PF realiza buscas em endereços ligados a Ibaneis Rocha e Anderson Torres
Por André Luis
A Polícia Federal e a Procuradoria-Geral da República cumprem, na tarde desta sexta-feira (20), mandados de busca e apreensão na residência e em locais de trabalho do governador afastado do Distrito Federal, Ibaneis Rocha.
Também há mandados em desfavor do então secretário interino de Segurança Pública do Distrito Federal, Anderson Torres, em 8 de janeiro.
As medidas foram autorizadas pelo STF, a partir de pedidos da PGR. O objetivo é buscar provas para instruir o inquérito instaurado para apurar condutas de autoridades públicas que teriam se omitido na obrigação de impedir os atos de vandalismo registrados em Brasília no dia 8 de janeiro, quando bolsonaristas golpistas invadiram e depredaram as sedes dos Três Poderes.
O prefeito de Itapetim, Adelmo Moura divulgou em suas redes sociais nesta terça-feira (30), que durante sua visita à Brasília, onde participou de uma reunião que discutiu o Piso da Enfermagem na sede da Confederação Nacional dos Municípios (CNM), aproveitou para fazer algumas visitas estratégicas. Adelmo se reuniu com os deputados federais Felipe Carreras e […]
O prefeito de Itapetim, Adelmo Moura divulgou em suas redes sociais nesta terça-feira (30), que durante sua visita à Brasília, onde participou de uma reunião que discutiu o Piso da Enfermagem na sede da Confederação Nacional dos Municípios (CNM), aproveitou para fazer algumas visitas estratégicas.
Adelmo se reuniu com os deputados federais Felipe Carreras e Carlos Veras, além do ex-deputado federal Gonzaga Patriota.
“Em breve estaremos fazendo a pavimentação asfáltica de mais 15 ruas em nossa cidade, fruto de emendas de Felipe e Gonzaga, totalizando mais de 43 mil metros quadrados de pavimentação”, afirmou Adelmo.
Ainda segundo o prefeito, também foram destinadas emendas para a saúde de Itapetim, todo o recurso incluindo pavimentação e saúde totaliza cerca de R$ 5 milhões.
“Também quero agradecer ao deputado Carlos Veras por destinar recursos para a iluminação do Estádio Maxixão e para a saúde do nosso município”, pontuou Adelmo.
Na noite desta sexta-feira (9), o presidente eleito Jair Bolsonaro, usou a sua conta no Facebook, para comentar algumas polêmicas vividas por ele, ou por membros de sua equipe nos últimos dias. Em uma transmissão ao vivo com pouco mais de trinta minutos, Bolsonaro falou sobre o reajuste do teto salarial brasileiro, reforma da Previdência, […]
Na noite desta sexta-feira (9), o presidente eleito Jair Bolsonaro, usou a sua conta no Facebook, para comentar algumas polêmicas vividas por ele, ou por membros de sua equipe nos últimos dias.
Em uma transmissão ao vivo com pouco mais de trinta minutos, Bolsonaro falou sobre o reajuste do teto salarial brasileiro, reforma da Previdência, fusão de ministérios, indicação do juiz Sérgio Moro para o Ministério da Justiça, dentre outras.
As críticas mais duras o presidente eleito guardou para o Exame Nacional do Ensino Médio (Enem). Bolsonaro criticou algumas questões oferecidas na edição deste ano do Enem, especialmente a relativa à espécie de dialeto falado por gays e travestis, o pajubá e disse que que pretende vistoriar a prova antes que seu conteúdo seja submetido aos alunos nos locais de teste.
“Esta prova do Enem, vão falar que eu estou implicando. Agora, pelo amor de Deus! Este tema, da linguagem particular daquelas pessoas… O que temos a ver com isso, meu Deus do céu? Quando a gente vai ver a tradução daquelas palavras… um absurdo, um absurdo! Vai obrigar a molecada a se interessar por isso, agora? Para o Enem do ano que vem?”, disse.
“Podem ter certeza, fiquem tranquilos; não vai ter questão dessa forma no ano que vem, porque nós vamos tomar conhecimento da prova antes. Não vai ter isso daí. Vão ter perguntas sobre Geografia, dissertações sobre História, questões realmente voltadas ao que interessa ao futuro da nossa geração, do nosso Brasil. E não essas questões menores”, acrescentou Bolsonaro.
O presidente eleito aproveitou também para falar sobre o perfil do próximo ministro da Educação, alguém que tenha “autoridade” suficiente e esteja alinhado com o Brasil “conservador”. Bolsonaro disse que o nome será anunciado muito em breve.
O Ministério da Justiça e Segurança Pública, por meio da Secretaria Nacional de Segurança Pública autorizou a Guarda Municipal de Tabira a acessar a Rede Sinesp Infoseg (Sistema Nacional de Informações de Segurança Pública, Prisional e sobre Drogas). É a plataforma de informações integradas, privativas e sigilosas, que possibilita consultas operacionais, investigativas e estratégicas sobre […]
O Ministério da Justiça e Segurança Pública, por meio da Secretaria Nacional de Segurança Pública autorizou a Guarda Municipal de Tabira a acessar a Rede Sinesp Infoseg (Sistema Nacional de Informações de Segurança Pública, Prisional e sobre Drogas).
É a plataforma de informações integradas, privativas e sigilosas, que possibilita consultas operacionais, investigativas e estratégicas sobre segurança pública. O pedido foi feito pela Secretaria de Administração em abril deste ano.
Para o Subcomandante da Guarda, Vasconcelos, a segurança pública necessita cada vez mais de acesso à informação e tecnologia. “Contar com as ferramentas disponibilizadas pela Rede Infoseg para a atuação da Guarda Municipal atende as necessidades imediatas. É de suma importância o acesso a um banco de dados unificado que traz informações sobre os mais variados dados criminais e cadastrais das pessoas”, disse.
A Rede Sinesp Infoseg disponibiliza, pela internet, um índice onde é possível acessar informações básicas de indivíduos. Com base nesse índice, o usuário pode detalhar informações sobre o investigado, acessando bases estaduais e federais com informações detalhadas sobre processos, inquéritos, mandados de prisão, dados sobre armas, veículos e condutores, entre outros pontos.
O acesso às informações é restrito aos agentes de segurança pública e órgãos conveniados da União, Estados e Municípios, que devem utilizá-las estritamente no desempenho de suas atribuições legais.
A ferramenta possibilita a consulta a informações seguras de diversos bancos de dados de interesse policial, como cadastros do Departamento Nacional de Trânsito, Sistema Nacional de Armas e Banco Nacional de Mandados de Prisão, entre outros.
“Quando precisávamos checar informações sobre um indivíduo abordado, os guardas precisavam recorrer à Polícia Civil. Com o acesso, o trabalho dos agentes será mais ágil porque o acesso às informações estará facilitado”, afirmou o Corregedor da Guarda, Silva.
A Guarda de Tabira é a quinta no Estado a ter acesso ao sistema. Além dela, apenas Cabo de Santo Agostinho, Caruaru, Recife e Petrolina.
O G1 fez um levantamento das promessas cumpridas, não executadas ou tocadas parcialmente pelo governador Paulo Câmara em 2015. Segundo o levantamento, Câmara executou 8 promessas totalmente, 14 parcialmente e tem 17 pendentes. Dentre as não executadas, a promessa de implantar o Fundo Estadual de Apoio à Nova Escola Integrada, reforçar o Programa Atitude (atendimento […]
O G1 fez um levantamento das promessas cumpridas, não executadas ou tocadas parcialmente pelo governador Paulo Câmara em 2015. Segundo o levantamento, Câmara executou 8 promessas totalmente, 14 parcialmente e tem 17 pendentes.
Dentre as não executadas, a promessa de implantar o Fundo Estadual de Apoio à Nova Escola Integrada, reforçar o Programa Atitude (atendimento a dependentes químicos e suas famílias), expandir e levar ao interior a Ad Diper), ampliar o gasoduto até Arcoverde e universalizar as escolas de tempo integral.
Na lista das promessas cumpridas parcialmente, segundo o Portal, ampliar o acesso ao ensino superior, dobrar o salário dos professores e contratar mais docentes, ampliar o programa de intercâmbio Ganhe o Mundo e levar saneamento para o interior.
Na lista das promessas cumpridas, ampliar as ações do programa Chapéu de Palha, ampliar o Fundo Pernambucano de Incentivo à Cultura (Funcultura) para R$ 40 milhões, reformar o Centro Santos Dumont, no Recife e criar o programa Ganhe o Mundo Esportivo.
Por Gonzaga Patriota* O que impropriamente, no Congresso e na imprensa, e sempre longe do debate popular, se resolveu designar como “reforma política”, é ainda, mera e limitada proposta de reforma da legislação eleitoral, e, nesses termos, está longe de enfrentar as questões cruciais da crise da democracia representativa brasileira. Por isso, mesmo as discussões […]
O que impropriamente, no Congresso e na imprensa, e sempre longe do debate popular, se resolveu designar como “reforma política”, é ainda, mera e limitada proposta de reforma da legislação eleitoral, e, nesses termos, está longe de enfrentar as questões cruciais da crise da democracia representativa brasileira. Por isso, mesmo as discussões passam ao largo da universidade, dos sindicatos e da sociedade civil, que é a maior interessada. Uma vez mais longe de um código, no sentido de conjunto de medidas orgânicas e harmônicas, o Congresso Nacional está prestes a oferecer uma série de medidas pontuais, não necessariamente congruentes, escolhidas não pela importância intrínseca de cada uma, mas fundamentalmente pela maior ou menor possibilidade de aprovação. É a velha “política do salame”, de que resultará mais uma colcha de retalhos legislativa, pois lhe falta um corpus doutrinário, um princípio ideológico.
Para nós, socialistas, duas questões precisam ser postas de manifesto: esta promessa de reforma, simplesmente eleitoral, limitada e partilhada, não atende à nossa proposta de reforma política, pois esta propugna a reforma do Estado neoliberal para democratizá-lo, modernizá-lo, para melhor pô-lo a serviço do povo e da nação, mas principalmente dos mais pobres.
A reforma dos socialistas, ainda sem mudar o regime, reclama uma reforma tributária que promova a distribuição da riqueza nacional de forma equânime entre os Estados, privilegiando, porém, os mais pobres e, ao mesmo tempo, assegure a compatibilidade entre desenvolvimento econômico e distribuição de renda. Uma reforma que desonere o salário e tribute os ganhos de capital, a herança e a grande propriedade.
Para nós, socialistas, as matérias apresentadas recentemente para discussão no âmbito das duas Casas do Congresso Nacional, são típicas de reforma no sistema eleitoral e partidário, e assim, limitado.
Por esta razão nós socialistas perguntamos: qual a Reforma Política que vamos discutir?
Desde l986 que nosso Partido assiste, e sempre lutou contra, as seguidas e quase anuais propostas de reforma, ditadas pelos interesses das maiorias que se formam entre os grandes partidos, independentemente de diferenças ideológicas.
Temos sido contra, por que todas as propostas apresentadas até hoje, só facilitam o controle político-eleitoral dos grandes partidos políticos. São exemplos da antidemocrática, propostas como as cláusulas de barreira, defenestrada pelo Judiciário, para abolir as coligações partidárias; a partilha desigual do Fundo Partidário; o tempo de rádio e televisão; a extinção do pluripartidarismo e do voto proporcional, aquele artifício mediante o qual a direita européia conteve o avanço dos partidos progressistas.
Na verdade, até a última legislatura, todas as tentativas têm sido feitas no sentido de represar a política, seja pela via de sua judicialização inconstitucional, seja pela via da redução do número de partidos políticos. O grande projeto de implantação internacional, e que se aproxima da vida brasileira, visa à instauração de um bipartidarismo estranho à nossa tradição republicana, seja rigoroso, como o norte-americano, seja mitigado como o francês e, agora, o inglês, contanto que, havendo mudanças, o sistema se assegure de que nada se alterará.
Claro que defendemos, também, uma reforma eleitoral, porque não estamos satisfeitos com o atual sistema, mas é preciso não esquecer, pelo menos em nossas reflexões, que de uma forma ou de outra, o quadro atual nos vem assegurando um processo de continuidade democrática que se fortalece a cada eleição – e já se foram sete eleições presidenciais, e que teve forças para enfrentar, sem ruptura constitucional, um impeachment e a crise de 2005, que se arrasta até hoje.
Por isso, não podendo realizar a reforma do Estado, como está proposta. Lutaremos, nas circunstâncias, por uma reforma eleitoral cujo objetivo seja aprofundar o processo democrático representativo no rumo da democracia participativa, vale dizer, aumentando a participação popular, o que implica a partilha do poder, seu controle e transparência. Tudo o que significar avanço democrático – como o fortalecimento da cidadania, desmonetarização da política, condições igualitárias de disputa, cerceamento à ação do poder econômico e do poder político, respeito às distinções políticas, ideológicas e religiosas, enfim, a celebração da diversidade que é uma das características mais meritórias de nossa civilização – essa terá o nosso apoio. A que está aí, não.
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