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Presidente da COMPESA participa de Congresso Catarinense de saneamento

Por Nill Júnior

O presidente da Compesa e da Associação das Empresas Estaduais de Saneamento (Aesbe), Roberto Tavares, participou da abertura do 1º Congresso Catarinense de Saneamento (Concasan), ontem (31), em Florianópolis.

O evento, que também contou com a presença do governador de Santa Catarina, Raimundo Colombo, aprofundou discussões importantes do setor acerca das novas tecnologias, utilização de água de reúso, aumento da eficiência na distribuição de água, projetos de tratamento de esgoto, gestão de recursos hídricos e do meio ambiente.

No primeiro dia do evento, foi registrado um público de 2,5 mil pessoas. Em paralelo ao congresso, aconteceu uma reunião da Aesbe, cuja pauta abordou questões tributárias do setor e a necessidade de acelerar os investimentos em Saneamento com a contratação dos empréstimos no FGTS/ Caixa Econômica.

O Concasan, uma iniciativa do Sindicato dos Engenheiros de Santa Catarina (Senge) em parceria com a Companhia Catarinense de Águas e Saneamento (Casan), será encerrado nesta sexta-feira (01).

Outras Notícias

Mandetta: “sairemos juntos”

O ministro da Saúde, Luiz Henrique Mandetta, afirmou na tarde desta quarta-feira (15) que ele e os secretários que o auxiliam entraram juntos no ministério e sairão juntos. Mandetta fez a afirmação durante entrevista coletiva ao lado do secretário-executivo do ministério, João Gabbardo, e do secretário de Vigilância em Saúde, Wanderson de Oliveira. Mais cedo, […]

O secretário de Vigilância em Saúde, Wanderson Kleber de Oliveira e o ministro da Saúde, Luiz Henrique Mandetta, durante a coletiva de imprensa sobre à infecção pelo novo coronavírus

O ministro da Saúde, Luiz Henrique Mandetta, afirmou na tarde desta quarta-feira (15) que ele e os secretários que o auxiliam entraram juntos no ministério e sairão juntos.

Mandetta fez a afirmação durante entrevista coletiva ao lado do secretário-executivo do ministério, João Gabbardo, e do secretário de Vigilância em Saúde, Wanderson de Oliveira.

Mais cedo, nesta quarta, Wanderson de Oliveira pediu demissão em razão da provável saída de Mandetta do ministério devido às divergências com o presidente Jair Bolsonaro sobre o isolamento social como forma de conter a epidemia de coronavírus – Mandetta defende um isolamento amplo; Bolsonaro discorda e quer a retomada das atividades econômicas.

Embora o secretário tenha oficializado a demissão, Mandetta afirmou que não aceita, conforme havia antecipado o Blog do Camarotti.

“Hoje teve muito ruído por conta do Wanderson. Já falei que não aceito. Wanderson continua, está aqui. Acabou esse assunto. Vamos trabalhar juntos até o momento de sairmos juntos do Ministério da Saúde”, declarou.

Em mensagem enviada aos servidores da secretaria, Wanderson de Oliveira disse que a gestão de Mandetta “acabou”, segundo informou o Blog de Andréia Sadi.

Câmara de Tuparetama rejeita redução do recesso parlamentar

Sessão também aprovou criação da Guarda Municipal A Câmara de Vereadores de Tuparetama rejeitou ontem a proposta de redução do recesso Legislativo. O projeto previa que o período fosse de quinze dias, indo de 15 de dezembro a 30 de janeiro. Atualmente ele vai até 15 de fevereiro. Mas votaram contra o projeto os vereadores Diógenes Patriota, […]

Sessão também aprovou criação da Guarda Municipal

A Câmara de Vereadores de Tuparetama rejeitou ontem a proposta de redução do recesso Legislativo. O projeto previa que o período fosse de quinze dias, indo de 15 de dezembro a 30 de janeiro. Atualmente ele vai até 15 de fevereiro.

Mas votaram contra o projeto os vereadores Diógenes Patriota, Valmir Tunú e Arlã Gomes. Foram a favor do projeto Danilo Augusto, Plecio Galvão, Orlando Ferreira, Vandinha e Priscila Filó. Idelbrando saiu antes da votação. Para aprovação eram necessários dois terços.

Outro projeto discutido foi o que regulamentava a guarda municipal. Os governistas Diógenes Patriota, Idelbrando Valdevino, Valmir Tunú e Arlã Gomes foram contrários. Mas o projeto foi aprovado com os votos da oposição.  Danilo Augusto, Plécio Galvão, Orlando Ferreira, Vandinha e Priscila Filó foram favoráveis à aprovação.

“O MP já tinha feito uma recomendação para que o município criasse a lei da guarda municipal e o prefeito não havia criado”, disse o presidente da Casa, Danilo Augusto.

Duque faz entrega de ambulancia em São José do Belmonte

Agenda aconteceu ao lado do prefeito Vinicius Marques, dos ex-prefeitos Romonilson Mariano e Marcelo Pereira, e do vereador Paulo Pereira Na manhã deste sábado (18), o deputado estadual Luciano Duque realizou a entrega de uma ambulância no distrito de Bom Nome, em São José do Belmonte. A ação contou com a presença do prefeito Vinícius […]

Agenda aconteceu ao lado do prefeito Vinicius Marques, dos ex-prefeitos Romonilson Mariano e Marcelo Pereira, e do vereador Paulo Pereira

Na manhã deste sábado (18), o deputado estadual Luciano Duque realizou a entrega de uma ambulância no distrito de Bom Nome, em São José do Belmonte. A ação contou com a presença do prefeito Vinícius Marque, dos ex-prefeitos Romonilson Mariano e Marcelo Pereira, além dos vereadores Paulo Pereira e Júnior Erles, e lideranças locais.

Durante o ato, o prefeito agradeceu pela conquista e destacou o compromisso do parlamentar com o município. “Essa ambulância chega para reforçar o atendimento à nossa população e o Belmontense agradece mais uma vez sua colaboração”, afirmou.

O ex-prefeito Romonilson Mariano também ressaltou a presença frequente do deputado na cidade e, em tom descontraído, comentou que a atenção dedicada ao município tem gerado disputa. “Eu acho que o povo de Serra (Talhada) já tem ciúme da gente”, brincou.

Os vereadores presentes também agradeceram a entrega do equipamento, destacando a importância da ambulância para o atendimento de urgência e emergência no distrito de Bom Nome.

“Essa ambulância vai ser de grande valia para a nossa comunidade”, destacou Paulo. O vereador Júnior Erles lembrou que essa é mais uma das conquistas do município através do mandato do deputado Luciano Duque.

O parlamentar reforçou que seguirá trabalhando para ampliar os investimentos em saúde no interior. “Nosso compromisso é com quem mais precisa, garantindo estrutura e dignidade para a população de Belmonte e de todo o Sertão”, concluiu.

Alvinho Patriota reúne a imprensa para dizer que “Projeto 2018” é pra valer

O presidente municipal do PV, Alvinho Patriota, reuniu a imprensa de Salgueiro para um bate papo e café da manhã nesta quarta-feira (19) no Salgueiro Plaza Hotel. A finalidade do encontro, que também contou com a participação da vereadora Paizinha Patriota, foi lançar oficialmente a pré-candidatura para o cargo de deputado estadual na eleição de […]

O presidente municipal do PV, Alvinho Patriota, reuniu a imprensa de Salgueiro para um bate papo e café da manhã nesta quarta-feira (19) no Salgueiro Plaza Hotel.

A finalidade do encontro, que também contou com a participação da vereadora Paizinha Patriota, foi lançar oficialmente a pré-candidatura para o cargo de deputado estadual na eleição de 2018.

Irmão do deputado federal Gonzaga Patriota (PSB), Alvinho disse que regressou à política partidária a pedido de familiares de Salgueiro e Petrolina. Em seguida mostrou imagens do açude do Parque Vida revitalizado, em contraste com outros mananciais de Salgueiro, como o Açude Velho, que estão poluídos. “Eu mostrei isso para provar que se eu pude revitalizar esse açude, com mais força de vontade do que recursos, o poder público também pode”, afirmou.

O projeto de revitalização do açude do Parque Vida foi um dos exemplos dados por Patriota.  Ele destacou que vai lutar pelo tratamento de toda a bacia do Rio São Francisco, extinção dos lixões a céu aberto em cidades pernambucanas e universalização do saneamento básico, por exemplo.

Alvinho Patriota abriu espaço para questionamentos dos veículos de imprensa respondeu perguntas sobre alianças políticas, projetos para o município de Salgueiro, estratégicas de campanha, entre outras. Para encerrar, foi servido um café da manhã no restaurante do hotel para todos os participantes do encontro saírem de bucho cheio.

Brizola 100 anos: ideias permanecem vivas com Ciro Gomes 

Por Pedro Josephi* Neste sábado (22), Leonel de Moura Brizola completaria 100 anos. Uma das lideranças produzidas e formadas pela política brasileira mais conectadas com as entranhas do seu povo. Foi o único a ser eleito governador em dois estados brasileiros, do Rio Grande do Sul e do Rio de Janeiro, além de ter sido […]

Por Pedro Josephi*

Neste sábado (22), Leonel de Moura Brizola completaria 100 anos. Uma das lideranças produzidas e formadas pela política brasileira mais conectadas com as entranhas do seu povo.

Foi o único a ser eleito governador em dois estados brasileiros, do Rio Grande do Sul e do Rio de Janeiro, além de ter sido prefeito de Porto Alegre e parlamentar. 

Sob os ideais trabalhistas, no Rio Grande, enquanto governador, promoveu a reforma agrária, sob a égide de uma firme organização política e social dos agricultores, e aqueceu a economia do estado por meio da agriculta familiar. 

Tinha um entendimento de induzir o desenvolvimento por meio da indústria, tendo implantado a Aços Finos Piratini, a Açúcar Gaúcho e outras de trigo. 

Entendendo o Estado como coordenador estratégico desse desenvolvimento, nacionalizou, de forma célere, a Companhia Elétrica para que não faltasse energia para as indústrias, após a recusa dos americanos em fazer as concessões. Triplicou, assim, a produção elétrica.

Por outro lado, Brizola garantiu o acesso à educação em todas as partes do Estado, multiplicou o número de escolas, criando uma rede pública de ensino primário e médio, além de formar e contratar dezenas de professores para o antigo “colegial”. 

Para financiar toda a política social do seu governo, criou de forma pioneira a Caixa Econômica Estadual com linhas de crédito popular e acessível aos parques industriais. 

Um visionário em defesa do Brasil e da democracia de tal forma que foi o principal líder, mentor e organizador da Campanha da Legalidade, uma mobilização da sociedade civil e dos segmentos militares para defesa da posse do presidente eleito, João Goulart, em sucessão à Jânio Quadros que renunciara.

Com a ditadura militar, mais a frente, foi obrigado a partir para o exílio. No seu retorno, mesmo tendo perdido a sigla tradicional trabalhista no Brasil, reorganizou as lideranças e fundou o PDT. 

Foi eleito governador do Rio de Janeiro com Darcy Ribeiro de vice. Juntos, implementaram os CIEPS (Centros Integrados de Educação Pública), cujo projeto arquitetônico era de Oscar Niemeyer, no qual, os alunos ficavam em horário integral e tinham acesso à alimentação supervisionada por nutricionistas, cuidados odontológicos, prática de esportes, leitura e de incentivo à cultura. 

Valorizando o samba como expressão popular e nacional, construiu o Sambódromo da Marquês de Sapucaí, projeto de Niemeyer, para o desfile das Escolas de Samba do Rio. 

A estrutura fora do carnaval era utilizada como salas de aula. Uma simbiose entre a revolução educacional e cultural. 

Como no Sul, emitiu títulos de posse para as comunidades do Rio, fez regularização fundiária e alterou a condução da segurança pública, afirmando ser a necessidade daqueles locais a presença e os serviços do Estado e não da polícia militar. 

“No meu governo, polícia não sobe o morro”, dizia. Não era um chamado à impunidade, mas a ciência de que o povo precisava emergencialmente de educação, emprego e renda, e não de repressão.

Brizola era um líder popular, nacionalista e também preocupado com os povos indígenas, com o povo negro e com a luta das mulheres. Abrigou no PDT nomes como Mário Juruna, primeiro indígena deputado federal; Carlos Alberto Oliveira, Caó, deputado constituinte responsável pela inclusão na Constituição do crime de racismo como inafiançável e imprescritível, militante negro, que também deu nome à lei 7.716/89, que regulamentou a previsão constitucional; Abdias do Nascimento, Lélia Gonzáles, dirigentes do Movimento Negro Unificado, entre outras figuras, como a sambista Beth Carvalho. 

Difícil era não ter em Brizola uma referência social. Alçado pela popularidade, tentou ser presidente em algumas oportunidades, sem sucesso eleitoral, mas foi fundamental para formação do Estado Brasileiro e da consciência nacional. 

Neste centenário do nascimento de Brizola, com um Brasil tão fragilizado, não é desarrazoado dizer: que falta nos faz Leonel! 

As ideias de Brizola permanecem vivas na forma do Projeto Nacional de Desenvolvimento defendido e encabeçado por Ciro Gomes e Carlos Lupi. Pátria livre! Venceremos!

*Pedro Josephi, advogado, professor de Direito e presidente da Fundação Leonel Brizola – Alberto Pasqualini