Novos projetos contra a Covid aprovados pela Alepe
Por André Luis
Dentre os projetos aprovados, o Auxílio Emergencial “Ciclo Junino de Pernambuco” em socorro aos artistas e grupos culturais
A Assembleia Legislativa de Pernambuco (Alepe) acatou, nesta quinta-feira (10), em segundo turno, quatro propostas para conter os efeitos da pandemia em Pernambuco.
As proposições tramitavam em regime de urgência e já seguem para sanção ou veto do governador Paulo Câmara (PSB) nesta sexta-feira (11).
Um dos projetos aprovados busca garantir o abastecimento de oxigênio hospitalar nos municípios do Estado. Pelo texto da proposta, a Secretaria Estadual de Saúde fica autorizada a comprar e doar o insumo às prefeituras que estejam em dificuldades no suprimento de oxigênio.
Outra iniciativa acatada em plenário beneficia os professores da rede estadual que atuam de forma remota na pandemia. O projeto concede crédito no valor de até R$ 5 mil, em parcela única, para a aquisição de notebooks, e uma ajuda mensal de R$ 50, por 12 meses, para a contratação de serviço de Internet.
Também foi aprovado na Alepe, nessa quinta, o Auxílio Emergencial “Ciclo Junino de Pernambuco” em socorro aos artistas e grupos culturais impedidos de trabalhar na pandemia. O pagamento será em parcela única, variando entre R$ 3 mil e R$ 15 mil, para artistas que atuam nas categorias de cultura popular, dança e música.
Por fim, os deputados estaduais aprovaram o projeto que amplia o número de empresas beneficiadas pelo programa de recuperação fiscal do Estado. A iniciativa permite que o contribuinte com débito tributário denunciado pelo Ministério Público, mas sem ação transitada e julgada, tenha direito ao parcelamento das dívidas com descontos nos juros e multas.
Estadão Conteúdo Conhecido por interpretar o político corrupto João Plenário no humorístico A Praça É Nossa, do SBT, o ator Saulo Pinto Muniz (Saulo Laranjeira), de 62 anos, foi condenado a devolver R$ 341.619,69 aos cofres do governo mineiro. A decisão é do Tribunal de Contas do Estado de Minas (TCE/MG) e se deve a […]
Conhecido por interpretar o político corrupto João Plenário no humorístico A Praça É Nossa, do SBT, o ator Saulo Pinto Muniz (Saulo Laranjeira), de 62 anos, foi condenado a devolver R$ 341.619,69 aos cofres do governo mineiro. A decisão é do Tribunal de Contas do Estado de Minas (TCE/MG) e se deve a recursos recebidos da lei estadual de incentivo à cultura. A prestação de contas ocorreu só 15 anos depois e com recibos que não teriam ligação com o caso.
O ator, que também é humorista, apresentador de TV e rádio, cantor, narrador e compositor, recebeu em 2001 através do poder público R$ 100 mil, mas o valor a ser ressarcido foi corrigido e acrescido de juros de mora. O valor era para a realização do projeto Arrumação 2000. E a decisão do TCE, unânime, foi proferida pela 1ª Câmara na sessão de terça, 26, envolvendo o processo instaurado inicialmente pela Secretaria de Estado da Cultura, em dezembro de 2016, quando o artista prestou contas.
Segundo o tribunal, Laranjeira só apresentou os recibos “quando da declaração de indisponibilidade de bens” e eles “não correspondiam à execução do objetivo proposto”. O relator do TCE, José Alves Viana, diz que o órgão entendeu que houve “omissão deliberada do dever de prestar contas” e, por isso, o humorista deveria ser “responsabilizado por dano ao erário”.
O Projeto Cultural Arrumação 2000 foi um programa da TV aberta no qual Saulo Laranjeira recebia artistas e apresentava quadros de humor. Sem dinheiro para a produção (R$ 756,9 mil), ele requereu R$ 300 mil, mas foi aprovado o valor de R$ 100 mil, que saiu da Cemig (Companhia Energética de Minas Gerais).
Carreira
Saulo Laranjeira ficou conhecido na TV por seu personagem João Plenário, um deputado sem escrúpulos que odeia pobres e que só quer se dar bem. Outro papel que ele vive é o governador Celso Bonitinho, um corrupto que mesmo na cadeia vive cheio de regalias.
Em setembro de 1990, ele abriu uma produtora em Belo Horizonte que, nos últimos dias, permaneceu a maior parte do tempo fechada. Na quinta, 28, uma funcionária esteve no local e falou que o artista estava em São Paulo e não falaria sobre o problema com o TCE.
O jornal O Estado de S. Paulo procurou ainda o escritório que faz a contabilidade da produtora, mas foi informado que somente o próprio Laranjeira poderia dar alguma declaração. Recados também foram deixados por e-mail e telefone para o artista, sem que houvesse resposta até a publicação da reportagem.
G1 Após a leitura do parecer do relator do processo de impeachment, Jovair Arantes (PTB-GO), um pedido de vista coletivo (feito por vários deputados) encerrou a sessão desta quarta-feira (6) da comissão especial destinada a dar parecer sobre o procedimento de afastamento da presidente Dilma Rousseff. A discussão do parecer, que defende a continuidade do […]
Após a leitura do parecer do relator do processo de impeachment, Jovair Arantes (PTB-GO), um pedido de vista coletivo (feito por vários deputados) encerrou a sessão desta quarta-feira (6) da comissão especial destinada a dar parecer sobre o procedimento de afastamento da presidente Dilma Rousseff.
A discussão do parecer, que defende a continuidade do processo, será iniciada na próxima sexta (8), e poderá entrar pelo fim de semana. Isto porque existem, até o momento, 113 deputados inscritos para falar. Mais parlamentares poderão se inscrever no início da próxima reunião da comissão. Os membros do colegiado têm 15 minutos para pronunciamentos, enquanto não membros têm 10. A votação do relatório será na próxima segunda (11).
Durante a sessão desta quarta, o deputado Alessandro Molon (Rede-RJ) chegou a propor um acordo para que a discussão fosse iniciada já nesta quinta (7). Mas deputados da oposição disseram que o acordo poderia ser questionado, porque, em caso de pedido de vista, a discussão precisa ser interrompida por duas sessões do plenário da Câmara.
Deputados governistas criticaram a possibilidade de fazer debates durante o fim de semana. Diante do impasse sobre o formato da análise do parecer, o presidente da comissão especial, Rogério Rosso (PSD-DF), decidiu que seguirá o prazo do pedido de vista e iniciará a discussão na sexta, com possibilidade de ter sessões no sábado e no domingo.
“Não tem escrito que o CongressoNacional não pode trabalhar no fim de semana. Tentamos fazer um entendimento e não tem sido fácil. Molon colocou uma proposta, mas não tem acordo”, justificou Rosso.
Parecer: Por quase cinco horas, o relator do processo de impeachment leu parecer favorável à abertura do processo de afastamento da presidente Dilma Rousseff. Ao final, depois de ler as 128 páginas do documento, ele falava com dificuldade e com a voz frágil.
Concluída a leitura, deputados favoráveis ao afastamento de Dilma levantaram cartazes com os dizeres “Impeachment já” enquanto parlamentares contrários portavam cartazes com a inscrição “Impeachment sem crime é golpe”. Os parlamentares pró-impeachment cantaram o Hino Nacional enquanto os governistas gritavam: “Golpistas, golpistas!”
Em 62 anos de história, a Rádio Pajeú já foi alvo de tentativas de censura, intimidação e ameaças. Lá atrás, nos anos 70, com Dom Francisco esbravejando pelos pobres, taxado de comunista pelo Regime Militar, uma das ideias dos coronéis foi tirar do ar os programas do Movimento de Educação de Base, o MEB. Sabendo […]
Em 62 anos de história, a Rádio Pajeú já foi alvo de tentativas de censura, intimidação e ameaças.
Lá atrás, nos anos 70, com Dom Francisco esbravejando pelos pobres, taxado de comunista pelo Regime Militar, uma das ideias dos coronéis foi tirar do ar os programas do Movimento de Educação de Base, o MEB. Sabendo da repercussão negativa que teria tirar a emissora do ar, resolveram apreender os rádios cativos nas casas das famílias que aprendiam lições e noções de cidadania e direitos pelo rádio. Dom Francisco foi ao Comando do Exército em Recife e desafiou os fardados a rádio do ar. “Fazem como quem em vez de fechar o chuveiro, querem tapar buraquinho por buraquinho”.
De saudosa memória, o radialista Anchieta Santos foi ameaçado e chegou a usar escolta por suas posições duras em defesa da democracia e por ouvir nomes que representavam esse movimento. Um de seus alvos era Inocêncio Oliveira, que nos anos 70 e 80 mandava e desmandava na região. Políticos ligados a ele também eram questionados por muitos dos que hoje ocupam espaço de poder na região, fruto da gangorra da política, onde tudo que sobe, uma hora desce. Mais recentemente, pra provar que a coação não tem partido, a Rádio foi procurada e pressionada por críticas do radialista ao PT, na fase mais dura da operação Lava Jato. A ligação dos governos petistas “em nome da governabilidade” com o que havia de mais podre na política brasileira rendia críticas do profissional. E a Rádio que sempre condenou a corrupção se posicionou várias vezes contra desvios por aliados do governos petistas.
No início dos anos 2000, a ex-prefeita Giza Simões, levada por bajuladores, chegou a enviar ofício prometendo retirar a mídia institucional da Rádio Pajeú se não fossem afastados da emissora Aldo Vidal e este jornalista, pela apresentação de um programa à época identificado como espaço da Frente Popular do município. O diretor Rogério Oliveira disse o que se esperava: que não havia a menor possibilidade de ceder à proposta. Ela chegou a interromper a mídia institucional, mas percebendo que era a maior prejudicada, sem ter onde prestar contas de seu mandato, voltou atrás e se disse arrependida.
Mais recentemente, tem sido alvo de ligados ao Bolsonarismo, por conta da conhecida linha editorial da emissora, alinhada ao que pensa a Diocese de Afogados da Ingazeira e a CNBB, na defesa da vida, pela vacina, pelos direitos humanos, contra a fome, miséria, autoritarismo, ditaduras, desigualdades. Eles sempre confundiram a posição como afronta ao seu político de estimação. Mas a Pajeú nunca defendeu políticos e sim políticas públicas. Claro, isso não quer dizer que não discuta ajustes pontuais, de mais proximidade ainda de suas posições e sua grade. Mas essa é uma prerrogativa institucional e intransferível. Não pode, não deve nem vai ceder a ingerências externas. Foi assim como comerciantes locais alinhados ao Bolsonarismo ensaiaram boicote comercial. O tiro saiu pela culatra.
Nem tanto tempo faz, um áudio de um ultra conservador xingando a emissora e o comentarista Saulo Gomes correu as redes. Mesmo que ignorado pelo baixo nível, foi rebatido de forma elegante pelo Bispo Dom Egídio Bisol, testemunha de sua condução e posições alinhadas à Diocese.
Mesmo que tenha espaço para o pensar de várias correntes, ela sempre foi identificada por suas posições humanistas como “rádio à esquerda”, “comunista”, “socialista”. Até no plano regional é vítima da confusão que se faz pelos espaços institucionais cedidos a prefeituras, nunca confundido com sua atuação democrática, ouvindo a sociedade e mantendo suas bandeiras em defesa principalmente da população vítima das desigualdades. Posição que lhe garante um modelo único de apoio popular, com a própria população ajudando a manter sua sustentabilidade, com o modelo de sócios contribuintes. Graças a essa formatação, a Fundação Cultural Senhor Bom Jesus dos Remédios mantém além da Rádio Pajeú, o Museu do Rádio e o Cine São José, com programação regular.
A Fiscalização Preventiva Integrada da Bacia do São Francisco em Pernambuco (FPI) interditou, na noite desta terça-feira (23), uma fábrica de laticínios irregular, localizada no município de Floresta e apreendeu 1.520 quilos de produtos sem registro e que estavam prontos para serem comercializados. Em um supermercado da cidade, também foram recolhidos 771,64 quilos de alimentos […]
A Fiscalização Preventiva Integrada da Bacia do São Francisco em Pernambuco (FPI) interditou, na noite desta terça-feira (23), uma fábrica de laticínios irregular, localizada no município de Floresta e apreendeu 1.520 quilos de produtos sem registro e que estavam prontos para serem comercializados.
Em um supermercado da cidade, também foram recolhidos 771,64 quilos de alimentos que estavam sem registro em órgãos competentes ou com problemas de conservação, entre eles estavam iogurtes, queijos e carne de frango.
A ação, que integra uma força-tarefa com mais de 20 órgãos, teve início pela manhã e se estendeu até à noite.
A fábrica, que foi alvo da investida, produzia diversos tipos de iogurtes; e mesmo sem registro, nem licença ambiental para funcionar, estava comercializando os produtos em mercados e conveniências da região. Durante a fiscalização, ainda foram constatados problemas como a ausência de regularidade na dosagem de cloro, avarias no piso, tubulações em desacordo com as normas técnicas, água residual nos espaços de produção, mangueiras e registros de gás vencidos, e mais.
O município de Tuparetama realiza entre os dias 07 e 09 de maio a 40ª Edição dos Jogos Escolares Fase Municipal 2015, no Ginásio de Esportes Euclides Miguel, no centro da cidade. A abertura acontecerá a partir das 08h30 com a presença das escolas participantes, do Prefeito Dêva Pessoa, equipe de Governo e autoridades locais. Os […]
O município de Tuparetama realiza entre os dias 07 e 09 de maio a 40ª Edição dos Jogos Escolares Fase Municipal 2015, no Ginásio de Esportes Euclides Miguel, no centro da cidade.
A abertura acontecerá a partir das 08h30 com a presença das escolas participantes, do Prefeito Dêva Pessoa, equipe de Governo e autoridades locais. Os campeões por modalidade se classificarão para a fase regional dos jogos escolares que acontecerá em junho, em Afogados da Ingazeira.
Participarão dos jogos aproximadamente 350 alunos e alunas das Escolas Municipais Padre Adelmo Santos Simões, Francisco Chaves Perazzo, Francisco Zeferino Pessoa, Anchieta Torres, José Agostinho dos Santos, Escola Estadual Ernesto de Souza Leite e Cônego Olímpio Torres.
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