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O Blog e a História: pauta hídrica vem de longe

Por Nill Júnior

Em 3 de novembro de 2015: Vereadores da Copap (Comissão Parlamentar do Pajeú) iniciaram um protesto fechando a entrada da empresa MRM responsável pelas obras da segunda etapa Adutora do Pajeú.

Eles cobraram celeridade nas obras que promete acabar com o drama da crise hídrica que vive cidades como Iguaracy, Tuparetama, Ingazeira e São José do Egito.

Uma comissão formada por Joel Gomes, Sávio Pessoa e Tanta (Tuparetama), Antônio de Pádua e Djalma Nunes (Ingazeira) e Augusto Martins (Afogados da Ingazeira) esteve no Debate das Dez da Rádio Pajeú esclarecendo à população os motivos que os levaram a realizar o protesto e quais serão as próximas medidas adotas por eles.

Na semana passada o vereador Joel Gomes já tinha denunciado a situação nas estações elevatórias. Na de Afogados da Ingazeira, por exemplo, o transformador está há 15 dias no chão, sem ser instalado. Quanto à Estação Elevatória de Tabira, os cabos estão pendurados no poste e o restante não dá sinais de celeridade.

Os vereadores confirmaram que foram lá cobrar celeridade nas obras e se queixaram dos prazos que a todo o momento mudam.

“Mais de 30 dias sem a população receber água. O compromisso era de maio pra junho chegar água da Adutora. A Compesa já resolveu a questão da energia investindo R$ 275 mil e a gente não tem nenhum compromisso de que dia vai chegar a água”, disse Sávio Pessoa.

Os vereadores informaram que o protesto foi encerrado  após encaminhamento que  caso dia 20 de novembro as obras não estejam concluídas, será realizado um novo e grande protesto, com maior representação, fechando a empresa e a PE 292, entre Afogados e Iguaracy.

Ouça o Debate na íntegra ouvindo o Portal Pajeú Radioweb, clicando aqui.

Outras Notícias

Amupe promove encontro para debater notícias falsas e a democratização da gestão pública

A Associação Municipalista de Pernambuco (Amupe) promove em duas edições nos dias 19 de novembro, em Recife e 21, em Afogados da Ingazeira, o 3° Encontro das Assessorias de Comunicação das Prefeituras Pernambucanas: Comunicar e Democratizar a Gestão Pública. O evento é gratuito e está voltado para assessores de comunicação e imprensa das prefeituras de […]

A Associação Municipalista de Pernambuco (Amupe) promove em duas edições nos dias 19 de novembro, em Recife e 21, em Afogados da Ingazeira, o 3° Encontro das Assessorias de Comunicação das Prefeituras Pernambucanas: Comunicar e Democratizar a Gestão Pública. O evento é gratuito e está voltado para assessores de comunicação e imprensa das prefeituras de Pernambuco e o público interessado. As inscrições estão abertas e devem ser realizadas pelo site www.amupe.org.

O objetivo do evento é contribuir para que a comunicação seja um mecanismo impulsionador de participação e democratização das gestões públicas. Pela parte da manhã, será ministrada uma mesa redonda que trará como tema o papel das assessorias em tempos de notícias falsas. A ideia é refletir sobre o atual cenário de relativização dos fatos e da ascensão das mentiras, e como as assessorias municipais devem lidar com esse fenômeno.

Estarão reunidos para discutir o assunto, profissionais de diversas áreas de comunicação do Estado, entre eles o jornalista Aldo Vilela âncora da Rádio Transamérica, apresentador do Roda Viva Pernambuco, da TV Nova, filiada da Rede Cultura no Estado e professor universitário. O diretor-presidente e o diretor vice-presidente da Empresa Pernambuco de Comunicação (EPC), Gustavo Almeida e Felipe Calheiros, respectivamente, também estão confirmados. A pesquisadora, doutora em comunicação e professora universitária, Nataly Queiroz; o presidente da Asserpe, radialista e blogueiro Nill Júnior, da região do Sertão do Pajeú. Além de Adriano Oliveira, cientista político, professor da UFPE e sócio da Cenário Inteligência que vai comandar a palestra O Controle Social e as Mídias.

A parte da tarde será exclusiva para os assessores das prefeituras e terá oficina gratuita oferecida pelo Projeto Gestão Cidadã, da Amupe com apoio financeiro da União Europeia, que tem por missão aprimorar a transparência e a prestação de serviços públicos de melhor qualidade. O Consultor da Confederação Nacional dos Municípios (CNM), Marco Rodrigo será o ministrante da oficina que terá como tema a comunicação para democratização da gestão pública, destinada para assessores de comunicação pré inscritos.

Lula na abertura da COP30: “A mudança do clima já não é ameaça do futuro. É uma tragédia do presente”

Com um apelo para que o mundo se una contra as desigualdades e trabalhe numa agenda que possa ser implementada com agilidade baseada nos caminhos da ciência no combate aos efeitos da mudança do clima, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva deu as boas-vindas a delegações de todo o planeta na abertura da COP30, […]

Com um apelo para que o mundo se una contra as desigualdades e trabalhe numa agenda que possa ser implementada com agilidade baseada nos caminhos da ciência no combate aos efeitos da mudança do clima, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva deu as boas-vindas a delegações de todo o planeta na abertura da COP30, nesta segunda-feira, 10 de novembro.

“A emergência climática é uma crise de desigualdade. Ela aprofunda a lógica perversa que define quem é digno de viver e quem deve morrer”, afirmou Lula, na sessão de abertura da 30ª Conferência das Partes da Convenção-Quadro das Nações Unidas sobre a Mudança do Clima (UNFCCC), em Belém (PA). “Mudar pela escolha nos dá a chance de um futuro que não é ditado pela tragédia. Devemos a nossos filhos e netos a oportunidade de viver em uma Terra onde seja possível sonhar”.

Ao lembrar o tornado que afligiu o município de Rio Bonito do Iguaçu, no Paraná, na última sexta-feira (7/11), com ventos que chegaram a 330 km/h, além de outras calamidades climáticas recentes, Lula alertou que a mudança do clima é uma realidade palpável que exige intervenção urgente dos líderes e representantes de todo o mundo.

“A mudança do clima já não é ameaça do futuro. É uma tragédia do presente. O furacão Melissa que fustigou o Caribe e o tornado que atingiu o Paraná deixaram vítimas fatais e um rastro de destruição. Das secas e incêndios na África e na Europa às enchentes na América do Sul e no Sudeste Asiático, o aumento da temperatura global espalha dor e devastação, especialmente entre as populações mais vulneráveis”, disse.

CAMINHO A SEGUIR – Para Lula, a COP30 em Belém será marcada por diversos simbolismos, mas, acima de tudo, como um evento em que os compromissos firmados e os caminhos determinados pela ciência precisam ganhar nova dimensão. “A COP30 será a COP da verdade. Na era da desinformação, os obscurantistas rejeitam não só evidências da ciência, mas os progressos do multilateralismo. Eles controlam algoritmos, semeiam o ódio e espalham o medo. Atacam as instituições, a ciência e as universidades. É momento de impor uma nova derrota aos negacionistas”.

ESSÊNCIA BOA – Lula foi precedido por um momento simbólico para o Brasil: a passagem da presidência da COP ao embaixador André Corrêa do Lago, que recebeu o cargo de Mukhtar Babayev, do Azerbaijão, presidente da COP29, em Baku. “Estamos reunidos aqui para tentar mudar as coisas. O ser humano é essencialmente bom, mas sabemos que é capaz de coisas terríveis, como a guerra, que, infelizmente, voltou a estar próxima de tantas pessoas”, afirmou Corrêa do Lago. “Mas, apesar dos retrocessos recentes, as condições de vida das populações em todo o mundo podem e devem continuar a melhorar. E a ciência, a educação, a cultura são o caminho que temos que seguir”.

MUTIRÃO – O presidente da COP30 lembrou que no processo de discussão da agenda climática, o multilateralismo deve ser fortalecido. “É definitivamente o caminho”, disse o embaixador. Para reforçar o argumento, ele lembrou da palavra mutirão, de origem nos povos indígenas brasileiros, que simboliza uma atuação conjunta para resolver as grandes questões.

“No período de mobilização, durante o ano de preparação da COP, conseguimos que essa palavra de origem indígena brasileira, mutirão, se tornasse uma palavra de todos os dicionários. E é através do mutirão que nós vamos poder implementar as decisões desta COP e das anteriores”, disse Corrêa do Lago.

DIREÇÃO E VELOCIDADE – O presidente brasileiro deixou claro que o caminho aberto pelo Acordo de Paris, firmado em 2015, pavimentou a trilha para o futuro da humanidade. Ele ressaltou que esse caminho precisa ser seguido com mais celeridade. “Sem o Acordo de Paris, o mundo estaria fadado a um aquecimento catastrófico de quase cinco graus até o fim do século. Estamos andando na direção certa, mas na velocidade errada. No ritmo atual, ainda avançamos rumo a um aumento superior a um grau e meio na temperatura global. Romper essa barreira é um risco que não podemos correr”, alertou Lula.

SOLUÇÕES – Os discursos de Lula e Corrêa do Lago encontraram eco nas palavras de Simon Stiell, secretário-executivo da UNFCCC. “Há 10 anos em Paris, estávamos desenhando um futuro que testemunharia a queda da curva de emissões. Bem-vindos a esse futuro. A queda de emissões sofreu esse declínio e isso se deve ao que foi acordado em salas como essa”, disse Stiell. “Mas ainda há muito trabalho a ser feito. Precisamos agir mais rápido, tanto na redução das emissões quanto no fortalecimento da resiliência. Lamentar não é uma estratégia, precisamos de soluções”.

CHAMADO À AÇÃO – Na perspectiva dessa ação concreta, Lula ressaltou a importância do Chamado de Belém pelo Clima, documento com propostas para resgatar a confiança mútua e o espírito de mobilização coletiva num caminho em três frentes. “Na primeira parte, um apelo para que os países cumpram seus compromissos”, disse Lula. Ele se referia à implementação de Contribuições Nacionalmente Determinadas (NDCs) ambiciosas, aos esforços para assegurar financiamento, transferência de tecnologia e capacitação e a uma maior atenção à adaptação aos efeitos da mudança do clima.

Nos dois pontos seguintes, Lula pediu aos líderes mundiais que acelerem a ação climática por meio de uma governança global mais robusta, capaz de assegurar que palavras se traduzam em ações. O presidente voltou a destacar a proposta de criação de um Conselho do Clima, vinculado à Assembleia Geral da ONU, para dar a esse desafio a estatura política que ele merece.

Por fim, pediu que homens, mulheres, crianças, jovens e idosos estejam no centro das atenções. “Convoco a comunidade internacional a colocar as pessoas no centro da agenda climática. O aquecimento global pode empurrar milhões para a fome e a pobreza, fazendo retroceder décadas de avanços. O impacto desproporcional da mudança do clima sobre mulheres, afrodescendentes, migrantes e grupos marginalizados deve ser levado em conta nas políticas de adaptação”, disse. “É fundamental reconhecer o papel dos territórios indígenas e de comunidades tradicionais nos esforços de mitigação”.

BELÉM E AMAZÔNIA – Lula também fez questão de homenagear o povo do Pará e agradecer a todos os que se esforçaram para que a COP30 pudesse ser realizada em Belém. O presidente reafirmou que a conferência trará uma nova compreensão sobre a floresta Amazônica e tudo o que ela representa aos povos que a habitam. No início de sua fala, presidente brasileiro fez um convite aos participantes da conferência para mergulharem na cultura local.

“Tirem proveito desta cidade, tirem proveito dessa alegria, da beleza, do charme, do carinho e do amor de homens e mulheres que vão receber vocês. Sobretudo, tirem proveito da culinária do Pará”, disse Lula. “Aqui vocês vão comer comidas que vocês não comeram em nenhum lugar do mundo, talvez o melhor peixe. E não se esqueçam de comer a maniçoba”.

O presidente acrescentou que a Amazônia não é uma entidade abstrata, mas sim um lugar repleto de vida. “Quem só vê a floresta de cima desconhece o que se passa à sua sombra. O bioma mais diverso da Terra é a casa de quase 50 milhões de pessoas, incluindo 400 povos indígenas, dispersa por nove países em desenvolvimento que ainda enfrentam imensos desafios sociais e econômicos”, afirmou Lula.

“Desafios que o Brasil luta para superar com a mesma determinação com que contornou as adversidades logísticas inerentes à organização de uma conferência deste porte. Quando vocês deixarem Belém, o povo da cidade permanecerá com os investimentos em infraestrutura que foram feitos para recebê-los. E o mundo poderá, enfim, dizer que conhece a realidade da Amazônia. Espero que a serenidade da floresta inspire em todos nós a clareza de pensamento necessária para ver o que precisa ser feito”, concluiu Lula, que discursou depois de manifestações de povos indígenas e de apresentações culturais com a cantora Fafá de Belém e a ministra Margareth Menezes (Cultura), que juntas cantaram “Emoriô”, composição de Gilberto Gil e João Donato.

Patriota emite nota de pesar e decreta luto pelo falecimento de Silvério Queiroz

O prefeito de Afogados da Ingazeira, José Patriota, emitiu na tarde desta quinta-feira (18), nota de pesar pelo falecimento do ex-prefeito do município, Silvério Queiroz. “Vimos através desta expressar nosso profundo pesar pelo falecimento do ex-prefeito Silvério Queiroz, com muitos serviços prestados ao nosso município, sendo o mais destacado a construção do nosso estádio Valdemar […]

O prefeito de Afogados da Ingazeira, José Patriota, emitiu na tarde desta quinta-feira (18), nota de pesar pelo falecimento do ex-prefeito do município, Silvério Queiroz.

“Vimos através desta expressar nosso profundo pesar pelo falecimento do ex-prefeito Silvério Queiroz, com muitos serviços prestados ao nosso município, sendo o mais destacado a construção do nosso estádio Valdemar Viana de Araújo.

Homem simples, de vida simples, um exemplo do homem público que serviu ao seu povo sem jamais utilizar do poder em benefício próprio.

Fica a saudade do homem, a lembrança de seus feitos e o desejo que Deus o acolha em sua infinita e misericordiosa morada. Aos filhos, Wagner e Manoela, bem como aos demais familiares e amigos, nosso mais profundo pesar.

Que Deus estenda o seu conforto e sua bênção a todos nesse momento de irreparável perda. Declaramos, em reverência e homenagem à memória de Silvério Queiroz, luto oficial de três dias em Afogados da Ingazeira”.

Em carta aberta, prefeito de São José do Egito revela que testou positivo para a Covid-19

Evandro Valadares não desenvolveu sintomas da doença. Em carta aberta publicada nas redes sociais da Prefeitura de São José do Egito, nesta quinta-feira (18), o prefeito Evandro Valadares, informou que testou positivo para a Covid-19. Evandro informou que foi submetido ao exame e o resultado deu positivo, mas que não teve nenhum dos sintomas da […]

Evandro Valadares não desenvolveu sintomas da doença.

Em carta aberta publicada nas redes sociais da Prefeitura de São José do Egito, nesta quinta-feira (18), o prefeito Evandro Valadares, informou que testou positivo para a Covid-19.

Evandro informou que foi submetido ao exame e o resultado deu positivo, mas que não teve nenhum dos sintomas da doença.

“Em meio a essa pandemia fui submetido ao exame que diagnostica se a pesssoa foi infectada pelo coronavírus. O resultado do meu exame deu positivo. A boa notícia é que não tive nenhum dos sintomas da doença.

O prefeito aproveitou para se solidarizar com as pessoas que não tiveram a mesma sorte que ele e assegurou que “todos os esforços continuam para banir esse vírus de nossa cidade, com o menor número de vítimas possível”. 

Pessoas próximas a Evandro explicaram que o gestor apresentou exame com IGG positivo e IGM negativo, o que indica que, primeiro, teve de forma assintomática e, segundo, não tem mais o vírus. Um auxiliar descreveu que Evandro “teve muita sorte”.

Posts de nova Presidente da Câmara de Iguaracy intensifica debate sobre grau de instrução de vereadores

Dois posts da nova Presidente da Câmara de Vereadores de Iguaracy, Odete Soares, em uma página de relacionamento continua rendendo repercussão e debates no município de Iguaracy. Odete foi eleita semana passada para gerir os rumos do Poder Legislativo Municipal. Até então uma vereadora comum, passou a ter sobre ela os holofotes a partir de […]

Odete: textos com erros ortográficos ganharam destaque nas rodas de debates em Iguaracy
Odete: textos com erros ortográficos ganharam destaque nas rodas de debates em Iguaracy

Dois posts da nova Presidente da Câmara de Vereadores de Iguaracy, Odete Soares, em uma página de relacionamento continua rendendo repercussão e debates no município de Iguaracy. Odete foi eleita semana passada para gerir os rumos do Poder Legislativo Municipal. Até então uma vereadora comum, passou a ter sobre ela os holofotes a partir de sua eleição. E ganhou notoriedade não pelas prerrogativas para exercer o mandato, mas pelo teor das postagens em via de regra carregadas de erros ortográficos.

Iguaracienses se dividem entre os que condenam o cargo ocupado por ela a partir da qualidade de seus textos, ou seja: com esse grau de compreensão textual, não teria como ocupar função tão importante, onde há várias questões técnicas, jurídicas, fiscais a serem analisadas. E há os que entendem que, bem assessorada, Odete cuidará bem do mandato, considerando não ser a primeira vez que um legislador com tais qualificações gramaticais ocupa a função.

As mensagens foram postadas antes e depois da eleição. Na primeira, Odete agradece a Deus  sem fazer referência direta ao mandato conseguido. Nele, palavras digitadas com erros como “tenhe” (tem), “mim guardado” (me guardado), “groria” (glória), “horra” (honra), “luga” (lugar), “apaz parra todos” (a paz para todos) ficam em evidência.

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O segundo texto foi feito após a sua eleição. Odete agradece aos colegas e não consegue grafar corretamente nem o cargo que exerce. “Eu agradeço a Deus em premeiro (primeiro) luga (lugar). Segundo os quatro veriadores (vereadores) Manoel…O veriador Joge (o vereador Jorge)…E o veriador Nehinho (e o vereador Neguinho)…O Veriador Amaury (o vereador)… Vocês foram herói (heróis). Parabens Deus imlimini (ilumine) os seus pacos (passos)…

comentario da vereadora odete de iguaracy

Juízes Eleitorais e Tribunais Brasil afora discutem quais reais requisitos de escolaridade são exigidos para que se exerça um mandato. A legislação define que não se deve ser analfabeto e ter compreensão minima da língua portuguesa para ler e escrever.

Até esta compreensão passa por debates intermináveis, considerando que para alguns, deveria se ter bem mais que isso, já que cabe a legisladores e executivos elaboração e aplicação de Leis muitas vezes complexas em todas as esferas.

O caso da vereadora iguaraciense portanto não é único e engrossa uma discussão que tem relação com a necessidade de cada vez mais preparo para maior eficiência pública. E você pode perguntar: mas não há “letrados” que causam dano à coisa pública? Taí um outro debate…