Organização diz que comportamento da população determinou sucesso do Afogareta
Por Nill Júnior
Em um discurso emocionado ao final do Afogareta 2019, o organizador Ney Quidute agradeceu principalmente aos foliões que fizeram do evento, mais um sucesso. Ele destacou principalmente o comportamento no trecho recém inaugurado da Avenida Rio Branco.
“Não foi danificada sequer uma torneira da nova avenida”, comemorou. Ney brincou com o fato de que após uma inauguração, como foi na Praça Arruda Câmara e na avenida, o Afogareta é o primeiro evento a ser testado. “Perguntei a Sandrinho se tem mais uma inauguração nesse ano”.
O vice representou o prefeito Patriota que por questões de agenda não compareceu.
A segurança foi outro ponto destacado por Ney, com a contratação de mais homens, inclusive infiltrados na multidão sem identificação, o trabalho excepcional da PM através do 23º Batalhão com apoio de ROCAM, CIOSAC e outras equipes ao longo da avenida e o videomonitoramento, com câmeras de alta definição. “Vocês me viram pulando feito um louco mais foi de alegria. Esse evento pertence a vocês, ao povo de Afogados que sabe receber muito bem”.
O evento foi encerrado com show de Iohannes, terminando às 2 da manhã da madrugada de hoje. No sábado, dia 12, houve retorno da Banda Psirico, de Márcio Victor. Na abertura, a festa teve Chicabana. Essa inclusive já foi anunciada para o evento de 2020, no ano 22. Veja fotos de Cláudio Gomes:
Através do Projeto Florestar, desenvolvido no território estadual pela Companhia Pernambucana de Saneamento – Compesa, a Autarquia de Trânsito e Transportes de Arcoverde – Arcotrans deu início, neste mês de fevereiro, a plantação de pés de ipês em pontos estratégicos da cidade. O convênio do projeto, existente com o município desde 2016, contemplou com o […]
Através do Projeto Florestar, desenvolvido no território estadual pela Companhia Pernambucana de Saneamento – Compesa, a Autarquia de Trânsito e Transportes de Arcoverde – Arcotrans deu início, neste mês de fevereiro, a plantação de pés de ipês em pontos estratégicos da cidade.
O convênio do projeto, existente com o município desde 2016, contemplou com o total de 47 mudas de ipês brancos e amarelos, os canteiros do canal perimetral da Rua Capitulino Feitosa, localizada entre o centro e o bairro do São Miguel.
Além do plantio, cada muda também está cercada por garajau, evitando possíveis danos aos ipês no decorrer do crescimento, assim como furtos. “Além de sombras, as árvores absorvem o monóxido de carbono emitido pelos veículos, melhorando a ventilação e atraindo pássaros para as áreas contempladas. Com a arborização, também estaremos contribuindo para a diminuição de ruídos de veículos em cada localidade contemplada”, explicou o diretor da Arcotrans, Vladimir Cavalcanti.
Nesta primeira etapa do projeto, a iniciativa contou com a parceria de empresas e instituições existentes no entorno da plantação, como o Fisk (curso de idiomas), IQ Sistema e a Igreja Verbo da Vida. Já a partir do mês de março, está prevista a continuidade do Florestar em outros pontos de Arcoverde, visando os benefícios que as árvores podem contribuir ao longo de suas vidas em áreas urbanas.
“Pretendemos estender o plantio, ainda neste primeiro semestre do ano, nas avenidas José Bonifácio, Pedro II e Agamenon Magalhães, nas proximidades do Hospital Regional, além das imediações do Esporte Clube e da Praça da Rodoviária, garantindo uma melhor arborização e qualidade ambiental nestas localidades específicas”, informou Vladimir Cavalcanti.
O Governo Municipal de Iguaracy, de acordo com o Decreto 011/2020, informa que ficam suspensas por tempo indeterminado as aulas em todos os estabelecimentos da Rede Pública e Particular de ensino do Município de Iguaracy, inclusive Creches, a partir do dia 18 de Março de 2020. Segundo o prefeito Zeinha Torres, a medida atende a […]
O Governo Municipal de Iguaracy, de acordo com o Decreto 011/2020, informa que ficam suspensas por tempo indeterminado as aulas em todos os estabelecimentos da Rede Pública e Particular de ensino do Município de Iguaracy, inclusive Creches, a partir do dia 18 de Março de 2020.
Segundo o prefeito Zeinha Torres, a medida atende a recomendação da Secretaria Estadual de Saúde, diante da ampliação do número de casos confirmados da COVID-19 em Pernambuco.
Do DP Investigadores da Operação Lava Jato descobriram que, para tratar de propinas por email, o endereço eletrônico usado pelo presidente da Câmara, Eduardo Cunha (PMDB-RJ), era “sacocheio@”. A denúncia foi feita pelo lobista Fernando Baiano, apontado como operador de propinas do PMDB, durante um dos seus depoimentos que constam na delação premiada. O provedor […]
Investigadores da Operação Lava Jato descobriram que, para tratar de propinas por email, o endereço eletrônico usado pelo presidente da Câmara, Eduardo Cunha (PMDB-RJ), era “sacocheio@”. A denúncia foi feita pelo lobista Fernando Baiano, apontado como operador de propinas do PMDB, durante um dos seus depoimentos que constam na delação premiada. O provedor do email não foi revelado. A informação foi divulgada pelo site do jornal O Globo na noite deste sábado (17).
Outro detalhe revelado pelo lobista é que desde 2012 o presidente da Câmara usa um aplicativo chamado Wickr, que apaga as mensagens de email do aparelho e do servidor, para não deixar rastros.
À Procuradoria-Geral da República, no dia 10 de setembro, o lobista também declarou que Cunha pedia propina em forma de doação eleitoral para o partido.
O peemedebista já foi denunciado pela PGR por corrupção e lavagem de dinheiro. O presidente da Câmara defende enfaticamente o modelo de doação de empresas a campanhas políticas.
Ainda segundo Fernando Baiano – condenado a 16 anos de prisão por corrupção e lavagem de dinheiro do esquema Petrobras -, em 2012, “que era mais uma vez ano eleitoral, Eduardo Cunha passou a pressionar o depoente para cobrar Júlio Camargo”.
As revelações de Fernando Baiano, divididas em vários depoimentos à Procuradoria-Geral da República, confirmam os relatos anteriormente dados pelo lobista Camargo, que afirmou ter sido pressionado por Eduardo Cunha, em 2011, a pagar propina de US$ 5 milhões. Segundo ele, as cobranças “foram feitas em reuniões pessoais com Eduardo Cunha”.
Cunha negou reiteradamente o recebimento de propinas no esquema investigado. O PMDB afirma que jamais autorizou qualquer pessoa a agir em nome do partido.
Patrimônio muito maior
Papéis obtidos pela Procuradoria Geral da República mostram que o patrimônio do presidente da Câmara já foi 37 vezes maior do que o anotado em sua última declaração de bens à Justiça Eleitoral. E ele não tinha contas apenas na Suíça, sustentam os investigadores. Uma análise de risco mostra que ele possuía “aproximadamente 16 milhões de dólares” (R$ 61,5 milhões) de patrimônio quando foi abrir uma conta no banco Merril Lynch, nos Estados Unidos, há 20 anos, de acordo com petição do Ministério Público apresentada ao Supremo Tribunal Federal (STF).
No entanto, Cunha disse à Justiça Eleitoral no ano passado que seu patrimônio somava apenas R$ 1,6 milhão, tudo no Brasil. Ou seja, seu bens valeriam 37 vezes mais que o declarado às autoridades brasileiras.
Afogados da Ingazeira é tida como uma das grandes escolas do futsal de Pernambuco. Em 2021 uma parceira inédica entre o Afogados da Ingazeira Futebol Clube e o Mais Pajeú Clube levaram a cidade as semifinais do Pernambucano Sub-17 de Futsal. Neste ano o Mais Pajeú voltou a inscrever sua base na competição, sem tempo […]
Afogados da Ingazeira é tida como uma das grandes escolas do futsal de Pernambuco.
Em 2021 uma parceira inédica entre o Afogados da Ingazeira Futebol Clube e o Mais Pajeú Clube levaram a cidade as semifinais do Pernambucano Sub-17 de Futsal. Neste ano o Mais Pajeú voltou a inscrever sua base na competição, sem tempo de preparação a equipe foi ganhando corpo durante a competição. Na primeira fase 8 jogos, com 5 vitórias.
Já na segunda fase 4 jogos e 4 vitórias, nas oitavas de finais contra Araripina 3×2 (fora) e 6×3 (em casa) e contra Santa Maria 6×3 (fora) e 6×4 (em casa).
Agora na semifinal a equipe afogadense aguarda o vencedor de Santa Cruz do Recife e Santa Cruz do Capibaribe. Na outra semifinal Sport Recife enfrenta Cabrobó. A Prefeitura de Afogados vem apoiando a garotada do sub-17 na competição.
Ricardo Balthazar, da Folha. Paula Bianchi, do The Intercept Brasil Mensagens privadas trocadas por procuradores da Operação Lava Jato em 2015 mostram que o então juiz federal Sergio Moro interferiu nas negociações das delações de dois executivos da construtora Camargo Corrêa, cruzando limites impostos pela legislação para manter juízes afastados de conversas com colaboradores. As mensagens, obtidas […]
Ricardo Balthazar, da Folha. Paula Bianchi, do The Intercept Brasil
Mensagens privadas trocadas por procuradores da Operação Lava Jato em 2015 mostram que o então juiz federal Sergio Moro interferiu nas negociações das delações de dois executivos da construtora Camargo Corrêa, cruzando limites impostos pela legislação para manter juízes afastados de conversas com colaboradores.
As mensagens, obtidas pelo The Intercept Brasil e examinadas pela Folha e pelo site, revelam que Moro avisou aos procuradores que só homologaria as delações se a pena proposta aos executivos incluísse pelo menos um ano de prisão em regime fechado.
A Lei das Organizações Criminosas, de 2013, que definiu regras para os acordos de colaboração premiada, diz que juízes devem se manter distantes das negociações e têm como obrigação apenas a verificação da legalidade dos acordos após sua assinatura.
O objetivo é garantir que os magistrados tenham a imparcialidade necessária para avaliar as informações fornecidas pelos colaboradores e os benefícios oferecidos em troca no fim do processo judicial, quando cabe aos juízes aplicar as penas negociadas se julgarem os resultados da cooperação efetivos.
As mensagens obtidas pelo Intercept mostram que Moro desprezou esses limites ao impor condições para aceitar as delações num estágio prematuro, em que seus advogados ainda estavam na mesa negociando com a Procuradoria.
Os diálogos revelam também que a interferência do juiz causou incômodo entre os integrantes da força-tarefa à frente do caso em Curitiba, que nessa época divergiam sobre a melhor maneira de usar as delações para dar impulso às investigações.
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