Paulo discute projetos de Pernambuco com os ministros da Aviação Civil e dos Portos
Por Nill Júnior
O governador Paulo Câmara esteve hoje (05.05) em Brasília para audiências com os ministros Eliseu Padilha (Aviação Civil) e Edinho Araújo (Portos). Os dois encontros serviram para avaliar o apoio do Governo Federal a projetos de interesse de Pernambuco, relativos ao Aeroporto Internacional dos Guararapes e aos portos do Recife e de Suape.
“Foram conversas positivas. Viemos pedir atenção dos ministros para o andamento de algumas questões fundamentais para a economia do Estado, que vão ajudar Pernambuco a continuar crescendo, gerando novos empregos e renda, principalmente para aqueles que mais precisam”, disse Paulo, que esteve nos dois ministérios com o vice-governador Raul Henry, com o prefeito do Recife, Geraldo Julio, e com os secretários estaduais José Neto (Assessoria Especial) e Márcio Stefanni (Fazenda).
A primeira reunião do dia foi com o ministro dos Portos. A Edinho Araújo, o governador de Pernambuco pediu atenção especial do Governo Federal para as licitações dos novos terminais do Porto de Suape, como o segundo terminal de contêineres, o terminal de minérios da Ilha de Cocaia e a conversão do terminal de açúcar em terminal de grãos, além da retificação do cais do porto do Recife, defronte de onde fica o Terminal de Passageiros.
Paulo Câmara conversou com o ministro Eliseu Padilha sobre os planos do Governo Federal para o Aeroporto dos Guararapes. O governador Paulo Câmara relatou a conversa que teve ontem (04.05), em São Paulo, com a presidente executiva da TAM, Claudia Sender, para defender o aeroporto do Recife como a sede do futuro “hub” de voos da Latam – empresa que reúne a TAM e a empresa aérea chilena LAN.
“O ministro Padilha se colocou à disposição para fornecer os dados e as informações que foram demandadas pela TAM e pelo Estado. Informações que possam ser úteis para a tomada de decisão sobre o ‘hub’”, disse o governador de Pernambuco.
A vereadora Célia Galindo acusa o procurador do município Edilson Xavier, de “colar” na comissão que analisa seu processo de impeachment na Câmara para interferir no processo. Semana passada, houve o sorteio dos vereadores que irão integrar a comissão prévia para analisar os pedidos de cassação do mandato do prefeito de Arcoverde Wellington Maciel (MDB). […]
A vereadora Célia Galindo acusa o procurador do município Edilson Xavier, de “colar” na comissão que analisa seu processo de impeachment na Câmara para interferir no processo.
Semana passada, houve o sorteio dos vereadores que irão integrar a comissão prévia para analisar os pedidos de cassação do mandato do prefeito de Arcoverde Wellington Maciel (MDB).
O Presidente da Comissão é o vereador João Taxista. A relatora da Comissão, a vereadora Célia Galindo. Como membro, a vereadora Luiza Margarida.
Eles irão decidir se o processo será aceito ou não para análise pela Casa James Pacheco. O parecer vai de uma forma ou outro a plenário. Dos três, dois são governistas, o presidente João Taxista, e a vereadora Luiza Margarida. A relatora, Célia Galindo, é opositora ferrenha da gestão. Wellington Maciel ainda tem maioria na Câmara de Arcoverde.
“Vim me encontrar com o presidente da Comissão (João Taxista) e me deparei com o procurador. Ele estava na escolha dos membros e não tinha necessiodade. Em outras sessões o prefeito mandou o prefeito fazer bagunça. E agora na primeira sessão da comissão doutor Edilson tá aqui como Procurador do município querendo dar opinião numa coisa que não tem que dar opinião.”
Disse que o medo de LW é grande. Ainda revelou parte da participação de Edilson na reunião sugerindo que o parecer sobre o caso já estaria com o rascunho pronto, indicando que a gestão Wellington está municiando os vereadores governistas, ferindo a independência da comissão. “Não entendi porque o prefeito está com tanto medo. O senhor precisa terminar seu governo. É tão ruim que precisa terminar. O senhor já atrapalhou duas, três sessões. Não precisa mandar procurador”.
Ela disse que solicitou ao procurador que saísse do local. Veja o vídeo:
A Apac – Agência Pernambucana de Águas e Clima – divulgou hoje em nota ao blog novo levantamento sobre a situação dos reservatórios em Pernambuco. Em mais uma visualização técnica do quadro, fica evidente a crise hídrica nas áreas dos Sertões do Pajeú e Moxotó. Na região da Bacia Hidrográfica do Pajeú, boa parte dos […]
A Apac – Agência Pernambucana de Águas e Clima – divulgou hoje em nota ao blog novo levantamento sobre a situação dos reservatórios em Pernambuco. Em mais uma visualização técnica do quadro, fica evidente a crise hídrica nas áreas dos Sertões do Pajeú e Moxotó.
Na região da Bacia Hidrográfica do Pajeú, boa parte dos reservatórios enfrenta situação de colapso. São eles, Arrodeio (São José do Belmonte), Barra de Juá (Floresta), Chinelo (Carnaíba), Lage do Gato (Afogados), Rosário (Iguaraci), Saco I (Serra Talhada), São José (Belém de São Francisco), São José II (São José do Egito), Serrinha II (Serra Talhada)e Serraria (Brejinho).
Tecnicamente, a Barragem de Brotas tem 9,1% de sua capacidade. Cachoeira II (Serra) tem 22,9%,. Jazigo (Serra Talhada), com 20,6%.Saco I (Serra) tem 8,9% e Serrinha II (Serra) tem 12,5%.
Na bacia hidrográfica do Moxotó, todos os reservatórios eestão em colapso. São eles Barra e Cachoeira I (Sertânia), Francisco Sabóia (Ibimirim) e Marrecas (Custódia).
Na bacia hidrográfica do Rio Terra Nova, estão em colapso Abóboras (Parnamirim), Boa Vista (Salgueiro), Juá (Mirandiba) e Nilo Coelho (Terra Nova). Só escapam os reservatórios de Poço Grande (Serrita), com 56,5% e Salgueiro (Verdejante)(, com 14,1% de sua capacidade total.
Da Piauí Quando o site Intercept Brasil revelou suas conversas comprometedoras com Daniel Vorcaro, o senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ), candidato à Presidência, foi à imprensa tentar se explicar. Em entrevista à GloboNews, minimizou o áudio em que cobrava dinheiro de Vorcaro para financiar o filme Dark Horse, uma cinebiografia de seu pai. Quando a entrevista […]
Quando o site Intercept Brasil revelou suas conversas comprometedoras com Daniel Vorcaro, o senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ), candidato à Presidência, foi à imprensa tentar se explicar. Em entrevista à GloboNews, minimizou o áudio em que cobrava dinheiro de Vorcaro para financiar o filme Dark Horse, uma cinebiografia de seu pai. Quando a entrevista já se encaminhava para o fim, disse ainda que o banqueiro não dava qualquer dólar para o filme havia meses, desde que as suspeitas sobre as fraudes do Master vieram a público. “Olha só. O último pagamento que ele fez […] foi em maio de 2025”, afirmou.
Mas não era verdade. Uma reportagem publicada na edição deste mês da piauí mostra que, em 16 de setembro de 2025, Vorcaro enviou mais uma parcela de 1,6 milhão de dólares para o Havengate Development Fund, o fundo americano que administrava o dinheiro de Dark Horse. Precisamente, o repasse foi de 1 milhão, 666 mil e 667 dólares. A informação consta de um relatório do Coaf, o órgão que fiscaliza transações financeiras, ao qual a piauí teve acesso. O documento mostra que a relação de compadrio financeiro entre Flávio Bolsonaro e Vorcaro continuou por bem mais tempo do que o senador admitiu.
O repasse foi feito oito dias depois de Flávio enviar uma mensagem ao banqueiro cobrando as parcelas atrasadas. Com esse novo pagamento, que até agora era desconhecido, o total enviado por Vorcaro para a cinebiografia de Bolsonaro passou de 10,6 para 12,3 milhões de dólares – o que, na cotação da época, equivalia a mais de 65 milhões de reais.
E há evidências de que houve ainda mais um pagamento. A piauí também teve acesso a um trecho inédito dos diálogos por WhatsApp entre Vorcaro e o publicitário Thiago Miranda, que ajudou a captar dinheiro para o filme. Na mensagem ao banqueiro, datada de 22 de outubro de 2025, Miranda escreve: “Consegue liberar as parcelas do filme?” E completa: “Se não vai parar tudo por lá 😐.” Vorcaro responde: “Sim. Liberei mais uma hoje”, ao que Miranda retruca: “Vou avisá-los. Flávio disse que iria te ligar tb.” Vorcaro então pede que Miranda apresente suas desculpas a Flávio pelos “atrasos” nas parcelas. Se esse outro pagamento de 1,6 milhão de dólares foi efetivamente realizado, como afirmou o banqueiro, o total desembolsado por ele vai para 14 milhões de dólares, ou 72 milhões de reais.
Pelos dados que já são conhecidos, o acordo do banqueiro com o candidato a presidente previa o pagamento de 24 milhões de dólares. Com o pagamento feito em setembro, chega a sete o total de parcelas reconhecidamente pagas a mando de Daniel Vorcaro atendendo Flávio Bolsonaro. O possível novo repasse em outubro significaria uma oitava parcela.
Procurado pela piauí para explicar por que escondeu que sua relação financeira com o banqueiro durou praticamente todo o ano de 2025 e qual foi o total pago pelo banqueiro, Flávio Bolsonaro não quis falar. Sua assessoria disse que a revista deveria perguntar à produtora do filme sobre a existência de outros pagamentos. “Isso não é com a gente.” Confrontada com o fato de que a informação da nova parcela revelava uma mentira pública do candidato, a assessora continuou achando que Flávio não tinha nada a explicar.
Não é a primeira vez que o senador falta com a verdade no caso Dark Horse. Em março passado, quando veio a público que seu número estava na agenda de Vorcaro, Flávio disse à colunista Mônica Bergamo, da Folha de S.Paulo, que nunca tivera contato com o dono do Master. Quando o repórter Thalys Alcântara, do Intercept Brasil, perguntou por que Dark Horse fora bancado por Vorcaro, Flávio reagiu: “É mentira, de onde você tirou isso?”
Ele também afirmou, na entrevista à GloboNews, que o Havengate é fiscalizado pela SEC, órgão americano semelhante à Comissão de Valores Mobiliários no Brasil. Não é verdade. Por fim, disse que o fundo fora fechado assim que surgiram as primeiras suspeitas sobre os negócios de Vorcaro. Nos registros fazendários do Texas, o fundo continua ativo até hoje.
A polícia agora investiga o caminho tortuoso do dinheiro. Os recursos não saíam diretamente das empresas de Vorcaro, nem caíam na conta da produtora do filme, a Go Up Entertainment llc, nos Estados Unidos, como seria o percurso normal. Em vez disso, Vorcaro remetia o dinheiro por meio de um doleiro, Antonio Freixo Junior, o “Mineiro”, dono da Entre Investimentos e Participações, que já se apresentou publicamente como especialista em “câmbio de saída, que é uma coisa mais arriscada”. O destino era o Havengate, o fundo sediado no Texas e administrado por Paulo Calixto, advogado especializado em imigração – sem relação com a área de cinema – e amigo de Eduardo Bolsonaro, que também vive no Texas.
Como o Havengate enviava o dinheiro à produtora do filme, as investigações do caso estão focadas em descobrir se, de fato, todo o dinheiro acabava indo para a produção cinematográfica. A polícia investiga se parte desses recursos ficou no fundo ou acabou no bolso de Eduardo Bolsonaro, que passou a viver nos Estados Unidos em fevereiro do ano passado – por coincidência, os mesmos mês e ano em que Vorcaro começou a mandar as parcelas do filme para o Havengate. A primeira remessa, de 2 milhões de dólares, é de 13 de fevereiro de 2025.
Até agora, não há evidência de que parte dos milhões de Vorcaro foi desviada para custear a permanência de Eduardo nos Estados Unidos. Mas os investigadores ainda querem entender com mais clareza o papel que Eduardo desempenhava em relação aos recursos financeiros. Quando o Intercept divulgou o áudio de Flávio em maio passado, Eduardo reduziu seu papel na produção. Em entrevista à CBN, disse apenas que chegara a investir 50 mil dólares dos seus próprios recursos no filme, para garantir a contratação do diretor, mas o valor lhe foi devolvido posteriormente.
Na documentação americana sobre o filme, no entanto, Eduardo ora aparece como “produtor executivo”, ora como “financiador”. O que as investigações pretendem descobrir é a extensão de seu domínio sobre os recursos na conta do Havengate. A piauí apresentou a pergunta à Go Up, mas não obteve uma resposta objetiva. Na prática, as investigações do caso estão lidando com duas caixas-pretas – a do filme e a do fundo, como mostra a reportagem da piauí.
O deputado federal Túlio Gadêlha estava se movimentando no sentido de ocupar a liderança da minoria na Câmara dos Deputados, cargo que este ano ficará com o seu partido, o PDT, porém na reta final o deputado André Figueiredo, do Ceará, entrou na disputa e acabou sendo escolhido pelos colegas de bancada para o posto. […]
O deputado federal Túlio Gadêlha estava se movimentando no sentido de ocupar a liderança da minoria na Câmara dos Deputados, cargo que este ano ficará com o seu partido, o PDT, porém na reta final o deputado André Figueiredo, do Ceará, entrou na disputa e acabou sendo escolhido pelos colegas de bancada para o posto.
A alegação dos colegas é de que não teria sentido dois parlamentares do mesmo estado, Wolney Queiroz e Túlio, ficarem, respectivamente com os cargos de liderança partidária e da minoria, e por isso a escolha por André Figueiredo.
Na reunião, o pernambucano ficou bastante chateado com a decisão dos colegas e mandou constar em ata que estava retirando a sua pré-candidatura a prefeito do Recife pelo partido, saindo aos prantos da reunião.
A turma do deixa disso tentou intervir, mas Túlio poderá ter dado a senha ao presidente Carlos Lupi para reconsiderar a candidatura própria e consequentemente atender ao pedido do próprio deputado de sair do jogo em 2020.
Teve parlamentar da bancada pernambucana que classificou a postura de Túlio como imaturidade, uma vez que estes reveses acontecem na política e não se pode tomar atitudes de cabeça quente como ele tomou, que podem trazer consequências devastadoras para a sua precoce carreira política. A informação é do Blog do Edmar Lyra.
O Pleno do Tribunal de Contas de Pernambuco julgou na quarta (19), Recurso do atual prefeito de Iguaracy, Zeinha Torres, sobre o Processo de Atos de Pessoal da Prefeitura destinado a apreciar 216 contratações temporárias realizadas na municipalidade, todas no exercício 2021. Anteriormente, a Primeira Câmara julgou irregulares algumas contratações e aplicou multa no valor […]
O Pleno do Tribunal de Contas de Pernambuco julgou na quarta (19), Recurso do atual prefeito de Iguaracy, Zeinha Torres, sobre o Processo de Atos de Pessoal da Prefeitura destinado a apreciar 216 contratações temporárias realizadas na municipalidade, todas no exercício 2021.
Anteriormente, a Primeira Câmara julgou irregulares algumas contratações e aplicou multa no valor de R$ 9.183,00, ao prefeito.
O Pleno da Corte de Contas, no julgamento do Recurso, decidiu Dar-lhe provimento, para julgar legais todas as contratações dispostas nos Anexos I, II e III do Relatório de Auditoria constante dos autos do Processo, excluindo, por consequência, a multa aplicada ao prefeito José Torres Lopes Filho. A informação é do Afogados Online.
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