
Costumo pedir para que os que assistem no YouTube o programa Manhã Total, que apresento a duas décadas e meia na Rádio Pajeú, mandarem registros do que assistem. Segundo levantamento da Kantar Ibope Mídia, o rádio tradicional (aparelho de mesa, de pilha ou do carro) lidera com folga o consumo de rádio. Mais de 70% […]

Costumo pedir para que os que assistem no YouTube o programa Manhã Total, que apresento a duas décadas e meia na Rádio Pajeú, mandarem registros do que assistem.
Segundo levantamento da Kantar Ibope Mídia, o rádio tradicional (aparelho de mesa, de pilha ou do carro) lidera com folga o consumo de rádio. Mais de 70% dos ouvintes declaram que escutam rádio dentro de casa.
Mas é inegável o crescimento do digital: Plataformas complementares vêm ganhando espaço, com destaque para o YouTube (respondendo por cerca de 33% do consumo de conteúdos de rádio no ambiente digital) e serviços de streaming de áudio.
A prova está no ouvinte de Ibitiranga que assiste o rádio na sua casa, cercada de elementos da simplicidade sertaneja.
Importante é que a preocupação com a imagem não tire a essência do “fazer rádio”. Há uma diferença entre fazer rádio gerando imagens e fazer TV no rádio. Acredito no primeiro modelo.
De um jeito ou de outro, no radinho, na TV, no streaming, emociona chegar na casa e no coração das pessoas.
Viva o rádio!





























































































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