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Políticos que foram a Israel precisam responder por falta de juízo e uso de dinheiro público

Por Nill Júnior

Merecem o troféu “O Juízo é Pouco” os brasileiros que integraram uma comitiva para Israel,  sem considerar as tensões internacionais vividas no país.

Além disso, devem explicações pelos gastos públicos na ida ao país, sem solução prática nenhuma para o que vivem nas suas cidades. O que por exemplo a ida a Israel vai melhorar na vida do povo de João Pessoa, do prefeito Cícero Lucena?

Marcos Rocha (Governador de Rondônia), Álvaro Damião (União Brasil) – prefeito de Belo Horizonte (MG), Cícero de Lucena Filho (PP) – prefeito de João Pessoa (PB) e cia. São 41 no total.

No comentário para o Sertão Notícias, da Cultura FM, condeno a decisão dos gestores, parte deles querendo fazer média com seus eleitores para gravar vídeos de TikTok dizendo estar ao lado de Israel, alinhados com a política genocida de Benjamin Netanyahu, e agora pedem arrrego para um de seus alvos: o governo Lula.

 

Outras Notícias

Sebastião Dias inaugura a “Caravana do Avanço” no sítio Conceição em Tabira

Em seu primeiro ato de campanha após a carreata de inauguração do comitê Casa 14, a chapa da coligação “Para Tabira Seguir Mudando”, encabeçada pelo candidato a reeleição Sebastião Dias e o seu vice, Zé Amaral, deram início a Caravana do Avanço no sítio Conceição, Zona Rural de Tabira. O evento aconteceu na noite desta […]

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Em seu primeiro ato de campanha após a carreata de inauguração do comitê Casa 14, a chapa da coligação “Para Tabira Seguir Mudando”, encabeçada pelo candidato a reeleição Sebastião Dias e o seu vice, Zé Amaral, deram início a Caravana do Avanço no sítio Conceição, Zona Rural de Tabira. O evento aconteceu na noite desta sexta.

No seu discurso, Sebastião pontuou as suas principais ações que levaram uma nova luz à população rural. O candidato destacou a abertura e recuperação de estradas, perfuração de poços, construção e revitalização de açudes e barreiros, dentre outros.

“Realizamos ações que melhoraram significativamente a vida na Zona Rural. Sabemos que ainda temos muito a fazer para melhorar ainda mais o bem-estar dos tabirenses desse setor. O nosso próximo governo dará continuidade ao avanço”, prometeu Sebastião.

O candidato a vice, Zé Amaral, parabenizou a gestão do poeta por garantir a melhoria nos serviços prestados à Zona Rural e firmou o compromisso em ajudar para que a futura administração dê continuidade ao trabalho que vem sendo desenvolvido.

SJE: gestão convida para visita às obras de nova escola

A Prefeitura de São José do Egito dá continuidade ao Programa Minha Cidade de Cara Nova. Em nota assinada pelo prefeito Evandro Valadares, está convidando a população para visitar o canteiro de obras de mais uma escola que está sendo construída no município. Será nesta sexta(12), às 9h da manhã. A unidade escolar terá 12 […]

A Prefeitura de São José do Egito dá continuidade ao Programa Minha Cidade de Cara Nova.

Em nota assinada pelo prefeito Evandro Valadares, está convidando a população para visitar o canteiro de obras de mais uma escola que está sendo construída no município.

Será nesta sexta(12), às 9h da manhã. A unidade escolar terá 12 salas de aula, além de laboratórios, auditório e setor administrativo. Também contará com uma quadra poliesportiva coberta.

A escola levará o nome da ex-primeira dama da cidade, Graça Valadares e fica ao lado do Ginásio de Esportes Wandelson Barbosa.

MPF conclui as investigações de assédio sexual e moral na Caixa

Desde a divulgação das denúncias, há quase sete meses, Guimarães e outros envolvidos não sofreram condenações na Justiça O Ministério Público Federal (MPF) concluiu as investigações sobre as denúncias de assédio sexual e moral na Caixa, praticados pelo ex-presidente do banco, Pedro Guimarães. O processo está sob sigilo, portanto, não é possível confirmar se o […]

Desde a divulgação das denúncias, há quase sete meses, Guimarães e outros envolvidos não sofreram condenações na Justiça

O Ministério Público Federal (MPF) concluiu as investigações sobre as denúncias de assédio sexual e moral na Caixa, praticados pelo ex-presidente do banco, Pedro Guimarães.

O processo está sob sigilo, portanto, não é possível confirmar se o ex-gestor é alvo de acusação formal ou se será condenado criminalmente.

Desde a divulgação das denúncias feitas por empregadas do banco, há quase sete meses, Guimarães e outros executivos do banco acusados de praticar os assédios não sofreram condenações na Justiça.

A Federação Nacional das Associações do Pessoal da Caixa (Fenae) acompanha de perto os desdobramentos do caso e pede a punição rigorosa aos autores.

“Não vamos deixar passar sem que sejam punidos todos os evolvidos neste escândalo que, infelizmente, manchou a história da Caixa”, disse o presidente da Federação, Sergio Takemoto. Em setembro do ano passado a Fenae solicitou ser assistente na ação do Ministério do Trabalho (MPT) que pede a condenação de Guimarães e da empresa.

A ação do MPT pediu a condenação de Pedro Guimarães ao pagamento de R$ 30,5 milhões pelos danos causados às mulheres. Também solicitou que a Caixa pague R$ 305 milhões pela omissão na investigação.

De acordo com a conclusão do MPT, o número de assédio quadruplicou no banco durante a gestão do ex-presidente. Entre 2013 e 2018, a média de denúncias de assédio recebidas pela Caixa era de 80 por ano. A partir da gestão de Pedro Guimarães, em 2019, até o dia 1 de setembro de 2022, a média subiu para 343 denúncias por ano – um aumento de 425%.

Gestão humanizada – A escolhida do presidente Lula para presidir a Caixa, a diretora da Fenae e Conselheira de Administração do banco, Rita Serrano, falou com a Federação sobre a crise reputacional do banco após as denúncias e avisou que o assédio na Caixa vai ficar para trás. 

“É um escândalo vergonhoso para a história da Caixa”, disse. “Mas a era de assédio vai acabar. Nós vamos humanizar as relações de trabalho”, afirmou.

Solidão informatiza Sistema Educacional

A Prefeitura de Solidão, por meio da Secretaria Municipal de Educação, aderiu a um novo Sistema de Gestão Escolar, implantado pela empresa Portabilis Tecnologia, denominado i-Educar. O sistema é totalmente online e acessível de qualquer lugar com informações em tempo real e dados quantitativos e qualitativos atualizados de todos os tramites escolares. É um Sistema […]

A Prefeitura de Solidão, por meio da Secretaria Municipal de Educação, aderiu a um novo Sistema de Gestão Escolar, implantado pela empresa Portabilis Tecnologia, denominado i-Educar.

O sistema é totalmente online e acessível de qualquer lugar com informações em tempo real e dados quantitativos e qualitativos atualizados de todos os tramites escolares.

É um Sistema de Gerenciamento Escolar que permite total controle dos alunos matriculados na rede municipal de educação, permitindo desde ações como transferências, remanejamentos, reclassificações, abandonos, ocorrências, lançamento de notas, faltas e ocorrências disciplinares, como também comunicação direta da unidade escolar com os “pais” dos alunos, facilitando ainda mais à gestão escolar no acompanhamento do estudante.

“O lançamento oficial do novo sistema aconteceu com o treinamento nos dia 02, 03 e dia 10 de junho com gestores, coordenadores pedagógicos, secretários escolares, assistentes administrativos, entre outros. O próximo passo será o treinamento com os professores para atuarem com essa nova ferramenta”, destacou a Secretária Municipal de Educação, Aparecida Ramos.

Geddel: Acusado de desvios desde 1983, em seu primeiro cargo público

O Globo Aos 25 anos, recém-saído da faculdade de Administração de Empresas, Geddel Vieira Lima assumia seu primeiro cargo público. Era 1983, e ele foi indicado para o posto de diretor da corretora de valores do Banco Estadual da Bahia (Baneb). Começava ali também uma sucessão de denúncias de corrupção contra o ex-ministro, preso na sexta-feira pela […]

O Globo

Aos 25 anos, recém-saído da faculdade de Administração de Empresas, Geddel Vieira Lima assumia seu primeiro cargo público. Era 1983, e ele foi indicado para o posto de diretor da corretora de valores do Banco Estadual da Bahia (Baneb).

Começava ali também uma sucessão de denúncias de corrupção contra o ex-ministro, preso na sexta-feira pela Polícia Federal, que lhe renderia os apelidos de “Geddel 20%”, “agatunado” e “boca de jacaré”, em referência ao “grande apetite por negociatas”, segundo explicação de um político baiano.

Bastou um ano para uma auditoria interna do Bandeb mostrar um desvio de cerca de R$ 2,7 milhões (em valores atualizados) da corretora, fruto de um esquema que teria beneficiado Geddel, seu irmão, o hoje deputado Lúcio Vieira Lima, seu pai, o ex-deputado Afrísio Vieira Lima, e sua mãe, Marluce. Todos os envolvidos negam a acusação de que usaram o banco público para ter rendimentos acima das taxas de mercado. A única punição a Geddel foi a demissão, em 1984.

Após uma série de outras indicações políticas, Geddel foi eleito deputado federal em 1990. O ex-senador Antônio Carlos Magalhães, desafeto da família Vieira Lima, costumava dizer que a campanha foi paga com dinheiro desviado por Afrísio de um fundo destinado a comprar equipamentos para a Polícia Civil (Funresp) — o pai de Geddel fora secretário estadual de Segurança Pública antes de ACM assumir o governo baiano.

Já em seu primeiro mandato na Câmara, Geddel foi citado no escândalo dos “Anões do Orçamento”, acusado, assim como outros parlamentares, de manipular emendas para beneficiar empreiteiras. A CPI que investigou o caso, em 1993, o absolveu.

Oito anos depois, ele voltaria a sofrer um ataque de ACM, que distribuiu fitas de vídeo com um documentário encomendado chamado “Geddel Vai Às Compras”. O vídeo afirma que o patrimônio do ex-ministro cresceu 364% de 1994 a 1998 e lança suspeitas sobre a forma como ele comprou fazendas no interior da Bahia e imóveis em Salvador.

Sem ter sido prefeito de capital nem governador, Geddel construiu sua base na política do estado aproveitando a herança do pai, que gozava de influência por ter comandado a Companhia das Docas, e alianças com prefeitos turbinadas por contratos assinados em sua passagem pelo Ministro da Integração Nacional.