Prefeito e vice de Teixeira, PB, têm mandatos cassados por juiz eleitoral
Por Nill Júnior
O prefeito Edmilson Alves dos Reis (MDB) e o vice-prefeito José Amarildo (PSB) do município de Teixeira/PB, tiveram os mandatos cassados pelo juiz da 30ª Zona Eleitoral, Carlos Gustavo Guimarães Albergaria Barreto.
Cabe recurso da decisão ao Tribunal Regional Eleitoral da Paraíba. O prefeito informou ao Jornal da Paraíba que vai recorrer após ser notificado. A sentença foi publicada nesta quarta-feira (31), no Diário da Justiça Eletrônico do Tribunal Regional Eleitoral da Paraíba (TRE-PB).
O prefeito Edmilson Alves dos Reis (MDB) e o vice-prefeito José Amarildo Meira de Vasconcelos (PSB) foram acusados por abuso de poder político praticado nas Eleições de 2016.
Uma Ação de Investigação Judicial Eleitoral (AIJE) foi aberta após representação pela coligação adversária durante as últimas eleições. O juiz determinou a perda dos diplomas do prefeito e vice, incluindo a aplicação de inelegibilidade por oito anos e a realização de novas eleições para os cargos majoritários no município.
Foto: Wellington Júnior Em nota enviada a imprensa, a Prefeitura de Serra Talhada, através da Secretaria Municipal de Agricultura e Recursos Hídricos, informa à população que a Feira de Animais que seria realizada no próximo domingo, 13 de junho, foi antecipada para a sexta-feira, 11 de junho. “A antecipação acontece em virtude das novas medidas […]
Em nota enviada a imprensa, a Prefeitura de Serra Talhada, através da Secretaria Municipal de Agricultura e Recursos Hídricos, informa à população que a Feira de Animais que seria realizada no próximo domingo, 13 de junho, foi antecipada para a sexta-feira, 11 de junho.
“A antecipação acontece em virtude das novas medidas restritivas para a nossa região divulgadas pelo Governo do Estado de Pernambuco, que proíbem atividades econômicas consideradas não essenciais aos finais de semana. As medidas são válidas até o dia 13 de junho de 2021”, esclarece a Prefeitura na nota.
O bispo Dom Limacêdo Antônio, que criticou o Congresso por decisões que buscam proteger aqueles que praticaram atos antidemocráticos, querendo destronar nossos pilares de civilização, tem sido alvo de solidariedade nas redes. Isso porque contas ultraconservadoras tem atacado sua fala em defesa do que é justo: a defesa por punição justa para que nunca mais […]
O bispo Dom Limacêdo Antônio, que criticou o Congresso por decisões que buscam proteger aqueles que praticaram atos antidemocráticos, querendo destronar nossos pilares de civilização, tem sido alvo de solidariedade nas redes.
Isso porque contas ultraconservadoras tem atacado sua fala em defesa do que é justo: a defesa por punição justa para que nunca mais se ataque a democracia. Limacêdo não citou ou fez defesa de político algum, mas paga um preço por se posicionar por justiça, o que não elimina o perdão. Perdoar é cristão, mas defender a justiça, também. Jesus nos pede para visitar os presos e enfermos, mas nunca sugeriu que essa ação solidária venha casada com a liberdade de quem paga pelas consequências dos atos, com direito a dignidade.
A vereadora Liana Cirne se manifestou nas redes. ““Toda a minha solidariedade a Dom Limacedo Dom Limacêdo, que vem sendo alvo de ataques e perseguições por defender a justiça social, os direitos humanos e o cuidado com os mais pobres.
A fé que se coloca a serviço da vida, da dignidade e da democracia nunca pode ser silenciada. Intolerância religiosa é inaceitável”,disse.
César Kayke, assessor da prefeita de Serra Talhada, Márcia Conrado, também se manifestou.
Manifesto meu total apoio às palavras firmes e necessárias de Dom Limacêdo Antônio durante a Missa da Noite de Natal. Sua reflexão sobre a defesa da democracia e a responsabilidade diante dos atos de 8 de janeiro é profundamente coerente com os valores cristãos e com o compromisso ético que todos devemos ter com a verdade e com o bem comum.
Concordo plenamente quando Dom Limacêdo afirma que ninguém pode ficar imune após atentar contra as instituições que representam a nossa democracia. Justiça não é vingança; é responsabilidade. E é exatamente esse senso de responsabilidade que fortalece a convivência social, protege direitos e impede que a mentira se transforme em “verdade”, como advertiu o bispo ao alertar para o risco da inversão de valores que hoje afeta o país.
Também considero essencial a lembrança de que a fé cristã não pode ser separada da vida cotidiana. Assim como Dom Limacêdo, acredito que a vivência da fé implica compromisso com a realidade social e política, não a política partidária, mas a política do bem comum, do bom administrar e do cuidado com o povo. A fé que se cala diante da injustiça deixa de cumprir seu papel transformador na sociedade.
Por isso, declaro minha solidariedade e meu respeito à postura corajosa e coerente de Dom Limacêdo. Ele reforça algo que considero fundamental: democracia, verdade, justiça e fé caminham juntas. E defender esses valores não é um favor; é uma obrigação moral de todos nós. Que tenhamos empatia, que possamo respeitar o servo de Deus que tem o papel de orientar e ajudar na vida cristã.
A conta “Frases de Dom Hélder Câmara” escreveu:
Nossa solidariedade a Dom Limacêdo Antônio, Bispo de Afogados da Ingazeira. É inadmissível que grupos que se dizem católicos, mas agem como filhos rebeldes da Igreja, tentem censurar o sucessor dos apóstolos. Ao espalharem a divisão e o ódio, esses grupos negam a própria fé que afirmam defender.
Dom Limacêdo exerce a missão profética com fidelidade: lê a realidade brasileira à luz do Evangelho e denuncia as injustiças que assolam nosso povo. Quando a Palavra incomoda os extremistas, eles tentam silenciar o pastor, esquecendo-se de que a Igreja não pode se calar diante da exclusão e da violência.
Nossa total solidariedade à Diocese do Pajeú, que jamais abriu mão da justiça e do compromisso com os pobres.
Aos que promovem o cisma e a censura, a mensagem é clara: a verdade não se amordaça. ‘Se calarem a voz dos profetas, as pedras gritarão’ (Lc 19,40).
Deixe nos comentários sua solidariedade a Dom Limacêdo, que vem sofrendo tentativas de censura nas redes sociais por grupos extremistas.”
No programa Manhã Total, da Rádio Pajeú, também manifestei minha posição sobre o tema:
Da Coluna de João Alberto – Jornal do Commercio Nunca se viu tantas pesquisas eleitorais como agora. Claro que cada uma tem sua sistemática de fazer o trabalho, mas diferenças gritantes nos números causam, no mínimo, estranheza aos eleitores. Em função desse quadro, o Sistema Jornal do Commercio de Comunicação decidiu que, a partir de […]
Nunca se viu tantas pesquisas eleitorais como agora. Claro que cada uma tem sua sistemática de fazer o trabalho, mas diferenças gritantes nos números causam, no mínimo, estranheza aos eleitores.
Em função desse quadro, o Sistema Jornal do Commercio de Comunicação decidiu que, a partir de hoje, todos os seus veículos, jornal, televisão, rádio e redes sociais, só vão divulgar pesquisas feitas por dois dos mais respeitados institutos de pesquisa do Brasil: o Datafolha e o Quaest.
A decisão foi tomada esta semana, após a polêmica envolvendo as pesquisas divulgadas por Veritá, Simplex e Real Time Big Data, com grande disparidade.
A presidente Dilma Rousseff afirmou nesta segunda-feira (29), em entrevista coletiva nos Estados Unidos, que não respeita delatores. Indagada sobre as supostas declarações do dono da UTC Ricardo Pessoa em depoimento de delação premiada, a petista ressaltou que recebeu doação de R$ 7,5 milhões da empresa investigada na Operação Lava Jato, porém, disse que o […]
A presidente Dilma Rousseff afirmou nesta segunda-feira (29), em entrevista coletiva nos Estados Unidos, que não respeita delatores. Indagada sobre as supostas declarações do dono da UTC Ricardo Pessoa em depoimento de delação premiada, a petista ressaltou que recebeu doação de R$ 7,5 milhões da empresa investigada na Operação Lava Jato, porém, disse que o dinheiro foi repassado legalmente à sua campanha eleitoral no ano passado.
Reportagem publicada na edição deste fim de semana da revista “Veja” relaciona os nomes de 18 políticos supostamente citados pelo dono da construtora UTC como beneficiados com dinheiro oriundo do esquema de corrupção na Petrobras.
O acordo de Pessoa foi homologado na última quarta-feira (24) pelo ministro Teori Zavascki, do Supremo Tribunal Federal (STF).
A petista argumentou nesta segunda-feira que não respeita delatores porque foi presa política durante o regime militar (1964-1985).
“Eu não respeito um delator, até porque eu estive presa na ditadura e sei o que é. Tentaram me transformar em delatora, a ditadura fazia isso com as pessoas. Eu garanto para vocês: eu resisti bravamente e até em alguns momentos fui mal interpretada quando disse que, em tortura, a gente tem de resistir porque, senão, você entrega. Não respeito nenhum, nenhuma fala”, disse a presidente a repórteres em Nova York, onde se reuniu nesta segunda com investidores norte-americanos.
Durante a entrevista, Dilma garantiu que “nunca” se encontrou com Ricardo Pessoa e que não o recebeu desde que assumiu a Presidência. Ao explicar que as doações da UTC foram legais, a presidente ressaltou que não aceita e “jamais” aceitará que “insinuem” qualquer irregularidade sobre ela ou sobre sua campanha. “Se insinuam, têm interesses políticos”, enfatizou.
A petista destacou que o senador Aécio Neves (PSDB-MG), seu adversário no segundo turno da corrida presidencial de 2014, também recebeu contribuições da construtora UTC. Segundo ela, a diferença de valores entre as doações feitas pela empreiteira às campanha do PT e do PSDB foi “muito pequena”.
“A minha campanha recebeu dinheiro legal, registrado, de R$ 7,5 milhões [da UTC]. Na mesma época que eu recebi os recursos, pelo menos uma das vezes, o candidato que concorreu comigo recebeu também, com uma diferença muito pequena de valores. Eu estou falando do Aécio Neves – até porque só teve um candidato que concorreu comigo, estou falando do segundo turno”, observou.
Dilma também foi questionada sobre se pretende tomar providências em relação às denúncias de Ricardo Pessoa. Segundo ela, se ele a citar nominalmente, ela cogita processá-lo. (G1)
Por André Luis Nesta terça-feira (25), o promotor de justiça Lúcio Almeida concedeu uma entrevista ao Debate das Dez, da Rádio Pajeú, para esclarecer a razão por trás de sua transferência para Ouricuri. Segundo ele, a mudança pode ter sido motivada por uma denúncia relacionada à sua participação em uma live realizada na Chácara Vitória […]
Nesta terça-feira (25), o promotor de justiça Lúcio Almeida concedeu uma entrevista ao Debate das Dez, da Rádio Pajeú, para esclarecer a razão por trás de sua transferência para Ouricuri.
Segundo ele, a mudança pode ter sido motivada por uma denúncia relacionada à sua participação em uma live realizada na Chácara Vitória durante o período crítico da pandemia da Covid-19.
O promotor explicou que a transferência foi resultado de uma decisão tomada no âmbito do Ministério Público, após uma denúncia formulada durante o período mais agudo da pandemia. A denúncia estava diretamente relacionada à sua participação na Live da Chácara Vitória, evento que gerou questionamentos quanto ao cumprimento dos protocolos sanitários vigentes na época.
No entanto, Lúcio Almeida ressaltou veementemente que tem plena consciência de que, durante aquela ocasião, todas as medidas de prevenção e segurança foram rigorosamente seguidas.
Ele afirmou que sua atuação como promotor foi pautada na defesa da vida e da saúde pública, e ele próprio esteve ativamente envolvido na linha de frente das ações de combate à pandemia, obtendo resultados significativos no enfrentamento da crise. De fato, a abordagem de Lúcio no período como promotor, enfrentando o negacionismo e aqueles que queriam descumprir medidas foi determinante.
O promotor enfatizou que seu trabalho não se deu isoladamente, mas sim em colaboração articulada com outros órgãos e entidades do sistema de saúde. Ele citou a parceria com a Secretaria Municipal de Saúde, a vigilância sanitária e as forças policiais, destacando a importância do trabalho conjunto para enfrentar os desafios impostos pela pandemia.
Lúcio Almeida também ressaltou que o Ministério Público, possivelmente, interpretou equivocadamente o contexto da Live na Chácara Vitória, chegando à conclusão errônea de que houve uma ação inadequada ao participar do evento durante a pandemia. O promotor esclareceu que a realização da live havia sido devidamente autorizada, conforme o Decreto Estadual vigente na época.
Por fim, Lúcio Almeida reiterou que o esclarecimento sobre o episódio é essencial para que não restem dúvidas quanto à sua conduta e atuação como promotor de justiça. Ele expressou o compromisso de continuar trabalhando em prol da justiça, da saúde e da vida da população, seja qual for o local em que desempenhe suas funções.
Outra informação foi a de que ele teve outra opção oferecida como nova cidade para atuação, em Belo Jardim, mas preferiu ir para Ouricuri.
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