“Moro fez escutas ilegais. Divulgou escutas ilegais. Gravou conversas de advogados e outras pessoas isentas de suspeita”, afirma o jornalista Janio de Freitas. “Agora queremos ouvir e ler o que diziam às escondidas. Nada de destruir o material captado”, aponta O jornalista Janio de Freitas afirma, em artigo publicado neste domingo, que o ministro Sergio Moro não […]
“Moro fez escutas ilegais. Divulgou escutas ilegais. Gravou conversas de advogados e outras pessoas isentas de suspeita”, afirma o jornalista Janio de Freitas. “Agora queremos ouvir e ler o que diziam às escondidas. Nada de destruir o material captado”, aponta
O jornalista Janio de Freitas afirma, em artigo publicado neste domingo, que o ministro Sergio Moro não pode destruir provas da Vaza Jato.
“A Polícia Federal está entregue a Sergio Moro. Logo, a alguém que teve o celular sugado e que está exposto, nas mensagens captadas, pelo que um juiz honrado não pode dizer nem fazer. Sergio Moro, portanto, figura em duas condições no inquérito que transcorre sob sua responsabilidade ministerial. Considerado o nível de lisura em sua participação na Lava Jato, são também duas as razões para que não permanecesse onde está: a formalmente óbvia e a dos antecedentes de interferência nas investigações da Procuradoria da República e da Polícia Federal”, escreve.
“Moro fez escutas ilegais. Divulgou escutas ilegais. Gravou conversas de advogados e outras pessoas isentas de suspeita. Deltan Dallagnol foi um associado de Moro com exibições de fanatismo e messianismo até na TV. Os vazamentos ilegais integraram a atividade de ambos como prática banal. Nós outros ouvimos e vimos tudo isso. Agora queremos ouvir e ler o que diziam às escondidas. Nada de destruir o material captado. Os dois e seus companheiros de missão político-judicial já fizeram bastante destruição, não precisam fazer mais uma”, conclui o jornalista.
A vinda da governadora Raquel Lyra a Serra Talhada e Arcoverde esquentou o debate em torno da sucessão estadual na região. De um lado, o modus operandi de Raquel, que chamou a atenção pela forma como se posicionou nos eventos do Ouvir para Mudar nas duas cidades. E não apenas pelo gesto de subir à […]
A vinda da governadora Raquel Lyra a Serra Talhada e Arcoverde esquentou o debate em torno da sucessão estadual na região.
De um lado, o modus operandi de Raquel, que chamou a atenção pela forma como se posicionou nos eventos do Ouvir para Mudar nas duas cidades. E não apenas pelo gesto de subir à cadeira ou à mesa, mas pelo discurso. Aliados saíram empolgados.
Por outro espectro, a pesquisa Conecta deu gás ao discurso de reação.
Do lado de João Campos, o prefeito do Recife segue com uma boa vantagem. Seu desafio é mantê-la. Para isso, não pode desidratar no seu principal reduto, a Região Metropolitana, onde ganha no momento de lavada, no polo onde residem mais de 40% dos eleitores pernambucanos.
Essa complexa matemática pré eleitoral gera debates como o de hoje na Rádio Pajeú, com Júnior Finfa, Juliana Lima e Ronald Falabella, do Instituto Múltipla. No meu comentário ao Sertão Notícias, da Cultura FM, falo um pouco de números e dessa análise com mais dúvidas que certezas. Assista:
O deputado federal e líder do bloco oposicionista em Serra Talhada, Sebastião Oliveira (PR) arriscou comentar, ontem, segunda-feira (27), as recentes adesões de vereadores e de um suplente de vereador ao grupo do prefeito Luciano Duque (sem partido). Falando ao programa Frequência Democrática, na Vila Bela FM, o republicano enfatizou que não pode “montar uma […]
O deputado federal e líder do bloco oposicionista em Serra Talhada, Sebastião Oliveira (PR) arriscou comentar, ontem, segunda-feira (27), as recentes adesões de vereadores e de um suplente de vereador ao grupo do prefeito Luciano Duque (sem partido). Falando ao programa Frequência Democrática, na Vila Bela FM, o republicano enfatizou que não pode “montar uma prefeitura paralela para atender os anseios pessoa is de cada um”. E que, mesmo assim, vem buscando atender os pedidos que lideranças locais lhe fazem em favor de suas respectivas comunidades.
O parlamentar reforçou que a debandada de Vera Gama, Dedinha Inácio, Rosimério de Cuca e, mais recententemente, Lindomar Diniz representam típicos exemplos de interesses pessoais. Sebastião chegou a pedir ‘misericórdia’ em favor do vereador Rosimério, após ouvi-lo em entrevista ao Farol de Notícias dizer que qualquer dinheiro que tenha recebido do bloco da oposição que ‘o cão pode levar para o inferno’.
“Minha conexão é com Jesus Cristo, é com Nossa Senhora. Eu sou cristão. Peço misericórdia por essa declaração [de Rosimério de Cuca]. Eu quero dizer o seguinte: eu não tenho nada para falar das pessoas que aderiram ao prefeito. Mas a população está atenta, de que ninguém foi para o lado dos governistas porque queria uma vida melhor para a população. Não há maior prova em Bernardo Vieira [terra de Lindomar] do que fiz a construção daquela estrada que fui criticado por muitos governistas. O que as pessoas de lá me pediram eu fiz. Nós botamos sistema de abastecimento de água lá na Rua das Dez, fizemos barragens, horas máquinas, poços, sistemas simplificados de abastecimentos de água, construímos um campo de futebol durante a construção da estrada, passagens molhadas… Tudo pedido por eles”, elencou o deputado.
Induzindo que o bloco Duquista está fazendo campanha antecipada, divulgando de forma ostensiva o nome da secretária de Saúde Márcia Conrado, Sebastião afirmou que não vai entrar neste jogo por achar uma irresponsabilidade. Sebastião esteve em Serra Talhada na manhã desta segunda (27), acompanhado do deputado estadual Rogério Leão (PR), para prestigiar o ‘Mutirão dos Endividados’, evento que ocorre até a próxima quarta-feira (29).
Duque nega apoio a Carlos Evandro – O prefeito de Serra Talhada, Luciano Duque (PT), negou ontem ao programa Frente a Frente, com Magno Martins, que possa apoiar o nome do ex-prefeito Carlos Evandro (PSB), de quem foi vice-prefeito e apoiado na disputa pela Prefeitura em 2012. Rompido com o velho cacique sertanejo, Duque disse que aceita, porém, o ingresso de Evandro no seu palanque em apoio ao candidato a ser escolhido.
O senador Armando Monteiro (PTB) ocupou, nesta terça-feira (14), a tribuna do plenário do Senado para comemorar o início da Transposição do Rio São Francisco na Paraíba e em Pernambuco. No pronunciamento, o petebista também alertou ser essencial executar obras complementares no entorno do empreendimento. “A conclusão das obras da Transposição é uma redenção para […]
O senador Armando Monteiro (PTB) ocupou, nesta terça-feira (14), a tribuna do plenário do Senado para comemorar o início da Transposição do Rio São Francisco na Paraíba e em Pernambuco.
No pronunciamento, o petebista também alertou ser essencial executar obras complementares no entorno do empreendimento. “A conclusão das obras da Transposição é uma redenção para os nordestinos”, enfatizou.
Armando assegurou que, junto com os outros dois senadores de Pernambuco e a bancada do estado na Câmara dos Deputados, estará “totalmente comprometido” com a cobrança da liberação dos recursos que tornem possível o término de adutoras, ramais e barragens que darão efetividade à Transposição em Pernambuco.
O senador petebista citou, entre as obras complementares essenciais em Pernambuco, a Adutora do Moxotó, com três estações elevatórias; a Adutora do Agreste, que atenderá a mais de dois milhões de habitantes em 68 municípios da região, e o Ramal do Agreste, que irá interligar o Rio Ipojuca à Adutora do Agreste.
Armando Monteiro assinalou, no discurso, que sem querer “politizar” o início do funcionamento da Transposição, deve ser atribuído aos ex-presidentes Lula e Dilma Rousseff o mérito da obra. Frisou, contudo, que não pode deixar de se congratular com o presidente Michel Temer, por não haver contingenciado as verbas para o projeto nos últimos dez meses e por ter ampliado em 23% o volume dos repasses para o Eixo Leste, “garantindo a entrega dos trechos dentro do cronograma”.
Os vereadores de Afogados da Ingazeira participam na manhã de hoje (17) de uma audiência pública na Assembléia Legislativa de Pernambuco contra a reforma da previdência. Foi uma das atividades do Grito da Terra Pernambuco. A Câmara em parceria com o STR, FETAPE e CUT já realizou audiência pública no Cine Teatro São José em […]
Os vereadores de Afogados da Ingazeira participam na manhã de hoje (17) de uma audiência pública na Assembléia Legislativa de Pernambuco contra a reforma da previdência. Foi uma das atividades do Grito da Terra Pernambuco.
A Câmara em parceria com o STR, FETAPE e CUT já realizou audiência pública no Cine Teatro São José em Afogados da Ingazeira abordando o mesmo tema e enviou documento no último dia 23 de março para todos os deputados federais de Pernambuco.
“Fomos convidados pelos movimentos sociais para participar do Grito pela Terra e participar desta audiência pública que vai discutir a reforma. Aceitamos de pronto, a Câmara inteira é contra a matéria, sem exceção”, destaca o Presidente Igor Mariano.
AMUPE – Amanhã (18) os Vereadores participam de agenda na AMUPE que vai discutir os regimes de previdência dos municípios. “Este é um tema municipalista, os municípios estão enfrentando grandes dificuldades em gerir seus sistemas próprios de previdência e os vereadores devem estar apropriados deste assunto”, destaca Mariano.
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