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No IML Petrolina, a necropsia de cadáveres é feita no chão, a céu aberto, denuncia Sinpol

Por Nill Júnior
Jpeg
Representantes do Simpol como Cisneiros (centro) fizeram a mesma denúncia a este blogueiro, na Rádio Pajeú

Sinpol quer interdição de três Delegacias, mais IMLs de Petrolina e Recife

O Sindicato dos Policiais Civis em Pernambuco (Sinpol) vai acionar o Ministério Público e a Vigilância Sanitária pedindo a interdição das delegacias da Macaxeira, Olinda e Cabo de Santo Agostinho e dos Institutos de Medicina Legal (IMLs) do Recife e de Petrolina, nesta terça-feira (7).

A informação foi repassada em entrevista coletiva à imprensa, na tarde desta segunda-feira, na sede do órgão, em Santo Amaro, área central do Recife. A alegação é de que esses locais oferecem condições insalubres de trabalho, colocando em risco a segurança dos funcionários e pessoas atendidas. A reprodução é do JC On Line.

A situação das delegacias e IMLs fazem parte de um dossiê elaborado pelo Sinpol entre os dias 14 de março e 5 de abril em 33 delegacias e nos 3 IMLs do Estado.

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Delegacia da Macaxeira/JC On Line

“No IML de Petrolina, a necropsia de cadáveres em estado de putrefação é feito no chão, a céu aberto, com luvas compradas pelos funcionários. O mata-mosca está quebrado, um risco pois as varejeiras cegam – já ocorreu um caso no IML do Recife. Teto furado, lixo misturado com restos de necropsia, não há condições de trabalho”, afirma o presidente do sindicato, Áureo Cisneiros.

Na última sexta-feira, o Jornal do Commercio publicou matéria mostrando as péssimas condições das delegacias da Macaxeira, Olinda e Cabo de Santo Agostinho. Inquéritos amontadoas, teto furado, material apreendido misturado com colchões e inquéritos, sujeira, falta de arquivos. A da Macaxeira virou até um depósito de motos. O dossiê será encaminhado ao Governo do Estado, Ministério Público do Estado, Secretaria de Defesa Social, Ordem dos Advogados do Brasil em Pernambuco (OAB-PE) e Assembleia Legislativa do Estado (Alepe).

Outras Notícias

Região do Pajeú tem cinco óbitos provocados pelo Covid-19

Das 17 cidades do sertão do Pajeú, 09 já foram atingidas pela Covid-19. O número de casos confirmados aumentou de forma considerável nos últimos dias. A cidade com maior quantidade de casos é Serra Talhada com 10 confirmações, sendo que o primeiro paciente diagnosticado já está curado clinicamente. Triunfo registrou mais um caso, inclusive com […]

Caraíba lidera o número de óbitos. Serra Talhada, o de casos

Das 17 cidades do sertão do Pajeú, 09 já foram atingidas pela Covid-19. O número de casos confirmados aumentou de forma considerável nos últimos dias.

A cidade com maior quantidade de casos é Serra Talhada com 10 confirmações, sendo que o primeiro paciente diagnosticado já está curado clinicamente.

Triunfo registrou mais um caso, inclusive com óbito e chegou a três confirmações, mesmo número de Carnaíba que também tem três casos confirmados, com duas mortes.

Tabira e São José do Egito possuem dois casos confirmados cada. Itapetim, Iguaracy, Quixaba, Santa Terezinha e Tuparetama com uma confirmação cada, completam a lista das cidades que tem registros confirmados.

Com o falecimento do paciente de Triunfo, somado aos dois de Carnaíba, ao de Tabira e Itapetim, agora o Pajeú tem cinco mortes atribuídas à Covid-19. O levantamento é de Anchieta Santos.

Mercadante ofereceu ajuda financeira para evitar a delação premiada

O Palácio do Planalto  foi surpreendido na manhã desta terça-feira com a divulgação de uma gravação de aúdio em que o ministro da Educação, Aloizio Mercadante, conversa com José Eduardo Marzagão, assessor do ex senador petista Delcidio do Amaral. No aúdio o ministro oferece ajuda financeira apra evitar a delação premiada. O primeiro encontro aconteceu […]

20160315173057614359uO Palácio do Planalto  foi surpreendido na manhã desta terça-feira com a divulgação de uma gravação de aúdio em que o ministro da Educação, Aloizio Mercadante, conversa com José Eduardo Marzagão, assessor do ex senador petista Delcidio do Amaral. No aúdio o ministro oferece ajuda financeira apra evitar a delação premiada.

O primeiro encontro aconteceu no dia 1º de dezembro de 2015:

Mercadante – Eu não conheço a Maika (esposa de Delcídio). Mas se você achar, porque eu vou dizer o seguinte. Eu sou um cara leal. A Dilma sabe que se não tiver uma pessoa para descer aquela rampa, eu vou com ela até o final. Eu gosto do Delcidio, eu acho ele um cara muito competente, muito habilidoso, foi fundamental para o governo, um monte de virtudes, muito mais jeitoso, ia atrás, se empenhava, fazia… você não pode pegar uma biografia como essa, uma história como essa, porque o cara tropeçou numa pedra, numa situação de desespero, tentando encontrar uma saída, você vê aquele jeito que ele vai tentando mostrar um serviço, eu não consigo entender porque ele foi aonde ele foi. Mas foi, não adianta. Então vamos ter que deglutir isso aí. O que eu acho que ele está precisando agora é algum tipo de apoio e solidariedade pessoal e político. Então, você veja o que eu posso ajudar. ‘Se você achar, Mercadante, era bom você ir no Mato Grosso do Sul falar com as filhas dele.’ Eu não vou me meter na defesa dele. Não sou advogado, não tenho o que fazer, não sei do que se trata, não conheço o que foi feito.

Marzagão – Mas o que o Rui (Falcão, presidente do PT) fez, queimou qualquer possibilidade

Mercadante – Foi um absurdo. Eu dentro, vou tentar ajudar no que eu posso. Dentro do governo, dentro do partido menos, porque eu não tenho muitas relações hoje. Mas vou tentar porque achei um absurdo. Eu quero ajudar no que eu puder. Só vou fazer o que eu puder. Não adianta me pedir para fazer o que eu não posso fazer porque eu não vou fazer. Agora, o que eu puder fazer, eu farei. Então eu quero que você saiba disso. Conversamos nós dois. Você veja lá o que você acha que ajuda e me passa que eu vejo a providência que a gente pode tomar. Eu imagino que ele está completamente sozinho, fica ruim para a segurança dele.

Marzagão – O senhor é a terceira pessoa. No dia do acontecido, ligou o Renan e o Sarney para a Maika (esposa de Delcídio). Mais nada. E disseram barbaridades, chamaram a presidente de filha da *.

Clique aqui  e ouça na íntegra os áudios.

Clique aqui e leia a delação de Delcídio na íntegra. 

Casal é executado a tiros entre Santa Terezinha e Imaculada

Blog do Pereira Um casal foi encontrado morto no começo da manhã desta quinta-feira, (6) na saída de Santa Terezinha-PE, sentido Imaculada-PB, na entrada que dá acesso ao Bar de Sônia. As primeiras informações dão conta que o casal morava em Santa Terezinha e foram encontrados mortos com características de execução. Também segundo os primeiros […]

Blog do Pereira

Um casal foi encontrado morto no começo da manhã desta quinta-feira, (6) na saída de Santa Terezinha-PE, sentido Imaculada-PB, na entrada que dá acesso ao Bar de Sônia.

As primeiras informações dão conta que o casal morava em Santa Terezinha e foram encontrados mortos com características de execução.

Também segundo os primeiros informes, a vítima é Valclecio José do Nascimento Silva, conhecido por Neguinho, irmão de Bruxeira e a outra vítima é sua esposa Nayara Alves da Silva, que estava grávida de 4 meses.

A Polícia isolou a área chamou o IC, para fazer a perícia, posteriormente o corpo será levado para o IML. Segundo informações apuradas, os corpos aparentam  indícios de violência, capsulas de pistola foram encontradas junto ao corpo , provavelmente 9mm. Pelo modus operandi, trata-se de acerto de contas.

Ela é natural de Santo Aleixo. O blog continua trabalhando para apurar mais detalhes. A matéria pode ser atualizada a qualquer momento.

Presidente do STF nega trâmite a HCs apresentados pela defesa de Paulo Maluf

Segundo a ministra Cármen Lúcia, conforme a jurisprudência consolidada do STF, são incabíveis habeas corpus que questionam ato do Plenário ou das Turmas. A presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), ministra Cármen Lúcia, negou seguimento a dois Habeas Corpus (HCs 151913 e 151919) impetrados em favor do deputado federal Paulo Maluf (PP-SP) a fim de […]

Segundo a ministra Cármen Lúcia, conforme a jurisprudência consolidada do STF, são incabíveis habeas corpus que questionam ato do Plenário ou das Turmas.

A presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), ministra Cármen Lúcia, negou seguimento a dois Habeas Corpus (HCs 151913 e 151919) impetrados em favor do deputado federal Paulo Maluf (PP-SP) a fim de que fosse declarada a extinção da punibilidade por suposta prescrição do crime de lavagem de dinheiro. Segundo a ministra, conforme a jurisprudência consolidada do Tribunal, são incabíveis habeas corpus que questionam ato do Plenário ou das Turmas do Supremo.

A ministra salientou que também não é possível superar a vedação quanto à análise dos HCs para conceder a ordem de ofício e reconhecer a prescrição da pretensão punitiva. “A jurisprudência deste Supremo Tribunal é contrária aos argumentos apresentados”, observou.

A defesa sustentava que, conforme a acusação, o delito foi praticado pelo parlamentar em 2006, devendo ser aplicado o inciso IV do artigo 117 do Código Penal, antes da alteração da Lei 11.596/2007, para não considerar como marco interruptivo da prescrição o acórdão condenatório proferido pela Primeira Turma da Corte. Porém, a ministra Cármen Lúcia avaliou que antes mesmo da referida mudança, a jurisprudência do Superior Tribunal de Justiça e do Supremo já considerava a decisão condenatória de primeira ou de segunda instância como marco interruptivo da prescrição. Assim, ela entendeu que, embora o crime tenha sido praticado em 2006, o acórdão condenatório proferido pela Primeira Turma no dia 23 de maio de 2017 é marco interruptivo da prescrição.

“Não houve, pois, o transcurso do prazo de seis anos entre a prática do crime e o recebimento da denúncia, entre o recebimento parcial da denúncia e a prolação do acórdão condenatório, pelo que não se há cogitar da extinção da punibilidade pela prescrição, como pretende a defesa”, concluiu a presidente do Supremo. “Não é possível dar prosseguimento regular ao presente processo pela sua inviabilidade jurídica”, completou, ao negar o trâmite dos HCs.

Quanto à alegação de ausência de fundamentação idônea para o cumprimento da pena, a ministra lembrou que recursos (embargos infringentes) apresentados pela defesa tiveram seguimento negado pelo ministro Edson Fachin, relator, que determinou o imediato início da execução do acórdão condenatório. “Portanto, não se há cogitar de necessidade de fundamentação para encarceramento do paciente, pois não se trata de prisão cautelar, mas de prisão para a execução definitiva da pena imposta pela Primeira Turma deste Supremo Tribunal, diante da negativa de seguimento do recurso de embargos infringentes da defesa.”

Governo diz que receberá 14 milhões de doses da vacina da Pfizer até junho

Foto: Justin Tallis/AFP Com o aumento do número de mortes pelo coronavírus no país, o presidente Jair Bolsonaro (sem partido) se reuniu na manhã desta segunda-feira (8) com o CEO mundial da Pfizer, Albert Bourla. Após o encontro, o ministro Paulo Guedes (Economia) anunciou uma antecipação de 5 milhões de doses da farmacêutica para o […]

Foto: Justin Tallis/AFP

Com o aumento do número de mortes pelo coronavírus no país, o presidente Jair Bolsonaro (sem partido) se reuniu na manhã desta segunda-feira (8) com o CEO mundial da Pfizer, Albert Bourla.

Após o encontro, o ministro Paulo Guedes (Economia) anunciou uma antecipação de 5 milhões de doses da farmacêutica para o primeiro semestre deste ano. Pela última previsão divulgada pelo governo, o Brasil receberia 2 milhões de doses em maio e outros 7 em junho, totalizando 9 milhões até o fim do semestre e cerca de 100 mi até o fim do ano.

Agora, segundo Guedes, 5 milhões das doses previstas para o segundo semestre seriam distribuídas entre maio e junho, o que elevaria para 14 milhões a quantidade de vacinas disponibilizadas no primeiro semestre.

“A grande guerra, como a economia e a saúde andam juntas, é antecipar a vacinação em massa. Conseguimos praticamente uma declaração de que o acordo está fechado”, disse Guedes após a reunião.​ A reportagem é de Gustavo Uribe e Daniel Carvalho/Folha de S. Paulo.