Prefeitura de Tabira inaugura terceiro Restaurante Popular no bairro COHAB
Por André Luis
A Prefeitura de Tabira inaugurou nesta sexta-feira (10) o terceiro Restaurante Popular do município, localizado no bairro Frei Adelmo (COHAB). A iniciativa faz parte do programa Sextou com Entrega, que promove semanalmente a entrega de obras e ações em diferentes áreas da cidade.
O novo restaurante, implantado pela Secretaria Municipal de Desenvolvimento Social e Mulher, vai funcionar de segunda a sexta-feira, oferecendo jantares acompanhados por orientação nutricional.
Durante a inauguração, a secretária Ítala Jamábia destacou a continuidade das políticas sociais no bairro. “A COHAB sempre foi acompanhada de perto pela nossa assistência social. Temos aqui famílias atendidas pelo Criança Feliz, PAA Leite, Cozinha Comunitária e agora o Restaurante Popular, que garante mais uma ação concreta de segurança alimentar”, afirmou.
O prefeito Flávio Marques ressaltou a ampliação da rede de restaurantes públicos. “Em apenas nove meses, chegamos ao terceiro Restaurante Popular. Começamos por Vitorino Gomes, passamos pela Jureminha e agora chegamos à COHAB. E não vamos parar por aqui: em breve daremos ordem de serviço para novos calçamentos neste bairro”, declarou.
Participaram da solenidade vereadores, secretários municipais, servidores, lideranças comunitárias e moradores da localidade.
Com a nova unidade, Tabira passa a contar com três Restaurantes Populares — nos bairros COHAB, Jureminha e Vitorino Gomes — e uma Cozinha Comunitária na Rua João Gabriel de Vasconcelos. A Prefeitura também anunciou a abertura de uma segunda cozinha, no bairro João Cordeiro, em parceria com o Governo do Estado.
O prefeito de Santa Cruz da Baixa Verde, Irlando Parabólicas pode ser o coordenador da pré-campanha de Marília Arraes (Solidariedade), ao Governo de Pernambuco, no Sertão do Pajeú. A informação partiu da própria Marília em entrevista ao comunicador Anderson Tennens nesta segunda-feira (28) na Rádio Vilabela FM. “Quero mandar um grande abraço ao prefeito de […]
O prefeito de Santa Cruz da Baixa Verde, Irlando Parabólicas pode ser o coordenador da pré-campanha de Marília Arraes (Solidariedade), ao Governo de Pernambuco, no Sertão do Pajeú.
A informação partiu da própria Marília em entrevista ao comunicador Anderson Tennens nesta segunda-feira (28) na Rádio Vilabela FM.
“Quero mandar um grande abraço ao prefeito de Santa Cruz da Baixa Verde, Irlando Parabólicas, um amigo de longa data e que terá um papel fundamental aí na região na coordenação da nossa campanha”, destacou Marília ao final da entrevista.
Irlando esteve com Marília no último sábado (26), no Encontro Nordestino de Legislativos Municipais em Triunfo.
Com relação à prefeita de Serra Talhada, Márcia Conrado e o ex-prefeito Luciano Duque, ambos do PT e antigos aliados, a pré-candidata disse que ainda não conversaram, mas que o momento chegaria.
O blog informou neste domingo (27), que tanto Duque quanto o PT da região, não devem seguir com Marília.
Durante a entrevista a Tennens nesta manhã, Marília não descartou a possibilidade de abdicar da candidatura ao Governo para compor uma das chapas que estão postas na oposição. Também não descartou que alguns dos pré-candidatos da oposição se juntem ao seu palanque. “Ainda está cedo. Vamos aguardar as movimentações e os cenários que irão se apresentar”, disse Marília.
Criticou Raquel e polarização Lula x Bolsonaro O ex-prefeito de Petrolina, Miguel Coelho, do União Brasil, falou esta tarde em coletiva de imprensa em Afogados da Ingazeira. Miguel esteve em Serra Talhada, onde encontrou a prefeita Márcia Conrado, e em Afogados da Ingazeira, em agenda ao lado de Sandrinho Palmeira e Daniel Valadares. Ele tem […]
O ex-prefeito de Petrolina, Miguel Coelho, do União Brasil, falou esta tarde em coletiva de imprensa em Afogados da Ingazeira.
Miguel esteve em Serra Talhada, onde encontrou a prefeita Márcia Conrado, e em Afogados da Ingazeira, em agenda ao lado de Sandrinho Palmeira e Daniel Valadares.
Ele tem buscado apoio de prefeitos alinhados com João Campos para buscar um apoio de dentro pra fora.
Em suma, reafirmou seu desejo de disputar o Senado, no bloco do prefeito do Recife, João Campos. Ele confia na força política da Federação entre União Brasil e PP para conseguir ser um dos postulantes. Esse é o trunfo de Miguel para, aliado a Dudu da Fonte, vencer a disputa interna com Sílvio Costa Filho e Marília Arraes, já que uma vaga é dada como certa a Humberto Costa.
Deixou claro que não discute como “prêmio de consolação” a vice na chapa. Quer ser um dos nomes pelo que pode agregar na disputa estadual.
Miguel criticou a governadora Raquel Lyra e disse que ela abandonou o slogan “Estado de Mudança”, criticando sua condução em áreas como Segurança Pública.
Sobre a disputa nacional, disse que o Brasil não pode mais ficar refém da polarização entre Lula e Bolsonaro. As cúpulas de PP e União Brasil estão de saída do governo Lula, pressionando os ministros que ainda ocupam pastas na gestão.
O ministro do Turismo, Celso Sabino (União-PA), por exemplo, afirmou que não há decisão sobre sua saída do governo, mesmo com o aumento da pressão da cúpula da sigla para desembarcar da gestão petista. A relação do partido com o Planalto piorou ainda mais após críticas do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) ao presidente do União, Antonio Rueda, em reunião ministerial.
Cerimônia aconteceu pela 1ª vez em 1946 e está prevista no Código Eleitoral. Presidente e vice eleitos serão diplomados na próxima segunda (12), às 14h O Tribunal Superior Eleitoral (TSE) realiza na próxima segunda-feira (12), às 14h, a 12ª cerimônia de diplomação presidencial do país. Na sessão solene, o presidente da República eleito, Luiz Inácio […]
Cerimônia aconteceu pela 1ª vez em 1946 e está prevista no Código Eleitoral. Presidente e vice eleitos serão diplomados na próxima segunda (12), às 14h
O Tribunal Superior Eleitoral (TSE) realiza na próxima segunda-feira (12), às 14h, a 12ª cerimônia de diplomação presidencial do país. Na sessão solene, o presidente da República eleito, Luiz Inácio Lula da Silva, e o vice, Geraldo Alckmin, receberão das mãos do presidente do Tribunal, ministro Alexandre de Moraes, os respectivos diplomas eleitorais.
Com os documentos, eles estarão habilitados a tomar posse no dia 1º de janeiro, podendo exercer os mandatos conferidos pelo voto popular no segundo turno das Eleições Gerais de 2022. Os diplomas são assinados pelo presidente do TSE.
O diploma tem como fundo o brasão da República do Brasil e traz os seguintes dizeres: “Pela vontade do povo brasileiro expressa nas urnas em 30 de outubro de 2022, o candidato Luiz Inácio Lula da Silva foi eleito presidente da República Federativa do Brasil. Em testemunho desse fato, a Justiça Eleitoral expediu o presente diploma, que o habilita à investidura no cargo perante o Congresso Nacional em 1º de janeiro de 2023, nos termos da Constituição”.
A diplomação tem previsão na Lei nº 4.737/1965 (Código Eleitoral) e, nestas eleições, na Resolução nº 23.674/2021, que traz o Calendário Eleitoral de 2022, e na Resolução nº 23.669/2021, que dispõe sobre os atos gerais do processo eleitoral atual.
De acordo com a Resolução nº 23.669/2021, os candidatos escolhidos nas urnas devem ser diplomados até o dia 19 de dezembro de 2022. As eleitas e os eleitos para os cargos de governador, vice-governador, senador, deputado federal, deputado distrital e deputado estadual receberão diplomas assinados pelos presidentes dos Tribunais Regionais Eleitorais das unidades da Federação nas quais concorreram.
Diploma
O termo “diploma” está previsto nas normas legais desde o Decreto de 26 de março de 1824, que convocou a primeira Assembleia Constituinte no Brasil. Na época, as chamadas cópias autênticas das atas de apuração dos votos serviam de diploma aos eleitos.
A cerimônia de diplomação foi realizada pela primeira vez em 1946, após a eleição de Eurico Gaspar Dutra à Presidência da República. A legislação previa que o diploma seria extrato da ata geral assinado pela autoridade competente, que continha o total de votos e a votação do diplomado.
No entanto, o TSE, na Resolução n° 550/1946, considerou que transcrever a ata final de apuração seria “inconveniente”. Dessa forma, definiu que o diploma teria formato específico e seria entregue ao presidente eleito. A primeira sessão solene, noticiada nos jornais da época, foi para diplomar Eurico Gaspar Dutra, em 29 de janeiro daquele ano.
Após a diplomação de Getúlio Vargas, o TSE ainda realizou duas solenidades antes do período do Regime Militar (1964 a 1985), para entregar os diplomas eleitorais a Juscelino Kubitscheck, em 1956, e a Jânio Quadros, em 1961. A sessão solene de diplomação de Jânio foi realizada na primeira sede da Corte Eleitoral em Brasília (DF), localizada na Esplanada dos Ministérios.
Com a redemocratização e a realização de novas eleições diretas, o Tribunal voltou a diplomar os presidentes eleitos Fernando Collor de Mello (1989), Fernando Henrique Cardoso (1994 e 1998), Luiz Inácio Lula da Silva (2002 e 2006), Dilma Rousseff (2010 e 2014) e Jair Messias Bolsonaro (2018).
História
Desde o final do século XIX, durante a Primeira República, era entregue ao candidato eleito uma espécie de atestado de que ele foi escolhido pela população por meio do voto. Mas o documento não era um certificado, como nos moldes de hoje.
Os candidatos recebiam os extratos da apuração da eleição com os resultados finais, como forma de comprovar que eles haviam sido eleitos. Isso ocorreu até a publicação do Código Eleitoral de 1950, que passou a prever a expedição do diploma.
A equipe do Museu do TSE realizou uma análise dos diplomas a partir de cópias disponíveis no acervo, constatando que os primeiros documentos expedidos foram feitos em papel comum e com poucos detalhes estéticos.
Já no ano de 1990, eles começaram a ser produzidos pela empresa Thomas de La Rue, passando a ter um design mais elaborado. Desde 1994 até hoje, a produção é feita pela Casa da Moeda.
Os diplomas constam do acervo do Museu do TSE e também podem ser acessados na Biblioteca Digital da Justiça Eleitoral. Basta inserir a palavra “diploma” no campo de busca e fazer a pesquisa.
Da Coluna do Domingão A declaração do cantor sertanejo Gusttavo Lima sobre sua possível candidatura à Presidência da República em 2026 reacende um debate importante: o que qualifica alguém a ocupar o cargo mais alto do país? Em entrevista ao portal Metrópoles, Lima afirmou que o Brasil precisa de alternativas e que sua candidatura seria […]
A declaração do cantor sertanejo Gusttavo Lima sobre sua possível candidatura à Presidência da República em 2026 reacende um debate importante: o que qualifica alguém a ocupar o cargo mais alto do país? Em entrevista ao portal Metrópoles, Lima afirmou que o Brasil precisa de alternativas e que sua candidatura seria um “gesto” para unir a população. No entanto, ao analisar sua trajetória, seu histórico de controvérsias e a falta de qualquer experiência política ou administrativa, a proposta soa mais como oportunismo e aventura pessoal do que como um projeto sério para o país.
Entre polêmicas judiciais e o apoio bolsonarista
Gusttavo Lima não é estranho ao universo político, embora nunca tenha exercido qualquer função pública. Ele foi um entusiasta do governo de Jair Bolsonaro, que atualmente enfrenta acusações relacionadas a tentativas de minar a democracia brasileira. O cantor tenta, agora, se desvincular da polarização política que ajudou a sustentar, ao afirmar que sua candidatura “não é sobre direita ou esquerda”. A contradição é evidente: como alguém pode se apresentar como um símbolo de união ao ignorar os próprios atos que fomentaram divisões?
Além disso, Gusttavo Lima carrega um histórico que pode se tornar um peso em qualquer projeto político. Recentemente, foi associado a investigações envolvendo o patrocínio de casas de apostas, um setor que tem levantado preocupações sobre lavagem de dinheiro e práticas ilegais. Ele também foi acusado de receber valores exorbitantes de prefeituras para realizar shows, o que gerou questionamentos sobre a transparência e o uso do dinheiro público. Esses episódios colocam em dúvida sua ética e comprometimento com uma gestão responsável.
E tem mais: Gusttavo Lima foi indiciado por lavagem de dinheiro e associação criminosa, após a investigação da Polícia Civil de Pernambuco. A Justiça de Pernambuco chegou a expedir um mandado de prisão para o artista no dia 23 de setembro, mas o pedido foi revogado no dia seguinte. Ele é suspeito de estar envolvido com uma organização criminosa que teria movimentado aproximadamente R$ 3 bilhões provenientes de atividades ilícitas.
O “outsider” da vez e a banalização da política
A estratégia de Gusttavo Lima reflete um padrão recente na política brasileira: o uso do discurso de “outsider” como um passaporte para entrar no cenário eleitoral. Essa postura, que também foi utilizada por figuras como Pablo Marçal, demonstra como o oportunismo se aproveita da crise de representatividade política para buscar ganhos pessoais. No entanto, o Brasil já pagou caro por eleger, num passado bem recente, lideranças despreparadas que transformaram o país em um palco de incertezas e retrocessos.
Governo não é lugar para amadores ou celebridades que confundem popularidade com capacidade de liderança. A Presidência exige preparo, conhecimento técnico e experiência para lidar com as complexidades de um país com mais de 212 milhões de habitantes. Narrativas de superação pessoal podem ser inspiradoras, mas não substituem a competência necessária para gerir crises, liderar equipes técnicas e propor políticas públicas eficazes.
O Brasil não pode mais se dar ao luxo de improvisar
A ideia de Gusttavo Lima se lançar como candidato é, na prática, mais uma jogada de marketing pessoal do que um plano concreto para o futuro do país. A política, especialmente em tempos de crise, não pode ser reduzida a um show midiático ou a um experimento de egos.
A candidatura de aventureiros sem preparo desvia o foco dos verdadeiros problemas do Brasil, prejudica o debate público e desrespeita a seriedade que a política exige. Para um país que luta contra desigualdades, corrupção e desafios econômicos, a Presidência não pode ser tratada como um palco para projetos pessoais. O Brasil merece mais do que promessas vazias ou figuras midiáticas em busca de holofotes. Afinal, política é coisa séria, não lugar para aventureiros.
O instituto DataTrends Pesquisas divulgou seu primeiro levantamento sobre a corrida pelo Governo de Pernambuco em 2026. A pesquisa foi realizada entre os dias 23 e 24 de fevereiro, com 1.200 eleitores, margem de erro de 2,83 pontos percentuais para mais ou para menos e nível de confiança de 95%. O estudo está registrado no […]
O instituto DataTrends Pesquisas divulgou seu primeiro levantamento sobre a corrida pelo Governo de Pernambuco em 2026. A pesquisa foi realizada entre os dias 23 e 24 de fevereiro, com 1.200 eleitores, margem de erro de 2,83 pontos percentuais para mais ou para menos e nível de confiança de 95%. O estudo está registrado no Tribunal Superior Eleitoral sob o protocolo 4513/2026.
No cenário estimulado de primeiro turno, o prefeito do Recife, João Campos (PSB), lidera com 48% das intenções de voto. Em segundo lugar aparece a atual governadora, Raquel Lyra (PSD), com 35%. O vereador do Recife Eduardo Moura (Novo) soma 5%, enquanto Alfredo Gomes (Rede Sustentabilidade) e Ivan Moraes (PSOL) têm 1% cada. Brancos e nulos representam 8%, e indecisos, 2%.
Em uma eventual disputa de segundo turno, João Campos chega a 51% das intenções de voto, contra 40% de Raquel Lyra. Brancos e nulos somam 8%, e 1% dos entrevistados se declarou indeciso.
A pesquisa também avaliou a gestão estadual. Raquel Lyra registra 60% de aprovação, enquanto 37% desaprovam sua administração; 3% não souberam ou não responderam.
No quesito rejeição — percentual dos eleitores que afirmam que não votariam de jeito nenhum no candidato — Ivan Moraes lidera com 58%, seguido por Alfredo Gomes, com 46%, e Eduardo Moura, com 45%. A governadora Raquel Lyra aparece com 40% de rejeição, enquanto João Campos tem 36%. As informações são do Blog do Edmar Lyra.
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