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Prefeitura de Tuparetama também adere a paralisação

Por Nill Júnior

O Prefeito Sávio Torres anunciou que o Governo de Tuparetama adere hoje à Mobilização Nacional contra a queda de arrecadação e recursos do FPM.

Ela acontece hoje em todo o país. O objetivo do ato, denominado “Sem FPM não dá, as prefeituras vão parar”, é cobrar do Governo Federal o compromisso de aumentar os repasses às administrações municipais que sofrem com as oscilações negativas do Fundo de Participação dos Municípios (FPM).

A paralisação foi proposta pela Confederação Nacional dos Municípios (CNM).

Tanto a Prefeitura como as secretarias funcionam com expediente interno. Os serviços essenciais de limpeza urbana, Bolsa Família, UBS, Hospital e Escolas da rede municipal de ensino funcionam normalmente.

Outras Notícias

Sinais de Caruaru: a oposição vai de Armando

O movimento “Pernambuco Quer Mudar” anunciou, em Caruaru, neste sábado (3), que o grupo lançará candidatura única ao governo de Pernambuco nesta eleição. O nome será conhecido em abril. Nos bastidores entretanto, é forte a especulação em torno do Senador Armando Monteiro, que reuniria mais condições eleitorais e políticas que os demais nomes do bloco. […]

Armando, em registro de Wellington Júnior para o blog

O movimento “Pernambuco Quer Mudar” anunciou, em Caruaru, neste sábado (3), que o grupo lançará candidatura única ao governo de Pernambuco nesta eleição.

O nome será conhecido em abril. Nos bastidores entretanto, é forte a especulação em torno do Senador Armando Monteiro, que reuniria mais condições eleitorais e políticas que os demais nomes do bloco.

Não foram poucos os nomes presentes em Caruaru ouvidos pelo blog que alimentaram essa certeza.

Antes, no dia 7, o conjunto terá novo encontro: no município de Ipojuca, na Região Metropolitana. Na Capital do Agreste, mais de 5 mil pessoas se reuniram no Arena Caruaru, segundo números da organização.

A frente juntou 70 prefeitos, ex-prefeitos, vices, deputados estaduais e federais, além de vereadores, trabalhadores e representantes de setores da sociedade.

Armando destacou que o grupo das oposições é um conjunto que tem história, experiência, juventude, decência e espírito público e vai, a partir de abril, iniciar o trabalho para apresentar uma nova agenda a Pernambuco.

“Vamos ouvir a população e recolher contribuições para construir um novo projeto para o Estado. Aquele que merecer a escolha vai a escolha vai, em qualquer hipótese, ter que ter entusiasmo. Sou fiador desse compromisso que hoje se afirma em Pernambuco”, garantiu.

Dominguetti mostra áudio sugerindo que Luis Miranda tentou comprar vacinas

UOL O lobista Luiz Paulo Dominguetti Pereira, que se apresenta como representante da empresa Dalvati, mostrou, em depoimento à CPI da Covid, um áudio que sugere que o deputado federal Luis Miranda (DEM-DF) tentou intermediar compra de vacinas. Porém, na mensagem, não fica claro do que se tratava a negociação. A exibição do áudio gerou […]

UOL

O lobista Luiz Paulo Dominguetti Pereira, que se apresenta como representante da empresa Dalvati, mostrou, em depoimento à CPI da Covid, um áudio que sugere que o deputado federal Luis Miranda (DEM-DF) tentou intermediar compra de vacinas. Porém, na mensagem, não fica claro do que se tratava a negociação.

A exibição do áudio gerou bate-boca entre parlamentares da oposição e da base bolsonarista. O relator da CPI, Renan Calheiros (MDB-AL), pediu ao presidente, Omar Aziz (PSD-AM), que determinasse a apreensão do celular do depoente.

Exaltados, membros da base governista cobram que a decisão se estenda ao telefone do deputado Luis Miranda, que estava presente na sala da comissão no momento da discussão. Aziz respondeu que não poderia autorizar a apreensão do celular de um parlamentar federal.

Após divulgar informações sobre supostas irregularidades no processo de importação da Covaxin, vacina indiana comprada pelo Ministério da Saúde em fevereiro, Luis Miranda tornou-se um desafeto de Bolsonaro —antes do caso, ele era considerado um aliado e frequentemente aparecia ao lado do presidente.

A suposta negociação não tem relação com as conversas entre a Davati e o Ministério da Saúde para aquisição de 400 milhões de doses da AstraZeneca, foco do depoimento de hoje.

Luís Miranda já depôs na CPI na última sexta-feira (25), mas por outro motivo. O deputado apontou suspeitas de irregularidade na compra das vacinas Covaxin.

Já Luiz Paulo Dominguetti Pereira relatou à Folha um esquema de corrupção na compra de doses de vacinas da AstraZeneca. A sua menção ao deputado Luís Miranda causou surpresa entre os integrantes da CPI e gerou bate-boca.

O relator Renan Calheiros protestou: “O depoente traz um áudio mazelas que poderiam envolver Luis Miranda, Em nome do que? A CPI não vai aceitar este tipo de coisa”, disse.

1 dólar por dose em propina

Dominguetti disse em entrevista publicada na última terça-feira (29) que o diretor de Logística do Ministério da Saúde, Roberto Ferreira Dias, cobrou propina de US$ 1 por dose de vacina, em 25 de fevereiro, um dia depois de o Brasil bater a marca de 250 mil óbitos pela covid-19. A pasta buscava negociar 400 milhões de doses do imunizante.

A AstraZeneca informou que não tem intermediários para venda de suas vacinas. Roberto Ferreira Dias foi exonerado anteontem.

Roberto Dias foi indicado ao cargo pelo líder do governo de Jair Bolsonaro na Câmara, Ricardo Barros (PP-PR). Sua nomeação ocorreu em 8 de janeiro de 2019, na gestão do ex-ministro Luiz Henrique Mandetta (DEM).

De acordo com o deputado federal Luis Miranda (DEM-DF), o presidente Jair Bolsonaro (sem partido) associou Barros às irregularidades identificadas na negociação pela compra das vacinas Covaxin.

Em Tabira moradores reclamam contra a falta d’água em ruas e bairros

Por Anchieta Santos Moradores de várias ruas e bairros de Tabira estão insatisfeitos com a falta d’água. Não foram poucas as  pessoas que, em contato com a Rádio Cidade FM alegam que pagam as contas mas a água não chega. Bernadete Bezerra residente na Travessa 2 da Cohab reclama por estar sem água a 45 […]

falta-aguaPor Anchieta Santos

Moradores de várias ruas e bairros de Tabira estão insatisfeitos com a falta d’água. Não foram poucas as  pessoas que, em contato com a Rádio Cidade FM alegam que pagam as contas mas a água não chega.

Bernadete Bezerra residente na Travessa 2 da Cohab reclama por estar sem água a 45 dias. Maria Aparecida Santos Lima, da Rua Pacífico Juvino da Graça, disse que a falta de água já atinge 23 dias.

E as reclamações se espalham pelos bairros de Fátima, Espirito Santo e outros. Hoje, o Coordenador Regional da Compesa Washington Jordão se pronuncia sobre o que está havendo de errado com o abastecimento de Tabira.

Servidores da Câmara de Tuparetama participam de Campanha de Vacinação promovida pela OAB

Na manhã desta quarta-feira (11), servidores da Câmara Municipal de Tuparetama participaram da Campanha de Vacinação promovida pela Ordem dos Advogados do Brasil (OAB), Subseção São José do Egito. A ação foi realizada no Fórum de Tuparetama e contou com a adesão de diversos profissionais da área de saúde. A iniciativa demonstra o compromisso institucional […]

Na manhã desta quarta-feira (11), servidores da Câmara Municipal de Tuparetama participaram da Campanha de Vacinação promovida pela Ordem dos Advogados do Brasil (OAB), Subseção São José do Egito.

A ação foi realizada no Fórum de Tuparetama e contou com a adesão de diversos profissionais da área de saúde. A iniciativa demonstra o compromisso institucional com a saúde, a prevenção e o bem-estar coletivo, além de fortalecer parcerias em prol de uma sociedade mais saudável e consciente.

A Câmara Municipal de Tuparetama agradece à OAB, Subseção São José do Egito, pela relevante ação e pela parceria na promoção da saúde pública.

O presidente da Casa, vereador Valmir Tunú, parabenizou a OAB pela iniciativa e destacou a importância de ações como essa:

“Parcerias como essa fortalecem nosso compromisso com a saúde e o bem-estar. Agradecemos à OAB por essa importante contribuição e reafirmamos nosso apoio a todas as iniciativas que visem cuidar das pessoas,” ressaltou o presidente.

Violência afasta mulheres da política, dizem debatedoras

Representantes de vários segmentos ligados à participação feminina na política debateram nesta quinta-feira (5) os tipos de violência e as principais restrições que afastam as mulheres do exercício da política. A audiência pública da Comissão Mista de Combate à Violência contra a Mulher (CMCVM) foi presidida pela senadora Zenaide Maia (Pros-RN), que defendeu maior presença […]

Foto: Jane de Araújo/Agência Senado

Representantes de vários segmentos ligados à participação feminina na política debateram nesta quinta-feira (5) os tipos de violência e as principais restrições que afastam as mulheres do exercício da política. A audiência pública da Comissão Mista de Combate à Violência contra a Mulher (CMCVM) foi presidida pela senadora Zenaide Maia (Pros-RN), que defendeu maior presença feminina no Executivo e no Legislativo como forma de reduzir a desigualdade social, de garantir direitos trabalhistas e de levar para a educação básica a realidade de que todos, homens e mulheres, são iguais.

Também moderadora na mesa de debates, a deputada Talíria Petrone (PSOL-RJ) contou que vive diariamente o medo da violência, que envolve ameaças de morte e a obriga a usar escolta e carro blindado, e lembrou do assassinato da vereadora Marielle Franco, em março de 2018, no Rio de Janeiro. Para Talíria, é forte a caracterização do corpo como forma de violência contra a mulher: “Chamam de vadia, louca, burra, feia”.

O apelo a estereótipos estigmatizantes vinculados ao corpo, à sexualidade, à estética e à beleza também foi lembrado pela professora da Universidade Federal de Minas Gerais e coordenadora de Núcleo de Estudos e Pesquisas sobre a Mulher (Nepem), Marlise Almeida. Ela mostrou como três presidentes eleitas nas últimas décadas na América do Sul — Dilma Roussef, Michelle Bachelet (Chile) e Cristina Kirchner (Argentina) — sofreram críticas negativas relacionadas ao corpo e a supostos fracassos na maternidade ou tiveram associação permanente a figuras masculinas como se delas dependessem, como os ex-presidentes Lula e Nestor Kirchner, da Argentina.

Marlise lamentou que a violência contra a mulher na política seja vista apenas como delito eleitoral eventual ou, quando muito e apenas em alguns casos, como uma ofensa criminal.

— Mais do que um problema criminal, tal forma de violência coloca limites concretos à democracia, aos direitos humanos, à igualdade e à justiça de gênero — disse.

A professora lembrou que, na América Latina, a busca pela paridade na representação política foi reafirmada no Consenso de Quito (2007) e de Brasilia (2010), ambos assinados por 44 países membros e 9 países associados à Comissão Econômica para a América Latina (Cepal). A Plataforma de Ação de Pequim, documento que serve de parâmetro para as Nações Unidas nas políticas de combate às desigualdades estruturantes em relação aos direitos das mulheres, completa 25 anos em 2020.

De acordo com a coordenadora da ONU Mulheres, Ana Carolina Querino, a participação das mulheres na política ao redor do mundo vem crescendo, mas ainda em marcha lenta. Elas ocupam 24% das vagas parlamentares, 8% dos cargos de chefes de Estado e 6,2% dos de chefes de governo. Entre os ministros de Estado, 20% são mulheres, e elas comandam 26% dos governos locais. Na América Latina e no Caribe, segundo ela, estão os maiores índices de mulheres no parlamento. Mas isso não inclui o Brasil: enquanto na Bolívia elas são 53% do parlamento e no México, 48%, no Brasil e no Paraguai elas ocupam apenas 15% das cadeiras.

Leia a matéria completa na Agência Senado.