Neto de Inocêncio começa a encarar vida de candidato. Vai precisar do “Guia Jessier Quirino”
Por Nill Júnior
Victor ouvindo pacientemente Geni Pereira em foto divulgada por grupos de WhattsApp: tá só começando...
Victor ouvindo pacientemente Geni Pereira em foto divulgada por grupos de WhattsApp: tá só começando…
Em Serra Talhada, Victor Oliveira (PR) começou , aos 25 anos, a encarar o que chamamos de “vida de candidato”, mesmo ainda sendo chamado de pré. O formado como administrador de empresas e neto de Inocêncio Oliveira esteve em reunião com lideranças comunitárias de Serra Talhada .
Com ele, algumas raposas da política, como Carlos Evandro e Geni Pereira, além de vereadores e Allan Pereira, que preside a legenda no município. Victor vai perceber como vida de candidato é estafante. Ao mesmo tempo, curiosamente envolvente, já que não faltam mãos para o andor da política.
Recomenda – se ao jovem ler o guia do candidato pelo texto de Jessier Quirino: “Engolir muita ‘rimunheta’ de cabra falso, ‘felaputista’ e pidão, ficar refém da língua do povo, Gritar aleluia em igreja pegue e pague, alegrar sessão espírita, assistir meia missa e sair comungado, batizar menino feio com o nome de Desmenielirson Jerry, aplaudir discurso desvirgulado, sem rumo e sem ponto final, aturar gente furona e desconhecida dentro de casa”, dentre outras atribuições que ele pode ler aqui.
Victor divide opiniões entre quem ache que foi a melhor alternativa diante da desistência de Fonseca Carvalho e quem o vê como alguém que não conseguirá decolar. Importante destacar que ele tem um lastro que pode fortalecer a primeira opção. Gostem deles ou não, não se podem desprezar juntos num mesmo palanque Inocêncio, Sebastião, Geni e Carlos Evandro.
O vice-prefeito de Arcoverde, Israel Rubis, cutucou o prefeito Wellington Maciel em sua rede social Ele fez um post o comparando ao personagem da novela Mar do Sertão, o Prefeito de Canta Pedra, cidade fictícia, Sabá Bodó. O prefeito da novela só pensa em se perpetuar no poder e, ao modo caricato sertanejo, faz de […]
O vice-prefeito de Arcoverde, Israel Rubis, cutucou o prefeito Wellington Maciel em sua rede social
Ele fez um post o comparando ao personagem da novela Mar do Sertão, o Prefeito de Canta Pedra, cidade fictícia, Sabá Bodó.
O prefeito da novela só pensa em se perpetuar no poder e, ao modo caricato sertanejo, faz de tudo pra isso.
Ele marca a cidade de Arcoverde e ironiza: “da ficção para a vida real. Entendedores entenderão”.
Rubis assumiu a vice-prefeitura após ser tratado como aliado de ouro na campanha em Arcoverde, com uma das eleições mais acirradas da história contra Zeca Cavalcanti.
LW venceu o pleito com apenas 2,23% de diferença e teve dificuldade em assumir depois de um bom embate jurídico, acusado de uso da máquina e outros questionamentos.
Rubis recebeu uma pasta estratégica na área de obras na cidade. Começou a desenvolver um bom trabalho e, dizem as más línguas, gerou ciumeira a ponto de ter suas asas cortadas, com uma decisão que tirou protagonismo da pasta. Acabou acusando Wellington de traição e deixou a pasta, indo para a oposição.
Melhor do que receber títulos, somente a graça de merecê-los. Por Mariana Teles* O Pajeú acompanhou na última semana a divulgação de um Projeto de Lei de autoria do Deputado Estadual Antônio Moraes (PSDB) que torna Tabira a Capital Estadual da Poesia. Ponderar a grandeza cultural que Tabira gera e alimenta é redundância. Tabira é […]
Melhor do que receber títulos, somente a graça de merecê-los.
Por Mariana Teles*
O Pajeú acompanhou na última semana a divulgação de um Projeto de Lei de autoria do Deputado Estadual Antônio Moraes (PSDB) que torna Tabira a Capital Estadual da Poesia. Ponderar a grandeza cultural que Tabira gera e alimenta é redundância. Tabira é mãe de inspirados poetas e de fato, vive uma atmofera de cultura popular que vai das urnas aos palcos.
No entanto, o País Pajeú – que reúne 17 cidades no eixo que respira a poesia popular – parecia já haver superado o obsoleto debate de quem é berço, quem é ventre, e quem é capital da poesia. Discussão que jamais colaborou com a valorização institucional da cultura popular e que atrasou a integração de uma região que unida é bem maior em arte e em trabalho.
A pirotecnia política de um projeto de lei dessa natureza fere de morte a arte que é produzida em todas as outras cidades. Não é hora de discutir quem gerou mais poetas, onde reside mais cantadores, muito menos qual a cidade que merece o título. A legitimidade de região da poesia foi conferida pela história. É uma legitimidade secular e corroborada pelo povo. Não pode nem vai ser revogada em projeto de lei.
Somos, enquanto pajeuzeiros e produtores do belo, invisíveis aos olhos políticos quando o assunto é investimento. Quando agonizamos na ânsia de elaborar um plano de política cultural reconhecido pelo estado e que contemple cada cidade. Não vejo a Assembleia Legislativa de Pernambuco empenhar nenhum esforço na hora de reconhecer que existe uma região que exportou gênios e continua a fomentar espontaneamente a formação cultural de milhares de jovens.
Não é proposto nenhum projeto de lei que reconheça a contribuição do Pajeú na formação da história e da identidade do povo pernambuco. Não existe no Palácio das Princesas uma porta aberta quando o assunto é discutir e investir na cultura sertaneja.
É esse tipo de Projeto de Lei que o Pajeú precisa.
É o título de Região que reconhece e valoriza os artistas e os produtores culturais que nós ansiamos ter.
Muito do potencial, inclusive econômico, da nossa terra poderia ser elevado pela gestão cultural responsável e estruturada que carecemos, mas quando finalmente um olhar político resolve nos enxergar, o que consegue propor é o retorno de um debate pequeno e que envergonha o patamar cultural que a região conquistou.
Tabira é a terra da tradições. Mãe do patrimônio vivo Dedé Monteiro. Elegeu por duas vezes um poeta repentista para o executivo municipal. Mas compreendo, que eleger uma cidade que apesar de indiscutível destaque no cenário cultural não é exceção de uma região é simplesmentw fechar os olhos para outras 16 que com ou sem título, fomentam, aquecem e imprime os valores da poesia na formação dos seus cidadãos. Tabira não é a exceção do Pajeú no tocante a poesia popular.
Nós precisamos de integração. De uma política cultural que compreenda e valorize as diversas potencialidades da nossa região de forma paritária. Que integre cidades e projetos numa só bandeira, num só projeto.
Tenho absoluta certeza que não é projeto de lei de Deputado Estadual, que por ser votado em determinado município do Pajeú, vai arrancar a legitimidade que a história já concedeu a um povo e a uma região.
Enquanto os olhos políticos estiverem concentrados em faturar politicamente em cima da cultura, a causa poesia popular será manuseada como objeto de adorno e bravata partidária, longe da reverência justa que merece.
Não precisamos de mais títulos. Nossos títulos foram construídos no empenho de dezenas de cantadores de viola que elevaram o nome da nossa região Brasil a fora. Nosso título nasceu com Os irmãos Batistas (que só deletaram sentimentos e acumularam fãs), com Rogaciano Leite, Zeze Lulu, Job Patriota, Ze Catota, João Paraibano e diversas estrelas que compõe a constelação Pajeú.
Nosso título continua sendo legitimado. A safra nova não decepciona e se multiplica com uma força e uma rapidez que parece o embalo de uma martelo a desafio ou de um galope a beira mar.
O título que o Pajeú precisa não é eleger uma Capital. É reivindicar investimento para fortalecer a integração com cada uma cidade irmã. Nós somos Tabira, São José, Tuparetama, Itapetim, Solidão, Carnaíba, Quixaba, Serra Talhada, Triunfo, Ingazeira, Afogados da Ingazeira, Santa Terezinha, Calumbi, Santa Cruz da Baixa Verde, Iguaracy. Nós somos a poesia.
Somos um só povo, uma só arte e uma só história.
O capital que precisamos não é no sentido de cidade, é no sentido de recurso. Só assim seremos do tamanho do que produzimos. Integrados e exportando para o mundo a poesia popular em todas as suas dimensões.
*Mariana Teles é pajeuzeira, poetisa, escritora, advogada e Assessora Jurídica da Assembleia Legislativa da Paraíba.
A Exposerra 2014, uma das maiores feiras de negócios do estado de Pernambuco e do País, organizada pela Câmara de Dirigentes Lojistas (CDL) será realizada entre os dias 17 e 19 de julho, em Serra Talhada. O tema será “Exponha sua empresa na Feira da Indústria e Comércio de Serra Talhada – porta aberta para os […]
A Exposerra 2014, uma das maiores feiras de negócios do estado de Pernambuco e do País, organizada pela Câmara de Dirigentes Lojistas (CDL) será realizada entre os dias 17 e 19 de julho, em Serra Talhada.
O tema será “Exponha sua empresa na Feira da Indústria e Comércio de Serra Talhada – porta aberta para os grandes negócios”. O evento vai contar com desfiles, rodadas de negócios e atrações culturais. Serão mais de cem expositores, distribuídos em 250 estandes.
Os shows serão comandados por Gabriel Diniz e a Banda Magníficos no dia 17, Bonde Do Brasil e Garota Safada no dia 18 e Arreio de Ouro, Bruno e Marrone no dia 19.
Blog acompanha : por mais um ano, o blog estará presente na maior festa do comércio e indústria serra-talhadense, com um estande padronizado para a cobertura de todo o evento.
O prefeito e candidato à reeleição Ângelo Ferreira (PSB) lidera as intenções de voto para prefeito de Sertânia, no Moxotó, de acordo com pesquisa do Instituto Múltipla, parceiro desse blog. Ele tem na pesquisa estimulada, em que são oferecidas as opções para o eleitor 66,7% das intenções de voto. Luiz Abel, do DEM, tem 17%. […]
O prefeito e candidato à reeleição Ângelo Ferreira (PSB) lidera as intenções de voto para prefeito de Sertânia, no Moxotó, de acordo com pesquisa do Instituto Múltipla, parceiro desse blog.
Ele tem na pesquisa estimulada, em que são oferecidas as opções para o eleitor 66,7% das intenções de voto. Luiz Abel, do DEM, tem 17%. Votos brancos e nulos somam 6,3%. Indecisos são 8,5%. Não opinaram 1,5%.
Na pesquisa espontânea, em que não são oferecidas as opções para o eleitor, Ângelo tem 55,9%. Nesse cenário, Luiz Abel tem 12,6%. Brancos e nulos são 7%. Indecisos são 13% e não opinaram 11,5%.
O item rejeição também dá um indicativo importante. Dizem não votar de jeito nenhum em Luiz Abel 58,9% dos eleitores. Já a rejeição de Ângelo Ferreira é de 21,9%.
EstimuladaEspontâneaRejeição
Segundo costuma avaliar o Diretor do Instituto, Ronald Falabella, um gestor candidato à reeleição com mais de 70% de aprovação tem amplas possibilidades de ser reeleito. Esse é um dos fatores que favorecem Ângelo.
Quando a população é perguntada se aprova ou não o governo, ele tem 78,9% de aprovação contra 15,2% que desaprovam. No total, 5,9% não opinaram. Chamada a classificar a gestão, 25,6% a consideram ótima, 43,3% boa, 20,7% regular. Apenas 4,4% ruim, 4,8% péssimo e 1,1% não opinaram.
Aprovação de GestãoClassificação de Gestão
A pesquisa foi registrada com o número de identificação PE-06026/2020. Foram 270 entrevistas realizadas dia 15 de outubro. A margem de erro é 6,0% para mais ou para menos, com intervalo de confiança de 95%.
Nome da entidade que realizou a pesquisa: André Cavalcante Falabella LTDA. Nome de fantasia: Instituto de pesquisa Múltipla. Nome do contratante: André Cavalcante Falabella LTDA. Nome de fantasia: Instituto de pesquisa Múltipla. Observação: A soma das respostas que não totalizarem 100% são decorrentes de arredondamento do programa.
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