Nova gestão do HR Emília Câmara já começa este fim de semana
Por Nill Júnior
Queixas contra unidade aceleraram transição
A Secretaria de Saúde do Estado confirmou que vai antecipar a gestão através da Organização Social (OS) Hospital Tricentenário no Hospital Regional Emília Câmara para este fim de semana.
Segundo o blog foi informado, houve muita pressão nos últimos dias para a conclusão do processo de transição, diante do aumento das críticas de falta de médicos nos plantões.
A pressão partiu do prefeito de Afogados da Ingazeira, José Patriota, com base em relatos que recebeu juntamente com o Secretário de Saúde, Arthur Amorim. Eles alegaram que passaram a receber telefonemas de familiares e pacientes reclamando falta de atendimento.
Também aumentaram as queixas diárias na Rádio Pajeú. Esta semana um ouvinte chegou a reclamar que teria que custear um hemograma para a filha internada.
O Prefeito foi informado que já a partir deste final de semana, serão regularizados os plantões na unidade com o início da gestão da OS.
A promessa da OS é do fim da falta de médicos, medicamentos e exames. O Tricentenário havia sido desabilitado no processo seletivo, mas atendeu às exigências do Conselho Estadual de Saúde.
O ex-prefeito de Triunfo, João Batista, utilizou suas redes sociais para celebrar um marco importante para o município: a chegada da água do Rio São Francisco. Em uma publicação no Instagram, João Batista ressaltou o longo processo e as diversas batalhas travadas para concretizar esse projeto tão esperado pela população. “A água do São Francisco […]
O ex-prefeito de Triunfo, João Batista, utilizou suas redes sociais para celebrar um marco importante para o município: a chegada da água do Rio São Francisco. Em uma publicação no Instagram, João Batista ressaltou o longo processo e as diversas batalhas travadas para concretizar esse projeto tão esperado pela população.
“A água do São Francisco está chegando em Triunfo! Uma obra dessa magnitude não cai do céu!”, afirmou João Batista em sua postagem. Ele relembrou que, desde 2016, antes mesmo de assumir o cargo de prefeito, já estava envolvido nas articulações para viabilizar a adutora que traria água do Rio São Francisco para o município.
O ex-prefeito destacou a importância das audiências e reuniões em Brasília, onde ele e o atual prefeito, Luciano Bomfim, buscaram apoio e recursos para o projeto. João Batista mencionou também a colaboração do então deputado federal Sebastião Oliveira, do senador Fernando Bezerra Coelho e do hoje ministro Silvio Costa Filho, que se uniram na luta pela realização da obra.
Após anos de esforços e muitas batalhas políticas, em agosto de 2020, durante a gestão de João Batista, foi anunciada a realização da obra. A ordem de serviço foi dada no ano seguinte, em 13 de junho de 2021, e agora, para a alegria de todos, a conclusão está próxima.
“Foi luta! Mas valeu! Agora é lutar para que essa água chegue até as torneiras de nossos cidadãos”, concluiu João Batista, expressando sua gratidão e satisfação pelo êxito dessa importante conquista para Triunfo. Veja abaixo a postagem de João Batista:
A prefeitura de Itapetim, através da Secretaria de Agricultura, está construindo um açude na comunidade de Roça de Dentro. O reservatório vai atender cerca de vinte e cinco famílias da localidade. A ação tem como objetivo fortalecer a segurança hídrica dos moradores e levar mais desenvolvimento à zona rural.
Estudo apresentado na Câmara dos Deputados indica retrocesso em mais da metade das metas Estudo aponta que o Brasil não apresenta progresso satisfatório em nenhuma das 169 metas dos 17 objetivos de desenvolvimento sustentável da Agenda 2030, estabelecida pela Assembleia-Geral das Nações Unidas em 2015. Das 169 metas, 54,4% estão em retrocesso, 16% estagnadas, 12,4% […]
Estudo apresentado na Câmara dos Deputados indica retrocesso em mais da metade das metas
Estudo aponta que o Brasil não apresenta progresso satisfatório em nenhuma das 169 metas dos 17 objetivos de desenvolvimento sustentável da Agenda 2030, estabelecida pela Assembleia-Geral das Nações Unidas em 2015. Das 169 metas, 54,4% estão em retrocesso, 16% estagnadas, 12,4% ameaçadas e 7,7% mostram progresso insuficiente.
Os dados constam no Relatório Luz 2021, produzido por entidades da sociedade civil, que mostra o grau de implementação dos objetivos do desenvolvimento sustentável (ODS) no Brasil. O relatório foi lançado em audiência pública nesta segunda-feira (12) na Comissão de Ciência e Tecnologia, Comunicação e Informática da Câmara dos Deputados.
Os objetivos incluídos na Agenda 2030, assinada pelo Brasil, incluem, por exemplo, a erradicação da pobreza e da fome, a adoção de medidas para combater a mudança climática, a promoção da educação inclusiva e a igualdade de gênero.
Nenhum parlamentar da base governista compareceu ao debate, que não contou com a participação de nenhum representante do governo.
Aumento da fome
Viviana Santiago, que integra o Grupo de Trabalho da Sociedade Civil para a Agenda 2030, ressaltou alguns dos retrocessos apontados no Relatório Luz. “O ano de 2020 se encerrou com mais de metade da população do País (113 milhões de pessoas) em situação de insegurança alimentar, sem saber se teriam o que comer no dia seguinte. 19 milhões de pessoas passaram fome. Vale ressaltar que a fome atinge 10,7% das famílias negras, contra 7,5% das famílias brancas. Ou seja, a pandemia agrava a desigualdade social no Brasil”, afirmou.
Ainda segundo os dados, 27 milhões de pessoas passaram a viver em situação de extrema pobreza; mais de 14 milhões de pessoas estão desempregadas; mais de 9 mil famílias foram despejadas em 2020; 5,1 milhões de crianças estão fora da escola; e 39% das escolas estão sem saneamento básico. E ainda 493 novos agrotóxicos foram liberados em 2020.
Conforme o relatório, cerca de R$ 22,8 bilhões autorizados em orçamento para uso do Sistema Único de Saúde (SUS) em 2020 não foram utilizados pelo Ministério da Saúde. Adicionalmente, na lei orçamentária para este ano (LOA 2021), houve corte de 27% na educação (R$ 2,7 bilhões).
Já o Ministério da Mulher, da Família e dos Direitos Humanos deixou de executar 38,7% dos quase R$ 400 milhões autorizados para 2021, que, de acordo com Viviane, já eram insuficientes para enfrentar um quadro de aumento de violência contra mulheres, com 12 registros de violência a cada hora.
Ainda de acordo com o Relatório Luz, houve aumento de 29% de mortes violentas de pessoas LGBT em 2020, em relação a 2019, e dobrou o registro de violência contra jornalistas. Já os registros de intolerância religiosa cresceram 41,2% e houve aumento de 91% no registro de novas armas.
Causas
“O que a gente apresenta, de fato, em resumo, é um país mais violento, com menor participação social, com menos direitos, com mais fome, com mais desemprego, trabalho infantil, com mais fundamentalistas ocupando as esferas de decisão e com um governo obviamente que nega a ciência e o resultado é um País que deixou de ser parte das soluções e se torna um problema para o mundo, de grande preocupação para a comunidade internacional”, sintetizou a coordenadora editorial do Relatório Luz 2021, Alessandra Nilo.
“O relatório mostra a destruição incontestável de um conjunto de direitos que foram arduamente construídos nos últimos anos”, completou. Segundo ela, o resultado é fruto de ataques ao arcabouço legal e de proteção de direitos, da desregulamentação das instâncias fiscalizadoras e das políticas estratégicas e do fomento de políticas de austeridade. Alessandra Nilo pediu a aprovação pelos parlamentares do PL 1308/21, que nacionaliza a Agenda 2030.
Falta de dados
Coordenador da Frente Parlamentar Mista em Apoio aos Objetivos de Desenvolvimentos Sustentáveis da ONU, o deputado Nilto Tatto (PT-SP) salientou que o Brasil caminha no sentido oposto ao dos objetivos de desenvolvimento sustentável, que estão assegurados na própria Constituição brasileira.
“Nós temos problemas, no governo Bolsonaro, de coleta de informações para monitorar os objetivos”, destacou. Segundo ele, a coleta de informações está sendo feita pela sociedade civil, quando deveria estar sendo feita pelo próprio governo para auxiliar na formulação de políticas públicas.
Denise Dora, da organização não-governamental Artigo 19, acrescentou que falta financiamento para institutos de pesquisa e que “bases de dados estão sendo derrubadas”.
Redução de instâncias participativas
Já o coordenador da Frente Parlamentar Ambientalista, Rodrigo Agostinho (PSB-SP), apontou, entre os principais retrocessos, a redução dos espaços de participação e controle social no governo, como no Conselho Nacional de Segurança Alimentar e outros conselhos e comissões. Ele salientou que diversos deputados apresentaram projetos de decreto legislativo para tentar reverter isso, mas esses projetos não tiveram apoio da ampla maioria da Casa.
Coordenadora da Frente Parlamentar Mista em Defesa dos Povos Indígenas, a deputada Joenia Wapichana (Rede-RR) disse que os povos indígenas estão entre os mais atingidos pelos retrocessos e muitas vezes não estão nem mesmo incluídos nos indicadores socioeconômicos, sendo invisibilizados. Entre os retrocessos, citou a aprovação do projeto que trata da exploração econômica em terras indígenas (PL 490/07) pela Comissão de Constituição e Justiça da Câmara.
Recomendações da ONU
Representante da Delegação da União Europeia no Brasil, a ministra Ana Beatriz Martins disse que a crise atual merece atenção e que promover os ODS é um caminho para desenvolvimento inclusivo e sustentável e para enfrentar e responder às consequências da pandemia de Covid-19.
O relatório traz uma série de recomendações para o País sair do quadro de crise, como revogar a Emenda Constitucional 95, do teto de gastos. Segundo ela, o Brasil assumiu o compromisso de “não deixar ninguém para trás” até 2030 ao assinar a Agenda 2030 da ONU, o que significa que todas as pessoas farão parte do processo de desenvolvimento.
A representante do Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (PNUD) no Brasil, Katina Argueta, salientou que a atuação do Parlamento também é fundamental para a execução plena dos objetivos de desenvolvimento sustentável.
O ex-prefeito de Brejinho, Agenor Ferreira dos Santos, de 92 nos, faleceu ontem. A causa da morte não foi revelada. Agenor foi o sexto prefeito eleito de Brejinho. Votado em 15 de novembro de 1988 foi empossado em 31 de janeiro de 1989 administrando por quatro anos, até 1992. Agenor também foi desportista na juventude, […]
O ex-prefeito de Brejinho, Agenor Ferreira dos Santos, de 92 nos, faleceu ontem. A causa da morte não foi revelada.
Agenor foi o sexto prefeito eleito de Brejinho. Votado em 15 de novembro de 1988 foi empossado em 31 de janeiro de 1989 administrando por quatro anos, até 1992.
Agenor também foi desportista na juventude, chegando a jogar futebol profissional no América do Recife, nos idos dos anos 50, quando a equipe rivalizava com os outros grandes do Recife. Era um meia clássico.
Ele era amigo do ex-prefeito João Pedro, que o indicou e apoiou nas eleições de 1988. A Prefeitura decretou luto oficial.
Inaugurado há pouco mais de dois meses, o Centro de Reabilitação de Santa Cruz da Baixa Verde já passa por ampliação para atender à crescente demanda da população. Nesta segunda-feira (11), a gestão municipal inaugurou duas novas salas de fisioterapia, ampliando a capacidade de atendimento da unidade e fortalecendo os serviços de reabilitação ofertados no […]
Inaugurado há pouco mais de dois meses, o Centro de Reabilitação de Santa Cruz da Baixa Verde já passa por ampliação para atender à crescente demanda da população.
Nesta segunda-feira (11), a gestão municipal inaugurou duas novas salas de fisioterapia, ampliando a capacidade de atendimento da unidade e fortalecendo os serviços de reabilitação ofertados no município.
Somente no mês de abril, o centro registrou 2.078 atendimentos, número que demonstra a importância do equipamento para a população santa-cruzense e para pacientes que necessitam de acompanhamento contínuo nas áreas de fisioterapia e reabilitação.
As novas salas contam com equipamentos voltados à reabilitação neurológica e motora, contribuindo diretamente para a recuperação dos pacientes e para a melhoria das atividades da vida diária de quem recebe atendimento na unidade.
O prefeito Dr. Ismael destacou a importância do investimento e o impacto positivo do serviço na vida da população.
“Fico muito feliz em ver que, em tão pouco tempo, o Centro de Reabilitação já se tornou referência e está mudando a vida de tantas pessoas. Isso mostra que estamos no caminho certo, investindo em saúde, cuidado e dignidade para nossa população. Essa ampliação chega justamente para garantir mais conforto, mais qualidade e mais capacidade de atendimento para quem precisa”, afirmou o gestor.
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