função de fiscalizar recursos, por ser técnica, teria que ser de técnicos.”
A procuradora explicou que garantir a exclusividade de técnicos nos tribunais não tem a ver com o fim da corrupção nesses órgãos, e sim com a parcialidade nos julgamentos. “Se alguém vai se corromper depois, é da índole de cada um. Ser técnico não é nenhum atestado de honestidade de ninguém”, ponderou.
Germana Laureano defendeu a Proposta de Emenda à Constituição (PEC) 329/2013, que submete os integrantes do Ministério Público de Contas ao Conselho Nacional do Ministério Público (CNMP) e os Conselheiros e Ministros dos Tribunais de Contas ao Conselho Nacional de Justiça (CNJ).
Atualmente, apenas um terço da composição dos tribunais é de profissionais de carreira. O governador escolhe três, sendo um auditor, outro do Ministério Público de Contas e mais um de indicação livre. E o Legislativo completa o resto sem critérios tão rígidos como os propostos agora.
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