PMs do Caso Itambé responderão por homicídio
A Polícia Civil de Pernambuco anunciou, nesta sexta-feira (2), que os dois policiais militares envolvidos na morte de um jovem de 19 anos atingido por uma bala de borracha durante um ato pela paz, na Zona da Mata de Pernambuco, vão responder por homicídio culposo, quando não há intenção de matar.
A corporação, no entanto, revelou que o soldado quer atirou e o capitão responsável pelo comando da ação ficarão em liberdade até o julgamento. A informação foi repassada durante entrevista coletiva, que marcou a conclusão do inquérito policial, realizada na área central do Recife.
Segundo a Polícia Civil, os dois militares não tinham treinamento para utilizar esse tipo de munição. Eles foram retirados das ruas e, por enquanto, cumprem funções administrativas na PM. A capacitação da tropa para ações com utilização de armas não letais é alvo de inquérito instaurado pelo MInistério Público de Pernambuco (MPPE). O capitão também foi indiciado por abuso de autoridade, por causa de agressões físicas à vítima, filmadas por testemunhas.
O crime ocorreu em 17 de março, em Itambé, distante 92 quilômetros da capital pernambucana. Edvaldo da Silva Alves teve uma veia da coxa atingida por uma bala de borracha. Ele passou 24 dias internado no Hospital Miguel Arraes, em Paulista, no Grande Recife. O rapaz morreu em abril, devido a uma infecção generalizada.



A Secretaria de Educação de Tabira, divulgou os procedimentos necessários para que pais e/ou responsáveis, possam seguir para matricular alunos no CAEE – Centro de Atendimento Educacional Especializado onde é realizado o atendimento aos alunos com deficiência que estão matriculados na rede municipal de ensino, no contra turno escolar.


















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