PM vítima de acidente na BR-316 morre oito dias após fatalidade
Por André Luis
Morreu nesta quarta-feira (13), depois de uma grande batalha pela vida o CB Marcelo Benigno. O policial militar era lotado no 8°BPM em Salgueiro, no Sertão Central.
Ele passou oito dias internado no Hospital da Restauração no Recife, mas infelizmente não resistiu e veio a óbito.
Benigno foi vítima de um acidente na BR-316, nas proximidades da entrada da Conceição das Crioulas, em Salgueiro, no dia 5 de março, quando um caminhão atingiu a Hillux em que estavam os policiais. O motorista, não identificado, perdeu totalmente o controle, invadiu a mão contrária, e atingiu o carro dos PMs.
No dia do acidente, o Sargento Eugênio, da Ciosac, tido como um dos grandes quadros operacionais da corporação, faleceu no local.
Cabo Benigno, além de servir com dedicação à corporação, deixa para trás sua esposa, mãe, irmão e três filhos, que agora enfrentam o difícil desafio de lidar com a perda irreparável de um ente querido.
O 8º BPM lamenta profundamente a partida de um colega exemplar e presta solidariedade à família enlutada neste momento de dor e despedida. Com informações do blog Francisco Brito.
Não foi preciso concentração de pessoas como aconteceu em muitas capitais para vê o espetáculo do eclipse da lua na noite deste domingo. Na calçada de casa, no muro, na rua, todos no Sertão do Pajeú viram o espetáculo da Superlua e eclipse lunar, com ajuda de um céu sem nuvens e com posição privilegiada […]
Não foi preciso concentração de pessoas como aconteceu em muitas capitais para vê o espetáculo do eclipse da lua na noite deste domingo.
Na calçada de casa, no muro, na rua, todos no Sertão do Pajeú viram o espetáculo da Superlua e eclipse lunar, com ajuda de um céu sem nuvens e com posição privilegiada do satélite.
Para o professor de Física do Campus de Planaltina da Universidade de Brasília (UnB), Paulo Brito ressalta a importância do evento.
Ele explica que ocorreu pela última vez em 1982 e só se repetirá em 2033.
A Primeira Câmara do Tribunal de Contas de Pernambuco (TCE-PE) julgou ilegais as contratações temporárias realizadas pelo prefeito Luciano Torres da Ingazeira em 2014. De acordo com o Tribunal, foram 210 servidores que foram contratados de forma temporária para diversos cargos e que tiveram o registro negado. A Primeira Câmara ainda aplicou multa ao prefeito […]
A Primeira Câmara do Tribunal de Contas de Pernambuco (TCE-PE) julgou ilegais as contratações temporárias realizadas pelo prefeito Luciano Torres da Ingazeira em 2014.
De acordo com o Tribunal, foram 210 servidores que foram contratados de forma temporária para diversos cargos e que tiveram o registro negado. A Primeira Câmara ainda aplicou multa ao prefeito Luciano.
Não foi notificado: procurado pela produção do programa Manhã Total (Rádio Pajeú), o prefeito disse ainda não ter sido notificado da decisão. Informou que após isso, se pronunciaria.
A vereadora do Recife, Aline Mariano, natural de Afogados da Ingazeira, não chegou à reeleição. Com 6.530 votos, a candidata do PP não conseguiu alcançar uma cadeira na Câmara do Recife. Aline vem de mandatos consecutivos na casa. Em 2018, chegou a disputar um mandato estadual e teve 21.103 votos, não chegando a uma vaga. […]
A vereadora do Recife, Aline Mariano, natural de Afogados da Ingazeira, não chegou à reeleição. Com 6.530 votos, a candidata do PP não conseguiu alcançar uma cadeira na Câmara do Recife.
Aline vem de mandatos consecutivos na casa. Em 2018, chegou a disputar um mandato estadual e teve 21.103 votos, não chegando a uma vaga.
Ex-cunhado de Aline, o vereador Augusto Martins não conseguiu manter sua cadeira na Câmara de Afogados. Por outro lado, a família Mariano fez uma vereadora em Afogados, Gal Mariano, que teve 672 votos pelo PDT.
Foto: Pedro França/Agência Senado A operação da Polícia Federal de busca e apreensão na sede da Precisa Medicamentos, nesta sexta-feira (17), foi pedida pela CPI da Pandemia como instrumento para dar prosseguimento às apurações envolvendo a empresa, informaram senadores que integram a comissão parlamentar de inquérito. Eles informaram pelas redes sociais que a CPI tentou […]
A operação da Polícia Federal de busca e apreensão na sede da Precisa Medicamentos, nesta sexta-feira (17), foi pedida pela CPI da Pandemia como instrumento para dar prosseguimento às apurações envolvendo a empresa, informaram senadores que integram a comissão parlamentar de inquérito.
Eles informaram pelas redes sociais que a CPI tentou de “todas as formas” informações relativas ao contrato entre a Precisa e a Bharat Biotech — laboratório indiano fabricante da vacina Covaxin — mas não conseguiu. A Precisa fez intermediação entre o governo federal e o laboratório indiano. A operação foi e autorizada pelo ministro Dias Toffoli, do Supremo Tribunal Federal (STF).
“A CPI tentou de todas as formas obter essas informações e não logrou êxito. Fez-se necessário, para prosseguimento das apurações, a utilização deste instrumento judicial. A operação, que foi autorizada pelo STF, destina-se à apreensão de informações relativas ao contrato entre a Precisa e a Bharat Biotech, assim como todos os documentos relacionados ao contrato”, esclareceu o vice-presidente da comissão, senador Randolfe Rodrigues (Rede-AP).
Uma das linhas de investigação da CPI é justamente a que se refere à negociação do Ministério da Saúde com a Precisa Medicamentos para aquisição da vacina indiana Covaxin com contrato de R$ 1,6 bilhões. Apesar de ter licitado valor para pagamento, o contrato foi cancelado após a divulgação de possíveis irregularidades envolvendo as negociações.
O senador Fabiano Contarato (Rede-ES) classificou as transações entre a empresa e o governo federal de “tenebrosas”. Ele disse que as negociações que envolvem a empresa precisam ser apuradas na sua integridade. “Há indícios sérios que precisam de investigação rigorosa e independente”, afirmou.
A senadora Eliziane Gama (Cidadania-MA) também concorda que as informações serão fundamentais para dar seguimento a essa linha de investigação e não descartou novas operações de busca e apreensão. “A empresa omitiu varias informações, o que levou a CPI a requerer as provas judicialmente. Até o final dos trabalhos, outras buscas poderão acontecer. Vamos apurar toda a verdade”, avaliou.
O fato de a CPI ter buscado as informações diretamente com a empresa, com o Ministério da Saúde com os envolvidos nas negociações, que depuseram à comissão, levou o senador Humberto Costa (PT-PE) a considerar acertada a decisão de pedir a operação de busca e apreensão à Polícia Federal.
“Queremos o contrato entre ela e a indiana Bharat Biotech para saber em que termos foi negociada a bilionária compra da Covaxin. Nem a empresa nem o Ministério da Saúde nos prestaram as informações necessárias”, informou.
A mesma observação fez o senador Rogério Carvalho (PE-SE) ao apontar irregularidades no contrato, que terminou por ser desfeito em meio às investigações. “Após negativas da empresa Precisa Medicamentos em disponibilizar informações sobre o contrato entre a Precisa e a Bharat Biotech, a CPI da Covid precisou recorrer aos meios judiciais. A bandeira do Brasil não pode ser paraíso das negociatas e nem as vidas dos brasileiros podem ser usadas como moeda de troca”, disse.
Outros elos
Ainda envolvendo a Precisa Medicamentos, os membros da CPI investigam viagens feitas por diretores da empresa à Índia para negociar o imunizante Covaxin com o laboratório Bharat Biotech assim como o envolvimento da FIB Bank, que apresentou uma carta de fiança irregular no valor de R$ 80,7 milhões como garantia para o negócio.
Outras informações obtidas pela comissão expõe o que seria uma espécie de possível passo a passo existente no Ministério da Saúde para tentar fraudar licitações e beneficiar a empresa Precisa Medicamentos na aquisição de teste para diagnóstico de covid-19.
A partir de documentos recebidos e dos depoimentos colhidos até o momento, alguns senadores elaboraram o que chamaram de “arquitetura ideal” com detalhes do esquema que desclassificou empresas vencedoras de processos licitatórios para a venda de testes de covid — a Abbott e a Bahiafarma — em benefício da Precisa. O contrato seria de R$ 1 bilhão. As informações são da Agência Senado.
A Prefeitura de Afogados da Ingazeira adquiriu 14 novas câmaras frias para reforçar o acondicionamento adequado para vacinas. As câmaras foram adquiridas com recursos próprios, a um custo de R$130,2 mil. As novas câmaras foram entregues na manhã desta terça-feira (10), pelo Prefeito Alessandro Palmeira e pelo Secretário Municipal de Saúde, Artur Amorim. Na oportunidade, […]
A Prefeitura de Afogados da Ingazeira adquiriu 14 novas câmaras frias para reforçar o acondicionamento adequado para vacinas.
As câmaras foram adquiridas com recursos próprios, a um custo de R$130,2 mil.
As novas câmaras foram entregues na manhã desta terça-feira (10), pelo Prefeito Alessandro Palmeira e pelo Secretário Municipal de Saúde, Artur Amorim.
Na oportunidade, o Prefeito também entregou novos fardamentos e equipamentos de proteção individual aos agentes de endemias do município. Eles também receberam uma bolsa. As entregas ocorreram na Farmácia Básica do Município, na avenida Artur Padilha.
A coordenadora da Vigilância em Saúde, Aline Alves, e a coordenadora do PNI municipal, Ítala Nascimento, também prestigiaram a atividade.
“Esta ação visa reforçar a nossa capacidade de armazenamento de vacinas, bem como dar mais qualidade e segurança ao importante trabalho realizado pelos nossos agentes de endemias, no combate aos vetores de diversas doenças, como a dengue e a chikungunya, por exemplo,” destacou o Prefeito Alessandro Palmeira.
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