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Prefeitura de Tabira denuncia ataque de vandalismo em unidade de saúde

Por André Luis

Por André Luis

A Prefeitura de Tabira, através de suas redes sociais, divulgou nesta sexta-feira (30) que a Unidade Básica de Saúde do bairro Fátima 1 foi invadida e depredada por vândalos. O ato criminoso foi repudiado pela administração municipal, que ressaltou a importância da unidade de saúde para a comunidade e destacou a gravidade desse tipo de ação.

A prefeitura agiu imediatamente, encaminhando as filmagens para as autoridades competentes, a fim de que seja realizada uma investigação adequada. A administração reforçou o compromisso de identificar e responsabilizar os envolvidos no ato de vandalismo, garantindo que não poupará esforços nessa busca.

Diante desse ocorrido, a prefeitura fez um apelo à população, solicitando o apoio e colaboração de todos. Caso alguém possua informações relevantes para a investigação, é importante entrar em contato com as autoridades competentes, contribuindo para a resolução desse crime.

A administração ressaltou a necessidade de união contra a destruição gratuita e reforçou a importância de preservar os espaços públicos. Além disso, enfatizou a intenção de reconstruir e fortalecer a unidade de saúde, transformando essa situação negativa em uma oportunidade para reforçar os valores de cidadania e respeito ao próximo.

A comunidade de Tabira é convocada a se unir nessa causa, repudiando veementemente o vandalismo e trabalhando em conjunto para garantir serviços de qualidade àqueles que dependem da unidade de saúde. O apoio e a solidariedade de todos são fundamentais para superar esse episódio e fortalecer os laços comunitários.

Outras Notícias

Solidão: Cultura discute Plano Anual de Aplicação de Recursos 

O secretário Municipal de Cultura, Antônio Correia, liderou uma reunião com os membros do Conselho Municipal de Políticas Culturais e Turísticas de Solidão, no Sertão do Pajeú, cuja representação também faz parte da sociedade civil.  O encontro teve como foco principal discutir o Plano Anual de Aplicação de Recursos (PAAR), plano esse que será definido […]

O secretário Municipal de Cultura, Antônio Correia, liderou uma reunião com os membros do Conselho Municipal de Políticas Culturais e Turísticas de Solidão, no Sertão do Pajeú, cuja representação também faz parte da sociedade civil. 

O encontro teve como foco principal discutir o Plano Anual de Aplicação de Recursos (PAAR), plano esse que será definido a distribuição desse recurso, de acordo com a Política Nacional Aldir Blanc (PNAB).

Esta foi a primeira reunião de trabalho realizada para tratar dos detalhes e estratégias de implementação da PNAB em Solidão. Entre os pontos abordados, destacou-se a preparação para a Escuta Pública com a participação da sociedade civil, um momento fundamental para ouvir as demandas e sugestões da comunidade em relação ao fomento da cultura no município.

Posteriormente, serão divulgadas informações sobre a data e o formato da Escuta Pública, proporcionando assim, uma oportunidade para que todos os cidadãos e cidadãs interessados possam contribuir com ideias e propostas para fortalecer ainda mais a cultura em Solidão.

Gusttavo Lima diz que devolveu R$ 1,4 milhão e vai processar Chaparral

Do Portal Metrópoles Após ser chamado de “ladrão” pelo prefeito de Surubim, Cleber Chaparral (União) Gusttavo Lima afirmou que as declarações são “pesadas” e “injustas”, disse que ninguém escolhe ficar doente e revelou que o cachê referente ao show cancelado já foi devolvido à prefeitura. Em conversa com o Metrópoles, o sertanejo afirmou ainda que […]

Do Portal Metrópoles

Após ser chamado de “ladrão” pelo prefeito de Surubim, Cleber Chaparral (União) Gusttavo Lima afirmou que as declarações são “pesadas” e “injustas”, disse que ninguém escolhe ficar doente e revelou que o cachê referente ao show cancelado já foi devolvido à prefeitura.

Em conversa com o Metrópoles, o sertanejo afirmou ainda que integrantes de sua banda e equipe foram impedidos de deixar o local após o cancelamento da apresentação. Segundo Gusttavo, os profissionais só deixaram a cidade horas depois.

“O cachê já foi devolvido. Ainda fizeram cárcere privado com a nossa banda e equipe. Estão saindo de lá agora. Isso é crime.”

O cantor cancelou o show que faria na cidade, nesse sábado (27/6), após sofrer uma intoxicação alimentar.

Segundo ele, os sintomas começaram dias antes, durante a sequência de apresentações do São João. Mesmo debilitado, Gusttavo ainda subiu ao palco na sexta-feira (26/6), em Maracanaú (CE), na região metropolitana de Fortaleza.

“Nunca cancelei um show na minha vida por motivo assim. Foram 10 shows seguidos, apresentações de duas horas, só eu no palco. Da quarta para quinta-feira comecei a passar mal. Quando cheguei a Fortaleza já estava cansado, com os olhos marejados e sem apetite. Acho que foi uma virose.”

O artista ressaltou que a decisão de não subir ao palco foi tomada por responsabilidade e afirmou que jamais deixaria de faltar a um compromisso por vontade própria.

“Independentemente do valor do contrato ou do dinheiro, doença tem que ser tratada com responsabilidade acima de tudo. Chamar alguém de ladrão por adoecer é pesado, é injusto. Ninguém escolhe ficar doente.”

O Metrópoles procurou o prefeito Cleber Chaparral para comentar as declarações de Gusttavo Lima, incluindo a informação de que o cachê teria sido devolvido e a alegação de que integrantes da equipe do cantor foram impedidos de deixar o local após o cancelamento do show.

Até a publicação desta reportagem, não houve resposta. O espaço segue aberto.

Mainard: somos melhores que ele

O mapa da vitória de Dilma Rousseff sobre Aécio Neves em Minas Gerais embaralha a tese de que regiões mais ricas votam no PSDB e mais pobres, no PT. Enquanto o tucano ganhou em Belo Horizonte e no Sul de Minas, a petista venceu no próspero Triângulo Mineiro e em cidades médias importantes, como Juiz […]

mainard

O mapa da vitória de Dilma Rousseff sobre Aécio Neves em Minas Gerais embaralha a tese de que regiões mais ricas votam no PSDB e mais pobres, no PT. Enquanto o tucano ganhou em Belo Horizonte e no Sul de Minas, a petista venceu no próspero Triângulo Mineiro e em cidades médias importantes, como Juiz de Fora, assim como na região mais carente do Estado, o Vale do Jequitinhonha.

A informação, da coluna de Mônica Bergamo,  é mais uma a rebater o comentário carregado de preconceito e xenofobia do jornalista Diogo Mainard na  Globo News.

Imbecilidade não se paga na mesma moeda. Ao contrário, merece ser ignorada. Mas uma bela prova do equívoco reincidente de Mainard seria o boicote de assinantes da região à Globonews, onde proporcionalmente mais crescem os ávidos por entretenimento e informação, fruto do nosso crescimento econômico, provocado não apenas por uma pessoa ou partido, mas por uma conjunção de fatores que passaram a fazer daqui um pólo de desenvolvimento observado e cortejado por países como o que ele escolheu pra viver e de lá soltar seu ódio, ranço e – como Freud explicaria – inveja.

Outra forma de contradizê-lo poderia vir do empresariado do Nordeste, cada vez mais ativo e com participação determinante no PIB nacional. Um boicote publicitário das empresas aqui estabelecidas no bolo publicitário do canal, das Organizações Globo, para muitos também cairia bem.

Ações individuais na Justiça em cada cidade da região também o faria pensar muito mais antes de falar qualquer asneira. Mas isso não vai acontecer. Somos muito melhores que ele…

Lossio diz que não é empregado de Marina e dá indicativo sobre 2º turno: “voto por dar férias a PT e PSDB”

Candidato não fala expressamente no voto em Bolsonaro, mas diz que tomará posição “por ser defendida por Marina” O candidato da REDE Júlio Lossio disse hoje em entrevista ao programa Manhã Total, da Rádio Pajeú, que mantem sua candidatura até o fim, mesmo depois de o partido em nível nacional ter anunciado sua expulsão da […]

Candidato não fala expressamente no voto em Bolsonaro, mas diz que tomará posição “por ser defendida por Marina”

O candidato da REDE Júlio Lossio disse hoje em entrevista ao programa Manhã Total, da Rádio Pajeú, que mantem sua candidatura até o fim, mesmo depois de o partido em nível nacional ter anunciado sua expulsão da legenda pelo apoio do Coronel Meira, que no plano nacional pede votos para Bolsonaro.

“Eu tô em campanha. Quanto fui prefeito o adversário entrou com 16 ações eleitorais porque eram injustas e perseguidoras.  Agora, quando cresço nas pesquisas, chegamos a 5%. isso partiu de interesse excuso de membros da REDE que tinham cargo no Palácio. Muitos ficaram no governo e não se conformam”, disse.

Ele deu outros exemplos  de alianças que não foram questionadas. “A REDE tem aliança formal com o PRB em três estados. Afirmou que ainda tem apoios como o de Tulyio Gadelha. “Eu estaria traindo meu partido se desse apoio a outro candidato, não porque estou recebendo. Tenho pessoas que apoiam Amoedo e tenho recebido muito apoio de simpatizantes de Bolsonaro. Apoio não se rejeita em politica”.

Perguntado sobre a repercussão junto à candidata Marina Silva, Lossio foi direto. “Não sou empregado da Mariana Silva. Na REDE tem alguns filiados que se comportam como servos de Marina. Não sou servo de Marina, sou servo de Pernambuco.  Coronel Meira,  não tem nada que o desabone. Tem gente com 20 processos na Lava Jato, tem gente que a polícia esteve dentro do Palácio e não se considera constrangido. Não posso me dizer constrangido de ter um apoio de homem de bem, mas que tem divergência em alguns aspectos. Receber apoios não muda minhas posições”.

Polêmica maior foi quando perguntado sobre que posição tomar em um segundo turno com Bolsonaro e Haddad. O candidato, que já tinha sugerido não votar no Coronel Reformado deixou nas entrelinhas que pode ter outra posição. “Eu vou seguir a Marina Silva que disse que precisamos dar férias ao PT e ao PSDB, seguindo o meu partido. Foi ela que disse isso”.

Ouça na íntegra o que disse Lóssio:

 

Cunha: parecer de relator deixa de fora acusações de propina na Petrobras

O parecer final do processo no Conselho de Ética contra o deputado Eduardo Cunha (PMDB-RJ), parlamentar afastado da Presidência da Câmara, vai deixar de fora as suspeitas de que o peemedebista teria recebido propina ligada ao esquema de corrupção na Petrobras investigado pela Operação Lava Jato. A decisão foi anunciada nesta segunda-feira (30) pelo relator […]

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Do Uol

O parecer final do processo no Conselho de Ética contra o deputado Eduardo Cunha (PMDB-RJ), parlamentar afastado da Presidência da Câmara, vai deixar de fora as suspeitas de que o peemedebista teria recebido propina ligada ao esquema de corrupção na Petrobras investigado pela Operação Lava Jato.

A decisão foi anunciada nesta segunda-feira (30) pelo relator do processo, o deputado Marcos Rogério (DEM-RO). O parecer será apresentado ao conselho nesta terça-feira (31).

O relator disse que seu parecer vai considerar apenas a acusação de que Cunha teria mentido à CPI (Comissão Parlamentar de Inquérito) da Petrobras quando afirmou, em março de 2015, não possuir contas no exterior. Posteriormente, a Procuradoria-Geral da República confirmou a existência de contas ligadas a Cunha e seus familiares na Suíça.

Segundo Rogério, o artigo do Código de Ética em que foi enquadrada a possível omissão das contas permite que Cunha seja punido com a cassação do mandato. O relator, no entanto, não quis antecipar qual a punição sugerida no seu parecer.

Rogério afirmou ainda que a decisão de limitar o relatório final segue as decisõesdo 1º vice-presidente da Câmara, Waldir Maranhão (PP-MA), atual presidente em exercício após o afastamento de Cunha por decisão do STF (Supremo Tribunal Federal).

“As decisões do vice-presidente afrontam precedentes da CCJ [Comissão de Constituição e Justiça], mas, ainda assim, estou respeitando essas decisões para evitar que a gente tenha um processo interminável no Conselho de Ética”, disse o relator.

“O relatório leva em conta o conjunto das provas. Mas a imputação que estou reconhecendo no parecer é a do inciso cinco, artigo quatro, do Código de Ética e Decoro Parlamentar. Isso possibilita que o parecer seja feito levando em consideração o conjunto das provas e permitindo inclusive, como consequência da apuração, a aplicação de pena seja ela de cassação ou se for o caso de pena alternativa”, afirmou Rogério.

O dispositivo citado por Rogério afirma ser punível com a perda do mandato o ato de “omitir intencionalmente informação relevante ou, nas mesmas condições, prestar informação falsa nas declarações de que trata o art. 18”, diz o Código de Ética da Câmara. O artigo 18 trata das declarações de patrimônio obrigatórias dos deputados.