Escolher um nome sem desagradar o outro: o desafio de Raquel Lyra entre Eduardo e Miguel
Por Nill Júnior
No comentário para as rádios Pajeú, Itapuama FM e Cultura FM, analiso o cenário político em Pernambuco e o desafio enfrentado pela governadora Raquel Lyra para definir o segundo nome da sua chapa na disputa pelo o senado.
A disputa interna segue intensa entre as forças de Eduardo da Fonte (PP) e Miguel Coelho (União Brasil), partidos que formam uma federação/coalizão.
O embate gira em torno de quem ocupará o espaço na chapa majoritária ao lado de Túlio Gadêlha, que já está consolidado como pré-candidato no projeto de palanque amplo da governadora.
Eduardo da Fonte defende que seu grupo possui maior peso de votos e que seu nome já teria uma definição interna na Federação que precisa ser respeitada.
Por outro lado, as sinalizações apontam uma predileção da governadora por Miguel Coelho, uma promessa que teria sido feita ainda na atração do político para o seu palanque.
O grande desafio de Raquel Lyra reside na habilidade de oficializar essa escolha sem provocar o afastamento do grupo preterido, uma vez que a força de Eduardo da Fonte é considerada expressiva e o risco de um rompimento político com retorno para a oposição como o palanque de João Campos é um fator que exige atenção.
Desde 2017, expressivas lideranças políticas reunidas no campo das Oposições em Pernambuco iniciaram um providencial diálogo com vistas à formação de uma ampla aliança, capaz de oferecer um projeto de mudança que devolva ao nosso Estado a liderança e o protagonismo perdidos nos últimos anos pela incompetência do governo Paulo Câmara. É justo registrar, em […]
Desde 2017, expressivas lideranças políticas reunidas no campo das Oposições em Pernambuco iniciaram um providencial diálogo com vistas à formação de uma ampla aliança, capaz de oferecer um projeto de mudança que devolva ao nosso Estado a liderança e o protagonismo perdidos nos últimos anos pela incompetência do governo Paulo Câmara.
É justo registrar, em meu nome e de todos os partidos que compõem este conjunto, o papel fundamental e extremamente construtivo desempenhado pelo PSDB, em todas as fases desse processo que culminou com a definição do nosso nome para liderar a chapa que concorrerá às eleições de outubro próximo.
Sem a sempre lúcida e decisiva contribuição do Presidente Bruno Araújo, cujo reconhecimento externei publicamente em vários momentos, não teríamos chegado a este resultado.
Agora, quando nos encaminhamos para a conclusão do processo de composição de nossa chapa, não serão episódicas e pontuais divergências que nos afastarão dos objetivos maiores que inspiraram este movimento.
O nosso palanque, tendo em vista o apoio majoritário que recebe dos partidos dessa frente, estará sempre aberto para que o candidato Geraldo Alckmin possa trazer aos pernambucanos as suas propostas, neste momento tão importante e desafiador para o nosso País.
Reafirmo finalmente a minha firme disposição de manter a unidade e a coesão da nossa frente política, através da plena integração de todas as nossas lideranças, condição essencial para o êxito desse projeto que, estou seguro, conduzirá Pernambuco a importantes conquistas no futuro.
Armando Monteiro (PTB) Pré-candidato ao Governo de Pernambuco
Agência Brasil – O Senado deverá votar esta semana três medidas provisórias que tratam do ajuste fiscal do governo e que vencerão no dia 1º de junho. Um dos textos, a MP 664, trata originalmente de mudanças nas regras para acesso dos trabalhadores à pensão por morte. No entanto, as principais discussões sobre a medida mudaram […]
Agência Brasil – O Senado deverá votar esta semana três medidas provisórias que tratam do ajuste fiscal do governo e que vencerão no dia 1º de junho. Um dos textos, a MP 664, trata originalmente de mudanças nas regras para acesso dos trabalhadores à pensão por morte. No entanto, as principais discussões sobre a medida mudaram de foco depois que a Câmara dos Deputados incluiu nela uma emenda que altera o cálculo do fator previdenciário.
Atualmente, o fator incide para reduzir as aposentadorias pagas pela Previdência Social quando as pessoas param de trabalhar antes da idade prevista – 65 anos para os homens e 60 anos para as mulheres. Mesmo que já tenham cumprido o tempo mínimo de contribuição de 35 anos para os homens e 30 anos para as mulheres, se não tiver atingido a idade, o benefício é reduzido.
A emenda estabelecida pela Câmara determina que seja aplicado um novo cálculo, no qual a soma da idade com o tempo de contribuição deverá ser 85 anos para as mulheres e 95 anos para os homens. Assim, uma mulher que tenha 55 anos de idade e 30 anos de contribuição, poderá se aposentar recebendo integralmente o valor do seu salário, obedecido o teto de R$ 4.663 do Instituto Nacional do Seguro Social (INSS). Já os homens se aposentarão com o valor integral se trabalharem 35 anos, atingindo a idade de 60 anos.
Como a MP perderá a validade por decurso de prazo se não for votada até o dia 1º, e se for alterada ainda precisará voltar para a Câmara, o governo acertou com os líderes da base aliada que ela será aprovada do jeito que está, inclusive com a emenda. No entanto, ao longo das últimas semanas, representantes do governo se manifestaram contrários à emenda que trata do fator previdenciário. O último cálculo do Ministério da Previdência, de 2012, estimava que o fim do fator pode gerar um impacto de até R$ 40 bilhões em dez anos. Por isso, apesar do acordo para que a MP 664 seja votada do jeito que está, não há compromisso da presidenta Dilma Rousseff de que o texto será sancionado integralmente.
“Depois é uma outra história”, disse o líder do governo, senador Delcídio Amaral (PT-MS), após reunião com o articulador político do governo e vice-presidente da República, Michel Temer. “Eu já conversei com o governo sobre isso, mas o governo não tem ainda nenhuma posição fechada. O governo vai aguardar os desdobramentos da votação para ter uma posição. A única orientação é votar o texto que está na MP”, afirmou.
A avaliação entre membros da própria base alida, no entanto, é a de que, se a presidenta vetar a emenda, sofrerá nova derrota quando o veto for votado em sessão do Congresso Nacional. “Se ela não quiser experimentar uma segunda derrota, ela que não vete. Porque vai ser acachapante”, afirmou o senador Walter Pinheiro (PT-BA). Segundo ele, no Senado, já estão garantidos pelo menos 42 votos para derrubar o veto, caso isso ocorra. São necessários 41 votos no Senado e 257 na Câmara.
Para o senador baiano, o governo falhou nas negociações com a Câmara antes da aprovação da emenda e sabia que a medida seria aprovada. Mesmo assim, não conversou com os relatores da medida provisória e não conseguiu evitar a modificação. “Não faltou previsão não, eu acho que sobrou soberba”, definiu. “O governo não quis nem discutir esse assunto. Não sei onde eles estavam lastreados de achar que isso [a medida provisória] podia passar sem essas coisas [alterações como a mudança do fator previdenciário]. Faltou um observador com política na cabeça.”
Outro petista que aposta em derrota do governo caso a nova fórmula 85/95 seja vetada pela presidenta é o senador Paulo Paim (PT-RS). Ele lembra que agora o voto dos parlamentares é aberto e acredita que eles não teriam coragem de votar contra uma melhoria nas aposentadorias do trabalhadores. “Tem um fato novo que o governo parece que desconhece: não é mais voto secreto. Agora o voto é aberto. Consequentemente, você acha que algum deputado ou senador vai votar contra o [novo] fator na votação do veto? Não vai. Se vetar é um equívoco histórico e o veto cai e o fator cai também”, declarou.
O senador é conhecido por sua luta histórica contra o fator previdenciário desde que a medida foi criada, em 1999, e é autor de projetos que propõem o fim do fator. “O fator confisca o salário da mulher. Ele confisca em 50% o salário da mulher e em 45% o do homem”, alegou. “Nós temos que garantir que a mulher, com 30 anos de contribuição e 55 de idade, se aposente. E o homem com 35 anos de contribuição e 60 de idade. Essa proposta está embutida na MP 664 e nós temos que olhar com carinho e politicamente para que ela seja aprovada.”
A votação da MP 664 deverá ocorrer na próxima terça-feira (26), logo após a votação da MP 665, que trata de mudanças nas regras para acesso a seguro-desemprego, seguro-defeso e abono salarial. Ainda nesta semana, os senadores deverão apreciar a MP 668, que aumenta as alíquotas de PIS e Cofins sobre mercadorias industrializadas. Todas as três medidas provisórias estão relacionadas ao ajuste fiscal do governo e devem ser aprovadas sem alterações para não perderem a validade por decurso de prazo.
A presença do vice-presidente Geraldo Alckimin na Agenda 40, evento promovido neste sábado (12), em Gravatá, pelo PSB de Pernambuco, foi aproveitado por alguns nomes para assinaturas das fichas de filiação à legenda. A poetiza e Secretária carnaibana Thaynara Queiroz assinou sua filiação ao partido, com ficha abonada por Geraldo Alckimin, João e Pedro Campos. Socialista histórico, […]
A presença do vice-presidente Geraldo Alckimin na Agenda 40, evento promovido neste sábado (12), em Gravatá, pelo PSB de Pernambuco, foi aproveitado por alguns nomes para assinaturas das fichas de filiação à legenda.
A poetiza e Secretária carnaibana Thaynara Queiroz assinou sua filiação ao partido, com ficha abonada por Geraldo Alckimin, João e Pedro Campos. Socialista histórico, Anchieta Patriota esteve no evento.
Ele ainda não admite, mas já disse à Rádio Pajeú que ela tem qualificações para a disputa. “É nossa secretária. Há cinco anos é concursada no município. A família dela, originária de Carnaíba”, disse, dizendo que anunciará no momento certo. Pela oposição, os nomes que surgem com mais força são os de Gleybson Martins e de Ilma Valério, com o primeiro defendendo pesquisa para escolha.
O médico Túlio Carvalho, de Brejinho, também teve sua filiação assinada neste sábado por Geraldo Alckmin, pelo prefeito do Recife João Campos e pelo Deputado Federal Pedro Campos. Filho do ex-prefeito José Vanderley, atua para enfrentar o atual gestor, Gilson Bento, que tem uma gestão bem avaliada. Como é um olho no gato e outro no peixe, se não tiver êxito em 2024, se viabiliza para quatro anos a frente, quando Gilson terá que escolher um candidato para chamar de seu.
Foto: Edilson Rodrigues/Agência Senado A CPI da Pandemia ouvirá nesta sexta-feira (25), às 14h, os depoimentos de Luis Ricardo Fernandes Miranda, servidor do Ministério da Saúde, e de seu irmão, o deputado federal Luis Miranda (DEM-DF) [foto]. Eles denunciaram possíveis irregularidades na compra da vacina indiana Covaxin pelo governo federal. Luis Ricardo Miranda é chefe de […]
A CPI da Pandemia ouvirá nesta sexta-feira (25), às 14h, os depoimentos de Luis Ricardo Fernandes Miranda, servidor do Ministério da Saúde, e de seu irmão, o deputado federal Luis Miranda (DEM-DF) [foto]. Eles denunciaram possíveis irregularidades na compra da vacina indiana Covaxin pelo governo federal.
Luis Ricardo Miranda é chefe de importação do Departamento de Logística do Ministério da Saúde. Ele relatou ao Ministério Público Federal e à imprensa ter recebido pressões para acelerar o processo de compra da Covaxin, da empresa indiana Bharat Biotech. A negociação está sob suspeita em razão do valor unitário das vacinas, considerado elevado, em torno de R$ 80, e da participação de uma empresa intermediária, a Precisa Medicamentos. Em entrevista ao jornal O Globo, Luis Ricardo disse ter alertado o presidente Jair Bolsonaro sobre as suspeitas. O governo nega qualquer irregularidade.
O requerimento convocando os depoentes foi do relator da CPI, senador Renan Calheiros (MDB-AL).
Renan e o presidente da CPI, Omar Aziz (PSD-AM), relataram preocupação com a segurança dos depoentes. Aziz solicitou à Polícia Federal proteção para os irmãos. Em pronunciamento na quarta-feira (23), Onyx Lorenzoni, ministro da Secretaria-Geral da Presidência, atacou o deputado e anunciou processo administrativo disciplinar contra o servidor.
— Deputado Luis Miranda, Deus está vendo. Mas o senhor não vai só se entender com Deus, vai se entender com a gente também — disse Onyx.
Para o vice-presidente da CPI, Randolfe Rodrigues (Rede-AP), Onyx pode ter cometido crime previsto na Lei 1.579, de 1952, que regula o funcionamento das comissões parlamentares de inquérito — especificamente o inciso I do artigo 4º: “Impedir, ou tentar impedir, mediante violência, ameaça ou assuadas, o regular funcionamento de comissão parlamentar de inquérito, ou o livre exercício das atribuições de qualquer dos seus membros”.
O senador Marcos do Val (Podemos-ES) defendeu Onyx, alegando não ter visto ataque específico à CPI:
— Eu não vi em momento nenhum ele ameaçando ou insinuando algo sobre a CPI. Cabe ao Luis Miranda buscar a Justiça para fazer o que é justo, mas não usar a CPI para ser intermediário.
O senador Jorginho Mello (PL-SC) defendeu o governo:
— Não foi adquirido nada, não foi pago um real. Assim que soube [das suspeitas], o presidente da República determinou ao ministro [Eduardo] Pazuello que verificasse. Como não tinha nada de errado, a coisa continuou.
Na foto de Dudu Telles, Francisco Mourato, Maurício Melo, Elisandro Nogueira e Luciano Duque A inauguração do Shopping Serra Talhada é uma demonstração inequívoca da nossa forte crença, da força dos empresários do nosso município que se superam e se reinventam mesmo diante de graves crises como esta que estamos vivenciando agora. O Grupo João […]
Na foto de Dudu Telles, Francisco Mourato, Maurício Melo, Elisandro Nogueira e Luciano Duque
A inauguração do Shopping Serra Talhada é uma demonstração inequívoca da nossa forte crença, da força dos empresários do nosso município que se superam e se reinventam mesmo diante de graves crises como esta que estamos vivenciando agora.
O Grupo João Duque de Sousa representa nesse momento a nossa vocação empreendedora e a capacidade de gerarmos negócios e atrairmos novos investimentos. Isso aquece a nossa economia e nos anima para continuarmos desenvolvendo a nossa vocação.
O Shopping Serra Talhada é o maior empreendimento privado de todos os tempos em nossa cidade, e todos nós que fazemos o SINDCOM e o Sistema Fecomércio só temos que comemorar e seguir fortalecendo a nossa crença e a nossa capacidade empreendedora para não perdermos de vista tudo o que ainda vamos desenvolver em Serra Talhada.
Além de um projeto com irretocável esmero e o que há de mais moderno e tecnológico, o empreendimento Shopping Serra Talhada vem protagonizando, desde a sua concepção, um novo ciclo de desenvolvimento econômico da região, inspirando mais empreendedores.
Juntos já conquistamos equipamentos importantes que vão mudando a cara do município, como é o caso do Sistema S, através do SEST-SENAT, do SESC e do SENAC; além de termos participado, enquanto entidade que representa a classe patronal, da articulação para que outros empreendimentos chegassem ao município e beneficiassem toda a nossa região.
Tudo isso é a cara de Serra Talhada, uma cidade que tem um empreendedorismo forte e que sabe enfrentar as adversidades buscando oportunidades e parcerias para gerar emprego e progresso para toda a sua população.
Vamos continuar articulados e buscando mais avanços, como o tão esperado funcionamento do aeroporto Santa Magalhães, para que possamos ficar ainda mais interligados com o Brasil e com o mundo.
Vamos vencer essa pandemia e sairmos mais fortes dela, sem perder a nossa essência, as nossas raízes, a nossa capacidade de empreender e vermos projetos grandiosos como o Shopping Serra Talhada se transformando em realidade.
Francisco Mourato
Presidente do Sindicato das Empresas do Comércio, de Bens e Serviços de Serra Talhada – SINDICOM
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