Prefeita de Brejinho diz que alvo da PF era Zé Vanderley, mas “confia no aliado”
Por Nill Júnior
Zé Vanderlei e Tânia Maria: gestora atual diz que em entrevista PF errou o alvo: era seu antecessor
Zé Vanderlei e Tânia Maria: gestora atual diz que em entrevista PF errou o alvo: era seu antecessor
Em nota ao blog, a prefeita de Brejinho, Tânia Maria, repudiou “veementemente” as declarações feitas pelo delegado da Polícia Federal proferidas nesta quinta-feira (11), em coletiva de imprensa, sobre a “Operação Couraça”.
“É público e notório que a prefeita Tânia Maria iniciou seu mandato no dia 1º de janeiro deste ano, sendo este, portanto, o primeiro ano de sua gestão”, afirmou.
A gestora afirmou que, como informa a própria Polícia Federal, a Operação visa a apuração de atos administrativos ocorridos no município entre os anos de 2013 e 2014. “Ou seja, de um período em que Tânia Maria ainda não estava à frente da Prefeitura”.
A prefeita se solidarizou com o seu antecessor, José Vanderley da Silva, implicitamente, segundo a própria nota, o alvo da investigação, “com quem trabalhou durante quase 20 anos”.
Ao final, disse que “está absolutamente certa de que ele provará na Justiça a correção e lisura de todos os atos praticados durante a sua administração”.
De fato, Tânia foi Secretária de Finanças da gestão José Vanderlei. Apoiada por ele em outubro passado, foi eleita para gerir o município, o que ocorre desde janeiro deste ano.
A cidade de Ingazeira, em Pernambuco, receberá mutirão de entrega de kits de saúde bucal e atendimento odontológico para os moradores A Colgate comemora o Mês da Saúde Bucal, uma campanha que, além de transformar a realidade da higiene bucal de cinco cidades brasileiras, vai contar histórias de brasileiros que tem muitos motivos para sorrir. […]
A cidade de Ingazeira, em Pernambuco, receberá mutirão de entrega de kits de saúde bucal e atendimento odontológico para os moradores
A Colgate comemora o Mês da Saúde Bucal, uma campanha que, além de transformar a realidade da higiene bucal de cinco cidades brasileiras, vai contar histórias de brasileiros que tem muitos motivos para sorrir.
Foram escolhidas cinco cidades nas diferentes regiões do Brasil para serem palco desse grande movimento: Japaraíba (MG), Jaquirana (RS), Japorã (MS), Rio Crespo (RO) e Ingazeira (PE). Em cada uma dessas cidades, a Colgate buscou pessoas com histórias inspiradoras que retratam a diversidade e realidade da população brasileira. São histórias reais que mostram de forma genuína seus motivos para sorrir, como a da Marcia, moradora de Ingazeira. Motivada por sua filha, Marcia passa por cima de todos os problemas que surgem, principalmente da doença que descobriu quando soube que estava grávida. Todos os dias, ela segue viagem para fazer quimioterapia e conseguir mais tempo para ficar com quem ama. Essa é uma história de superação que ainda não terminou, mas que já tem motivos suficientes para que ela siga lutando e sorrindo.
A campanha iniciou no dia 03 de setembro e terá duração de dois meses. Nela, os consumidores puderam participar e ajudar a cuidar da saúde bucal de milhares de brasileiros e levar ainda mais sorrisos para todos. A cada três produtos Colgate comprados e cadastrados no site www.sorrirfazsorrir.com.br, um kit de higiene oral foi doado para essas cidades. Quem participou cadastrando seus produtos no site, também concorreu a milhares de prêmios na hora de até 500 reais. A campanha “Sorrir faz Sorrir” já passou pelas cidades de Japaraíba (MG), Jaquirana (RS), Japorã (MS), Rio Crespo (RO) e agora chega à última cidade: Ingazeira (PE).
Em paralelo, entre os dias 9 de setembro e 18 de novembro, serão realizados mutirões de atendimento odontológico nas cinco cidades, visando melhorar a saúde bucal dos moradores e conscientizar sobre a importância do cuidado da mesma. O mutirão da campanha em Ingazeira ficará de 9 a 18 de novembro atendendo adultos e crianças. No dia 12, será feita a entrega de milhares de kits de higiene bucal aos moradores. Para isso, a Colgate convidou o ator e apresentador Felipe Titto, que passará o dia todo na cidade de Ingazeira auxiliando a entrega dos kits.
A Campanha “Sorrir faz Sorrir” tem como parceira a ONG Amigo da Vez, uma organização formada por dentistas especializados em levar orientação e atendimento odontológico à população carente. A Colgate oferece todo o suporte necessário para a montagem do espaço de atendimento nas cidades e aos profissionais responsáveis pelo tratamento odontológico, além da doação de produtos e materiais.
“Acreditamos que todas as pessoas merecem um futuro com motivos para sorrirem. Mais do que oferecer um atendimento, estamos oferecendo a conscientização sobre a importância da higiene bucal. Queremos que a experiência conquistada na ‘Campanha Sorrir faz Sorrir’ possa transformar o futuro do sorriso de milhares de brasileiros, que também poderão transmitir todo o conhecimento adquirido para as próximas gerações”, comentou Luciana Abe, diretora de marketing da Colgate. “A preocupação da Colgate com a saúde bucal da população vai muito além de um portfólio completo de produtos do segmento. Todo o trabalho social, através do Programa “Sorriso Saudável Futuro Brilhante” em 17 anos no Brasil, já impactou 61 milhões de crianças e a ideia é aumentar cada vez mais esse número”, completou Luciana Abe.
A Procuradoria-Geral da República (PGR) pediu a prisão preventiva e a inclusão na lista da Interpol da deputada federal Carla Zambelli (PL-SP). A parlamentar deixou o Brasil e anunciou que está nos Estados Unidos, mas deve se deslocar para a Europa, como revelaram os jornalistas Andréia Sadi e Octavio Guedes. A deputada afirmou que vai […]
A Procuradoria-Geral da República (PGR) pediu a prisão preventiva e a inclusão na lista da Interpol da deputada federal Carla Zambelli (PL-SP).
A parlamentar deixou o Brasil e anunciou que está nos Estados Unidos, mas deve se deslocar para a Europa, como revelaram os jornalistas Andréia Sadi e Octavio Guedes. A deputada afirmou que vai se submeter a tratamento médico e se licenciará do mandato.
O pedido, sigiloso, foi apresentado pelo procurador-geral da República, Paulo Gonet. A TV Globo teve acesso ao documento.
“Há necessidade, além disso, para eficácia da medida requerida e igualmente assegurar a aplicação da lei penal, de inclusão do nome da parlamentar requerida na difusão vermelha da INTERPOL, com a suspensão de seu passaporte e imediata comunicação aos países”, completa Gonet, que pediu ainda o sequestro e indisponibilidade de bens da parlamentar.
Para a PGR, a deputada deve ser considerada foragida “por ter se evadido para outro país e anunciado publicamente sua permanência na Europa e a transgressão da decisão condenatória proferida pela mais alta Corte do país, em que secominou pena a ser cumprida inicialmente em regime fechado.
Há 20 dias, a parlamentar foi condenada por unanimidade pela Primeira Turma do Supremo Tribunal Federal (STF) a 10 anos de prisão pela invasão aos sistemas do Conselho Nacional de Justiça (CNJ).
Em 2023, Zambelli chegou a ter o passaporte apreendido durante as investigações, mas o documento foi devolvido e ela não tinha restrições para deixar o país. No último dia 25, ela deixou o Brasil pela fronteira com a Argentina e se dirigiu para Buenos Aires, de onde voou para os Estados Unidos.
Ministros do STF ouvidos pela GloboNews viram na saída de Zambelli do país uma fuga para tentar evitar os resultados do julgamento. Além da ação em que foi condenada, Zambelli é alvo de outras investigações no STF e na Justiça Eleitoral.
Antes de deixar o Brasil e anunciar que pedirá licença do mandato, a deputada Carla Zambelli (PL-SP) vinha tentando angariar recursos para pagar multas referentes a processos a que responde na Justiça. Há duas semanas, ela havia feito um novo pedido de Pix para apoiadores com o objetivo de ajudá-la a honrar as demandas judiciais.
Do Blog da Folha O ex-presidente Fernando Henrique Cardoso defendeu na manhã desta quarta-feira (13), em Nova York, o aprofundamento das investigações de corrupção no Brasil, para que o País saiba “a verdade”. Segundo ele, os problemas atuais não começaram na gestão Dilma Rousseff. “Esses mal feitos vêm de outro governo, isso tem que deixar […]
O ex-presidente Fernando Henrique Cardoso defendeu na manhã desta quarta-feira (13), em Nova York, o aprofundamento das investigações de corrupção no Brasil, para que o País saiba “a verdade”. Segundo ele, os problemas atuais não começaram na gestão Dilma Rousseff. “Esses mal feitos vêm de outro governo, isso tem que deixar bem claro. Vem do governo Lula, começou aí”, declarou em entrevista em Nova York, referindo-se a Luiz Inácio Lula da Silva.
FHC ressaltou que o impeachment não pode ser discutido em abstrato e depende da comprovação de vínculo entre o governante e irregularidades. “Impeachment não é uma questão que se deseja, acontece. E quando é que ele acontece? Quando o povo não aguenta mais e quando há uma ligação concreta entre quem está ocupando o poder e o mal-feito”, afirmou.
Em seminário com empresários, FHC apresentou uma visão otimista do Brasil e ressaltou que não se deve temer crises “eventuais” ou “conjunturais”. Em sua avaliação, o país se aproxima de um entendimento que leve à sua regeneração. “Nós temos certa capacidade de negociação, de chegar um certo momento e dizer ‘Não dá. Basta. Nós somos todos brasileiros, vamos nos entender.’ Nós estamos chegando a um momento próximo a isso no Brasil.”
Mas ele ressaltou que há condições a serem cumpridas para que esse “entendimento” seja possível. Entre elas, enumerou “a verdade” e “passar o País a limpo”. Para isso, é preciso aprofundar as investigações sobre corrupção. “O País não pode ficar na dúvida, sobre quem é responsável pelo quê”, afirmou. “Vai chegar o momento em que o Brasil vai querer saber a verdade. O que aconteceu mesmo.”
O ex-presidente também defendeu a reforma do sistema político, o estabelecimento de consenso sobre medidas para que o país volte a crescer e o respeito às regras democráticas.
“Não estou pensando em pactuar com o governo. É preciso que o País se regenere. Não é um acordo da cúpula. É uma mudança da atitude do Brasil”, disse, quando questionado se a defensa de entendimento não significa compactuar com o governo. “Quanto ao fato de eles tentarem me desconstituir durante 12 anos, agora eles têm de morder a língua”, acrescentou, em referência às críticas do PT à suposta herança maldita recebida dos tucanos.
A Câmara de Vereadores de Afogados da Ingazeira fechou na manhã desta quarta-feira(13) parceria com a UNIP – Universidade Paulista. Pela parceria, os colaboradores da Câmara poderão obter um desconto de até 30% ao ingressar nos cursos da universidade. Igor Mariano, Presidente da Casa, destacou a importância da parceria: “Importante demais todo esse investimento que […]
A Câmara de Vereadores de Afogados da Ingazeira fechou na manhã desta quarta-feira(13) parceria com a UNIP – Universidade Paulista. Pela parceria, os colaboradores da Câmara poderão obter um desconto de até 30% ao ingressar nos cursos da universidade.
Igor Mariano, Presidente da Casa, destacou a importância da parceria: “Importante demais todo esse investimento que a UNIP tem feito na nossa região, encurtando distâncias e oportunizando as pessoas a terem condição de cursar uma universidade. Tenho que agradecer à toda equipe pela formalização desta parceria, é muito importante para o desenvolvimento intelectual e profissional das pessoas”, destacou Mariano.
A UNIP oferece educação a distância nas mais diversas áreas, como Administração, Artes visuais, Ciências Biológicas, Ciências Contábeis, Ciências Econômicas e muito mais. Todas elas com descontos de até 30% nas mensalidades. Para mais informações ligue: UNIP: (87) 383-1763 ou (87) 9.9998-1141. Site: unip.br/ead .
Ana Cristina Siqueira Valle, ex-mulher do presidente Bolsonaro, está entre os alvos Ex-assessores do senador Flávio Bolsonaro (sem partido-RJ), entre eles Fabrício Queiroz, são alvo de mandados de buscas e apreensão na manhã desta quarta-feira (18). Também são investigados Ana Cristina Siqueira Valle, ex-mulher do presidente Jair Bolsonaro (sem partido-RJ), e parentes dela que foram empregados no […]
Ana Cristina Siqueira Valle, ex-mulher do presidente Bolsonaro, está entre os alvos
Ex-assessores do senador Flávio Bolsonaro (sem partido-RJ), entre eles Fabrício Queiroz, são alvo de mandados de buscas e apreensão na manhã desta quarta-feira (18).
Também são investigados Ana Cristina Siqueira Valle, ex-mulher do presidente Jair Bolsonaro (sem partido-RJ), e parentes dela que foram empregados no gabinete de Flávio.
As medidas fazem parte da investigação da suspeita de que havia a “rachadinha” — um esquema de repartição de salários — no gabinete do parlamentar na Assembleia Legislativa do Rio de Janeiro (Alerj), onde ele foi deputado estadual por quatro mandatos.
O G1 falou com Ana Cristina às 7h57. Ela disse que não poderia falar no momento e pediu para que a reportagem ligasse mais tarde.
Guilherme dos Santos Hudson, tio de Ana Cristina, disse que não pode dar informações porque o processo está em segredo de Justiça. Questionado sobre ter sido assessor de Flávio Bolsonaro na Alerj, Guilherme disse que não teme a investigação, pois não deve nada a ninguém.
“Meu amigo, tá tudo escrito naquela reportagem. Então é aquilo que está sendo investigado. Pode ser investigado, não devo nada a ninguém. Não tem problema nenhum”, garantiu. A assessoria de Flávio Bolsonaro informou, às 7h56, que não tinha posicionamento naquele momento.
Em nota, a defesa de Fabrício Queiroz informou ter recebido a notícia da busca “com tranquilidade e ao mesmo tempo surpresa”. “É absolutamente desnecessária, uma vez que ele sempre colaborou com as investigações, já tendo, inclusive, apresentado todos os esclarecimentos à respeito dos fatos”, disse.
A força-tarefa obteve na Justiça, em maio, a quebra dos sigilos fiscal e bancário de 96 pessoas e empresas — incluindo Queiroz e Flávio.
A investigação foi instaurada em 31 de julho do ano passado, meses depois que o antigo Conselho de Controle de Atividades Financeiras (Coaf, hoje Unidade de Inteligência Financeira) enviou um relatório ao MP com movimentação atípica de Queiroz num total de R$ 1,2 milhão entre janeiro de 2016 e janeiro de 2017.
O caso ficou parado de julho até novembro, aguardando decisão do Supremo Tribunal Federal (STF) sobre a legalidade do compartilhamento dessas informações sem autorização judicial.
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