Petrolina: Para Federal, Adalberto Cavalcanti “taco a taco” com Fernando Filho.
Por Nill Júnior
Candidatos estão empatados com 28,2% e 27,6%, respectivamente. Gonzaga tem 11,6% e Guilherme Coelho, 10,4%
A pesquisa do Instituto Múltipla para Deputado Federal em Petrolina mostra quadro totalmente indefinido em relação a quem será o candidato majoritário no maior colégio eleitoral do Sertão.
Segundo dados do Instituto, o Deputado Estadual e candidato a Federal Adalberto Cavalcanti, que faz dobradinha com Odacyr Amorim, tem 28,2%. Fernando Filho, herdeiro político do candidato Fernando Bezerra Coelho está praticamente empatado com ele, com 27,6%. Gonzaga Patriota aparece com 11,6%. Já Guilherme Coelho tem 10,4%.
Segundo o levantamento, 14%, ainda dizem não ter candidato. Afirmam que vão votar branco e nulo 3,6%. Pastor Eurico aparece com 1,4%. Outros candidatos somam 3%.
A Pesquisa foi feita entre 01 e 02 de outubro. A pesquisa foi composta por 500 entrevistas aplicadas na população que tenha título de eleitor, more e vote no município de Petrolina e distribuída da seguinte forma: Área urbana 74,6% e Área rural 25,4%.
O intervalo de confiança estimado é de 95% para uma margem de erro para mais ou para menos de 4,0% Ela foi registrada no TRE sob o número PE 0042/2014 e BR 01013/2014.
Ações foram protocoladas por PPS, PSB, PSDB e por pessoas comuns. Ministros Teori Zavascki e Marco Aurélio Mello também relatam ações. Do G1 O Supremo Tribunal Federal (STF) recebeu até a tarde desta quinta-feira (17) dez ações protocoladas contra a nomeação do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva. Desse total, sete ações têm como relator […]
Ações foram protocoladas por PPS, PSB, PSDB e por pessoas comuns.
Ministros Teori Zavascki e Marco Aurélio Mello também relatam ações.
Do G1
O Supremo Tribunal Federal (STF) recebeu até a tarde desta quinta-feira (17) dez ações protocoladas contra a nomeação do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva. Desse total, sete ações têm como relator o ministro da Corte Gilmar Mendes. Outras duas estão com o ministro Teori Zavascki e uma com Marco Aurélio Mello.
Todas as ações argumentam que deve ser suspenso o decreto de nomeação e o efeito da posse porque houve, por parte da presidente Dilma Rousseff, tentativa de manipular o juiz natural que analisará as investigações contra Lula na operação Lava Jato. Após assumir a Casa Civil, o ex-presidente voltou a ter foro privilegiado e todos os processos que o investigam passam a ser remetidos ao Supremo Tribunal Federal.
Os processos são dos partidos PPS, PSB e PSDB e de pessoas comuns, que recorreram ao Supremo. Além de Gilmar Mendes, os ministros Teori Zavscki e Marco Aurélio Mello também relatam ações sobre o caso,
Marco Aurélio Mello já negou liminar em um pedido feito por um popular. No final da tarde, O ministro Teori decidiu pedir informações para a presidente Dilma Rousseff, para o advogado-geral da União, José Eduardo Cardozo, e para o procurador-geral da República, Rodrigo Janot, sobre o tema. Eles terão cinco dias para se manifestar. Depois disso, ele vai analisar os pedidos de liminar em duas ações.
O ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva tomou posse nesta quinta-feira (17), pouco antes de 10h40, como novo ministro-chefe da Casa Civil em cerimônia no Palácio do Planalto, ao lado da presidente Dilma Rousseff. Cerca de uma hora depois, o juiz federal Itagiba Catta Preta Neto, da 4ª Vara do Distrito Federal, suspendeu a posse por meio de uma decisão liminar (provisória).
O advogado-geral da União, José Eduardo Cardozo, informou que já recorreu, junto ao Tribunal Regional Federal da 1ª Região (TRF-1), da decisão proferida pela manhã que suspendeu a nomeação de Lula. Em entrevista à imprensa, Cardozo negou que tenha havido “desvio de finalidade” ou “desvio de poder” na escolha do petista para o cargo no governo.
Partidos aliados, PT e PSB soltaram nota conjunta questinando episódios de violência política nas eleições deste ano, citando os casos de Surubim e Sertânia. “Diferentemente de tudo o que se poderia imaginar e desejar, a campanha eleitoral em Pernambuco volta a ser notícia não pela festa democrática de cores, propostas e esperança que invade os […]
Partidos aliados, PT e PSB soltaram nota conjunta questinando episódios de violência política nas eleições deste ano, citando os casos de Surubim e Sertânia.
“Diferentemente de tudo o que se poderia imaginar e desejar, a campanha eleitoral em Pernambuco volta a ser notícia não pela festa democrática de cores, propostas e esperança que invade os municípios, mas por episódios graves de violência”, começa o texto.
Seguem: “há cerca de dez dias, vivenciamos momentos de angústia após a tentativa de homicídio sofrida pelo prefeito de Sertânia, Ângelo Ferreira (PSB), vítima da intolerância de um opositor político. E na noite da última sexta-feira (6), novamente nos vimos aflitos, desta vez, com a notícia de um atentado a tiros praticado contra Neto de Véia, candidato a vereador de Surubim pelo PSB”.
Segundo os partidos, nos dois municípios, o PSB e o PT “estão juntos apresentando projetos marcados pelo forte apelo popular”.
Citam Sertânia, com Rita Rodrigues (PSB) e Dr. Orestes (PT), e Surubim, com Véia de Aprígio (PSB) e Ivete do Sindicato (PT). “Pelo visto, isso está incomodando quem está acostumado a achar que o poder do dinheiro e de uma arma na cintura vence as eleições”.
E concluem: “Mais do que nos solidarizar, dar total apoio e desejar pronta recuperação às vítimas, nós do PSB e do PT repudiamos veementemente esses episódios de violência e voltamos a cobrar das autoridades policiais providências céleres e enérgicas para esses casos, no que concerne à prisão dos agressores e ao reforço da segurança nesses municípios. A população pernambucana precisa ter a garantia de que poderá ir às urnas no dia 6 de outubro com a certeza de que sua vontade soberana será respeitada”.
A nota é assinada por Sileno Guedes, Deputado estadual e presidente do PSB de Pernambuco e Doriel Barros, Deputado estadual e presidente do PT de Pernambuco.
O dia 4 de junho está reservado para o I Encontro de Forró Raiz do Pajeú. O evento abre a programação festiva de junho em Afogados da Ingazeira e tem a organização de Luciano Pires e Thiago Santana. Será às 21 horas na AABB. As atrações foram escolhidas a dedo: As Severinas, trio formado por […]
O dia 4 de junho está reservado para o I Encontro de Forró Raiz do Pajeú. O evento abre a programação festiva de junho em Afogados da Ingazeira e tem a organização de Luciano Pires e Thiago Santana. Será às 21 horas na AABB.
As atrações foram escolhidas a dedo: As Severinas, trio formado por Isabelly Moreira, a Belinah (triângulo, vocais e declamações), Monique D’Angelo (vocal e sanfona) e Marília Correia (zabumba), que valoriza o pé de serra, forró, cantoria de viola, xote, xaxado, baião.
Os shows do trio também são marcados por declamações de poetas populares, com versos autorais e de Rafaelzinha, Simone Passos, Mocinha de Passira, João Paraibano e tantos outros.
Recentemente completaram dez anos e lançaram o documentário “As Severinas – 10 anos”, com o incentivo da Lei Aldir Blanc, do Governo de Pernambuco e conta com o apoio da Fundação Cultural Cabras de Lampião.
Genailson do Acordeon, um dos artistas mais respeitados do Pajeú, com décadas a serviço do bom forró e o Forró D3, comandado pelo multiartista Fernando Marques, também Secretário de Cultura de Tuparetama.
As mesas estão na rapa do tacho. Para quem quiser garantir uma das últimas, os telefones para contato são (87) 9-9951-1500 ou 9-9925-3999.
Mais de quatro mil militante, segundo a organização estiveram no comitê central de campanha da Frente Popular, inaugurado, neste sábado (12), pelo candidato a governador Paulo Câmara (PSB) e pelo presidenciável Eduardo Campos (PSB). O QG fica situado na Rua Desembargador Góis Cavalcante, no Parnamirim, Recife. Diante de um público bastante animado, que repetia palavras de ordem e fazia com […]
Mais de quatro mil militante, segundo a organização estiveram no comitê central de campanha da Frente Popular, inaugurado, neste sábado (12), pelo candidato a governador Paulo Câmara (PSB) e pelo presidenciável Eduardo Campos (PSB). O QG fica situado na Rua Desembargador Góis Cavalcante, no Parnamirim, Recife.
Diante de um público bastante animado, que repetia palavras de ordem e fazia com as mãos o “V” da vitória, Paulo e seus companheiros de chapa, Raul Henry (PMDB/vice) e Fernando Bezerra Coelho (PSB/senado), deram uma injeção de ânimo na tropa que vai durar até o fim da campanha.
O socialista destacou a empolgação vista na semana que marcou a arrancada da campanha estadual, acrescentando que sua determinação só tem aumentado. “A cada vez que vou às ruas, encontro cada vez mais pessoas que querem acontinuidade do trabalho feito nos últimos sete anos e meio e que querem avançar ainda mais. Tivemos uma grande semana, de grandes eventos, com muita gente animada. Mas isso é só o começo. Vamos transmitir nossa mensagem para todo Pernambuco. Estamos sintonizados com os sonhos dos pernambucanos. A partir de agora, não tem descanso. É trabalho, trabalho, coração e vitória!”, convocou Paulo.
O ex-governador Eduardo Campos também chamou a atenção para a força que a Frente Popular tem demonstrado nos primeiros eventos de campanha em Pernambuco. “Não tem nem oito dias de campanha, já fizemos um ato no Arcádia do Paço Alfândega, uma caminhada em Roda de Fogo e, hoje, a inauguração do comitê, sempre lotado de gente animada e vibrante. Vocês já viram qual vai ser a toada de agora em diante, não é? À medida em que a população vai se ligando na eleição, vendo que a Frente Popular tem o candidato da inovação, da experiência, o único capaz de fazer Pernambuco seguir adiante, a coisa vai crescendo”, ressaltou o presidenciável, salientando que, naquele palanque, estava presente “a história da luta libertária pernambucana”.
Já o governador João Lyra Neto (PSB) argumentou que o público presente à inauguração do comitê era o maior que já vira no início de uma campanha. “É com essa animação que vamos seguir. Minha palavra é de otimismo e confiança. Pernambuco não pode sair da linha que vem trilhando nos últimos anos”, alertou.
O empresário Mauricio Macri, 56 anos, é o novo presidente da Argentina. Atual prefeito de Buenos Aires, ele é ex-presidente do clube Boca Juniors e líder de uma frente de centro-direita opositora do atual governo de Cristina Kirchner. Macri foi eleito neste domingo (22), na primeira vez na história do país em que uma eleição presidencial foi […]
O empresário Mauricio Macri, 56 anos, é o novo presidente da Argentina. Atual prefeito de Buenos Aires, ele é ex-presidente do clube Boca Juniors e líder de uma frente de centro-direita opositora do atual governo de Cristina Kirchner. Macri foi eleito neste domingo (22), na primeira vez na história do país em que uma eleição presidencial foi decidida no segundo turno, e vai governar por quatro anos. Ele irá assumir a presidência no dia 10 de dezembro deste ano.
Às 5h45 (horário de Brasília), com 99,17% dos votos apurados, Macri tinha 51,40%(12.903.301 votos), e Scioli, 48,60% (12.198.441 votos), segundo a comissão eleitoral.
A vitóira de Macri foi confirmada às 21h43 (horário de Brasília), quando com 63,26% dos votos apurados, ele alcançou 53,50% (8.524.551 votos), e Scioli, 46,50% (7.410.389 votos). Neste momento, o chefe do órgão eleitoral argentino afirmou que a tendência a favor de Macri era irreversível.
Por volta das 22h20, Daniel Scioli telefonou para o adversário e admitiu a derrota, de acordo com o jornal “Clarin“. Os dois são amigos de longa data e Scioli afirmou que Macri era um “justo ganhador”.
O resultado após a realização do inédito segundo turno gerou festa entre os apoiadores de Macri e lágrimas entre eleitores de Daniel Scioli – candidato apoiado pela presidenteCristina Kirchner, que governa o país desde 2007 e é viúva do falecido presidente Néstor Kirchner (2003-2007). A Argentina teve 12 anos de kirchnerismo no poder.
O índice de participação chegou a 78% dos mais 32 milhões de eleitores no segundo turno. Esta é a primeira vez um líder da direita liberal chega ao poder pelas urnas em eleições livres, sem o apoio de uma ditadura, fraudes ou candidatos proscritos.
Em sua vida democrática, a Argentina apenas teve no poder a alternância entre o Partido Justicialista (PJ, peronista) e a UCR.
Discurso: De camisa azul, calça bege e sem paletó e gravata, Macri discursou e dançou, como costuma fazer ao final de cada ato político. “Quero agradecer aos argentinos que saem todos os dias para trabalhar, que acreditam no trabalho e não na mania de tirar vantagem”, disse.
Macri afirmou que a mudança que a Argentina tem pela frente “não pode ser parada por revanches” e pediu a participação de “todos”, inclusive de quem não votou nele, para “encontrar o caminho do desenvolvimento”.
“É um dia histórico. Uma mudança de época. Um tempo que não pode deter-se em revanches ou ajustes de contas. Construir uma Argentina com pobreza zero, derrotar o narcotráfico e melhorar a qualidade democrática”, afirmou para milhares de simpatizantes, em uma verdadeira festa de comemoração. (G1)
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