Notícias

No Ano da Agricultura Familiar Feira Agroecológica de Santa Cruz da Baixa Verde completa oito anos

Por Nill Júnior

unnamed

Colaborou Juliana Lima

Fundada em 2006, com incentivo do Centro de Educação Comunitária Rural (CECOR), Sindicato dos/as Trabalhadores/as Rurais (STR) e Movimento da Mulher Trabalhadora Rural (MMTR), a Feira Agroecológica de Santa Cruz da Baixa Verde está completando oito anos de resistência e respeito à natureza.

No último dia 03 de julho, a coordenação da feira reuniu-se na sede do Conselho Municipal de Desenvolvimento Rural Sustentável (CMDRS) com representantes do Cecor, STR, movimento de mulheres e agricultoras/es agroecológicas/os onde foram definidos os últimos encaminhamentos para a festa de aniversário, que acontece no 21 de julho, dentro da programação da Semana do Agricultor/a Rural.

Para a coordenadora da feira, Maria de Lourdes Alves, esse é o momento de conscientizar a população sobre a importância da agroecologia e incentivar novos agricultores e agricultoras a comercializarem no espaço. “São oito anos de luta aqui toda segunda-feira bem cedinho, onde cada um/a trás o resultado do seu trabalho. Produtos saudáveis, sem veneno, mais saborosos. Tomara que outras pessoas tragam seus produtos para vender aqui também”, disse.

A Feira Agroecológica de Santa Cruz da Baixa Verde acontece toda segunda-feira, a partir das 06h e a comercialização funciona como uma alternativa para aumentar a renda das famílias que praticam uma agricultura baseada nos princípios agroecológicos, além de garantir alimentação de qualidade para consumidores e consumidoras do município.

Outras Notícias

Carlos Porto volta a presidir o TCE-PE

O novo presidente do Tribunal de Contas de Pernambuco, conselheiro Carlos Porto, tomará posse nesta quinta-feira, 07 de janeiro. Ele foi eleito por aclamação para presidir o TCE-PE no biênio 2016-2017, em substituição ao conselheiro Valdecir  Pascoal que concluiu o seu mandato no último dia 31. Carlos Porto tem 65 anos, é bacharel em Direito e […]

Carlos Porto é ex-deputado estadual e está no TCE desde 1990
Carlos Porto é ex-deputado estadual e está no TCE desde 1990

O novo presidente do Tribunal de Contas de Pernambuco, conselheiro Carlos Porto, tomará posse nesta quinta-feira, 07 de janeiro. Ele foi eleito por aclamação para presidir o TCE-PE no biênio 2016-2017, em substituição ao conselheiro Valdecir  Pascoal que concluiu o seu mandato no último dia 31.

Carlos Porto tem 65 anos, é bacharel em Direito e ingressou no Tribunal de Contas em 1990, nomeado para o cargo de conselheiro pelo então governador Carlos Wilson Campos. Esta é a quarta vez que ele assume a presidência da Instituição.

Na ocasião será empossada também a nova mesa diretora do TCE-PE para o biênio 2016/17. A vice-presidência será ocupada pelo conselheiro Marcos Loreto. O conselheiro Dirceu Rodolfo assume a Corregedoria do Tribunal. O conselheiro João Campos será o novo diretor da Escola de Contas. O cargo de Ouvidor será exercido pelo conselheiro Ranilson Ramos. A conselheira Teresa Duere e o conselheiro Valdecir Pascoal serão, respectivamente, os presidentes da Primeira e Segunda Câmaras do TCE.

A cerimônia de posse acontece no auditório do edifício sede do TCE, às 10 horas da manhã.

Afogados: Prefeitura vai construir escola de R$ 1 milhão na zona rural

por Rodrigo Lima O Prefeito de Afogados da Ingazeira, José Patriota, assinou no último final de semana ordem de serviço para o início das obras de construção de uma nova Escola na zona rural do município, no Sítio São João Velho – a primeira está sendo concluída no povoado da Carapuça e deve ser inaugurada […]

unnamed (3)

por Rodrigo Lima

O Prefeito de Afogados da Ingazeira, José Patriota, assinou no último final de semana ordem de serviço para o início das obras de construção de uma nova Escola na zona rural do município, no Sítio São João Velho – a primeira está sendo concluída no povoado da Carapuça e deve ser inaugurada até Dezembro.

A ordem de serviço foi assinada na quadra poliesportiva coberta que a Prefeitura está concluindo no Sítio São João Velho. Com capacidade para 432 alunos, divididos em dois turnos dos ensinos infantil e fundamental, a unidade de ensino irá atender, além do São João Velho, as comunidades de Lajedo, São João Novo, Três Umbuzeiros, Boqueirão, Belém, Manoel Soares, Cachoeira de Dois Riachos e Dois Riachos.

unnamed (4)

A obra tem início nesta segunda (03). A nova escola terá 851,63m² de área construída, com seis salas de aula, laboratório de informática, sala de leitura, sala de professores, sanitário, cozinha, despensa e vestiário. O valor da obra é de R$ 1.018.660,07.

Expedito Leandro tem 74 anos de idade e preside a Associação dos Moradores do Sítio São João Velho. “Em todo esse tempo morando aqui, nunca vi um Prefeito trazer tantas melhorias para a nossa comunidade,” afirmou Expedito, referindo-se à construção da nova Escola, da Quadra Poliesportiva e dos diversos poços perfurados na localidade região.

Segundo o Prefeito José Patriota, a previsão de entrega da obra é Julho do próximo ano. “Estamos trabalhando para garantir um ensino de qualidade não apenas na zona urbana, mas também para os nossos irmãos e irmãs que vivem e trabalham na zona rural. Esse trabalho já vem dando frutos através dos inúmeros prêmios que temos recebido na área da educação,” destacou Patriota.

“Alguns ignoraram quando pedi apoio e me ligaram depois do favoritismo”, diz aliado de Raquel no Pajeú

Falando ao Debate das Dez do programa Manhã Total, o jornalista Mário Viana Filho disse que parte dos que deram “não” no seu porta-a-porta e ignoraram seus pedidos de apoio a Raquel Lyra no primeiro turno encheram seu zap e ligaram anunciando apoio no segundo turno, quando ela passou a ser favorita. Mário disse entender […]

Falando ao Debate das Dez do programa Manhã Total, o jornalista Mário Viana Filho disse que parte dos que deram “não” no seu porta-a-porta e ignoraram seus pedidos de apoio a Raquel Lyra no primeiro turno encheram seu zap e ligaram anunciando apoio no segundo turno, quando ela passou a ser favorita.

Mário disse entender que isso faz parte da política. Após a publicação,  disse ao blog que sua fala não era genérica e que trataram-se de casos isolados.

Mas a afirmou que no início, no osso de defender uma candidatura embrionária, foi muito humilhado, ridicularizado, mas teve força para seguir com o debate. “Depois que ela foi pra o segundo turno teve gente que bateu a porta na cara que foi a primeira a ligar”, disse.

O radiodifusor Marcos Oliveira também destacou que sua candidatura a Federal quis dar um palanque candidata tucana, mesmo sem chance eleitoral.

Ele também comentou o apoio de Márcia Conrado a Raquel,  não acompanhando Luciano Duque,  que foi de Marília. “Ficou (a relação política) por um cabelinho de sapo. Vamos aguardar agora quem vai se pronuciar primeiro. Não conversei com Márcia”, disse.

Sobre cargos, os dois disseram não ter sido sondados, mas admitiram ter muita especulação. “A gente escuta muita coisa. Mas não se prometeu cargo a ninguém”, acrescentou Mário.

Para ele, Raquel não vai não vai esquecer ninguém mas vai analisar caso a caso. Ela deve montar a equipe mesclando perfil técnico e  político. Mário negou que esteja sendo sondado para a Ciretran regional e Marcos também disse não ter sequer discutido função no futuro governo. “Entramos sem negociar nada antes nem depois”.

O blog batizou aqueles que estão na condição de apoiadores desde o primeiro momento no Pajeú de “turma do osso”, referência ao fato de que estiveram ao lado de Raquel desde o início,  mesmo quando muitos achavam que sua candidatura iria desidratar para Anderson Ferreira,  Danilo Cabral ou Miguel Coelho, concorrentes ao segundo turno com Marília Arraes.

Quem mais integra o “grupo do osso?” Dentre os que apoiam Raquel desde o início estão Anderson Lopes (Itapetim), Diógenes Patriota (Tuparetama), Capitão Sidney (Afogados da Ingazeira) e Jajá Araújo,  de Serra Talhada.

Governo assina contratos para comprar 138 milhões de doses de vacinas da Pfizer e da Janssen

O governo federal assinou dois contratos para a compra de 138 milhões de doses da vacina contra a covid-19. De acordo com o Ministério da Saúde, 100 milhões de doses serão fornecidas pela Pfizer/BioNTech e outros 38 milhões pela Janssen, do grupo Johnson&Johnson. A expectativa é que os imunizantes sejam entregues até o final deste […]

O governo federal assinou dois contratos para a compra de 138 milhões de doses da vacina contra a covid-19. De acordo com o Ministério da Saúde, 100 milhões de doses serão fornecidas pela Pfizer/BioNTech e outros 38 milhões pela Janssen, do grupo Johnson&Johnson. A expectativa é que os imunizantes sejam entregues até o final deste ano. A reportagem é de Mariana Hallal/Estadão

A vacina da Pfizer/BioNTech, batizada de Comirnaty, é a única com registro definitivo no Brasil — a Coronavac e a de Oxford/AstraZeneca, por enquanto, só têm autorização para uso emergencial. O aval à Comirnaty foi dado pela Anvisa em 23 de fevereiro deste ano. Já a da Janssen ainda não tem autorização para ser aplicada no País.

A vacina da Pfizer/BioNTech deve ser aplicada em duas doses, enquanto a da Janssen é aplicada em dose única. Por isso, a quantidade anunciada seria suficientes para vacinar cerca de 83,6 milhões de pessoas. O Plano Nacional de Imunização contra a covid-19 considera perdas operacionais de aproximadamente 5% das doses.

Segundo o ministério, a negociação com a Pfizer prevê a entrega de 13,5 milhões entre abril e junho e outros 86,5 milhões de julho a setembro. O contrato com a Janssen estabelece a entrega de 16,9 milhões de julho a setembro e 21,1 milhões de outubro a dezembro.

“Cabe ressaltar que o cronograma de entrega das vacinas é enviado ao Ministério da Saúde pelos laboratórios e está sujeito a alterações, de acordo com a disponibilidade de doses e a real entrega dos quantitativos realizada pelos fornecedores”, diz a nota enviada pela pasta.

Com esses contratos, o País já tem mais de 562 milhões de doses de vacinas contra a covid-19 contratadas para 2021.

Arcoverde: vereadora diz haver superfaturamento na Educação

Dentre as irregularidades, a compra de mais de meia tonelada de alho além da recomendada para o cardápio da rede municipal De posse de três relatórios de auditorias da Controladoria Geral da União – CGU, a vereadora da oposição, Zirleide Monteiro (PTB), afirmou na sessão de ontem na Câmara Municipal haver uma série de irregularidades […]

Dentre as irregularidades, a compra de mais de meia tonelada de alho além da recomendada para o cardápio da rede municipal

De posse de três relatórios de auditorias da Controladoria Geral da União – CGU, a vereadora da oposição, Zirleide Monteiro (PTB), afirmou na sessão de ontem na Câmara Municipal haver uma série de irregularidades praticadas pelo governo da prefeita Madalena Britto (PSB) na Secretaria de Educação.

Segundo a vereadora, a lista das irregularidades vão desde superfaturamento na compra de combustíveis, mais de R$ 23 mil de despesas realizadas sem comprovação; mais de R$ 170 mil em compras de produtos não licitados, alimentos comprados em quantidade inferiores as necessidades dos alunos e compra de alimentos superiores as estipuladas nos cardápios.

Zirleide citou como exemplo a compra de meia tonelada (576 quilos) de alho a mais do que a prevista no cardápio elaborado pelas nutricionistas da própria prefeitura. “Nem mesmo se fosse para combater uma infestação de vampiros precisaria de tanto alho em Arcoverde”.

De acordo com a parlamentar, as três auditorias realizadas pela Controladoria Geral da União no âmbito da Secretaria de Educação da prefeitura de Arcoverde referem-se aos anos de 2013, 2014, 2015 e 2016.

“São irregularidades de toda forma. Danos ao erário público de toda ordem e valores. Uma verdadeira bomba que mesmo após os relatórios da CGU a prefeitura tentou responder. Respondeu alguns, mas as irregularidades foram constatadas e os danos ao erário, ao dinheiro do povo, ao dinheiro dos seus impostos que deveria estar levando uma alimentação adequada as necessidades dos alunos, infelizmente não estava”, disse a vereadora Zirleide em sua fala na sessão de ontem.

“Tem irregularidade no transporte dos alunos. Tem comida que dizem que compraram, mas nas escolas não tem a comprovação que chegaram. É uma série de absurdos que, infelizmente, demonstra que a educação é sim prioridade, mas não para os alunos”. Ela concluiu dizendo que nas próximas sessões vai detalhar cada mazela identificada pela CGU do governo Madalena a quem denominou de “governo das falsas propagandas”.