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Polícia deflagra operação tática e prende acusados de homicídios no Araripe

Por Nill Júnior

A Polícia Civil de Pernambuco deflagrou na manhã desta terça-feira (15), a operação de intervenção tática denominada Linha Vinte e Oito, vinculada à Diretoria do Interior 2 (DINTER 2), realizada pela 24ª Delegacia de Homicídios de Araripina, sob a presidência do delegado George Dantas Saraiva.

A operação resultou no cumprimento de 04 Mandados de Busca e Apreensão Domiciliar e um Mandado de Prisão Temporária, os quais têm por objetivo o combate aos Crimes Violentos Letais Intencionais (CVLI) ocorridos este ano na região do Araripe, mais precisamente na cidade de Exu.  A ação contou com o apoio da Delegacia da 24ª DESEC e do 7º Batalhão de Polícia Militar e do Batalhão Especializado de Polícia do Interior (BEPI). 

Também nesta terça-feira (15), foram realizadas autuações em flagrante  de três indivíduos pelos crimes de homicídios dolosos qualificados, tráfico de drogas e posse ilegal de arma de fogo. Os investigados foram capturados pela PMPE na divisa entre os estados de Pernambuco e Ceará. Eles são acusados de executar duas pessoas na cidade de Exu, no último dia 12 de março. 

A ação foi desenvolvida pelo 7º BPM de Ouricuri, sendo os criminosos apresentados na sede da 24ª DPH em Araripina, onde foram presos em flagrante delito. Com os flagranteados foram apreendidos um revólver calibre 38, droga, facas e celulares.

Outras Notícias

“Isso não dialoga com o sentimento do povo”, afirma Raquel Lyra sobre PEC da Blindagem

Em agenda no Porto do Recife, a chefe do Executivo estadual criticou a proposta aprovada pela Câmara, que submete investigações de parlamentares à autorização do Congresso A governadora de Pernambuco, Raquel Lyra (PSD), posicionou-se publicamente contra a chamada “PEC da Blindagem” – proposta de emenda à Constituição aprovada pela Câmara dos Deputados nesta semana, que […]

Em agenda no Porto do Recife, a chefe do Executivo estadual criticou a proposta aprovada pela Câmara, que submete investigações de parlamentares à autorização do Congresso

A governadora de Pernambuco, Raquel Lyra (PSD), posicionou-se publicamente contra a chamada “PEC da Blindagem” – proposta de emenda à Constituição aprovada pela Câmara dos Deputados nesta semana, que estabelece que o Congresso Nacional deve autorizar, por voto secreto, investigações e processos judiciais contra parlamentares e presidentes de partidos.

Questionada durante agenda oficial no Porto do Recife, na manhã desta sexta-feira (19), a governadora foi enfática ao classificar a proposta como desconectada das prioridades da população. “Eu penso que o povo espera de nós, que temos o mandato delegado por eles, que a gente discuta a pauta do povo brasileiro e do povo pernambucano”, afirmou.

Lyra destacou que a Constituição Federal já estabelece mecanismos de equilíbrio entre os Poderes e defendeu a manutenção do atual desenho institucional. “Nós temos poder Judiciário, Legislativo e Executivo. A gente precisa preservar a nossa Constituição”, declarou.

Em suas declarações, a governadora deixou claro seu desacordo com a essência da proposta. “Se tivesse lá votando, eu costumo não fazer isso, mas penso que não dialoga com o sentimento do povo brasileiro, nem com o meu. A gente não pode permitir que políticos sejam investigados, nem presidente de partido, e que precise da autorização do Congresso Nacional para isso, né?”.

A PEC, que segue agora para análise do Senado Federal, tem sido alvo de críticas de juristas, ministros do STF e agora também de governadores, que veem na medida um risco à independência entre os Poderes e um potencial instrumento de impunidade.

Raquel Lyra finalizou sua fala com um apelo para que o Congresso priorize a agenda social. “Na minha opinião, a gente precisa tratar do tema do povo brasileiro e não tá falando, muitas vezes, para nós mesmos. Isso não dialoga com o sentimento do povo”.

 

Nome de Trump aparece em arquivos do escândalo sexual de Jeffrey Epstein, diz jornal

O departamento de Justiça dos EUA avisou em maio o presidente, Donald Trump, que seu nome aparecia entre outros nos arquivos do milionário Jeffrey Epstein, que abusava sexualmente de menores de idade. A informação foi publicada pelo jornal “Wall Street Journal” nesta quarta-feira. “Em maio, (a procuradora-geral dos EUA Pam) Bondi e seu vice informaram ao […]

O departamento de Justiça dos EUA avisou em maio o presidente, Donald Trump, que seu nome aparecia entre outros nos arquivos do milionário Jeffrey Epstein, que abusava sexualmente de menores de idade. A informação foi publicada pelo jornal “Wall Street Journal” nesta quarta-feira.

“Em maio, (a procuradora-geral dos EUA Pam) Bondi e seu vice informaram ao presidente, em uma reunião na Casa Branca, que seu nome constava nos arquivos de Epstein”, diz a reportagem.

“Eles disseram ao presidente na reunião que os arquivos continham o que as autoridades consideraram ser boatos não verificados sobre muitas pessoas, incluindo Trump, que haviam socializado com Epstein no passado”, afirma a reportagem.

Os documentos incluiriam “centenas de outros nomes”, afirma o texto do “‘Wall Street Journal”. “Ser mencionado nos registros não é sinal de irregularidade”.

O caso Epstein voltou à tona em julho deste ano depois que no último dia 7, quando o Departamento de Justiça emitiu uma nota corroborando a versão oficial da morte do empresário.

A nota reafirmava que o empresário havia cometido suicídio, e que não havia evidências de que ele mantinha uma “lista de clientes” que também participavam dos abusos sexuais .

Jeffrey Epstein (1953-2019), multimilionário e próximo de figuras da elite política e financeira dos EUA, abusou de menores de idade pelo menos desde os anos 1990. Ele foi encontrado morto na cela de uma prisão em Nova York, em 2019, onde aguardava seu julgamento.

Ghislaine Maxwell, sua amiga próxima, foi condenada em 2022 a 20 anos de prisão por tráfico sexual de menor de idade. Segundo as investigações, o empresário abusou de dezenas de meninas menores de idade no início dos anos 2000. Ele foi preso pelos crimes em 2019, mas tirou a própria vida dentro da prisão um mês após ser detido.

Epstein conviveu com milionários de Wall Street, membros da realeza e celebridades antes de se declarar culpado de exploração sexual de menores em 2008. Trump aparece em vários desses vídeos. 

Associação vai acionar CNJ contra Sergio Moro por ‘atuação política’

A Associação Brasileira de Juristas pela Democracia (ABDJ) vai entrar com uma representação no Conselho Nacional de Justiça (CNJ) contra o juiz Sergio Moro. Segundo nota divulgada neste sábado (3) pela entidade, o objetivo é cobrar do CNJ o “zelo pela isenção da magistratura, o respeito ao princípio da imparcialidade e a garantia da legalidade dos […]

A Associação Brasileira de Juristas pela Democracia (ABDJ) vai entrar com uma representação no Conselho Nacional de Justiça (CNJ) contra o juiz Sergio Moro.

Segundo nota divulgada neste sábado (3) pela entidade, o objetivo é cobrar do CNJ o “zelo pela isenção da magistratura, o respeito ao princípio da imparcialidade e a garantia da legalidade dos atos de membros do Poder Judiciário”.

A ABDJ afirma que Moro, “ainda na condição de magistrado, atuou como se político fosse, aceitando o cargo de Ministro da Justiça antes mesmo da posse do Presidente eleito e, grave, tendo negociado o cargo durante o processo eleitoral, assumindo um dos lados da disputa, conforme narrado pelo General Hamilton Mourão”.

“Tal movimentação pública e ostensiva do juiz confirma a ilegalidade de sua atuação político-partidária em favor de uma candidatura, o que se vincula ao ato de divulgação do áudio de Antonio Palocci para fins de prejudicar uma das candidaturas em disputa”, segue o texto.

A nota elenca ainda “alguns episódios que denotam que o ativismo jurídico foi convertido em instrumento de violação de direitos civis e políticos, a condicionar o calendário eleitoral e o futuro democrático do país”.

São 11 itens que descrevem, por exemplo, quando Moro emitiu uma decisão judicial que vazou uma conversa telefônica entre a então presidente Dilma Rousseff e o ex-presidente Lula.

“Em março de 2016, o juiz autorizou a condução coercitiva contra o Lula numa operação espetáculo, eivada de irregularidades e ilegalidades.”

A associação diz ainda que o “ativismo do juiz Sergio Moro não abala apenas a segurança dos casos por ele julgados e a Lava Jato como um todo, mas transfere desconfiança a respeito da ética e da independência com que conduzirá também o Ministério da Justiça e da Segurança Pública, um ministério ampliado e com poderes amplos, no momento em que o país passa por grave crise democrática, em que prevalecem as ameaças e a perseguição aos que defendem direitos humanos e uma sociedade mais justa”.

Ação da PF: Eduardo da Fonte diz estar a disposição da Justiça

O líder do PP na Câmara dos Deputados, Eduardo da Fonte (PE), disse, por meio de sua assessoria de imprensa, que está à disposição da Justiça para colaborar com as investigações da Operação Lava Jato. O parlamentar foi alvo, na manhã desta terça-feira de mandado de busca e apreensão cumprido pela Polícia Federal no Distrito […]

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O líder do PP na Câmara dos Deputados, Eduardo da Fonte (PE), disse, por meio de sua assessoria de imprensa, que está à disposição da Justiça para colaborar com as investigações da Operação Lava Jato. O parlamentar foi alvo, na manhã desta terça-feira de mandado de busca e apreensão cumprido pela Polícia Federal no Distrito Federal e em seis Estados.

“Estou à disposição da Justiça para colaborar no que for possível, para esclarecer todos os fatos”, disse o deputado do PP por meio de sua assessoria de imprensa. O parlamentar afirmou ainda que está em Brasília. Algumas das ações envolvendo o deputado foram realizadas em Pernambuco, em empresas ligadas a ele.

Além do deputado, pelo menos três senadores foram alvo das ações: Ciro Nogueira (PP-PI), Fernando Collor (PTB-AL) e Fernando Bezerra Coelho (PSB-PE). Também foram cumpridos mandados de busca em endereços ligados ao ex-ministro das Cidades Mário Negromonte (PP-BA) e ao ex-deputado federal João Pizzolati (PP-SC).

A PF deflagrou hoje a Operação Politéia, a primeira da Lava Jato no âmbito das investigações que correm no Supremo Tribunal Federal (STF). Atualmente, 48 políticos são investigados pela Procuradoria-Geral Da República (PGR) em inquéritos que tramitam na Suprema Corte.

Base para asfalto é colocada na Estrada de Ibitiranga

O Gerente de Articulação Regional da Casa Civil,  Mário Viana Filho, esteve hoje acompanhando mais uma etapa na construção da VPE-380. Foi iniciada a colocação da base para o asfalto frio. “É uma grande alegria para nós sabermos que a obra continua avançando e em breve teremos o tão sonhado asfalto”, disse. A camada é […]

O Gerente de Articulação Regional da Casa Civil,  Mário Viana Filho, esteve hoje acompanhando mais uma etapa na construção da VPE-380.

Foi iniciada a colocação da base para o asfalto frio.

“É uma grande alegria para nós sabermos que a obra continua avançando e em breve teremos o tão sonhado asfalto”, disse.

A camada é colocada sobre a chamada sub base.

Em maio, Mário Viana informou que as obras na estrada seriam retomadas no dia 13 de maio e que haveria um reforço significativo no canteiro de obras.

Com a conclusão das obras em Pernambuquinho, mais recursos foram alocados para a Estrada de Ibitiranga.