Anchieta Patriota critica Raquel: nunca apoiou Festa de Zé Dantas
Por Nill Júnior
O ex-prefeito de Carnaíba, Anchieta Patriota (PSB), que é pré-candidato a Deputado Federal, questionou a ausência de apoio do Governo de Pernambuco à tradicional Festa de Zé Dantas, em Carnaíba.
“A festividade faz parte do calendário oficial de eventos de Pernambuco desde 2011, mas a governadora Raquel Lyra ignora a celebração e nunca apoiou o evento”, disse em sua rede social.
Anchieta disse que Raquel “gasta rios de dinheiro para festas esvaziadas” e mostrou o Museu que carrega o nome do compositor, de responsabilidade do Estado, entregue em 2016 pela gestão Paulo Câmara. “A Festa de Zé Dantas carrega história, cultura e identidade do povo carnaibano. Cultura também precisa ser valorizada e respeitada”.
Na terceira semana de depoimentos, a Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) da Pandemia ouve dois ex-ministros do governo Jair Bolsonaro: Ernesto Araújo (Relações Exteriores) e Eduardo Pazuello (Saúde). Os dois são considerados peças-chave para esclarecer a condução do governo federal no enfrentamento da crise sanitária da covid-19. Agendada para quarta-feira (19), às 9h, a audiência […]
Na terceira semana de depoimentos, a Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) da Pandemia ouve dois ex-ministros do governo Jair Bolsonaro: Ernesto Araújo (Relações Exteriores) e Eduardo Pazuello (Saúde). Os dois são considerados peças-chave para esclarecer a condução do governo federal no enfrentamento da crise sanitária da covid-19.
Agendada para quarta-feira (19), às 9h, a audiência de Pazuello é a mais esperada. Dos quatro ministros que comandaram o Ministério da Saúde durante a pandemia, Pazuello foi o que ficou mais tempo no cargo. O general do Exército e especialista em logística assumiu interinamente o ministério em 16 de maio de 2020, após a saída de Nelson Teich.
Ele foi efetivado no cargo em 16 de setembro e exonerado no dia 23 de março de 2021. Estava no comando da pasta quando a Pfizer fez uma oferta de 70 milhões de doses de imunizantes ao Brasil, segundo o presidente regional da empresa na América latina, Carlos Murillo. Em 11 de fevereiro deste ano, durante sessão no Plenário do Senado, Pazuello afirmou que eram somente 6 milhões ofertadas pela Pfizer.
Em depoimento à CPI na quinta-feira (13), o representante da Pfizer detalhou três ofertas feitas em agosto de 2020 ao governo brasileiro. Todas, segundo ele, ficaram sem resposta. Somente em 19 de março de 2021 foi assinado contrato com a empresa.
No requerimento de convocação de Pazuello, feito pelo relator, senador Renan Calheiros (MDB-AL), este afirma que os depoimentos dos ex-ministros da Saúde são imprescindíveis para elucidar as providências tomadas pela pasta para enfrentar a pandemia. Os senadores Randolfe Rodrigues (Rede-AP) e Alessandro Viera (Cidadania-SE) também apontam que Pazuello precisa explicar a insistência do governo no chamado “tratamento precoce” e a crise de oxigênio em Manaus (AM).
Mas ainda há incerteza se Pazuello falará aos senadores. Convocado para prestar depoimento na condição de testemunha, é obrigado a dizer a verdade sob o risco de ter sua prisão decretada.
Mas, na quinta-feira (13), a Advocacia-Geral da União (AGU) pediu ao Supremo Tribunal Federal que o ex-ministro da Saúde possa permanecer calado, sem correr o risco de ser preso. Até a publicação desta matéria, o ministro Ricardo Lewandowski, que ficou responsável por analisar o pedido, ainda não havia proferido uma decisão.
O presidente da CPI, senador Omar Aziz (PSD-AM), escreveu em sua conta em uma rede social que o depoimento de Pazuello é importante para o aprofundamento da investigação.
“Esperamos que o Supremo deixe que a CPI continue seus trabalhos e cumpra sua função. Até agora não há prejulgamento de ninguém. Todos os depoentes estão sendo chamados como testemunhas. Até agora, repito, ninguém é investigado”, apontou.
Em ofício enviado nesta sexta-feira (14) ao ministro Lewandowski, Renan Calheiros afirmou que a eventual concessão de habeas corpus para Pazuello prejudicará os trabalhos de investigação da comissão.
“Negar-se a responder à CPI é esconder do povo brasileiro informações cruciais para compreender o momento histórico, responsabilizar quem tenha cometido irregularidades e evitar que se repitam os erros que levaram à morte de quase meio milhão de brasileiros”, aponta o relator no ofício.
Vice-presidente da CPI, Randolfe Rodrigues aponta que Pazuello já vinha demonstrando pouca disposição de comparecer à comissão, lembrando a alegação de que o ex-ministro havia tido contato com pessoas com covid-19 para evitar o depoimento na semana passada.
Ernesto Araújo
Marcado para terça-feira (18) às 9h, o depoimento do ex-ministro das Relações Exteriores Ernesto Araújo atende a pedidos de senadores que querem que ele explique a condução da diplomacia brasileira durante a pandemia. A relação do Brasil com a China deve ser um dos pontos mais questionados pelos parlamentares da CPI da Pandemia. Segundo o senador Marcos do Val (Podemos-ES), a política externa sob a gestão do ex-chanceler pode ter atrasado a compra de vacinas.
“É fato público e notório que o senhor Ernesto Henrique Fraga Araújo, durante o período em que foi ministro de Relações Exteriores, executou na política externa o negacionismo de Bolsonaro na pandemia, o que teria feito o Brasil perder um tempo precioso nas negociações por vacinas e insumos para o combate à covid-19”, aponta o senador.
Outro requerimento para ouvir Araújo, exonerado do ministério no fim de março, é assinado por Alessandro Vieira.
Mayra Pinheiro
Está marcado para quinta-feira (20) o depoimento de Mayra Pinheiro, secretária de Gestão do Trabalho e da Educação na Saúde do Ministério da Saúde. Ela deverá explicar aos senadores a defesa de medicamentos antivirais durante a crise de oxigênio em Manaus (AM) no início do ano.
A convocação atende a pedidos feitos pelos senadores Alessandro Vieira, Randolfe Rodrigues, Renan Calheiros e Humberto Costa (PT-PE).
Depoimentos anteriores
Os depoimentos tiveram início no dia 4 de maio, com Luiz Henrique Mandetta, ex-ministro da Saúde. No dia seguinte, Nelson Teich, sucessor de Mandetta no cargo, compareceu à CPI. Em seguida (dia 6), foi a vez do atual ministro da Saúde, Marcelo Queiroga. A segunda semana foi aberta com o diretor-presidente da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa), Antonio Barra Torres (11). Na quarta-feira (12), a CPI ouviu o ex-chefe da Secretaria de Comunicação da Presidência da Repúlica, Fabio Wajngarten; e na quinta-feira (13), o representante da Pfizer, Carlos Murillo.
O Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet) emitiu um alerta amarelo de perigo potencial de chuvas intensas para Pernambuco. O aviso é válido até as 11h desta quarta-feira (22), podendo ser renovado se necessário. O alerta indica possibilidade de chuva entre 20 e 30 milímetros por hora (mm/h) ou até 50 mm/dia e ventos intensos (40-60 […]
O Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet) emitiu um alerta amarelo de perigo potencial de chuvas intensas para Pernambuco. O aviso é válido até as 11h desta quarta-feira (22), podendo ser renovado se necessário.
O alerta indica possibilidade de chuva entre 20 e 30 milímetros por hora (mm/h) ou até 50 mm/dia e ventos intensos (40-60 km/h). Há baixo risco de corte de energia elétrica, queda de galhos de árvores, alagamentos e de descargas elétricas.
Em caso de rajadas de vento, deve-se evitar o abrigo sob árvores, pois há leve risco de queda e descargas elétricas, e não se deve estacionar veículos próximos a torres de transmissão e placas de propaganda. O alerta recomenda que o uso de aparelhos eletrônicos ligados à tomada deve ser evitado.
A previsão da Apac indica pancadas de chuvas de intensidade moderada e pontualmente forte no período da tarde e noite desta terça (21) nas regiões do Sertão do São Francisco e Sertão Pernambucano.
Mais uma jovem perde a vida nas estradas do Pajeú levantando a discussão sobre a fiscalização nas rodovias e a mistura de álcool e direção. Segundo a polícia, por volta das 21h deste sábado 18, a PM foi acionada pela Central de Operações do 23º Batalhão de Policia Militar para averiguar uma ocorrência de acidente […]
Mais uma jovem perde a vida nas estradas do Pajeú levantando a discussão sobre a fiscalização nas rodovias e a mistura de álcool e direção.
Segundo a polícia, por volta das 21h deste sábado 18, a PM foi acionada pela Central de Operações do 23º Batalhão de Policia Militar para averiguar uma ocorrência de acidente de trânsito na Rodovia PE 320, nas proximidades do Trevo da Itã, em Carnaíba.
Geórgia Daniela Leite Vieira, 26 anos, solteira, moradora do Bairro São Braz, conduzia uma motocicleta Honda XRE 300, cor vermelha, ano 2010, placa PEZ 1399, no sentido entre Roça de Dentro e o Povoado da Itã.
Ela estava bebendo com amigos em uma comunidade rural de Carnaíba quando pediu a moto a um amigo para dar uma volta. Perdeu o controle da moto em uma curva, batendo em um cerca de arame e vindo a óbito no local.
O policiamento realizou o isolamento da área até a chegada da Polícia Civil, quando o corpo retirado e encaminhado para o Hospital Regional de Afogados da Ingazeira.
Até pouco tempo, Daniela residia em São Paulo. Veio de volta a Afogados para acompanhar a mãe no tratamento de uma enfermidade. O sítio onde estava era dos avós.
Jornalista assinará coluna diária de segunda a sexta-feira no jornal impresso na editoria cotidiano. Comentários começarão a ser publicados a partir do dia 1º de junho. Folha PE Os comentários sobre as cidades do interior de Pernambuco, feitos pelo jornalista Carlos Britto, poderão ser lidos na Folha de Pernambuco e no Portal FolhaPE. A partir […]
Jornalista assinará coluna diária de segunda a sexta-feira no jornal impresso na editoria cotidiano. Comentários começarão a ser publicados a partir do dia 1º de junho.
Folha PE
Os comentários sobre as cidades do interior de Pernambuco, feitos pelo jornalista Carlos Britto, poderão ser lidos na Folha de Pernambuco e no Portal FolhaPE. A partir do dia 1º de junho, Brito assinará uma coluna de segunda a sexta-feira no jornal impresso e também no Portal FolhaPE.
“A minha expectativa é a melhor possível, a Folha é um veículo que respeito muito, pelo trabalho de resistência e de fazer um jornalismo ético, de compromisso. Essa coluna vem pra aproximar a Folha dos leitores do interior, vou abordar o que acontece com uma pitada de muita política. Não vamos resumir nem a Petrolina ou Sertão, e sim o interior como um todo, contar a política e os bastidores”, disse o novo colunista.
Dono do blog que leva o seu nome há 11 anos, Carlos Britto é jornalista, publicitário e radialista, e já teve passagens pela Folha como repórter. O colunista afirma que a coluna terá uma estrutura com um comentário maior sobre o interior pernambucano, além de notas sobre o que vem acontecendo nas cidades.
“Espero levar para todo o estado, que está acontecendo por aqui. Pernambuco é Estado que é muito desigual, mas que posso mostrar a realidade, comemorar o que acontece não só na Capital, as particularidades da região, os costumes dessa gente, de pessoas que não estão no dia a dia do povo pernambucano”, contou.
Carlos Britto destaca ainda que um grande desafio será contar as histórias do interior do Estado em meio a pandemia provocada pelo novo coronavírus.
“O desafio é contar as histórias, a pandemia avança para Petrolina também. Essa é uma cidade com vetores de prosperidade, semelhante a Recife e isso tudo se iguala pela incerteza e pelo medo do que estamos vivendo. O Estado todo hoje está um sofrimento em conjunto. Outro desafio é ainda enxergar as notícias e contar o que acontece, trazer alguém que está testemunhando, da comunidade. Pretendo tirar a Folha mais do litoral, para mostrar o Pernambuco de tantas cidades, que têm muitas histórias”, destacou.
A atuação de Carlos na área de comunicação começou há mais de 20 anos. Ele já foi locutor e coordenador de emissoras de rádio AM e FM, correspondente do Jornal Correio da Bahia, Tribuna da Bahia, Rede Católica de Rádios e Sistema Globo de Rádio. Além disso, Britto já assinou colunas políticas e foi secretário de Imprensa de Petrolina.
Plenário também aprovou registro de Geraldo Alckmin como vice na chapa e Demonstrativo de Regularidade de Atos Partidários (DRAP) da coligação O Tribunal Superior Eleitoral (TSE) deferiu, nesta quinta-feira (8), o registro de Luiz Inácio Lula da Silva (PT) como candidato da coligação Brasil da Esperança a presidente da República. O Plenário também aprovou o […]
Plenário também aprovou registro de Geraldo Alckmin como vice na chapa e Demonstrativo de Regularidade de Atos Partidários (DRAP) da coligação
O Tribunal Superior Eleitoral (TSE) deferiu, nesta quinta-feira (8), o registro de Luiz Inácio Lula da Silva (PT) como candidato da coligação Brasil da Esperança a presidente da República.
O Plenário também aprovou o registro de Geraldo Alckmin ao cargo de vice-presidente e o Demonstrativo de Regularidade de Atos Partidários (DRAP) da coligação, que reúne duas federações partidárias (FE Brasil – PT/PC do B/PV e Federação PSOL REDE) e outros cinco partidos (Solidariedade, PSB, AGIR, AVANTE e PROS).
Antes de examinar os pedidos de registro, o relator dos processos, ministro Carlos Horbach, julgou improcedentes as impugnações propostas contra a candidatura de Lula. Ele votou pela aprovação tanto dos registros dos candidatos quanto do DRAP da coligação. Os ministros acompanharam o voto por unanimidade.
Horbach informou que Lula e Geraldo Alckmin preenchem as condições de elegibilidade exigidas pela Constituição Federal e pela legislação eleitoral, não havendo contra eles qualquer causa legal que os impeçam se de lançar candidatos nas Eleições 2022.
Com relação ao registro do DRAP, o ministro comunicou que a coligação Brasil da Esperança cumpriu todas as formalidades requeridas pela Lei das Eleições (Lei nº 9.504/97) e pela Resolução TSE nº 23.609, o que a habilita a apresentar candidatos no pleito deste ano.
Entrada do PROS na coligação
Sobre a inclusão do PROS na coligação Brasil da Esperança, o ministro Carlos Horbach destacou que, na sessão da última terça-feira (6), o TSE homologou, por unanimidade, a anulação da convenção partidária do Partido Republicano da Ordem Social (PROS) que havia lançado as candidaturas de Pablo Henrique Costa Marçal e Fátima Aparecida dos Santos de Souza aos cargos de presidente e vice-presidente da República, respectivamente. Na ocasião, o Plenário também aprovou a adesão da legenda à coligação Brasil da Esperança.
As candidaturas de Pablo Marçal e Fátima Souza foram lançadas na convenção do PROS realizada em 31 de julho, quando a legenda era presidida por Marcus Vinícius Chaves de Holanda. No entanto, com a decisão do TSE sobre a dissidência partidária que reconduziu Eurípedes Gomes de Macedo Júnior ao comando do partido, foram realizadas reuniões nos dias 5 e 15 de agosto.
Nas novas convenções, ficou decidido que o PROS não mais lançaria uma candidatura própria à Presidência da República nas eleições deste ano e entraria na coligação Brasil da Esperança.
Diante desse contexto, o ministro Horbach lembrou que, de fato, houve de início uma convenção do PROS que lançou a candidatura de Pablo Marçal a presidente da República. Contudo, Horbach informou que, nessa mesma convenção, foi delegada à Comissão Executiva Nacional do partido a deliberação sobre a escolha do candidato a vice-presidente da legenda, formação de coligações, bem como decidir sobre as demais questões relativas ao pleito deste ano.
“Considero essa deliberação, porquanto legitimamente emanada do órgão soberano da agremiação, a pedra fundamental para solucionar a questão. A manifestação dos convencionais, embora clara no sentido da aprovação do nome de Pablo Marçal para candidato a presidente, não encerrou a temática relativa à formação, ou não, de coligação”, esclareceu Horbach.
Pelo contrário, segundo o relator, houve uma delegação expressa à Comissão Executiva Nacional do PROS quanto à decisão final sobre o assunto. “Essa possibilidade dá à Comissão Executiva condições de negociar uma coligação mesmo além do prazo de realização das convenções, como tradicionalmente definida pela jurisprudência deste Tribunal”, acrescentou Horbach.
No voto, o ministro informou, ainda, que as federações partidárias e as legendas que compõem a coligação Brasil da Esperança não manifestaram qualquer obstáculo à entrada do PROS no bloco de apoiadores das candidaturas de Lula e Geraldo Alckmin.
“Logo, por reputar que os fundamentos expendidos são suficientes ao reconhecimento da regularidade do pedido de ingresso [do PROS na coligação] a conclusão é pela improcedência das impugnações. Ante o exposto, meu voto defere o DRAP com a inclusão do PROS e, por consequência, declara a coligação Brasil da Esperança habilitada ao pleito de 2022 para a disputa dos cargos de presidente e vice-presidente da República”, finalizou Horbach.
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