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O blog e a história: quando a Rádio Pajeú foi alvo de ameaças e ataques

Por Nill Júnior

Em 62 anos de história, a Rádio Pajeú já foi alvo de tentativas de censura,  intimidação e ameaças.

Lá atrás,  nos anos 70, com Dom Francisco esbravejando pelos pobres,  taxado de comunista pelo Regime Militar,  uma das ideias dos coronéis foi tirar do ar os programas do Movimento de Educação de Base, o MEB. Sabendo da repercussão negativa que teria tirar a emissora do ar, resolveram apreender os rádios cativos nas casas das famílias que aprendiam lições e noções de cidadania e direitos pelo rádio.  Dom Francisco foi ao Comando do Exército em Recife e desafiou os fardados a rádio do ar. “Fazem como quem em vez de fechar o chuveiro, querem tapar buraquinho por buraquinho”.

De saudosa memória,  o radialista Anchieta Santos foi ameaçado e chegou a usar escolta por suas posições duras em defesa da democracia e por ouvir nomes que representavam esse movimento. Um de seus alvos era Inocêncio Oliveira,  que nos anos 70 e 80 mandava e desmandava na região.  Políticos ligados a ele  também eram questionados por muitos dos que hoje ocupam espaço de poder na região, fruto da gangorra da política,  onde tudo que sobe, uma hora desce. Mais recentemente,  pra provar que a coação não tem partido, a Rádio foi procurada e pressionada por críticas do radialista ao PT, na fase mais dura da operação Lava Jato.  A ligação dos governos petistas “em nome da governabilidade” com o que havia de mais podre na política brasileira rendia críticas do profissional.  E a Rádio que sempre condenou a corrupção se posicionou várias vezes contra desvios por aliados do governos petistas.

No início dos anos 2000, a ex-prefeita Giza Simões,  levada por bajuladores,  chegou a enviar ofício prometendo retirar a mídia institucional da Rádio Pajeú se não fossem afastados da emissora Aldo Vidal e este jornalista,  pela apresentação de um programa à época identificado como espaço da Frente Popular do município.  O diretor Rogério Oliveira disse o que se esperava: que não havia a menor possibilidade de ceder à proposta.  Ela chegou a interromper a mídia institucional,  mas percebendo que era a maior prejudicada,  sem ter onde prestar contas de seu mandato, voltou atrás e se disse arrependida.

Mais recentemente, tem sido alvo de ligados ao Bolsonarismo,  por conta da conhecida linha editorial da emissora,  alinhada ao que pensa a Diocese de Afogados da Ingazeira e a CNBB, na defesa da vida, pela vacina, pelos direitos humanos,  contra a fome, miséria, autoritarismo, ditaduras,  desigualdades. Eles sempre confundiram a posição como afronta ao seu político de estimação.  Mas a Pajeú nunca defendeu políticos e sim políticas públicas.  Claro, isso não quer dizer que não discuta ajustes pontuais, de mais proximidade ainda de suas posições e sua grade. Mas essa é uma prerrogativa institucional e intransferível. Não pode, não deve nem vai ceder a ingerências externas. Foi assim como comerciantes locais alinhados ao Bolsonarismo ensaiaram boicote comercial. O tiro saiu pela culatra.

Nem tanto tempo faz, um áudio de um ultra conservador xingando a emissora e o comentarista Saulo Gomes correu as redes. Mesmo que ignorado pelo baixo nível,  foi rebatido de forma elegante pelo Bispo Dom Egídio Bisol,  testemunha de sua condução e posições alinhadas à Diocese.

Mesmo que tenha espaço para o pensar de várias correntes,  ela sempre foi identificada por suas posições humanistas como “rádio à esquerda”, “comunista”, “socialista”. Até no plano regional é vítima da confusão que se faz pelos espaços institucionais cedidos a prefeituras,  nunca confundido com sua atuação democrática,  ouvindo a sociedade e mantendo suas bandeiras em defesa principalmente da população vítima das desigualdades.  Posição que lhe garante um modelo único de apoio popular, com a própria população ajudando a manter sua sustentabilidade,  com o modelo de sócios contribuintes.  Graças a essa formatação,  a Fundação Cultural Senhor Bom Jesus dos Remédios mantém além da Rádio Pajeú, o Museu do Rádio e o Cine São José, com programação regular.

Outras Notícias

Museu do Cangaço de Serra Talhada pode fechar as portas

O Museu do Cangaço, de Serra Talhada, localizado no Sertão do Pajeú em Pernambuco, que abriga o maior acervo sobre a memória do cangaço do Brasil pode fechar as portas, por dificuldades financeiras. Com isso, deixa de mostrar aos turistas e ao povo serra-talhadense a lembrança viva da época de Lampião. O espaço, criado em […]

O Museu do Cangaço, de Serra Talhada, localizado no Sertão do Pajeú em Pernambuco, que abriga o maior acervo sobre a memória do cangaço do Brasil pode fechar as portas, por dificuldades financeiras. Com isso, deixa de mostrar aos turistas e ao povo serra-talhadense a lembrança viva da época de Lampião. O espaço, criado em 2009, conta com mais de 2.300 peças entre fotografias, armas, moedas, objetos e utensílios do Cangaço e do cotidiano sertanejo, como também documentos – como bilhetes escritos pelo próprio Lampião.

De acordo com a presidente da Fundação Cultural Cabras de Lampião e responsável pela administração do Museu, Cleonice Maria, o Museu do Cangaço, nunca teve qualquer convênio governamental e sempre foi mantido unicamente pela Fundação Cultural Cabras de Lampião, uma ONG comprometida com a preservação da cultura. “O Espaço atualmente vem passando por dificuldades financeiras e encontra-se sem os recursos necessários para continuar com o local aberto”, afirma Cleonice.

Os turistas que visitam o Museu do Cangaço têm a oportunidade de mergulhar na história do cangaceiro mais famoso de Serra Talhada, Virgulino Ferreira da Silva, mais conhecido como Lampião. O Museu reforça o lado cultural dos integrantes dos cangaceiros, vistos unicamente como violentos e voltados para o banditismo, e também apresenta um lado pouco mostrado, como o xaxado, difundido como dança de guerra e entretenimento.

O Museu do Cangaço é muito mais do que um destino turístico e centro de pesquisa para todo o Brasil. “O cangaço é peculiar em todo o seu conteúdo, como música, indumentária, poesia e dança própria. E tem um ambiente único, que é esse sertão. Então, nós temos tudo próprio, nós temos uma gastronomia própria. Todas as linguagens artísticas nós temos dentro do cangaço”, destaca o historiador Anildomá Willians.

O Museu representa a riqueza da história de Serra Talhada, tradições e identidade. Serra Talhada, além de ser a terra de Lampião, possui uma rica história ligada ao cangaço, e esse museu desempenha um papel crucial em manter viva essa parte significativa de nosso passado.

Contribuição – O espaço cultural pede socorro à sociedade civil e aos órgãos públicos para se manter de portas abertas. Para contribuir, o interessado pode fazer um PIX, para [email protected]. E os empresários que desejarem fazer uma parceria com a Fundação Cultural Cabras de Lampião também podem entrar em contato com a presidente da Fundação, Cleonice Maria, através do número: (87) 99938-6035.

O Museu do Cangaço fica localizado na Vila Ferroviária – antiga estação de trem S/N – São Cristovão, em Serra Talhada, e funciona todos os dias da semana.

Governo Federal enfatiza parceria com o Congresso para aprovar Reforma Tributária

Intenção foi reforçada durante reunião do Conselho Político da Coalizão. Ideia é aproveitar propostas já em tramitação para chegar a um texto que reduza impostos para os mais pobres e simplifique a tributação para quem gera emprego Uma reforma tributária que reduza impostos para os mais pobres e para trabalhadores que vivem da própria renda […]

Intenção foi reforçada durante reunião do Conselho Político da Coalizão. Ideia é aproveitar propostas já em tramitação para chegar a um texto que reduza impostos para os mais pobres e simplifique a tributação para quem gera emprego

Uma reforma tributária que reduza impostos para os mais pobres e para trabalhadores que vivem da própria renda e que seja capaz de simplificar a vida de quem gera empregos. Segundo o ministro das Relações Institucionais, Alexandre Padilha, esse é o conceito do texto que o Governo Federal pretende trabalhar de forma articulada com o Congresso Nacional nos próximos meses.

A Reforma Tributária foi um dos temas abordados na retomada das reuniões do Conselho Político da Coalizão, um fórum de diálogo permanente com partidos que sinalizam a intenção de colaborar com a construção do novo governo. A primeira reunião ocorreu nesta quarta-feira (8), no Palácio do Planalto, e reuniu o presidente Luiz Inácio Lula da Silva, o vice-presidente, Geraldo Alckmin, além de ministros e presidentes e líderes de 16 partidos da base aliada no Congresso. 

“Nessa conversa ficou clara a centralidade do debate da Reforma Tributária e a disposição do Governo, nesse debate, de aproveitar a contribuição que o Congresso Nacional já fez. Aproveitar textos que já foram analisados pela Câmara e pelo Senado”, afirmou Padilha.

O ministro ressaltou a importância de o presidente da Câmara, Arthur Lira, já ter articulado um Grupo de Trabalho para permitir que a apreciação seja acelerada. “Interessa ao presidente Lula reduzir impostos para os mais pobres, para os trabalhadores que vivem da própria renda e simplificar os impostos para quem gera emprego no país”, disse Padilha.  

O presidente Lula ressaltou a intenção de que as reuniões do conselho estabeleçam uma nova relação entre o Executivo e o Legislativo. “Eu espero que nós, do Executivo, façamos por merecer que essas reuniões sejam contínuas e espero que vocês tenham vontade de fazer desta reunião um hábito de discutir os problemas políticos desse país”, afirmou.

Lula abordou ainda a perspectiva de retomar com brevidade obras que estão paralisadas e de colocar em práticas projetos de infraestrutura, habitação e de saneamento básico. “Eu pretendo, a partir da semana que vem, fazer uma reunião com os ministérios, sobretudo os ligados à área da infraestrutura, porque já temos muitas coisas para anunciar. São obras paralisadas há 15 anos, há dez anos, e que podem ser recomeçadas agora, porque já têm projetos aprovados, algumas estão semiacabadas”, disse. No dia 14 de fevereiro, a previsão do presidente é anunciar a retomada do programa habitacional Minha Casa, Minha Vida, em um evento na Bahia.

TRANSIÇÃO – O vice-presidente, Geraldo Alckmin, fez um balanço dos trabalhos do Grupo de Transição em vários setores, para dar um contexto do tamanho do desafio da atual gestão na reconstrução do país. Ela aproveitou para detalhar algumas ações já tomadas no primeiro mês.

“Tivemos na educação o pior resultado dos últimos dez anos em termos de leitura e aprendizado. Na Saúde, com apenas 2,7% da população, tivemos quase 11% das mortes do mundo por Covid-19. Houve retrocesso na questão das vacinas, em que o Brasil era referência, e formaram-se filas intermináveis para cirurgias e exames”, listou o vice-presidente.

Como resposta, Alckmin ressaltou o lançamento da Política Nacional de Redução das Filas de Cirurgias Eletivas, lançada pelo presidente Lula e pela ministra da Saúde, Nísia Trindade, na segunda-feira, 6/2. Com ela, o Governo Federal vai destinar R$ 600 milhões para apoiar estados e municípios na redução da fila de cirurgias, exames e consultas no Sistema Único de Saúde (SUS). O programa nacional de imunizações também será reforçado.  Na educação, haverá um programa específico voltado para a alfabetização na idade certa.

Alckmin citou ainda o grande retrocesso no desenvolvimento social, com 33 milhões de pessoas em grave situação de insegurança alimentar, com  11% das crianças hospitalizadas sendo por carência alimentar. “Além disso, a Conab reduziu 95% do estoque regulador de arroz, o que gerou inflação de 20% só deste item da cesta básica”, lembrou. A retomada do Bolsa Família e de programas articulados voltados para a segurança alimentar e nutricional serão o caminho para mudar esse cenário.

O vice-presidente ainda anunciou a retomada da Faixa 1 do Minha Casa, Minha Vida, voltada para o público mais pobre, que havia sido extinta na gestão anterior e que será retomada a partir de agora, e reforçou o compromisso do país em frear o aumento de 59% nos índices de desmatamento da gestão anterior.

Fogo Cruzado: assessor de Sebastião Oliveira diz que Duque “joga palavras ao vento, mas não responde indagações feitas”

O Secretário de Transportes e líder da oposição serra-talhadense Sebastião Oliveira escalou Jair Ferraz, seu Assessor de Comunicação para interior, para rebater as declarações da Secretária de Saúde da cidade Márcia Conrado, que dentre outros questionamentos, acusou Oliveira de “não entender de Serra Talhada”. Leia a nota do assessor de Sebá, enviada ao blog: Mais […]

Resposta a Márcia e Duque veio pelo Assessor  Jair Ferraz.
Resposta a Márcia e Duque veio pelo Assessor Jair Ferraz.

O Secretário de Transportes e líder da oposição serra-talhadense Sebastião Oliveira escalou Jair Ferraz, seu Assessor de Comunicação para interior, para rebater as declarações da Secretária de Saúde da cidade Márcia Conrado, que dentre outros questionamentos, acusou Oliveira de “não entender de Serra Talhada”. Leia a nota do assessor de Sebá, enviada ao blog:

Mais uma vez o prefeito de Serra Talhada se traveste de um subalterno para tentar explicar ao povo do município os desmandos e as faltas de sua gestão. Desta vez se travestiu de saia, na pessoa da Secretaria de Saúde com palavras ao vento e números pintados no papel, mas não responde a nenhuma das indagações que foram colocadas, pelo secretario, deputado federal, eleitor e cidadão serra-talhadense, Sebastião Oliveira, incisivamente em nome da população.

Alega que poderíamos estar ouvindo pessoas negativas, que querem o pior para a cidade, mas não sabe que quem nós ouvimos, sobre o atendimento da saúde, foi a própria população e no problema da demora na sede do Samu, os prefeitos das cidades que angustiados vêem ambulâncias de UTI moveis se deteriorando nos pátios sem poder atender à população.

Alguns administradores já registraram até a visita de produtores de emissoras de TV, de um programa em rede nacional, questionando o motivo da ociosidade dos equipamentos caríssimos. A população quer as respostas prefeito para as muitas indagações que foram feitas, ou melhor, a população lhe dará a resposta prefeito, nas urnas, no próximo pleito, já que o senhor não responde.

Em todo caso, vamos relembrar as perguntas do cidadão que ficou sem resposta:

E o lixão? Hoje atrapalha a zona de proteção aeroportuária Serra Talhada que pode ser penalizada pela não construção de um novo aeroporto. De quem é a culpa prefeito? Dos urubus que estão ali apenas para se servir da sua cadeia alimentar? Será que a culpa são dos urubus prefeito?

E o saneamento e a morte do Rio Pajeú? Vossa excelência deve ter pouco prestígio com a presidente Dilma não é prefeito? Se eu estivesse à frente da prefeitura eu teria feito quase todo saneamento de Serra Talhada ou pelo menos já licitado e começado através da Codevasf. Como deixei no meu programa de governo, número 22, que vossa excelência não fez! Digo que vossa excelência é um dos maiores responsáveis pela morte do rio Pajeú porque vossa excelência não resolve o problema do saneamento da cidade resolve o problema do matadouro que joga seus despojos diariamente no rio Pajeú.

E o Samu regional? O senhor além de penalizar a população de serra talhada penaliza um sem número de cidades. O senhor está penalizando e negando atendimento público de saúde de emergência a vários cidadãos pernambucanos.

E seus atendimentos nos postos de saúde?

E os exames que são todos guiados, não tem uma central de atendimento, mas pelo bel prazer das suas lideranças políticas?

E suas escolas na zona rural como na Malhada do Juá e tantos e tantos outros lugares e nem sequer água tem para hidratar as crianças que lá estudam?

E o salário dos servidores atrasados prefeito?

E o problema do trânsito? Que o senhor não consegue resolver e nem tem muita atenção para resolver.

E o seu anel viário? Que vossa excelência nem projeto fez. Trouxe pra mim um “traçado ridículo” que não pode ser aprovado nem numa secretaria de obras dos países de terceiro mundo.

E a UPA 24 horas? Que o senhor não conseguiu resolver? Mesmo com todo prestígio que diz ter no seu partido, PT, fazendo assim uma sobrecarga enorme do hospital Agamenon Magalhães e nos serviços de saúde de emergência do Governo do Estado, quando a obrigação era de vossa excelência ter resolvido.

E à central de marcação de consultas? Que o senhor não coloca?

E os médicos nos distritos rurais?

E as câmeras de vigilância? Que o senhor não colocou na cidade para ajudar o Pacto pela Vida?

E matadouro público?

E os aparelhos de acessibilidade, nas suas obras públicas, nas calçadas, nas praças, nas travessias urbanas?

E a falta de investimento em festividades culturais tradicionais da cidade? Que além do seu governo estar melancólico, o senhor transformou a maior festa de nosso país, que é o carnaval, num ambiente de melancolia em nossa cidade.

E a sua limpeza urbana prefeito? Que acumula tantos e tantos troços?
Essas sim são as respostas que vossa senhoria e sua equipe inoperante têm para dar a população de Serra Talhada!

Em meio à pandemia, TJ de Pernambuco quer gastar R$ 224,6 mil com lanches

Terra No mesmo dia em que instituiu plano de contingenciamento de despesas durante o período de calamidade da saúde pública em razão da pandemia, o TJ-PE (Tribunal de Justiça de Pernambuco) homologou a contratação de 20 mil kits de lanches, no valor de R$ 224,6 mil, para eventos da Escola Judiciária. Entre as medidas adotadas […]

Terra

No mesmo dia em que instituiu plano de contingenciamento de despesas durante o período de calamidade da saúde pública em razão da pandemia, o TJ-PE (Tribunal de Justiça de Pernambuco) homologou a contratação de 20 mil kits de lanches, no valor de R$ 224,6 mil, para eventos da Escola Judiciária.

Entre as medidas adotadas pelo tribunal, houve a redução do quadro de terceirizados e foi determinada a suspensão de novos projetos que representem aumento de despesas e do funcionamento de todas as Câmaras Extraordinárias de segundo grau.

Trata-se, a olhos vistos, de medida incompatível com a situação de calamidade que aflige o país, afirmou Germana Galvão Cavalcanti Laureano, procuradora-geral do Ministério Público de Contas, em representação interna enviada ao conselheiro Ranilson Ramos, relator das contas do TJ-PE.

A procuradora-geral questiona: Qual essencialidade de que pode se revestir, no contexto de emergência em que vive a saúde pública do país, que exige de toda a sociedade a implementação de medidas restritivas vocacionadas a assegurar o máximo confinamento, a realização de cursos, seminários e capacitações pela valorosa Escola Judiciária pernambucana?.

Ela recomendou ao relator que o presidente do TJ-PE, desembargador Fernando Cerqueira Norberto dos Santos, seja alertado sobre o risco de realização de despesas indevidas e antieconômicas a exigir intervenção do Tribunal de Contas por violação ao plano de contingenciamento caso seja celebrado o contrato do Pregão Eletrônico nº 131/2019.

A procuradora-geral lembra que, devido à pandemia do Covid-19, os serviços de coffee break previstos não poderão se realizar, pois estão suspensos no estado de Pernambuco eventos de qualquer natureza com público superior a dez pessoas, ressalvados aqueles afeitos a atividades essenciais e necessárias.

PROS quer repetir estratégia do antigo PEN em Afogados

Na noite desta sexta (4) um grupo de pré candidatos a vereador reuniram-se na Câmara Municipal para traçar estratégias visando as eleições de 2020. Comandada por Mário Martins e Fernando Moraes, a reunião contou ainda com as presenças dos pré candidatos Aloísio Raimundo, Manegildo, César Tenório, Luciano Pires, Alisson Lira, Marciano Guerreiro, Edvaldo motorista, Juscélio […]

Na noite desta sexta (4) um grupo de pré candidatos a vereador reuniram-se na Câmara Municipal para traçar estratégias visando as eleições de 2020.

Comandada por Mário Martins e Fernando Moraes, a reunião contou ainda com as presenças dos pré candidatos Aloísio Raimundo, Manegildo, César Tenório, Luciano Pires, Alisson Lira, Marciano Guerreiro, Edvaldo motorista, Juscélio Gomes e Erikácio Gravações.

Mário Martins e Fernando Moraes deverão assumir o PROS, partido que irão fortalecer e procurar eleger pelo menos três vereadores. Os pré candidatos Marciano Guerreiro, Manegildo, Alisson Lira, Aloísio Raimundo e Junior Amador já definiram que acompanharão Mário Martins e Fernando. Os outros ainda não definiram, ou já sabem que estarão em outros projetos. Erikácio por exemplo de vê ser candidato pelo PSL de Bolsonaro.

Também foram convidados pra reunião Gal Mariano, Rivelton, Edgar, Douglas eletricista, Marciano Ostentação, Edvaldo Cosméticos, Ednar Charles, Baixinho da oficina, Romero Morais, Piaba da Ponte, Silmara, Almir Costa, Ana Maria, Gleydson, Tiago e Gustavo Chalega. Alguns justificaram a ausência e outros não mantiveram contato.

Uma das estratégias do PROS é não aceitar vereador com mandato ou pré-candidatos com alto poder aquisitivo. O partido espera que haja uma grande renovação na Câmara Municipal e fará parte da base do prefeito Patriota, dando sustentação à provável candidatura de Alessando Palmeira.

A legenda quer repetir o sucesso do PEN, hoje PATRIOTAS, que conseguiu com a chapinha fazer três vereadores em 2014, Wellington JK, Sargento Argemiro e Rubinho do São João.

A próxima reunião acontecerá em fevereiro, com data e local para serem marcadas em breve.