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Prefeitura de Belo Jardim tem contas bloqueadas por uso indevido de dinheiro do FUNDEB

Por Nill Júnior

O Juiz de Direito de Belo Jardim, Douglas José da Silva, deferiu liminar com tutela de urgência de Associação dos Professores do município e bloqueou mais de R$ 17 milhões da conta do município, considerando que o prefeito propagara a utilização indevida do recurso.

Caso já tenha utilizado o recurso indevidamente, o prefeito tem, segundo a decisão, de comunicar a servidores, advogados, sindicatos, etc, que restituam a quantia ao município, devendo ser depositada na mesma conta de origem.

O Juiz determinou o bloqueio de mais de R$ 17 milhões das contas da prefeitura para resguardar o uso indevido dos valores do FUNDEB . A  multa por descumprimento é de R$ 10 mil reais por dia.

Em abril, Hélio havia anunciado que a Prefeitura de Belo Jardim conseguira, após um longo processo judicial, liberar os recursos do Fundo de Manutenção e Desenvolvimento da Educação Básica e de Valorização dos Profissionais da Educação (Fundeb), que estavam bloqueados. O valor estava estimado em R$ 24 milhões.

O Procurador Geral do município, Uriel Filho, defendeu que a ação questionava a União que não estava realizando os repasses do fundo ao município. A união queria uma compensação tributária, mas os tribunais não acharam cabível essa compensação de crédito. Nesta quarta-feira (25), o Supremo Tribunal Federal emitiu a certidão de trânsito em julgado. Agora esperamos que a 24ª Vara Federal seja notificada.

Mas o Tribunal de Contas da União (TCU) determinou que recursos dos precatórios do Fundo de Manutenção e Desenvolvimento da Educação Básica e de Valorização dos Profissionais da Educação (Fundeb) só podem ser aplicados na área da Educação. A decisão também proíbe pagamentos de honorários advocatícios com esses recursos.

Vários municípios brasileiros têm recebido precatórios da União, emitidos para complementar a cota federal que formava o Fundo de Manutenção e Desenvolvimento do Ensino Fundamental e de Valorização do Magistério (Fundef), no período de 1998 até 2006, quando o Fundef foi substituído pelo Fundeb. Uma boa parte desse dinheiro seria destinada ao pagamento dos honorários de escritórios de advocacia contratados.

No entendimento do órgão, o pagamento de quaisquer honorários de advogados com tais recursos, ou a destinação desses valores para outras áreas da ação municipal, mesmo que de relevante interesse público, como a construção de estradas ou saneamento básico, constituem ato ilegal, ilegítimo e antieconômico.

Em julho o TCU suspendeu cautelarmente o uso de verbas de precatórios do Fundef. A medida impacta Estados e Municípios beneficiários de precatórios da União na complementação ao Fundo de Manutenção e Desenvolvimento do Ensino Fundamental e de Valorização do Magistério (Fundef), que vigorou entre 1998 e 2006.

A cautelar suspende o uso de recursos desses precatórios no pagamento a professores ou quaisquer servidores públicos até a conclusão da análise, no TCU, sobre a destinação correta para essas verbas.

O prefeito em Belo Jardim usou, segundo a denúncia, recursos do FUNDEB para a folha. Agora responde pelo caso e aguarda julgamento do mérito.

Outras Notícias

Vanin de Danda responde bem ao tratamento

Prefeito de Santa Terezinha abandou a máscara VNI e voltou a usar o cateter nasal. Por André Luis As últimas informações sobre o quadro de saúde do prefeito de Santa Terezinha, Vanin de Danda, são de melhoras em seu quadro de saúde. De acordo com informações, Vanin já abandou a máscara VNI, que geralmente é […]

Prefeito de Santa Terezinha abandou a máscara VNI e voltou a usar o cateter nasal.

Por André Luis

As últimas informações sobre o quadro de saúde do prefeito de Santa Terezinha, Vanin de Danda, são de melhoras em seu quadro de saúde.

De acordo com informações, Vanin já abandou a máscara VNI, que geralmente é o último estágio antes da intubação e voltou a usar o cateter nasal.

O prefeito também passou a fazer uso do soro para hidratar – Ele não estava fazendo o uso nem do soro, nem estava bebendo água para não forçar os rins.

Vanin deu entrada na manhã desta segunda-feira (02.11), na Unidade Mista de Saúde de Santa Terezinha, reclamando de falta de ar e dificuldades de respirar. Ele passou mal na noite do domingo (01.11). Também apresentou o diabetes muito alto.

Ele foi transferido para a Ala Covid, em São José do Egito, ainda no final da tarde da segunda, como precaução, visto que em São José tem maior suporte, caso fosse necessário. Vanin saiu caminhando. Na manhã da terça-feira (03.11), voltou a ter complicações em seu quadro de saúde, mas os médicos conseguiram estabilizar.

Nesta terça-feira, uma transferência para o Recife chegou a ser ventilada, mas segundo o Irmão de Vanin, Franklin Martins, a recomendação médica foi de que o paciente permanecesse em São José do Egito. 

Santa Terezinha, é uma das cidades da região do Sertão do Pajeú, que vem preocupando as autoridades sanitárias. Nas últimas duas semanas foram registradas 3 mortes no município e o número de casos está em curva ascendente. Nesta quarta-feira (4), o município divulgou o boletim epidemiológico que apresentou 53 novos casos positivos para a Covid-19.

Promotor esclarece abate de animais de Tabira: reunião de Comissão quarta tratará de possíveis falhas no matadouro em Afogados

Até lá, abate segue provisoriamente –  e não em definitivo – em Tabira. Marchantes comemoram Atualizado às 22h16 Um protesto de marchantes interditou a PE 320, na altura da comunidade de Riacho do Gado, município de Tabira. Eles protestaram alegando que o acordo feito com o MP para abate de carne bovina no Abatedouro Regional de […]

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Até lá, abate segue provisoriamente –  e não em definitivo – em Tabira. Marchantes comemoram

Atualizado às 22h16

Um protesto de marchantes interditou a PE 320, na altura da comunidade de Riacho do Gado, município de Tabira. Eles protestaram alegando que o acordo feito com o MP para abate de carne bovina no Abatedouro Regional de Afogados da Ingazeira, que começou no último dia 9, estaria causando prejuízos e deixando de ser cumprido integralmente pelo Matadouro.

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Marchantes queriam renegociar com o promotor Lúcio Almeida abate de carne em Afogados

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Mais cedo, eles já haviam demonstrado revolta com a qualidade de peças de carne  recebidas dos animais abatidos no matadouro de Afogados da Ingazeira. Segundo relatos dos próprios comerciantes, as carnes vieram estragadas a ponto de causar mau cheiro. Carne azulada e peças sem  o tratamento devido estiveram entre as reclamações mais comum.

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Os marchantes exigiram a presença do promotor Lúcio Luiz de Almeida Neto no local para renegociar o abate. O promotor esteve no local e pouco após o fim do protesto ele, representantes dos marchantes, da Câmara de Vereadores a exemplo de Sebastião Ribeiro e Edmundo Barros e o prefeito Sebastião Dias acompanhado de parte  do Secretariado tiraram encaminhamentos.

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Foto: Bruna Verlene

Os marchantes conseguiram a retomada provisória do abate em Tabira,  sob algumas condições impostas pelo MP.  Marchantes comemoraram a decisão após o encontro.

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Foto: Bruna Verlene

Também deverá ser apurada a condição de transporte da prefeitura da Tabira a Afogados. Há relatos de má vontade o corpo mole para o transporte, piorando a situação.

O promotor falou ao blog e esclareceu o acordo. “Fui determinado a manter o abate em Afogados. Mas os marchantes me mostraram fotos com a carne recebida em parte estragada e não tínhamos interesse nisso, já que a prioridade era a carne ter mais qualidade. Nesta terça já viriam 60 bois pra Afogados. Se com 16 já houve dificuldades, como seria com 60?”

Ele esclareceu que foi criada uma comissão com representantes de Câmara, Prefeitura, MP, marchantes e abatedouro. Essa comissão se reúne quarta (14) para  fechar  a análise da condição de abate. “O abate de Tabira é o maior da região, chegando a 600 animais em determinados meses. Talvez o abatedouro não tenha se preparado pra tanto. Falaram na questão do motorista, só que aparentemente não foi só isso”.

Ele deixou claro que se Tabira conseguir construir um abatedouro com qualificações técnicas e sanitárias pode assumir o abate. Mas deixou claro que a decisão atual é provisória e que quarta, novo encaminhamento, como a volta do abate a Afogados com critérios mais claros não está descartada.

Operação Policial em Santa Terezinha resulta na apreensão de 900 gramas de maconha

Na manhã desta quinta-feira (6), uma operação conjunta entre a Delegacia de Polícia de Santa Terezinha e o 23° Batalhão de Polícia Militar (BPM) resultou na apreensão de aproximadamente 900 gramas de maconha pronta para o consumo e uma balança de precisão. A ação foi coordenada pelo Delegado Especial Edson Andrade. O mandado de Busca […]

Na manhã desta quinta-feira (6), uma operação conjunta entre a Delegacia de Polícia de Santa Terezinha e o 23° Batalhão de Polícia Militar (BPM) resultou na apreensão de aproximadamente 900 gramas de maconha pronta para o consumo e uma balança de precisão. A ação foi coordenada pelo Delegado Especial Edson Andrade.

O mandado de Busca e Apreensão Domiciliar foi expedido pela 1° Vara da Comarca de São José do Egito, após representação da Autoridade Policial Titular da Delegacia de Polícia de Santa Terezinha. O alvo do mandado foi um homem acusado de tráfico de drogas, cuja residência foi o foco da operação.

Durante a execução do mandado, as autoridades localizaram a droga e os instrumentos utilizados para sua pesagem. O acusado, no entanto, não estava presente na residência no momento da ação. Em razão disso, foi instaurado um inquérito policial para investigar o crime de tráfico de drogas, conforme previsto no artigo 33 da Lei nº 11.343/2006. 

Essa lei abrange uma série de condutas relacionadas ao tráfico de substâncias ilícitas, incluindo vender, comprar, produzir, guardar, transportar, importar, exportar, oferecer ou entregar drogas, mesmo que gratuitamente.

A investigação seguirá para identificar e responsabilizar o suspeito pelas atividades ilícitas encontradas na operação.

TRE-PE divulga orientações para evitar dúvidas no dia da Eleição

O presidente do Tribunal Regional Eleitoral de Pernambuco (TRE-PE), desembargador Luiz Carlos Figueirêdo, e o corregedor do Tribunal, desembargador Alexandre Pimentel,  assinaram, nesta quarta-feira (3/10), uma orientação conjunta  para o dia da Eleição. O documento trata do uso de camisa de candidatos, partidos ou coligação por parte do eleitor no dia da Eleição.  A orientação […]

O presidente do Tribunal Regional Eleitoral de Pernambuco (TRE-PE), desembargador Luiz Carlos Figueirêdo, e o corregedor do Tribunal, desembargador Alexandre Pimentel,  assinaram, nesta quarta-feira (3/10), uma orientação conjunta  para o dia da Eleição.

O documento trata do uso de camisa de candidatos, partidos ou coligação por parte do eleitor no dia da Eleição.  A orientação conjunta nº 1/2018 também esclarece pontos como a padronização do vestuário de fiscais e a prioridade na votacão.

Na sessão plenária desta quarta-feira, o presidente do TRE  leu as orientações para os demais membros da Corte para dar ainda mais transparência. “Como a própria nomenclatura já anuncia, não se trata de uma inovação normativa, mas tão somente de orientação, baseada na prática de outras eleições e na jurisprudência, que visa padronizar o entendimento a ser adotado pelos juízes eleitorais em todo o Estado, evitando-se tumultos e desgastes desnecessários no dia da votação”, disse.

Em relação ao uso de camisas de candidatos, partidos ou coligações no momento da votação, o item 1 da orientação conjunta é bastante claro: “É permitido ao eleitor manifestar preferência por seu candidato, partido ou coligação por meio de vestuário, desde que o faça de forma individual e silenciosa.”

Já sobre a padronização de vestuário de fiscais, a orientação é: “A padronização do vestuário dos fiscais de partidos e coligações restará configurada, apenas, quando houver identidade concomitante de tonalidade de cor e de modelo de camisas, não bastando a mera semelhança visual dessas características.

O item 3 orienta que só terão preferência para votar apenas os detentores de prioridade fixados em lei.

CLIQUE AQUI E LEIA A ÍNTEGRA DA ORIENTAÇÃO CONJUNTA

Tabira: cinco vereadores não disputarão a reeleição

O radialista Júnior Alves, destacou em seu perfil no Instagram, que os recentes acontecimentos no cenário político de Tabira apontam para uma significativa renovação na Câmara dos Vereadores do município a partir de 2025.  De acordo com o Júnior Alves, cinco vereadores em exercício já confirmaram que não disputarão a reeleição. São eles: Edmundo Barros, […]

O radialista Júnior Alves, destacou em seu perfil no Instagram, que os recentes acontecimentos no cenário político de Tabira apontam para uma significativa renovação na Câmara dos Vereadores do município a partir de 2025. 

De acordo com o Júnior Alves, cinco vereadores em exercício já confirmaram que não disputarão a reeleição. São eles: Edmundo Barros, Ilma de Cosme, Vianey Justo, Valdemir Filho e Djalma das Almofadas.

Segundo Júnior, Djalma das Almofadas está na expectativa de ser candidato a vice na chapa da prefeita Nicinha, o que explica sua decisão de não buscar a reeleição como vereador.

Com a saída desses cinco vereadores, o caminho fica mais aberto para os pré-candidatos novatos que disputarão uma vaga na Casa Eduardo Domingos de Lima pela primeira vez. “Quem comemorou foram os novos pré-candidatos, que agora veem uma chance real de conquistar uma vaga na Câmara,” destacou Júnior Alves.