Afogados vai estar na semifinal do Pernambucano de Futsal
Por Nill Júnior
Afogados da Ingazeira é tida como uma das grandes escolas do futsal de Pernambuco.
Em 2021 uma parceira inédica entre o Afogados da Ingazeira Futebol Clube e o Mais Pajeú Clube levaram a cidade as semifinais do Pernambucano Sub-17 de Futsal. Neste ano o Mais Pajeú voltou a inscrever sua base na competição, sem tempo de preparação a equipe foi ganhando corpo durante a competição. Na primeira fase 8 jogos, com 5 vitórias.
Já na segunda fase 4 jogos e 4 vitórias, nas oitavas de finais contra Araripina 3×2 (fora) e 6×3 (em casa) e contra Santa Maria 6×3 (fora) e 6×4 (em casa).
Agora na semifinal a equipe afogadense aguarda o vencedor de Santa Cruz do Recife e Santa Cruz do Capibaribe. Na outra semifinal Sport Recife enfrenta Cabrobó. A Prefeitura de Afogados vem apoiando a garotada do sub-17 na competição.
O presidente Jair Bolsonaro (sem partido) retorna a Pernambuco para a entrega do Ramal do Agreste. A visita está prevista para ocorrer nesta quinta-feira (21), no município de Sertânia, e já havia sido confirmada pelos ministros do Turismo, Gilson Machado, e de Infraestrutura, Rogério Marinho. Eles devem integrar a comitiva presidencial na vinda ao Estado, […]
O presidente Jair Bolsonaro (sem partido) retorna a Pernambuco para a entrega do Ramal do Agreste.
A visita está prevista para ocorrer nesta quinta-feira (21), no município de Sertânia, e já havia sido confirmada pelos ministros do Turismo, Gilson Machado, e de Infraestrutura, Rogério Marinho.
Eles devem integrar a comitiva presidencial na vinda ao Estado, além do deputado estadual Coronel Alberto Feitosa (PSC). Os detalhes da agenda ainda estão sendo definidos pelo Palácio do Planalto.
A obra está sendo executada pelo Ministério do Desenvolvimento Regional (MDR) com investimento de R$ 1,6 bilhão. O empreendimento de infraestrutura hídrica captará água na barragem Barro Branco, em Sertânia, com desague no reservatório Ipojuca, em Arcoverde.
Ao todo mais de 60 municípios serão contemplados com a obra, que distribuirá a água do Eixo Leste do Projeto de Integração do Rio São Francisco para até 2,2 milhões de pessoas. O acionamento das comportas do primeiro trecho (chamado de Marco 1) foi realizado no reservatório de Barro Branco, em Sertânia, em fevereiro desse ano.
Por Jefferson Calaça* A advocacia é uma profissão que traz na sua origem a marca da aristocracia. A muito temo atrás poucos tinham a oportunidade de exercê-la. Privilégio relacionado à classe social, etnia e gênero. No Brasil temos cerca de 770 mil estudantes matriculados em cursos de Direito, entre Universidades Públicas e Privadas, número do […]
A advocacia é uma profissão que traz na sua origem a marca da aristocracia. A muito temo atrás poucos tinham a oportunidade de exercê-la. Privilégio relacionado à classe social, etnia e gênero.
No Brasil temos cerca de 770 mil estudantes matriculados em cursos de Direito, entre Universidades Públicas e Privadas, número do Censo da Educação Superior, realizado anualmente pelo Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas (Inep).
O desafio de ser um jovem advogado tem levado os estudantes de Direito, a não terem a advocacia como o principal caminho, após a conclusão dos cursos jurídicos. Esse tem sido o panorama geral, porém, algumas reflexões devem ser trazidas ao debate, sobre o desinteresse e quais alternativas podem se apresentar com o intuito de mudar este quadro.
A valorização da profissão relaciona-se diretamente com a certeza que o profissional deve ter de que serão asseguradas as suas prerrogativas profissionais, essenciais para o exercício da ampla defesa.
Dessa forma, renasce o interesse pela advocacia, profissão que se exerce com sentimentos de coragem, eloquência e paixão. Com princípios éticos, com dignidade e segurança. Das nossas prerrogativas resgatamos os sentimentos. Do nosso sustento resgatamos a dignidade da classe.
É necessário assumir dois principais compromissos que ainda não foram assumidos: a garantia do respeito às prerrogativas profissionais e honorários dignos.
Não pode haver qualquer submissão da advocacia ao Poder Judiciário, Ministério Público, nem desrespeito nas esferas policiais e Executiva do Estado. Defendemos a construção de uma Brigada das Prerrogativas com advogados contratados em todo o Estado, profissionalizando uma Comissão da Ordem que vive no amadorismo.
O texto constitucional estabelecido no artigo 133 da Constituição Federal de 88, não pode ser relegado a um segundo plano em Pernambuco. Precisamos de uma estrutura com advogados, para prestar atendimento 24 horas e atuar na defesa das nossas prerrogativas da advocacia. Atentos inclusive, as possíveis discriminações de gênero, de acesso, sexuais, raciais, que limitem a atividade do profissional da advocacia.
Os honorários dignos garantem nosso sustento e independência profissional. A prestação jurisdicional necessita de uma duração razoável do processo e com condenações judiciais que não permitam o aviltamento do valor dos honorários.
Necessária e urgente a determinação de uma remuneração mínima para todos os atos processuais, com penalidade de infração ética para quem infringi-la, valorizando os advogados correspondentes em tempos de crise econômica nacional.
A implementação de um piso salarial para os contratados e um amplo debate sobre os advogados associados, para coibir a exploração de advogados por advogados, para que possamos ter uma classe altiva e valorizada na nossa sociedade, assim como, um olhar específico, para evitar a desigualdade na remuneração e nas condições específicas da mulher advogada é algo que não pode cair no esquecimento de nossas mentes.
Um novo tempo na advocacia é nossa obra. Uma responsabilidade coletiva e um momento especial para elevarmos o nível de consciência crítica da advocacia pernambucana. Quem não se movimenta não sabe as amarras que o prendem, já afirmava Rosa de Luxemburgo.
*Jefferson Calaça é Integrante do Movimento A Ordem É Para Todos, Diretor da Associação Brasileira de Advogados Trabalhistas, Vice-Presidente da Comissão Nacional de Direitos Sociais do Conselho Federal da OAB e Membro do Instituto dos Advogados Brasileiros.
O Movimento Fiscaliza Afogados, formado por representantes da sociedade civil organizada, realiza esta noite, a partir das 19h no Cine São José a primeira audiência pública para discutir o Projeto de Lei de Iniciativa Popular para fixação do valor do subsídio dos vereadores do município de Afogados da Ingazeira. O grupo nasceu da repercussão gerada […]
Vinte dias depois da notícia do aumento dos subsídios, movimento gerado com repercussão tem encontro com sociedade hoje, no Cine São José
O Movimento Fiscaliza Afogados, formado por representantes da sociedade civil organizada, realiza esta noite, a partir das 19h no Cine São José a primeira audiência pública para discutir o Projeto de Lei de Iniciativa Popular para fixação do valor do subsídio dos vereadores do município de Afogados da Ingazeira.
O grupo nasceu da repercussão gerada pela aprovação de novo teto pela Mesa Diretora da Câmara em sessão realizada dia 1 de agosto, que veio à tona após matéria do blog e repercussão na Rádio Pajeú. A partir dai, foi ampliado o debate sobre qual seria o valor justo para os vereadores de Afogados da Ingazeira.
Os legisladores da bancada governista anunciaram recentemente um passo após a polêmica: o de manter o atual salário, bruto de R$ 6.012,00, enquanto não houver melhoria na arrecadação. Já o vereador Zé Negão está no time dos que não abrem mão do aumento, sustentando que “não houve ilegalidade” na votação.
Certo é que a criação de um movimento que promete acompanhar a atuação legislativa acaba por ser um sinal importante de que a sociedade, até então praticamente inerte, precisava acordar para acompanhar o debate legislativo, assim como fiscalizar outras questões de interesse público.
Sobre o tema específico, do aumento ou redução do salário do legislativo, há muitas opiniões, que prometem ser condensadas a partir do encontro. Vereadores também sinalizaram que estão dispostos a participar do evento. O Movimento promete respeito à pluralidade e opiniões que surgirem.
Do Causos e Causas A Primeira Câmara do Tribunal de Contas do Estado de Pernambuco negou o pedido de medida cautelar para suspender o pagamento do show do cantor Natanzinho Lima na Fundação de Cultura de Caruaru, realizado em 26 de junho de 2026. No entanto, o colegiado determinou a abertura imediata de uma auditoria […]
A Primeira Câmara do Tribunal de Contas do Estado de Pernambuco negou o pedido de medida cautelar para suspender o pagamento do show do cantor Natanzinho Lima na Fundação de Cultura de Caruaru, realizado em 26 de junho de 2026.
No entanto, o colegiado determinou a abertura imediata de uma auditoria especial para apurar um suposto sobrepreço no contrato de R$ 850.000,00. A decisão foi homologada à unanimidade no Acórdão T.C. nº 1449/2026, sob relatoria do conselheiro Dirceu Rodolfo de Melo Júnior.
A fiscalização teve origem no Procedimento Interno nº PI2600524, que analisou a Inexigibilidade nº 194/2026. A equipe técnica apontou um possível dano ao erário ao comparar o contrato de 2026 com a média dos shows do artista em municípios pernambucanos no ano anterior, calculada em R$ 600 mil.
Corrigido pelo IPCA, o valor de referência seria de R$ 626.340,00, gerando a suspeita de um excedente de R$ 223.660,00. Em contrapartida, a empresa representante do cantor apresentou notas fiscais de outras apresentações recentes em patamares que variam de R$ 900 mil a R$ 1 milhão, além de contrato no mesmo valor de R$ 850 mil no município de Arcoverde.
O relator entendeu que não havia requisitos urgentes para suspender o pagamento da segunda parcela de 50% (R$ 425.000,00), prevista para 30 de julho de 2026, por considerar necessária uma instrução probatória aprofundada. Diante disso, o TCE-PE determinou à Diretoria de Controle Externo que examine se o aumento do cachê nos últimos anos possui justificativa econômica idônea, além de comparar as variações de preços entre datas comemorativas e avaliar eventuais acréscimos sem fundamentação objetiva nas contratações públicas em relação ao mercado privado.
O promotor de Carnaíba, Ariano Tércio Aguiar, deu prazo de quinze dias para que a Superintendência Regional do Banco do Brasil repasse informações sobre o andamento do processo de reabertura da agência. O banco foi alvo de ação criminosa na madrugada de 2 de fevereiro, quando elementos fortemente armados arrombaram e explodiram os caixas eletrônicos. […]
O promotor de Carnaíba, Ariano Tércio Aguiar, deu prazo de quinze dias para que a Superintendência Regional do Banco do Brasil repasse informações sobre o andamento do processo de reabertura da agência.
O banco foi alvo de ação criminosa na madrugada de 2 de fevereiro, quando elementos fortemente armados arrombaram e explodiram os caixas eletrônicos.
A ação durou cerca de 30 minutos e teve o mesmo modelo adotado nas investidas a agências no estado. Com as explosões, a agência pegou fogo.
Em março, o MP ingressou com Ação Civil Pública. O processo sob o número 0000161-27.2018.8.17.2460 tramita na Vara Única da Comarca de Carnaíba.
“”A população de Carnaíba vem sofrendo desde o dia de 02 de fevereiro quando a agência bancária do Banco do Brasil foi alvo de ação criminosa. Na cidade o comércio está sofrendo, bem como as pessoas que precisam dos serviços do banco”, justificou a ação.
Nesse ofício, encaminhado ao Superintendente Regional Elísio Ferreira Vasconcelos, o promotor reclama da falta de clareza quanto a informações sobre a abertura da agência bem como a resistência em agendar reunião com MP e outros setores da sociedade sobre o caso.
“Solicito que seja informado a essa Promotoria de Justiça no prazo de quinze dias quais as medidas foram adotadas para atender a nossa solicitação”, conclui o promotor.
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