‘Permaneçam atentos a sinais de pressão sobre democracia’, diz Raquel no STF
Por André Luis
Foto: Reprodução/Tv Justiça
Foto: Reprodução/Tv Justiça
Raquel participou da última sessão como PGR nesta quinta-feira (12).
Estadão Conteúdo
Em sua despedida como procuradora-geral da República, na sessão plenária do Supremo Tribunal Federal (STF), Raquel Dodge fez um alerta nesta quinta-feira (12) a todos os ministros da Corte para que “permaneçam atentos a todos os sinais de pressão sobre a democracia liberal”.
“No Brasil e no mundo surgem vozes contrárias ao regime de leis, ao respeito aos direitos fundamentais e ao meio ambiente sadio também para as futuras gerações”, disse a procuradora, em sua derradeira atuação como chefe do Ministério Público na Corte máxima.
“Neste cenário é grave a responsabilidade do Ministério Público, mas é singularmente importante a responsabilidade do Supremo Tribunal Federal do Brasil”, declarou. “Do Ministério Público para acionar o sistema de freios e contrapesos para manter leis válidas perante a Constituição, para proteger o direito e segurança para todos, para defender minorias, trazendo os casos à esta Corte. Como acaba de assinalar o seu ministro-presidente, Dias Toffoli, o Supremo precisa ser acionado para que possa decidir.”
Raquel discursa aos ministros
Raquel Dodge destacou o papel que o Ministério Público tem desempenhado nos últimos 30 anos e emendou, dramaticamente, dirigindo-se aos ministros.
“Quero lhes fazer um pedido muito especial, que também dirijo à sociedade civil e a todas as instituições da República: protejam a democracia brasileira tão arduamente erguida em caminhos de avanços e retrocessos, mas sempre sob o norte de que a democracia é o melhor modelo para construir uma sociedade de mais elevado desenvolvimento humano.”
Sucessor de Dodge
Raquel deixa o cargo no próximo dia 17. Ela deverá ser substituída pelo procurador Augusto Aras, escolhido pelo presidente Jair Bolsonaro. Ela ficou dois anos no mandato.
“Há dois anos, ao iniciar o mandato constitucional de procuradora-geral, o Brasil padecia de males muito complexos que ainda não foram superados. Tínhamos, como temos, um País sob a nódoa de profunda desigualdade social, de escandalosa corrupção de verbas públicas, de políticas públicas deficientes, do meio ambiente marcado pela destruição de florestas, poluição de seus melhores rios, pelo rompimento de barragens minerárias e mais de 65 mil vítimas de homicídios.”
Segundo Raquel, “o setor privado, temeroso, desistiu de novos investimentos, serviços públicos paralisados, obras públicas inconclusas, área política fragilizada pelo impeachment (de Dilma Rousseff) recente e a população ávida por respostas das instituições do Estado”.
Por André Luis No Debate das Dez da Rádio Pajeú FM 104,9 dessa segunda-feira (5), o vereador Augusto Martins e o professor Adelmo Santos, trataram da problemática do descarte irregular do lixo, que além de poluir o meio ambiente causa grandes transtornos tanto para a zona urbana como rural de Afogados da Ingazeira e região. […]
Fumaça do lixão de Afogados da Ingazeira. No Sertão, poucas cidades tem tratamento adequado
Por André Luis
No Debate das Dez da Rádio Pajeú FM 104,9 dessa segunda-feira (5), o vereador Augusto Martins e o professor Adelmo Santos, trataram da problemática do descarte irregular do lixo, que além de poluir o meio ambiente causa grandes transtornos tanto para a zona urbana como rural de Afogados da Ingazeira e região.
Para Augusto, o Código de Obras e Postura do município prevê multas para várias práticas ilegais, como ´para quem joga lixo em terrenos baldios, queima áreas urbanas, poda árvores radicalmente. “Existe previsão para multa e punição. Basta ao município colocar em prática”. Adelmo lembrou que há um desafio muito grande com a falta de ação nas áreas rurais onde também há lixo depositado. O professor e ambientalista destacou que é urgente a tomada de medidas por governos e sociedade para lidar com o tema.
Ainda participaram do debate o promotor Aurinilton Leão, que destacou a importância de ações coletivas das prefeituras da região para colocar em prática o Plano de Tratamento de Resíduos Sólidos e o representante da Secretaria de Infraestrutura de Afogados, Assis Santos.
Foram inúmeros os relatos de pessoas que costumam descartar lixo em terrenos baldios da cidade e outras que colocam fogo no lixo, com graves riscos de incêndios. Também foram discutidas questões como o Plano de Tratamento de Resíduos Sólidos, que abrange a construção de aterros sanitários, extinção dos lixões e coleta seletiva do lixo.
Segundo o promotor Aurinilton, o Cimpajeú já havia feito um grande projeto articulando trinta e três municípios pra fazer alguns aterros e tendo toda uma articulação para a coleta seletiva de lixo e desenvolvimento de projetos com ações individuais, coletivas e consorciadas. “No entanto o boicote ao Consórcio por parte de alguns prefeitos, fez com que o projeto além de atrasar ficasse defasado”. Tanto que o MP está ameaçando até Ações de Improbidade para quem não der sequência ao plano.
O promotor chamou a atenção para o fato de que os prefeitos que saíram do consórcio não apresentaram projetos para resolver o problema. “Esses mesmos prefeitos que saíram do Cimpajeú não apresentaram soluções efetivas para o que farão em relação a esses resíduos, inclusive à erradicação dos lixões, lembrando que o prazo para isso já passou há muito tempo. Já deveríamos ter erradicado todos os lixões”, destacou.
O promotor lembrou que se trata de um debate muito amplo e importante e que o Ministério Público tem encontrado algumas barreiras para implementar o Plano de Tratamento de Resíduos Sólidos. “Temos encontrado uma série de barreiras, algumas culturais, outras políticas e outras de déficit de infraestrutura”, atestou.
O promotor informou ainda que a principal reclamação dos prefeitos é com relação à falta de recursos, mas lembrou que o conjunto de ações e medidas previstas na Política Nacional de Resíduos Sólidos, muitas não dependem de recursos e sim de boa vontade e de articulações entre Secretarias.
“Já existem as infraestruturas montadas, e já fazem serviços. Por exemplo, ações de formação e de educação ambiental, elas dependem basicamente da articulação das secretarias de Saúde, Agricultura e Meio Ambiente”, lembrou Aurinilton.
Para ele, não basta apenas fechar os lixões. “Tem que haver um local para onde as prefeituras iriam demandar os resíduos e que para muitos municípios se torna inviável ter um aterro sanitário individual”, relatou.
Prestes a comemorar 30 anos de existência neste ano de 2024, o Centro de Educação Comunitária Rural (CECOR) retomou nos últimos meses a execução de projetos sociais de convivência com o Semiárido na região do Sertão de Pernambuco. Por meio do Programa Nacional de Apoio à Captação de Água de Chuva e outras Tecnologias Sociais […]
Prestes a comemorar 30 anos de existência neste ano de 2024, o Centro de Educação Comunitária Rural (CECOR) retomou nos últimos meses a execução de projetos sociais de convivência com o Semiárido na região do Sertão de Pernambuco.
Por meio do Programa Nacional de Apoio à Captação de Água de Chuva e outras Tecnologias Sociais (Programa Cisternas), o CECOR está implementando novas tecnologias nos municípios de Serra Talhada, Flores, Mirandiba e São José do Belmonte, incluindo tecnologias do Programa Um Milhão de Cisternas (P1MC) e Programa Uma Terra e Duas (P1+2), retomados pelo governo Lula, através do Ministério do Desenvolvimento e Assistência Social, Família e Combate à Fome (MDS), em parceria com a Articulação Semiárido (ASA).
Do Programa Um Milhão de Cisternas (P1MC), o CECOR está implementando 584 cisternas de 16 mil litros de água nos municípios de Serra Talhada, Flores e São José do Belmonte. São 144 tecnologias para Flores, 160 para Serra Talhada, 120 para Mirandiba e 160 para São José do Belmonte. Além das cisternas, o projeto garante capacitação técnica para as famílias sobre gerenciamento de Recursos Hídricos e capacitação para pedreiros e pedreiras.
Do Programa Uma Terra e Duas (P1+2), são 126 tecnologias implementadas em Serra Talhada e Mirandiba, distribuídas entre cisternas de placas com capacidade para 52 mil litros de água e barragens subterrâneas, sendo 32 cisternas de enxurrada, 88 cisternas calçadão e seis barragens subterrâneas. Além das tecnologias, o P1+2 ainda garante assessoria técnica para as famílias beneficiárias.
Somando-se aos programas de acesso à água, o CECOR está executando o projeto “Quilombo Sustentável – Transformando Paisagens no Sertão do Pajeú”, na comunidade quilombola Catolé, em Serra Talhada. Com o apoio do Instituto Sociedade, População e Natureza – ISPN e em parceria com a Casa da Mulher do Nordeste – CMN, o projeto consiste na implantação de 20 experiências agroecológicas em unidades produtivas de famílias quilombolas, visando a melhoria da segurança alimentar e nutricional, a comercialização e principalmente a geração de renda.
Estão sendo implementadas experiências agroecológicas de produção de hortas, frutas e criação de pequenos animais nos quintais das residências, com ênfase para as famílias chefiadas por mulheres. As famílias atendidas estão inseridas nas articulações e movimentos da agricultura familiar do município e do território do Sertão do Pajeú, como é o caso da Rede Pajeú de Agroecologia – RPA e da Feira Agroecológica de Serra Talhada – FAST.
Iguaracy e Tabira confirmaram novos óbitos pela doença. Santa Terezinha corrigiu boletim divulgado neste domingo e confirmou um novo óbito no município. Por André Luis – Atualizado às 10h50 De acordo com os últimos boletins epidemiológicos divulgados pelos municípios do Sertão do Pajeú durante o final de semana, a região registrou 38 novos casos positivos, […]
Iguaracy e Tabira confirmaram novos óbitos pela doença.
Santa Terezinha corrigiu boletim divulgado neste domingo e confirmou um novo óbito no município.
Por André Luis – Atualizado às 10h50
De acordo com os últimos boletins epidemiológicos divulgados pelos municípios do Sertão do Pajeú durante o final de semana, a região registrou 38 novos casos positivos, 25 recuperados e 4 novos óbitos por Covid-19.
Agora o Sertão do Pajeú conta com 22.779 casos confirmados, 21.887 recuperados (96,08%), 418 óbitos e 474 casos ativos da doença.
Abaixo seguem as informações detalhadas, por ordem alfabética, relativas a cada município do Sertão do Pajeú. Lembrando que os dados são referentes a sábado e domingo:
Afogados da Ingazeira registrou 1 novo caso positivo e 2 recuperados. O município conta com 3.671 casos confirmados, 3.508 recuperados, 46 óbitos e 117 casos ativos.
Brejinho não divulgou boletim no final de semana. A cidade permanece com 457 casos confirmados, 422 recuperados, 9 óbitos e 26 casos ativos. A Secretaria de Saúde não deu detalhes sobre o óbito ocorrido.
Calumbi nãoregistrou novos casos positivos e nem recuperados. O município conta com 389 casos confirmados, 381 recuperados, 3 óbitos e 5 casos ativos da doença.
Carnaíba registrou 2 novos casos positivos e nenhum recuperados. O município conta com 1.193 casos confirmados, 1.129 recuperados, 25 óbitos e 39 casos ativos da doença.
Flores não divulgou boletim no final de semana. O município permanece com 826 casos confirmados, 758 recuperados, 28 óbitos e 40 casos ativos.
Iguaracy registrou 3 novos casos positivos, 3 recuperados e 1 novo óbito. Conta com 573 casos confirmados, 545 recuperados, 17 óbitos e 11 casos ativos. A Secretaria de Saúde não deu detalhes sobre o óbito ocorrido.
Ingazeira registrou 9 novos casos positivos e nenhum recuperado. O município conta com 221 casos confirmados, 202 recuperados, 2 óbito e 17 casos ativos.
Itapetim não divulgou boletim no final de semana. O município permanece com 860 casos confirmados, 836 recuperados, 18 óbitos e 6 casos ativos.
Quixaba não divulgou boletim no final de semana. O município conta com 324 casos confirmados, 312 recuperados, 11 óbitos e 1 caso ativo.
Santa Cruz da Baixa Verde não divulgou boletim no final de semana. A cidade permanece com 392 casos confirmados, 373 recuperados, 7 óbitos e 12 casos ativos.
Santa Terezinha não registrou novos casos positivos, nem recuperados. A cidade conta com 739 casos confirmados, 711 recuperados, 24 óbitos e 4 casos ativos. A Secretaria de Saúde chegou a informar no boletim do sábado (17) a ocorrência de um novo óbito, mas no boletim do domingo (18), o óbito foi retirado. Nesta segunda (19), o boletim foi corrigido e o óbito foi confirmado. A Secretaria não divulgou os detalhes do óbito e não explicou o que aconteceu no boletim.
São José do Egito registrou 9 novos casos positivos e nenhum. A cidade totaliza 1.699 casos confirmados, 1.624 recuperados, 30 óbitos e 45 casos ativos.
Serra Talhada não divulgou boletim no final de semana. O município permanece agora com 7.986 casos confirmados, 7.751 recuperados, 130 óbitos e 105 casos ativos da doença.
Solidão registrou 3novos casos positivos e 3 recuperado. A cidade conta com 373 casos confirmados, 362 recuperados, 2 óbitos e 9 casos ativos.
Tabira registrou 11 novos casos positivos, 17 recuperados e 2 novos óbitos. A cidade conta agora com 2.043 casos confirmados, 1.996 recuperados, 24 óbitos e 23 casos ativos.
Triunfo não divulgou boletim no final de semana. A cidade permanece com 712 casos confirmados, 683 recuperados, 23 óbitos e 6 casos ativos.
Tuparetama não divulgou boletim no final de semana. A cidade permanece com 321 casos confirmados, 294 recuperados, 19 óbitos e 8 casos ativos da doença.
A governadora Raquel Lyra alterou a agenda desta terça-feira (28), quando iria se reunir com prefeitos da Região Metropolitana do Recife (RMR) pela segunda vez. O encontro estava marcado para às 14h, no Palácio do Campo das Princesas. O objetivo do encontro é aprofundar os debates para soluções integradas das demandas para a gestão metropolitana. […]
A governadora Raquel Lyra alterou a agenda desta terça-feira (28), quando iria se reunir com prefeitos da Região Metropolitana do Recife (RMR) pela segunda vez. O encontro estava marcado para às 14h, no Palácio do Campo das Princesas.
O objetivo do encontro é aprofundar os debates para soluções integradas das demandas para a gestão metropolitana. A reunião havia sido marcada em janeiro, quando houve o primeiro encontro.
A nova data do encontro entre a governadora Raquel Lyra e os prefeitos da Região Metropolitana do Recife foi remarcado para o dia 7 de março.
Ser jornalista x ser ético A notícia das semanas nas redes sociais foi do vídeo em que o apresentador William Waack, do Jornal da Globo, aparece fazendo comentários racistas na cobertura da campanha eleitoral dos Estados Unidos em 2016. Minutos antes de entrar ao vivo ao lado do entrevistado Paulo Sotero, do Wilson Center, Waack xinga um […]
A notícia das semanas nas redes sociais foi do vídeo em que o apresentador William Waack, do Jornal da Globo, aparece fazendo comentários racistas na cobertura da campanha eleitoral dos Estados Unidos em 2016.
Minutos antes de entrar ao vivo ao lado do entrevistado Paulo Sotero, do Wilson Center, Waack xinga um carro que estava buzinando na rua, vira-se para o convidado do programa e afirma duas vezes em tom baixo que o barulho na rua é coisa de “preto”. Depois de reclamar das buzinadas, o apresentador diz: “Você é um, não vou nem falar, eu sem quem é…”. E depois, virando-se para o convidado diz: “É preto”.
O comportamento do jornalista chocou porque trata-se de um dos âncoras com maior poder no jornalismo brasileiro. Waack caiu porque em um descuido, revelou quem é de fato o homem William. Pesou ainda mais porque o racismo é de fato pai de todas as formas de preconceito.
Uma das lições que a profissão de jornalista sempre me impôs (permitam-me a primeira pessoa) é que não há como ser duas pessoas distintas: a que vai ao ar e a da vida pessoal. Em algum momento uma vai interferir na outra. Cobro trânsito seguro, disciplinado, mas bebo e dirijo ? Quero seriedade na política mas me vendo para ser chapa-branca do prefeito? Quero uma cidade limpa e jogo lixo na rua? Não dá, né? Pior que a população, tenho absoluta certeza, percebe e sabe separar o joio do trigo, quando melhor informada.
Em Pernambuco, nossas cidades, o problema ético de parte dos nossos profissionais reside na relação comercial com agentes públicos. É errado ao veículo de comunicação fechar parcerias para divulgar notas ou ações de prefeituras ou Câmaras, por exemplo? De forma alguma, respondo. O problema está em não deixar claro ao gestor que contrata que a divulgação não pode envolver a linha editorial e independência do veículo. Se notícia não pode ter partido, não pode ter filtro, ou deixar de ser divulgada porque “aquele prefeito daquela cidade” que anuncia no meu veículo não vai gostar. Nosso maior capital sempre será a nossa audiência, o leitor, o ouvinte, quem está do outro lado. As outras coisas vem por consequência disso.
Infelizmente não é assim que a banda toca. Esses dias, até ataque entre colegas da mídia aconteceu por aqui tendo como pano de fundo o senhor a que cada um serve. Se recebo de fulano, no meu blog cicrano não entra. Peraí! Isso lá é jornalismo? Pelo contrário, envergonha o meio e cria uma relação promíscua, indecente, que faz mal ao jornalismo e principalmente à sociedade.
Aprendi na experiência da Rádio Pajeú que o exercício do jornalismo independente é desafiador. Diante de um questionamento, não há político de esquerda, direita, centro, radical ou moderado: todos reagem da mesma forma, sem aceitar o contraditório, salvo raríssimas exceções. Também que, com todas as nossas virtudes e defeitos, optar pelo respeito à opinião pública, buscar agir como prega ao microfone ou escreve no blog, antenar discurso e prática ainda é o único caminho, doa a quem doer…
Quanto custa a passagem?
Esta semana, o programa Rádio Vivo, com Anchieta Santos, quis pesquisar qual seria o valor justo para a Azul cobrar pelo trecho Recife-Serra Talhada a ser inaugurado ainda este ano. Há uma perspectiva de que o valor deverá ficar entre R$ 150,00 e R$ 200,00. Oficialmente a Azul, que visita o Aeroporto nesta segunda, não informou quando vai custar.
Semana dos vereadores
Esta semana foi de repercussão do que andam fazendo nossos vereadores no Pajeú. Em Tabira, Dicinha do Calçamento admitiu entender mais de churros que de Código Tributário. Zé Negão faltou à sessão em Afogados para cuidar da inauguração do seu bar. Foram cinco ausências na quarta. Em Santa Terezinha, os vereadores se reúnem apenas a cada quinze dias. E em Carnaíba, Nêudo da Itã disse ao judiciário ser “necessitado na acepção jurídica do termo”.
Contratados cobram Evandro
A semana foi marcada por troca de acusações entre governistas e oposição em São José do Egito quanto ao pagamento dos servidores. Houve protesto contra o prefeito Evandro Valadares por atrasar o salário dos professores contratados.
Diferença
Moradores do Bairro Brotas , em Afogados da Ingazeira, solicitaram várias vezes para que se criasse no sistema viário alguns acessos laterais, facilitando o trajeto para algumas ruas, em vão. “Não pode mexer”, disse o Secretário Silvano Brito, o Bombinha, dizendo ter sido orientado pelo prefeito José Patriota. Agora, criticado pelo Conselho de Moradores pela autorização para o vereador Zé Negão alterar a via para dar acesso ao seu bar, ouviram Silvano Brito dizer: “pôde mexer. Patriota autorizou”.
Mensagem para Dicinha
Como o vereador Dicinha do Calçamento assumiu não entender nada de leis nem de Código Tributário, a Coluna dá uma força para traduzir a nota da Presidenta da Câmara Nelly Sampaio, emitida esta semana. Vereador: ela tá dizendo que tanto faz botar gente como tirar gente da sessão. Casa cheia ou casa ôca, quem resolve e vota o código são vocês. Assim, continuar esperando Marcos Crente votar primeiro.
Novo sucesso de Sebá
Nem Wesley Safadão nem Vicente Nery: o novo sucesso nos grupos de zap em Serra Talhada é “Vamo deixar de mi mi mi”, de Sebastião Oliveira, mandando prefeito deixar de sinecura, que é ganhar muito e trabalhar pouco. O vídeo na verdade foi gravado em mensagem ao prefeito de Chã Grande, Diogo Neto, e nada tem a ver com o desafeto local de Sebá, Luciano Duque. Mas vai dizer que não a quem gosta de botar fogo no munturo…
Tucano rachando o bico
A disputa interna no PSDB entre quem tenta continuar no governo Temer, tendo como maior liderança Aécio Neves e quem acha melhor sair, como Jereissti e FHC, também teve repercussão em Pernambuco. Aqui, o Ministro Bruno Araújo não quer largar o pomposo Ministério das Cidades e defende ficar com Temer. Daniel Coelho é da ala que quer o PSDB deixando o osso e tentando melhorar a imagem junto à opinião pública.
Frase da semana: “É coisa de preto”.
William Waack, referindo-se a um motorista que fazia buzinaço antes de entrar ao vivo de Washington, nos EUA, há um ano, em áudio que gerou seu afastamento do Jornal da Globo e da Globonews.
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