Polícia Rodoviária Federal apreende 100 kg de maconha em Sertânia
Por Nill Júnior
A Polícia Rodoviária Federal (PRF) apreendeu 100 kg de maconha na BR-110, em Sertânia, no Sertão de Pernambuco, na manhã desta segunda-feira (17).
Segundo a PRF, a droga estava embalada em forma de “tijolos”, envoltos em uma fita adesiva, e era transportada em um veículo. Ao dar ordem de parada ao motorista, o mesmo não obedeceu e foi perseguido pelos policiais.
O suspeito abandonou o veículo com a droga e fugiu. A droga foi apreendida e levada para delegacia. O suspeito ainda não foi localizado, até o momento desta publicação.
Na madrugada do último sábado depois da convenção governista em Santa Terezinha, o candidato Manoel Grampão (PSB), lançado pelo Prefeito Delson Lustosa desistiu da disputa. O argumento foi de que havia recebido um documento da justiça impedindo sua candidatura. Na segunda feira o parlamentar trapalhão anunciava sua candidatura à reeleição. Aí ele já não falou […]
Na madrugada do último sábado depois da convenção governista em Santa Terezinha, o candidato Manoel Grampão (PSB), lançado pelo Prefeito Delson Lustosa desistiu da disputa.
O argumento foi de que havia recebido um documento da justiça impedindo sua candidatura. Na segunda feira o parlamentar trapalhão anunciava sua candidatura à reeleição. Aí ele já não falou mais no “bendito documento”.
Após o presidente regional do PSC, deputado estadual André Ferreira e o prefeito de Jaboatão, Anderson Ferreira, terem anunciado na última quinta-feira (21), o rompimento com o governador Paulo Câmara, o Grupo Ferreira anunciará, nesta terça-feira (26), o apoio ao pré-candidato a governador de Pernambuco, Armando Monteiro Neto, e a integração à Frente Pernambuco Vai […]
Após o presidente regional do PSC, deputado estadual André Ferreira e o prefeito de Jaboatão, Anderson Ferreira, terem anunciado na última quinta-feira (21), o rompimento com o governador Paulo Câmara, o Grupo Ferreira anunciará, nesta terça-feira (26), o apoio ao pré-candidato a governador de Pernambuco, Armando Monteiro Neto, e a integração à Frente Pernambuco Vai Mudar. O ato está marcado para às 9h, na galeria The Garden Mall, localizado na avenida Bernardo Vieira de Melo, 209, Piedade em Jaboatão dos Guararapes.
Serviço:
Data: Terça-feira, 26/06
Horário: 9h
Local: The Garden Mall
Endereço: Avenida Bernardo Vieira de Melo, 209, Piedade, Jaboatão dos Guararapes
Vai passar a se chamar “Estúdio Anchieta Santos” o estúdio da Rádio Cidade FM. A informação foi confirmada pelo proprietário da emissora, Paulo Manú, e pelo Gerente de Programação Felipe Marques. “Estamos como uma casa que perdeu o pai”, disse emocionado Manú na programação especial em homenagem ao radialista, sepultado neste sábado após perder a […]
Vai passar a se chamar “Estúdio Anchieta Santos” o estúdio da Rádio Cidade FM.
A informação foi confirmada pelo proprietário da emissora, Paulo Manú, e pelo Gerente de Programação Felipe Marques. “Estamos como uma casa que perdeu o pai”, disse emocionado Manú na programação especial em homenagem ao radialista, sepultado neste sábado após perder a batalha contra um tumor no cérebro.
Anchieta foi fundamental na construção do perfil da emissora tabirense, como principal nome do jornalismo, como apresentador do programa Cidade Alerta, de segubda a sexta-feira às 10 horas.
O programa continuará sendo conduzido por Júnior Alves, que o fazia em substituição ao seu professor. Júnior fez bela homenagem a Anchieta no Cine São José.
Na Rádio Pajeú, a emissora informou em comunicado interno que manterá a grade provisória, que estava esperando a volta de Anchieta, o que infelizmente não ocorreu, até esta semana.
No programa Rádio Vivo, até segunda ordem, será mantido o “Bom Dia com Anchieta Santos”, marca do comunicador na emissora.
G1 Uma mudança na legislação aprovada pelo Congresso na reforma eleitoral do ano passado – e que será aplicada pela primeira vez na eleição deste ano – estipulou uma espécie de “nota de corte”, diferente em cada cidade, para um candidato a vereador se eleger. Pela nova regra, os candidatos a deputado federal, deputado estadual […]
Uma mudança na legislação aprovada pelo Congresso na reforma eleitoral do ano passado – e que será aplicada pela primeira vez na eleição deste ano – estipulou uma espécie de “nota de corte”, diferente em cada cidade, para um candidato a vereador se eleger.
Pela nova regra, os candidatos a deputado federal, deputado estadual e vereador necessitarão obter, individualmente, um total de votos de pelo menos 10% do quociente eleitoral, que é calculado dividindo-se o número de votos válidos da eleição (sem brancos e nulos) pelo número de cadeiras disponíveis na Câmara dos Deputados, na Assembleia Legislativa ou na Câmara Municipal.
Isso está fazendo com que, na campanha deste ano, partidos peçam aos seus eleitores para que abandonem a prática do voto de legenda (aquele em que o eleitor vota só no partido e não especificamente em um candidato) – leia mais abaixo.
O voto de legenda se soma aos votos que os candidatos obtêm individualmente para fins de se calcular o quociente partidário, que determina o número de vagas na Câmara Municipal ao qual o partido (ou coligação) terá direito – para isso, divide-se o número de votos válidos que o partido ou coligação obteve pelo quociente eleitoral.
Com a mudança introduzida pela reforma eleitoral do ano passado, o voto na legenda contribui para o quociente partidário, mas não ajuda os candidatos a vereador, individualmente, a alcançar os 10% do quociente eleitoral.
Um exemplo: se em determinado município, houve 100 mil votos válidos na eleição, e as cadeiras em disputa na Câmara são 10, o quociente eleitoral é 10 mil.
Nessa hipótese, com a nova regra, o candidato precisa de pelo menos mil votos (10% de 10 mil) para ter chance de se eleger.
Assim, se um partido recebeu 50 mil votos (somados os votos em candidatos e na legenda), e o quociente eleitoral é 10 mil, o resultado da conta dá 5. Portanto, o partido terá direito a cinco vagas.
Se, por hipótese, o quarto e o quinto colocados desse partido não alcançaram, na votação individual, 10% (mil votos) do quociente eleitoral (10 mil votos), o partido perderá essas duas vagas e ficará somente com três.
Nesse caso, a Justiça Eleitoral fará um novo cálculo, e as duas vagas serão transferidas para outro partido ou coligação cujos candidatos cumpram o requisito.
Foto: Gabriela Bilo/Estadão Estadão Após forte reação contrária, o governo Jair Bolsonaro vai revogar o decreto que libera a concessão de Unidades Básicas de Saúde à iniciativa privada. O decreto, publicado hoje, permitia ao Ministério da Economia realizar estudos para a inclusão das unidades no do Programa de Parcerias de Investimentos da Presidência da República […]
Após forte reação contrária, o governo Jair Bolsonaro vai revogar o decreto que libera a concessão de Unidades Básicas de Saúde à iniciativa privada. O decreto, publicado hoje, permitia ao Ministério da Economia realizar estudos para a inclusão das unidades no do Programa de Parcerias de Investimentos da Presidência da República (PPI). Esse é o programa do governo que trata de privatizações, em projetos que incluem desde ferrovias até empresas públicas.
A confirmação sobre a revogação do decreto foi feita pelo próprio presidente nas redes sociais. Na publicação, Bolsonaro disse que “faltam recursos financeiros para conclusão das obras, aquisição de equipamentos e contratação de pessoal”. Segundo ele, o “espírito do decreto” revogado era “o término dessas obras, bem como permitir aos usuários buscar a rede privada com despesas pagas pela União”. No Brasil, acrescentou Bolsonaro, há mais de 4 mil Unidades Básicas de Saúde (UBSs) e 168 Unidades de Pronto Atendimento (UPAs) inacabadas.
Em nota divulgada pouco antes do anúncio da revogação do decreto, o Ministério da Economia afirmou nesta quarta-feira, 28, “seguirão sendo 100% gratuitos para a população”. De acordo com o texto, a decisão foi tomada após pedido do Ministério da Saúde, com apoio da pasta de Paulo Guedes.
Segundo a Economia, a avaliação da Saúde era de que “a participação privada no setor é importante diante das restrições fiscais e das dificuldades de aperfeiçoar o modelo de governança por meio de contratações tradicionais”. A pasta destaca que, atualmente, “há mais de 4 mil UBS com obras inacabadas que, de acordo com o Ministério da Saúde, já consumiram R$ 1,7 bilhão de recursos do Sistema Único de Saúde (SUS)”. Ainda de acordo com a nota, os estudos que o PPI foi autorizado a fazer devem visar a capacidade técnica e qualidade no atendimento ao sistema público de saúde.
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