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Nicinha falta a debate e Flávio diz que Dinca “se esconde por trás dela”

Por Nill Júnior

O primeiro Super Debate com candidatos à prefeitura de Tabira virou uma sabatina com o candidato do PT, Flávio Marques. Como especulado, a candidata emedebista, que já não havia participado de nenhum embate em 2016, não compareceu.

Apesar de informar que emitiria nota, a assessoria apenas comunicou sua ausência. Sem Nicinha, a imagem mais explorada por Flávio Marques foi do púlpito vazio sem a candidata do MDB. “Dinca se esconde atrás da esposa”, disse Flávio. Como acordado, o debate virou sabatina. Flávio respondeu perguntas do moderador, de ouvintes, do blogueiro Júnior Finfa e do grupo Fé e Política, da Diocese de Afogados da Ingazeira.

Flávio adotou a estratégia se  se colocar como “o novo” para Tabira, descolando de problemas da gestão Sebastião Dias, mas valorizando o que entende ter sido positivo. Destacou sua experiência na gestão da guarda municipal e na Secretaria de Administração.

Sobre as polêmicas, negou ter votado em Bolsonaro pra presidente e disse não aprovar o teor do áudio vazado entre Edgley Freitas, coordenador da campanha e Cléo Diniz, candidata a vereadora, com esquema de atendimento a demandas de ouvintes.

E voltou a atacar Nicinha e Dinca dizendo que enganou a população dizendo que seria candidato, que esconde patrimônio ao declarar não ter bens. Lembrou a polêmica do frango, acusando Nicinha de levar frango da merenda para sua casa. “Agora vai levar a feira toda”.

Se comprometeu com a pauta apresentada pelo grupo Fé e Política, através do Padre Luiz Marques Ferreira, de enfrentar a degradação do meio ambiente, resíduos no rio e funcionamento do Conselho do Meio Ambiente. Culpou Dinca por não executar o projeto de saneamento.

Uma das áreas mais atacadas do ciclo de governo do qual Flávio fez parte foi a saúde, como no caso dos partos não realizados na gestão municipal. Flávio se defendeu atacando e destacou que terá um trabalho em conjunto com o médico Josete Amaral. E taxou de erro histórico desvincular a unidade do Estado em 1995.

Campanha de Nicinha recorre a Fake News para justificar ausência: um card da candidata Nicinha de Dinca diz  que as regras não teriam sido debatidas.  Em negrito no convite entregue à Coligação, a emissora se colocou a disposição para tirar dúvidas sobre o formato, rigorosamente equitativo, o que ocorreria em reunião dia 28/10 às 16h na sala de reuniões da Rádio Pajeú. Não houve presença de nenhum representante ou objeção ao formato.

Em outro texto aberto, ela diz que a Cidade FM é ligada à Flávio. Mas a emissora apenas se dispôs a retransmitir, com toda a organização da Rádio Pajeú. A Rádio Pajeú, lamentou em nota a ausência, mas se disse obrigada a respeitar a decisão da candidata. “O interesse da Fundação e emissora é debater os temas aproveitando o momento do processo, sem a possibilidade de uma campanha convencional” .

Por fim, no curso da tarde, tentou criar Fake News de que não foi convidada e de que vai responsabilizar a emissora. Faltar a debate, emudecer ao chamamento democrático é um direito. Agredir instituições sérias, não. Candidatos são representantes de coligações, de campanhas eleitorais.

A Rádio Pajeú contratou profissional especificamente para entrega dos convites e protocolo da entrega. Não há obrigação legal de entregar de forma personificada a candidato quanto a Coligação, campanha, departamento Jurídico que o representa é oficializado. As assessorias são formalizadas justamente porque é esse staff que, representando o(a) candidato(a), participa das discussões sobre formato e na preparação para o evento.

No mais, é de domínio público que Nicinha, uma esposa alçada a candidata pelo impedimento legal do esposo, tem como uma das dificuldades a verbalização em entrevistas e debates, fruto de sua timidez, o que é absolutamente compreensível para quem não é do meio, como o marido. Em 2016 ficou marcada pelas ausências e pelo episódio da “entrevista digitada” na Cidade FM, quando, num jogo aparentemente combinado, recorria a respostas digitadas a cada pergunta do apresentador. Em uma delas, trocou a resposta e o episódio gerou gozação dos adversários. Algo que merece ser lamentado a partir da decisão de quem a coloca numa condição dessas.

Dentre os cards apresentados nas redes sociais tentando em vão desqualificar a Rádio Pajeú, havia perguntas que a candidata dizia dirigir ao adversário. Teve tempo para pergunta, resposta, réplica e tréplica em um encontro amplamente divulgado, de conhecimento público, com protocolo assinado e recebido por sua campanha, para fazer boa parte delas. Mas ao contrário, tenta responsabilizar quem lhe deu o legitimo direito de fazê-las olhando para o candidato que queria questionar. Vai entender…

Outras Notícias

Prefeita de Tabira tem agenda com Secretária de Saúde

Nesta sexta-feira (31), a prefeita de Tabira, Nicinha Melo, juntamente com a secretária municipal de Saúde, Genedy Brito, e a assistente em Saúde, Elis Fragoso, participaram de uma reunião com a secretária Estadual de Saúde, Zilda do Rego Cavalcanti.  Na oportunidade, apresentaram as demandas do município, especialmente em relação à reabertura do centro cirúrgico do […]

Nesta sexta-feira (31), a prefeita de Tabira, Nicinha Melo, juntamente com a secretária municipal de Saúde, Genedy Brito, e a assistente em Saúde, Elis Fragoso, participaram de uma reunião com a secretária Estadual de Saúde, Zilda do Rego Cavalcanti. 

Na oportunidade, apresentaram as demandas do município, especialmente em relação à reabertura do centro cirúrgico do Hospital Dr. Luiz José da Silva Neto.

A prefeita destacou a importância da reunião e agradeceu a secretária pelo compromisso com o município. 

“Essa reunião foi muito produtiva, pudemos apresentar nossas demandas e buscar soluções para melhorar a saúde em Tabira. Agradeço à Secretária Estadual de Saúde pela atenção e pelo compromisso com a nossa cidade”, disse a prefeita.

Prefeitura de Serra diz que Festa de Setembro custou R$ 1.379.513,00

Custo para os cofres do município foi de R$ 697.593,00  Em nota, a Prefeitura de Serra Talhada revelou os custos da Festa de Setembro. No texto, destaca que SESC, Fundarpe, Empetur, grupos culturais de municípios da região, e uma grande quantidade de pequenas, médias e grandes empresas, que patrocinaram a Festa de Setembro, apostaram no evento […]

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Custo para os cofres do município foi de R$ 697.593,00 

Em nota, a Prefeitura de Serra Talhada revelou os custos da Festa de Setembro. No texto, destaca que SESC, Fundarpe, Empetur, grupos culturais de municípios da região, e uma grande quantidade de pequenas, médias e grandes empresas, que patrocinaram a Festa de Setembro, apostaram no evento “que atraiu milhares de turistas de todas as partes de Pernambuco e de estados vizinhos, movimentando significativamente a economia local”.

Para a secretária de Finanças do Município, Cibeli Almeida, o fator determinante para a realização de um evento foi o planejamento realizado. “Nós nos preparamos para a Festa, soubemos economizar um pouquinho de cada canto e buscar parcerias para que tudo desse certo. E o sucesso é fruto desse trabalho planejado que temos feito na gestão.”

De acordo com Cibelli, o município arrecadou a importância de R$ 681.920,00 (seiscentos e oitenta e um mil novecentos e vinte reais), entre patrocínios, apoio em serviços, doação de produtos e rendas arrecadadas. A secretária ressaltou ainda que o Governo de Pernambuco e o SESC apoiaram o evento por meio de atrações musicais e culturais.

No tocante às despesas, a festa teve um custo total de R$ 1.379.513,00 (um milhão trezentos e setenta e nove mil e quinhentos e treze reais), referentes a toda a infraestrutura, serviços e atrações dos dois polos.

Restando, portanto, o custo para os cofres do município a quantia de R$ 697.593,00 (seiscentos e noventa e sete mil e quinhentos e noventa e três reais).

A secretária informou que a resposta foi enviada, tempestivamente, para a Câmara de Vereadores, atendendo a solicitação feita pelo Poder Legislativo, por meio de requerimento do Vereador Leirson Magalhães.

Os valores gastos na festa estavam sendo cobrados pela oposição e imprensa. O Secretário de Transportes, Sebastião Oliveira foi um dos mais críticos aos gastos.

Também havia questionamento sempre que surgia um fato ligado à gestão Luciano Duque relacionado ou tendo como justificativa a crise. Se ouvia o clássico “pra isso não tem dinheiro mas para festa…”

Solidão inicia atendimento em cardiologia

O município de Solidão iniciou, em fevereiro de 2026, os atendimentos da OCI em cardiologia, por meio do PMAE – Programa Mais Especialidades. O serviço começou oficialmente na quinta-feira (12), no Centro de Especialidades, ampliando o acesso da população ao cuidado especializado com a saúde do coração. O cardiologista Antônio Godê é o profissional responsável […]

O município de Solidão iniciou, em fevereiro de 2026, os atendimentos da OCI em cardiologia, por meio do PMAE – Programa Mais Especialidades. O serviço começou oficialmente na quinta-feira (12), no Centro de Especialidades, ampliando o acesso da população ao cuidado especializado com a saúde do coração.

O cardiologista Antônio Godê é o profissional responsável pelos atendimentos, que passam a ocorrer duas vezes ao mês. No primeiro dia de consultas, o prefeito Mayco Araújo esteve no local acompanhado da diretora do hospital, Mônica Lima, e do secretário municipal de Saúde, Damina Alves, marcando o início do novo serviço no município.

A presença do especialista é considerada fundamental diante do aumento das doenças cardiovasculares, que estão entre as principais causas de morte no Brasil e no mundo. Problemas como hipertensão, infarto, arritmias e insuficiência cardíaca podem ser prevenidos e controlados quando diagnosticados precocemente.

“Com o atendimento especializado mais próximo da população, o município fortalece a prevenção, amplia o acompanhamento clínico e contribui para a melhoria da qualidade de vida, reduzindo complicações e internações decorrentes de doenças cardíacas”, destaca a assessoria de comunicação.

Os atendimentos ocorrem mediante encaminhamento da Atenção Básica, e os agendamentos são realizados na Secretaria Municipal de Saúde.

Geraldo Julio vê momento de construir candidatura de Joaquim Barbosa

Do Blog de Jamildo Após o PSB filiar o ex-ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Joaquim Barbosa com a intenção de se candidatar à presidência da República, o prefeito do Recife, Geraldo Julio, primeiro-secretário nacional do partido, avalia o momento como de construção do nome dele na disputa deste ano. O socialista foi entrevistado pelo […]

Foto: Sérgio Bernardo/JC Imagem

Do Blog de Jamildo

Após o PSB filiar o ex-ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Joaquim Barbosa com a intenção de se candidatar à presidência da República, o prefeito do Recife, Geraldo Julio, primeiro-secretário nacional do partido, avalia o momento como de construção do nome dele na disputa deste ano. O socialista foi entrevistado pelo cientista político Antônio Lavareda no programa 20 minutos, da TV Jornal, deste sábado (14). “O tempo agora é de discutir a candidatura a presidência da República. Ela precisa ser construída tanto pelo Joaquim Barbosa quanto pelo partido, para que seja viável”, afirmou.

“A gente recepcionou uma pessoa que tem uma história de vida muito bonita, uma história de luta. Uma pessoa que conquistou na sua vida particular e profissional muitas coisas, chegou a ser ministro do STF. É uma pessoa que tem um valor”, defendeu Geraldo Julio. “E que a partir de agora vai demonstrar sua disposição de ser candidato a presidente da República e seu desejo de governar o país e transformá-lo para melhor. E combater a desigualdade. Ele que conhece a pobreza”.

Para o prefeito, agora Joaquim Barbosa deverá conversar com o partido, apresentando suas ideias. “O PSB, de maneira democrática, recepcionou. E vai agora, junto com o Joaquim Barbosa, analisando mês a mês essa possibilidade”, disse o prefeito.

Reeleição de Paulo Câmara

Geraldo Julio defendeu a candidatura à reeleição do governador de Pernambuco, Paulo Câmara, e voltou a criticar a oposição a ele. “Além do governo, politicamente também, o governador sai fortalecido”, afirmou. “A coligação hoje certamente está acima de 15 partidos”, calculou.

O prefeito voltou a apontar como “palanque de Temer” a oposição liderada por Armando Monteiro Neto (PTB), Bruno Araújo (PSDB), Fernando Bezerra Coelho (MDB) e Mendonça Filho (DEM). “O que eu observo é uma certa desorganização da oposição. Eu falo desencontro porque me parece que já aconteceram quatro atos ou encontros que, pela cobertura que a imprensa faz, mostra um certo desânimo e ainda nenhuma definição. As convenções devem acontecer a pouco menos de quatro meses e as oposições não conseguiram se viabilizar, nem tem um projeto para Pernambuco”, afirmou.

Em meio a uma briga do ex-socialista Fernando Bezerra para levar da base de Paulo Câmara o MDB, disputando o comando do partido com o vice-governador Raul Henry, Geraldo Julio criticou o ex-aliado. “A saída de FBC é marcada por uma decisão que ele tomou de apoiar o Temer. Realmente, não tinha como ficar. Para apoiar Temer, tinha que estar na oposição a Paulo. Porque o tipo de governo que está se fazendo lá em Brasília é um tipo de governo que a gente não concorda. Nós somos oposição”, disse. “Lá em Brasília, as notícias para a população, sobretudo as mais pobre, são cada vez piores. E Fernando aderiu a isso. E se juntou com um grupo que aderiu a isso.”

Fiocruz e Butantan recebem insumos e retomam produção de vacinas contra Covid

Folhapress A Fundação Oswaldo Cruz e o Instituto Butantan receberam novas remessas do IFA (insumo farmacêutico ativo) e estão retomando a produção de vacinas contra o novo coronavírus, que estava parada há dias pela falta de matéria-prima. No caso da Fiocruz, o insumo chegou no último sábado (22) e a fabricação voltou a ocorrer nesta […]

Folhapress

A Fundação Oswaldo Cruz e o Instituto Butantan receberam novas remessas do IFA (insumo farmacêutico ativo) e estão retomando a produção de vacinas contra o novo coronavírus, que estava parada há dias pela falta de matéria-prima.

No caso da Fiocruz, o insumo chegou no último sábado (22) e a fabricação voltou a ocorrer nesta terça-feira (25), após cinco dias de paralisação. Já o Butantan recebeu um novo lote nesta terça e deve retomar o envase imediatamente, após 11 dias de interrupção, em um processo que deve durar de 15 a 20 dias.

O laboratório do Rio de Janeiro entregou até agora 41,1 milhões de doses do imunizante desenvolvido pela AstraZeneca e pela Universidade de Oxford ao Programa Nacional de Imunização (PNI) e pretende produzir mais 63 milhões até julho. No segundo semestre, quer começar sua produção própria.

O laboratório de São Paulo, por sua vez, já enviou ao Ministério da Saúde 47,2 milhões de unidades da Coronavac, cumprindo o que estava previsto em um primeiro contrato. Agora trabalha para completar as 54 milhões de doses referentes ao segundo contrato, totalizando 100 milhões de vacinas.

O Brasil conta ainda com um terceiro imunizante, da Pfizer, mas ele ainda tem um número muito pequeno de doses disponíveis e um cronograma de entrega mais lento (cerca de 15 milhões de unidades no primeiro semestre).

Os insumos que chegaram recentemente permitirão à Fiocruz produzir mais 12 milhões de doses. Com isso, estão garantidas as entregas semanais dessa vacina até o dia 3 de julho, com a fabricação assegurada até a terceira semana de junho, sem novas pausas. 

O intervalo entre a produção e o envio é explicado pelo fato de amostras de cada lote terem que ficar por 14 dias em uma estufa a 37°C, para garantir a esterilidade. A fabricação estava parada desde quinta (20) porque houve um rápido escalonamento dos envases, com 1 milhão de doses processadas por dia atualmente, e as remessas da matéria-prima foram consumidas antes do tempo previsto.

De acordo com a fundação, a interrupção temporária não teve impacto até agora nas entregas, que são feitas sempre às sextas-feiras. “Caso haja impacto, isso será avaliado e comunicado mais à frente”, informou em notas na última semana.

Já o Instituto Butantan conseguirá fabricar 5 milhões de doses da Coronavac com os 3.000 litros de IFA que recebeu nesta terça da biofarmacêutica Sinovac. A aeronave saiu de Pequim na segunda (24) e fez escala em Amsterdam antes de pousar em São Paulo. A matéria-prima passará pelos processos de envase, rotulagem, embalagem e por um rígido processo controle de qualidade para que a vacina seja entregue ao PNI, o que poderá levar de 15 a 20 dias.

Até o final de setembro, o instituto pretende terminar sua nova fábrica, permitindo, a partir de dezembro, a produção das primeiras doses de Coronavac sem necessidade de importação do insumo. O local terá capacidade para fabricar 100 milhões de doses do imunizante por ano.