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Possibilidade do apoio de LW a Luciano Pacheco não está descartada

Por Nill Júnior

Com os nomes dos ex-prefeitos Zeca (Podemos) e Madalena (PSB) colocados à mesa, neste sábado (16), para disputa da prefeitura de Arcoverde, o prefeito Wellington Maciel (MDB) segue cada vez mais pressionado a também anunciar o candidato do governo para 2024.

Seria natural a candidatura do dono do Grupo LW à reeleição se não esbarrasse em números que mostram alta reprovação à gestão – resultado que, hoje, inviabilizaria as chances de continuidade do governo LW – de acordo com as recentes pesquisas de intenção de voto divulgadas pelos institutos Múltipla e Ipec.

Na pesquisa mais recente, LW aparece com 12% de intenções, enquanto Madalena pontuou mais que o dobro: 30%. Zeca é o grande favorito, com 41% das intenções de voto (3x mais que o atual prefeito). Com resultado tão ruim para LW, muitos correligionários já começaram a pular do barco para abraçar as pré-candidaturas de Zeca e Madá.

Para estancar a sangria, a alternativa pode estar na escolha outro nome mais forte para encarar a disputa. O vereador Luciano Pacheco (Patriota) está pronto desde 2012, quando esperou ser escolhido por Zeca, que optou por Madalena para a prefeitura, gerando o rompimento da relação entre os históricos aliados. Doze anos após, quem sabe agora não tenha chegado a vez de Pacheco, salvando a gestão LW.

Vereador mais votado em 2020 e majoritário em Arcoverde como deputado estadual em 2022, tem uma bagagem de sucesso como político, que lhe confere muito mais combustível para campanha. Tem boa articulação política, oratória impecável e tem sido a salvação da gestão, pela defesa incisiva que faz ao governo na Câmara.

Por tudo isso, LW não deixa de levar seu amuleto Pacheco para qualquer lugar que vá. Inclusive, ontem, na rádio, boa parte do debate foi realizado com o parlamentar, só restando o anúncio. Há quem diga que acontecerá em questão de dias.

Questionado pelo Arcoverde Online sobre a participação nas eleições de 2024, LW contou que não vai discutir o assunto agora: “não estou preocupado com as eleições, mas com o momento atual que a cidade vive e o trabalho que precisa ser realizado”, disse o gestor, que finalizou declarando falar sobre eleições somente no “momento certo”.

Outras Notícias

Breno Araújo vota em Serra Talhada e defende reeleição de Lula

O deputado estadual eleito Breno Araújo (PT) votou na manhã deste domingo (25), em uma escola técnica de Serra Talhada, no Sertão do Pajeú, durante o segundo turno das eleições presidenciais. Após votar, ele manifestou apoio à reeleição do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), que disputa o cargo com Flávio Bolsonaro (PL). Breno […]

O deputado estadual eleito Breno Araújo (PT) votou na manhã deste domingo (25), em uma escola técnica de Serra Talhada, no Sertão do Pajeú, durante o segundo turno das eleições presidenciais. Após votar, ele manifestou apoio à reeleição do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), que disputa o cargo com Flávio Bolsonaro (PL).

Breno afirmou considerar importante a continuidade do atual governo federal e defendeu o projeto político representado pelo presidente.

“Votei com a certeza de que o Brasil precisa continuar avançando e de que o presidente Lula representa um projeto de país que não deixa o povo para trás”, declarou.

Eleito deputado estadual no primeiro turno, realizado em 4 de outubro, Breno recebeu 47.722 votos em Pernambuco. Desse total, 15.087 foram registrados em Serra Talhada, município onde obteve sua maior votação.

O petista disputou pela primeira vez um mandato eletivo e assumirá uma cadeira na Assembleia Legislativa de Pernambuco (Alepe) em 1º de fevereiro de 2027.

Foto: Reprodução

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Marília Arraes vota no Recife, declara confiança na vitória de Lula e segue para São Paulo

A senadora eleita por Pernambuco, Marília Arraes (PDT), votou na manhã deste domingo (25), no bairro do Parnamirim, na Zona Norte do Recife, durante o segundo turno das eleições presidenciais. Após comparecer às urnas, a parlamentar seguiu para São Paulo, onde acompanhará a apuração dos votos ao lado do presidente Luiz Inácio Lula da Silva […]

A senadora eleita por Pernambuco, Marília Arraes (PDT), votou na manhã deste domingo (25), no bairro do Parnamirim, na Zona Norte do Recife, durante o segundo turno das eleições presidenciais. Após comparecer às urnas, a parlamentar seguiu para São Paulo, onde acompanhará a apuração dos votos ao lado do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT).

Marília, que conquistou uma das duas vagas de Pernambuco no Senado no primeiro turno, em 4 de outubro, manifestou confiança na reeleição de Lula, que disputa a Presidência da República com Flávio Bolsonaro (PL).

“Estamos todos muito confiantes de que o Brasil vai escolher o projeto comandado por Lula, que é o projeto de um país cada vez mais justo e democrático”, declarou.

A senadora eleita também reafirmou seu alinhamento político com o presidente e defendeu a continuidade do atual governo federal.

“Sigo firme, do lado em que sempre estive, com muita coragem e amor no coração”, acrescentou.

Em publicação nas redes sociais, Marília associou o ato de votar à defesa de direitos e de políticas públicas nas áreas de saúde, educação e ciência.

“Cheguei cedinho à urna e já depositei meu voto na democracia, na saúde pública, na educação, na vida, na ciência e no amor”, escreveu.

Marília Arraes foi eleita senadora pelo PDT no primeiro turno das eleições de 2026, ao lado de Humberto Costa (PT), que conquistou a reeleição. Os dois integram o campo político de apoio ao presidente Lula em Pernambuco.

A programação da senadora eleita neste domingo inclui sua participação no acompanhamento da apuração presidencial em São Paulo, junto ao presidente e a integrantes de sua campanha.

Fonte: Blog do Mário Flávio; Diário de Pernambuco.

Foto: Crysli Viana

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Campanha de Lula pede ao TSE prorrogação da votação até as 19h após denúncias de redução de ônibus

A campanha do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e o Partido dos Trabalhadores acionaram o Tribunal Superior Eleitoral (TSE), neste domingo (25), para solicitar a prorrogação do horário de votação do segundo turno das eleições presidenciais até as 19h. Segundo reportagem de O Globo, a iniciativa abrange dez estados e ocorre após denúncias […]

A campanha do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e o Partido dos Trabalhadores acionaram o Tribunal Superior Eleitoral (TSE), neste domingo (25), para solicitar a prorrogação do horário de votação do segundo turno das eleições presidenciais até as 19h. Segundo reportagem de O Globo, a iniciativa abrange dez estados e ocorre após denúncias de dificuldades no transporte público que poderiam impedir eleitores de chegar às urnas.

Os problemas foram relatados principalmente em São Paulo e na Bahia, onde a campanha petista questiona a redução da frota de ônibus em pleno dia de votação. A coligação sustenta que o funcionamento irregular do transporte coletivo prejudica especialmente os eleitores que dependem do serviço para chegar às seções eleitorais.

Na capital paulista, a campanha afirmou que apenas 60% da frota prevista estava em circulação, apesar de determinação judicial para que os ônibus operassem com frequência equivalente à dos dias úteis. Segundo os relatos apresentados à Justiça Eleitoral, passageiros enfrentaram esperas superiores a uma hora em algumas regiões.

A SPTrans informou que recebeu a determinação judicial na tarde de sábado (24) e comunicou as empresas concessionárias. A companhia alegou dificuldades para reorganizar escalas de funcionários e veículos em menos de 12 horas, mas afirmou que estava acompanhando a operação.

Na Bahia, a Federação Brasil da Esperança, formada por PT, PCdoB e PV, apresentou pedido de ampliação da votação em Salvador, Feira de Santana e Lauro de Freitas. A representação aponta que a redução dos ônibus teria provocado atrasos e dificuldades de deslocamento dos eleitores.

O caso mais grave foi registrado em Salvador, onde o Tribunal Regional Eleitoral da Bahia (TRE-BA) determinou o restabelecimento integral da frota e expediu ordem de prisão em flagrante contra o secretário municipal de Mobilidade, Pablo Souza. A decisão também estabeleceu multa de R$ 1 milhão por hora em caso de descumprimento da determinação de normalizar o transporte.

A Secretaria Municipal de Mobilidade atribuiu a retenção inicial de veículos a um impasse envolvendo a colocação de adesivos de propaganda eleitoral nos ônibus. A pasta afirmou que determinou a liberação dos coletivos e a normalização do serviço.

O coordenador jurídico da campanha de Lula, Marco Aurélio de Carvalho, defendeu que o TSE analisasse a situação com urgência, diante do risco de prejuízo ao direito de voto.

Além da prorrogação, a campanha solicitou medidas para assegurar a participação dos eleitores afetados, incluindo a distribuição de senhas para quem estiver presente nos locais de votação até as 17h.

O presidente Lula também comentou as denúncias e criticou a redução do transporte coletivo. Em declaração à imprensa, pediu que os eleitores não desistissem de comparecer às urnas.

Até as atualizações consultadas, a Justiça Eleitoral ainda não havia autorizado a ampliação do horário. A votação permanecia prevista para terminar às 17h, com garantia de atendimento aos eleitores que já estivessem presentes nas filas no momento do encerramento.

Fonte: O Globo

Foto: Reprodução

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Balanço da SDS aponta 88 ocorrências em Pernambuco durante o segundo turno das eleições

Pernambuco registrou 88 ocorrências relacionadas à segurança pública entre a meia-noite e as 11h30 deste domingo (25), durante o segundo turno das eleições de 2026. Os dados constam do primeiro balanço divulgado pela Secretaria de Defesa Social (SDS), que aponta maior concentração de registros na Região Metropolitana do Recife. A capital pernambucana contabilizou 39 ocorrências, […]

Pernambuco registrou 88 ocorrências relacionadas à segurança pública entre a meia-noite e as 11h30 deste domingo (25), durante o segundo turno das eleições de 2026. Os dados constam do primeiro balanço divulgado pela Secretaria de Defesa Social (SDS), que aponta maior concentração de registros na Região Metropolitana do Recife.

A capital pernambucana contabilizou 39 ocorrências, seguida por Olinda, com 16, e Jaboatão dos Guararapes, com 10. Juntos, os três municípios responderam por 65 dos 88 registros contabilizados no estado durante o período.

Entre as ocorrências identificadas pelas forças de segurança, sete estavam relacionadas ao uso de equipamentos de som ou à realização de comícios e carreatas. Também foram registradas cinco averiguações e cinco situações de perturbação do trabalho ou do sossego alheio.

O levantamento inclui ainda quatro abordagens a pessoas em atitude suspeita e quatro ocorrências envolvendo inutilização, alteração ou perturbação de propaganda eleitoral.

A SDS também contabilizou três registros de boca de urna e um caso de desobediência às determinações da Justiça Eleitoral. Os números representam ocorrências policiais e não significam, necessariamente, que todos os casos tenham resultado em prisões ou na confirmação de crimes.

O secretário estadual de Defesa Social, Alessandro Carvalho, afirmou que as forças de segurança permanecem mobilizadas durante a votação.

“Estamos acompanhando as eleições em todo o Estado, com as forças de segurança mobilizadas e atuando de forma integrada para garantir que os pernambucanos possam exercer seu direito ao voto com tranquilidade. Nosso trabalho segue ao longo de todo o dia”, declarou.

Para o segundo turno, a SDS organizou uma operação com previsão de mobilização de 12.497 profissionais da segurança pública somente neste domingo. O planejamento prevê 28.227 lançamentos de efetivo ao longo de toda a operação, iniciada na quinta-feira (22) e com encerramento previsto para segunda-feira (26).

O acompanhamento das ocorrências é realizado por meio do Centro Integrado de Comando e Controle Estadual e das estruturas de monitoramento do interior de Pernambuco.

O balanço divulgado corresponde apenas à primeira parte do dia de votação e poderá ser atualizado conforme novos registros forem contabilizados.

Fonte: Diário de Pernambuco

Foto: Joédson Alves

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TRE-BA determina prisão de secretário após retenção de 75 ônibus no dia da eleição em Salvador

O Tribunal Regional Eleitoral da Bahia (TRE-BA) determinou, neste domingo (25), a prisão em flagrante do secretário municipal de Mobilidade de Salvador, Pablo Souza, após a retenção de pelo menos 75 ônibus do transporte público durante o segundo turno das eleições presidenciais. A medida foi tomada diante de denúncias de redução da frota e dificuldades […]

O Tribunal Regional Eleitoral da Bahia (TRE-BA) determinou, neste domingo (25), a prisão em flagrante do secretário municipal de Mobilidade de Salvador, Pablo Souza, após a retenção de pelo menos 75 ônibus do transporte público durante o segundo turno das eleições presidenciais. A medida foi tomada diante de denúncias de redução da frota e dificuldades enfrentadas por eleitores para chegar aos locais de votação.

A ordem foi expedida pelo presidente do TRE-BA, desembargador Maurício Kertzman Szporer, após pedido da Federação Brasil da Esperança, formada por PT, PCdoB e PV. A representação apontou que a circulação dos coletivos estava sendo prejudicada em um dia no qual o transporte público deveria funcionar com oferta integral e gratuidade para os passageiros.

Na decisão, o magistrado determinou que a Polícia Federal efetuasse a prisão do secretário, conferindo ao próprio despacho força de mandado judicial. Até a última atualização consultada, não havia confirmação de que a ordem tivesse sido cumprida.

A controvérsia começou após a retenção de ônibus em garagens da capital baiana. Segundo a Secretaria Municipal de Mobilidade (Semob), sindicalistas colocaram adesivos de campanha do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) nos veículos, o que teria provocado a paralisação de parte da frota.

A retenção resultou em reclamações de passageiros nas ruas, em estações de transbordo e nas redes sociais.

Uma fiscalização na garagem do BRT, na Avenida Barros Reis, constatou a existência de veículos parados. Conforme informações apresentadas à Justiça Eleitoral, a quantidade de ônibus em circulação estava abaixo da operação prevista para dias úteis, e a empresa responsável seguia orientações da secretaria municipal.

Além da ordem de prisão, o desembargador determinou o restabelecimento imediato de toda a frota, com frequência equivalente à dos dias úteis e transporte gratuito. O prazo estabelecido foi de uma hora, contado da notificação da decisão, para comprovar a regularização do serviço.

Em caso de descumprimento, foi fixada multa de R$ 1 milhão por hora, com responsabilidade solidária do Município de Salvador, do secretário de Mobilidade e das empresas concessionárias.

O prefeito de Salvador, Bruno Reis (União Brasil), reconheceu que 75 ônibus ficaram retidos, mas atribuiu o episódio à colocação dos adesivos por sindicalistas ligados ao PT. Segundo o prefeito, os veículos voltaram a circular depois da retirada do material.

A Secretaria Municipal de Mobilidade informou que a operação estava sendo normalizada após negociações com representantes sindicais. A pasta também afirmou que Pablo Souza havia orientado que nenhum veículo permanecesse retido e que a prioridade era garantir o deslocamento dos eleitores.

Em entrevista ao portal Aratu On, o secretário negou ter agido de má-fé e afirmou que ainda não havia sido notificado da ordem de prisão. Ele atribuiu os transtornos ao impasse envolvendo a colocação dos adesivos nos coletivos.

O episódio também provocou divergências políticas entre o prefeito Bruno Reis e o senador eleito Rui Costa (PT), coordenador da campanha de Lula, que acusou a administração municipal de dificultar o exercício do voto.

A decisão do TRE-BA foi tomada durante o período de votação e teve como objetivo restabelecer o funcionamento do transporte coletivo. A ordem de prisão não representa condenação definitiva do secretário, e as responsabilidades pelo episódio ainda dependem da apuração dos fatos.

Fonte: Folha de S.Paulo

Foto: Reprodução

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