Pipeiros reclamam 4 meses sem pagamento da Compesa e ameaçam parar abastecimento de Itapetim e Brejinho
Por André Luis
Por Anchieta Santos
Nada está tão ruim que não possa piorar no abastecimento de água das cidades de Itapetim e Brejinho aqui no sertão do Pajeú.
A 1ª completou 28 meses e a 2ª 12 meses sem água nas torneiras. No próximo dia 20 de janeiro os 10 pipeiros que atendem Itapetim enchendo 42 caixas e os 06 que abastecem Brejinho que tem 22 caixas, completarão 4 meses sem receber pagamento da Compesa, daí os profissionais prometem cruzar os braços.
Se até lá a Compesa não reverter a situação dos pipeiros, haverá um agravamento ainda maior do abastecimento das duas cidades sertanejas.
A Polícia Militar do 23º BPM terminou com uma baderna noturna que estava se tornando costumeira por alguns jovens de Afogados da Ingazeira, que se juntavam todas as noites para praticar atos de bebedeiras e com som alto, gritos, palavrões e brigas entre eles, na Praça após o Semáforo da Av. Rio Branco, como é conhecida. […]
A Polícia Militar do 23º BPM terminou com uma baderna noturna que estava se tornando costumeira por alguns jovens de Afogados da Ingazeira, que se juntavam todas as noites para praticar atos de bebedeiras e com som alto, gritos, palavrões e brigas entre eles, na Praça após o Semáforo da Av. Rio Branco, como é conhecida.
Fatos que causaram diversas reclamações por parte de moradores das imediações e transeuntes, que se sentiam incomodados pelo barulho até altas horas da madrugada, muitas vezes até o alvorecer.
De acordo com o Blog PE Notícia, no último domingo (22), após uma festa realizada em um ambiente da cidade os ‘costumeiros’ já tinham endereço certo para continuar com a bebedeira do pós-festa, mas que dessa vez a Polícia Militar deu por encerrada a baderna e apreendeu várias caixas de som que estavam com os baderneiros, dispensando os jovens.
Os moradores clamam que a Polícia Militar faça rondas constantes no período da noite e madrugada para que não voltem a acontecer, pois, como é do conhecimento de todos, esses baderneiros sempre repetem as ações com a saída das autoridades.
A divulgação do Índice de Transparência dos 184 municípios pernambucanos pelo Tribunal de Contas do Estado (TCE-PE) foi comemorado em Solidão. O município saiu do nível “insuficiente”, para o nível “desejado”, segundo a classificação. Lembrando que a comparação deve ser realizada entre os rankings analisados e divulgados pelos mesmos órgãos. A nota atribuída a cada […]
A divulgação do Índice de Transparência dos 184 municípios pernambucanos pelo Tribunal de Contas do Estado (TCE-PE) foi comemorado em Solidão. O município saiu do nível “insuficiente”, para o nível “desejado”, segundo a classificação.
Lembrando que a comparação deve ser realizada entre os rankings analisados e divulgados pelos mesmos órgãos.
A nota atribuída a cada critério avaliado depende do grau de atendimento às exigências legais para o conteúdo divulgado ou para os requisitos tecnológicos disponibilizados pelo Portal da Transparência da Prefeitura de cada município.
Segundo o Prefeito Djalma Alves (PSB), a melhora significativa neste ranking representa a adequação às regras estabelecidas para os municípios e a transparência na divulgação de dados para a população, nesta gestão.
“Isso é fruto da seriedade e do compromisso com o dinheiro público da gestão municipal. Os impostos pagos pelo povo e os recursos que entram nos cofres da Prefeitura precisam ser bem geridos e informados a população e órgãos fiscalizadores”.
Ele lembrou que a população tem o direito de saber como e onde estão sendo aplicados os recursos públicos.
O índice é fruto do levantamento realizado nos Portais de Transparência das 184 Prefeituras pernambucanas, mediante a utilização de critérios de avaliação em que foram apreciados, além da análise do conteúdo, os aspectos relacionados aos recursos tecnológicos exigidos pela Lei de Responsabilidade Fiscal – LRF (LC nº 101/2000) e pela Lei de Acesso à Informação – LAI (Lei nº 12.527/2011) e a Resolução TC nº 33, de 06 de junho de 2018.
Durante a Sessão Ordinária da Câmara Municipal de Vereadores de Tabira, realizada na noite desta segunda-feira (07), o presidente Djalma Nogueira dedicou os trabalhos do dia às mulheres tabirenses. O chefe do Legislativo destacou a atuação das vereadoras Socorro Véras (PT) e Ilma Soares (MDB), que nesses dois anos da atual legislatura têm levado à […]
Durante a Sessão Ordinária da Câmara Municipal de Vereadores de Tabira, realizada na noite desta segunda-feira (07), o presidente Djalma Nogueira dedicou os trabalhos do dia às mulheres tabirenses.
O chefe do Legislativo destacou a atuação das vereadoras Socorro Véras (PT) e Ilma Soares (MDB), que nesses dois anos da atual legislatura têm levado à tribuna da Casa Eduardo Domingos de Lima os anseios da população feminina do município.
“As vereadoras Socorro e Ilma são as porta-vozes das mulheres de Tabira e fazem com muita determinação esse importante papel de defensoras pelos direitos igualitários. O Poder Legislativo fica engrandecido com a participação e a força feminina”, comemorou Djalma.
Na manhã desta terça-feira (08), Djalma celebrou a data do Dia Internacional da Mulher junto às funcionárias da Câmara, que ganharam flores, chocolates e um agradecimento especial pelo trabalho que realizam junto à administração do Legislativo.
A Câmara de Vereadores de Tabira tem um histórico de participação de mulheres na composição das suas legislaturas, onde duas delas passaram pela presidência da Casa. As vagas foram ocupadas pelas vereadoras Maria Madalena Campos, Marta Pereira, Ozita Rodrigues, Terezinha Nunes, Genedy Brito (Presidente), Maria do Carmo Melo, Nelly Sampaio (Presidente) e Claudiceia Rocha.
A governadora de Pernambuco, Raquel Lyra, recebeu nesta segunda-feira (15), no Palácio do Campo das Princesas, o presidente do Partido Liberal (PL) em Pernambuco, Anderson Ferreira, os deputados federais André Ferreira, Pastor Eurico, Fernando Rodolfo e Coronel Meira e os estaduais Renato Antunes, Nino de Enoque, Abimael Santos e Joel da Harpa. Em pauta no […]
A governadora de Pernambuco, Raquel Lyra, recebeu nesta segunda-feira (15), no Palácio do Campo das Princesas, o presidente do Partido Liberal (PL) em Pernambuco, Anderson Ferreira, os deputados federais André Ferreira, Pastor Eurico, Fernando Rodolfo e Coronel Meira e os estaduais Renato Antunes, Nino de Enoque, Abimael Santos e Joel da Harpa.
Em pauta no encontro, a entrega de um documento que reúne diversas propostas do partido para o desenvolvimento econômico e social do Estado.
“Encontros como esse são importantes e reafirmam que a construção e implantação de políticas públicas que interessam ao povo de Pernambuco são urgentes e precisam ser implementadas, ouvindo também os representantes do nosso Estado no parlamento e os partidos. É assim, governando com todos e para todos, que o Estado chegará para quem mais precisa”, destacou a governadora.
O documento destaca que o partido e deputados do PL objetivam contribuir para a melhoria da condição social e econômica, através de discussões sobre as propostas do plano de governo. O secretário da Casa Civil, Túlio Vilaça, também participou do encontro.
Representantes do grupo Fé e Política debateram o tema na Rádio Pajeú Após encontro no último dia 04, representantes do Grupo “Fé e Política”, iniciativa da Diocese de Afogados da Ingazeira, lançaram publicamente no Debate das Dez da Rádio Pajeú a ação de educação e combate ao chamado desmatamento selvagem da vegetação sertaneja, a Caatinga. […]
Representantes do grupo Fé e Política debateram o tema na Rádio Pajeú
Após encontro no último dia 04, representantes do Grupo “Fé e Política”, iniciativa da Diocese de Afogados da Ingazeira, lançaram publicamente no Debate das Dez da Rádio Pajeú a ação de educação e combate ao chamado desmatamento selvagem da vegetação sertaneja, a Caatinga.
Representantes de entidades de defesa do campo e da Igreja participaram do debate. De acordo com o Bispo Diocesano Dom Egídio Bisol, o problema vem tomando grande dimensão e precisa ser enfrentado. “Andamos muito nas comunidades rurais, escutamos muito as pessoas comentando, mas na grande mídia o assunto parece estar sendo esquecido”, lamentou.
Segundo relatos de representantes como a presidente do Sindicato dos Trabalhadores Rurais de Afogados da Ingazeira Dora Santos, Assessora da Fetape Kátia Patriota, da Casa da Mulher do Nordeste, Edivânia Souza, do Comitê de Bacias do São Francisco Elias Silva, Padre Luiz Marques Ferreira (Padre Luizinho), Luiz Alves, da Serra da Matinha e o Secretário Executivo de Agricultura de Afogados da Ingazeira Valberto Amaral, o problema vem ganhando uma dimensão preocupante porque falta conscientização e ação do Estado.
O maior problema é mesmo a retirada de madeira para abastecer grandes empresas fora da região. Pequenos produtores são explorados e vendem a baixo custo a madeira que segue em caminhões para várias cidades. A falta de fiscalização das cargas e de estruturação de CPRH e Ibama para agir são os problemas mais gritantes. Mas o crescimento desordenado das cidades, com loteamentos invadindo áreas rurais, a monocultura que provoca queimadas e mesmo as ações de retirada de madeira para a utilização em pequena escala por famílias (este ultimo muito menos representativo no bojo do debate) são desafios do importante ecossistema.
Exemplo da falta de ação das autoridades é o da comunidade de Matinha: a comunidade carnaibana é uma das 71 unidades de conservação ambiental implementadas no Estado desde 2011. Infelizmente, muito pouco foi feito após essa definição e a ação do homem aliada a outros problemas tem dizimado algumas espécies nativas de plantas e animais.
Pelo decreto, Matinha e Fazenda Saco, em Serra Talhada, estiveram entre as primeiras unidades de preservação do Estado.
Segundo o grupo Fé e Política, a próxima etapa será mapear de forma mais científica o real impacto do desmatamento da caatinga apara a partir desse diagnóstico traçar um plano de ação em duas frentes: um, educativa, junto às comunidades, com participação da Igreja e entidades. Outra, de denúncia aos órgãos competentes para cobrança de ações efetivas de combate à ação de exploradores de outras regiões do Estado e até fora dele.
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