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Múltipla afere cenário em Arcoverde

Por Nill Júnior

Mantendo a tradição e a exitosa parceria de várias eleições, o Instituto Múltipla, em parceria com o blog, traz nesta segunda, dia 10, meio dia, o cenário sucessório em Arcoverde,uma das cidades mais importantes do estado.

Na cidade, são colocados como nomes que protagonizam o debate os ex-prefeitos Madalena Britto (PSB) e Zeca Cavalcanti (Podemos). Mas a pesquisa buscará responder algumas questões: por exemplo, qual o impacto da candidatura do prefeito Wellington Maciel, caso decida se manter no jogo à reeleição.

Também o fato novo da pré-campanha, o lançamento da pré-candidatura de João do Skate, pela ala conservadora do município, e qual seu impacto no processo eleitoral.

A pesquisa eleitoral será divulgada pelo Blog Nill Júnior em parceria com o Panorama PE e o Falando Francamente, e está registrada sob o número PE-00938/2024.

Em Arcoverde,  em 2020, o Múltipla cravou o resultado eleitoral,  com a virada de Wellington Maciel sobre Zeca Cavalcanti.  Inclusive acertou os números na inédita pesquisa boca de urna divulgada no dia do pleito.

Outras Notícias

Acidente na PE-320 mata iguaraciense Nogueirinha

Ele era filho do ex-vereador de Iguaracy, Zé Nogueira Atualizado às 22h15 Na tarde deste sábado (21), um choque frontal entre uma Saveiro, e uma D-20 (modelo antigo), nas proximidades da entrada do povoado da Varzinha vitimou José Nogueira de Carvalho Filho, 45 anos, o Nogueirinha. Ele era filho do ex-vereador de Iguaracy, Zé Nogueira, […]

Ele era filho do ex-vereador de Iguaracy, Zé Nogueira

Atualizado às 22h15

Na tarde deste sábado (21), um choque frontal entre uma Saveiro, e uma D-20 (modelo antigo), nas proximidades da entrada do povoado da Varzinha vitimou José Nogueira de Carvalho Filho, 45 anos, o Nogueirinha.

Ele era filho do ex-vereador de Iguaracy, Zé Nogueira, que morreu no dia 22 de janeiro de 2021 em decorrência de um Infarto Fulminante. Ele tinha 66 anos e foi vereador por dois mandatos.

Vídeos que circulam nas redes sociais mostra a Saveiro onde estava Nogueirinha e seu irmão Max Karll (conhecido por Kaká), com a frente totalmente destruída. No vídeo também dá pra perceber que Kaká estava acordado, mas demonstrando desorientação.

Kaká foi socorrido ao Hospital Regional Emília Câmara, em Afogados da Ingazeira e encaminhado para o Recife, seu estado de saúde é considerado grave.

Nogueirinha morreu no local do acidente, seu corpo sepultado neste domingo (22), o horário ainda não foi definido.

O prefeito de Iguaracy, Zeinha Torres e a Câmara Municipal lamentaram a morte de Nogueirinha:

Não há dor maior do que ter de dizer adeus a um amigo. Nem há saudade tão eterna como aquela que nasce com o luto.

Por isso oro a Deus para que conceda conforto e força nesta hora tão difícil a todos os familiares e amigos. Recebam as minhas sinceras condolências

 Zeinha Torres – Prefeito de Iguaracy

A Câmara Municipal de Iguaracy, em nome de todos os vereadores que compõem o parlamento do município, registra os votos de extremo pesar pelo falecimento do Sr. José Nogueira de Carvalho Filho, o qual é filho do ex Vereador José Nogueira (in Memorian).

Diante da perda de um conterrâneo, o Poder Legislativo Iguaraciense, na pessoa do Presidente Francisco Torres Martins (Chico Torres), e todos vereadores externa suas condolências a família enlutada e roga a Deus para que conforte a todos.

Câmara de Vereadores de Iguaracy

“Temos um arquivo colossal”, diz editor do Intercept

Editor-executivo do “The Intercept Brasil”, Leandro Demori afirma em entrevista exclusiva ao O POVO que os arquivos obtidos pelo site jornalístico sobre diálogos entre o ex-juiz Sergio Moro e o procurador Deltan Dallagnol contêm “centenas e centenas” de áudios, mensagens e vídeos. Neles, antecipa o jornalista, as evidências revelam uma zona cinzenta da maior operação […]

Editor-executivo do “The Intercept Brasil”, Leandro Demori afirma em entrevista exclusiva ao O POVO que os arquivos obtidos pelo site jornalístico sobre diálogos entre o ex-juiz Sergio Moro e o procurador Deltan Dallagnol contêm “centenas e centenas” de áudios, mensagens e vídeos. Neles, antecipa o jornalista, as evidências revelam uma zona cinzenta da maior operação de combate à corrupção da história do País: a Lava Jato. De acordo com Demori, “não há dúvida em relação à autenticidade” dos arquivos que vêm causando estupor no País.

O POVO – Há uma quase ansiedade em relação aos próximos capítulos da série Vaza Jato, do “The Intercept Brasil”. Qual é a real dimensão do conteúdo que vocês têm em mãos?

Leandro Demori – A gente não está falando sobre o tamanho do arquivo. Não posso responder isso. O que posso dizer é que é um arquivo muito grande, um arquivo colossal, e que foram centenas e centenas de diálogos de grupos e de situações. Estamos falando aí de anos, praticamente a maior parte dos anos da Operação Lava Jato. É realmente muito grande, já fizemos um sobrevoo até agora, já conseguimos mergulhar um pouco mais, mas é um trabalho de longo prazo. É uma maratona, não é uma corrida de 100 metros.

OP – Há prognóstico de novos conteúdos ainda nesta semana?

Demori – O Intercept não está falando nem quais são as próximas matérias nem quais são as próximas pessoas diretamente envolvidas, não está divulgando prazos ou datas. Não fizemos isso. Não estamos fazendo isso para evitar especulações, porque é um assunto delicado que trata de interesses públicos e que mexe com muita coisa. O que fizemos nesta semana foi publicar os contextos dos fatos de uma das reportagens, que era aquela reportagem que mostrava os diálogos do ex-juiz Sergio Moro e do procurador Deltan Dallagnol.

OP – Adotou-se uma postura, comum ao Intercept, que foi publicar na íntegra os diálogos com o contexto. Isso vai ser seguido nas próximas reportagens? Vão sempre publicar a integra dos conteúdos?

Demori – A gente vai publicar sempre tudo que for possível, mantendo a intimidade e a privacidade das pessoas, e mantendo também algumas histórias que eventualmente estejamos apurando. Essa é a estratégia.

OP – Até agora, uma parte dos veículos de imprensa deu mais importância à origem das mensagens e ao modo pelo qual elas foram obtidas do que propriamente ao conteúdo. Como avalia isso do ponto de vista jornalístico?

Demori – Olha, pra mim isso tudo é mau jornalismo. O que interessa mais à população brasileira, ou seja, o que tem maior interesse público nesse debate? É a isso que se diz jornalismo. Jornalismo é uma profissão que lida fundamentalmente com interesse público. A gente serve à sociedade. Portanto, jornalismo é um serviço. O que tem mais interesse público neste momento no País: saber como operaram procuradores e o juiz da maior ação de combate à corrupção da história do Brasil? Ou você ficar especulando se houve ataque hacker de celular de x, y ou z? Quem define a linha editorial a partir das especulações não está servindo ao interesse público. Se não serve ao interesse público, faz mau jornalismo. Os motivos, não sei.

OP – O senhor acha que cabia ao site, e de modo geral ao jornalista, essa preocupação com a origem da informação? Vocês, em algum momento, chegaram a se perguntar se deveriam ou não publicar esse conteúdo?

Demori – Nós não estamos falando sobre a nossa fonte, então não dá informação sobre isso. Mas, nesse caso, a gente adotou o mesmo padrão de qualquer outro caso, que é o mesmo padrão adotado pelo melhor jornalismo feito no mundo inteiro, que é: você recebe uma informação, um pacote de documentos, verifica a autenticidade e verifica se existe interesse público naquilo. A partir do momento em que os documentos são autênticos e são de interesse público, você faz uma apuração consistente em cima para não cometer nenhuma injustiça. E, depois, você leva isso a conhecimento público. É assim que se faz bom jornalismo no New York Times, no The Guardian, no Washington Post, no La Republica, no Le Monde Diplomatique e na melhor imprensa europeia e norte-americana. Então foi exatamente isso que a gente fez.

OP – Obviamente que vocês sabiam que aquele conteúdo era, e é, explosivo e provocaria um terremoto político em Brasília e na própria Operação Lava Jato. Vocês estavam preparados para esta repercussão, inclusive do ponto de vista jurídico?

Demori – A partir do momento em que a gente recebeu o material, e começou a avaliar o material, identificando a autenticidade dele, a gente entendeu que aquilo era algo muito grande e muito importante por se tratar de uma operação que, nos últimos anos, tomou conta do noticiário e mexeu muito com o cenário político, econômico e eleitoral. Uma operação que mexeu muito com a vida social do Brasil. Do emprego ao voto, foi isso que a Lava Jato fez, para o bem e para o mal. A gente sabia que aquilo teria impacto bastante relevante. Obviamente a gente se cercou de muitas precauções. O Intercept tem uma preocupação jurídica muito forte, porque a gente sabe que pode ser alvo de guerra jurídica. Estamos preparados para isso. Nossos advogados leram todas as matérias. Tínhamos muita preocupação de não usarmos palavras equivocadas e cometermos injustiças. E depois nós nos asseguramos de que o arquivo fosse resguardado num lugar seguro fora do País para que não sofresse tentativa de bloqueio de conteúdo, com o sequestro do arquivo. Ou que o arquivo fosse copiado, roubado ou caísse em mãos erradas, fazendo com que todas as informações que são privadas, de foro íntimo, que o Intercept não vai divulgar, causassem algum tipo de dano público à pessoa.

OP – A decisão de fazer a publicação seriada, ou por capítulos, se deve exclusivamente à extensão do conteúdo? Porque o País fica em suspenso aguardando as próximas revelações. Acha que isso cria um clima prejudicial ou é natural diante de uma tarefa desse tamanho?

Demori – A ideia é basicamente organizar a cobertura, não deixar que isso fique solto. A gente criou um sistema organizado, que as pessoas possam ter uma ideia de “timeline” também, que possam voltar e entender as histórias, que crie organização e não se perca nisso. A ideia de fazer desse jeito foi por causa disso.

OP – Quando receberam as informações, deve ter havido dúvida em relação à autenticidade do conteúdo. Nesse momento, vocês partiram para uma fase de checagem para saber se algumas informações correspondiam a atitudes e desdobramentos na Lava Jato?

Demori – A gente fez vários processos de checagem de autenticidade, um deles foi esse, de bater fases e datas que aconteceram na Operação Lava Jato na época. Para saber se o mundo real estava correspondido naquela massa gigantesca de chats e situações que seria impossível que alguém conseguisse fraudar aquilo com aquela riqueza de detalhes. Outra coisa: existe a voz de cada um dos personagens. A gente consegue identificar, é facilmente perceptível quem está conversando. E outra coisa é que não temos só chats, mas também áudios. Temos um monte de arquivos de áudios e vídeos. Centenas e centenas e centenas de áudios. Esses áudios não são falsificáveis. É impossível que alguém conseguisse falsificar, com a voz das pessoas envolvidas nesse processo, centenas e centenas. Eles estão ali para corroborar também a autenticidade. E, claro, tem a análise técnica. Existe uma forma de avaliar tecnicamente que esses arquivos têm uma autenticidade. Tanto garantimos, que quando as reportagens começaram a sair, nenhum dos envolvidos (ex-juiz, procurador e Lava Jato) colocou em dúvida a autenticidade do material. O atual ministro inclusive falou que não via nada de mais nas conversas. Não há dúvida em relação à autenticidade, e qualquer tentativa de voltar atrás nas opiniões é mero esforço de mudar a narrativa da história.

OP – Foi isso que o ministro e o procurador fizeram. Disseram que havia a possibilidade de que o hacker tenha feito enxertos ou adulterado uma ou outra declaração que estava contida ali. Acha que isso é uma mudança de narrativa de Moro e Dallagnol?

Demori – Eu vou responder com o que o ministro Sergio Moro falou, porque acho que mais claro do que isso é impossível. A gente colocou na nossa reportagem que ia deixar muito claro que o Intercept recebeu material muito antes de o ex-juiz declarar que seu celular tinha sido supostamente hackeado. Mesmo assim, quando Moro declara que seu celular foi hackeado, ele mesmo diz que nada foi subtraído do celular dele.

OP – Uma das consequências da divulgação das reportagens tem sido uma reação raivosa nas redes sociais. Como vocês avaliam os riscos, inclusive pessoais? Vocês têm recebido ameaças?

Demori – A redação do Intercept já recebe ameaças há bastante tempo. A gente trata de temas complexos. Basta lembrar que a gente fez uma grande cobertura do assassinato da vereadora Marielle Franco, fomos o primeiro veículo a apontar o envolvimento de milícias. Enfrentamos também um processo eleitoral bastante turbulento com ameaças constantes. A gente tem uma expertise nisso e estamos preparados.

OP – Que imagem surge da Lava Jato a partir do arquivo de vocês? Há uma fissura na imagem da força-tarefa?

Demori – O que dá pra saber até agora, pelas reportagens, é que a chave de leitura da Lava Jato mudou. E ela necessariamente precisa mudar. A partir das revelações que o Intercept trouxe, veem-se claramente muitas intenções por trás da operação que não estavam à luz do sol. Muita gente, antes do domingo passado, poderia ter convicções pessoais sobre a não isenção do ex-juiz Moro ou sobre exageros e passadas de linha dos métodos da força-tarefa, mas agora, à luz do que já foi publicado, percebe-se uma outra ótica de olhar a operação. Essa ótica é mais do mundo real, da vida real. Não é a ótica da linguagem burocrática, não é a ótica das entrevistas de paletó, não é a ótica dos microfones oficiais, não é a ótica das coletivas de imprensa. Agora temos uma ótica realmente de como operou a Lava Jato.

OP – É possível que haja outras menções a figuras do Judiciário ao longo dos próximos capítulos?

Demori – Para evitar especulações, a gente não pode falar. Não podemos. O que foi mostrado no programa do Reinaldo (Azevedo, na última quarta-feira) foi porque o ex-juiz Sergio Moro, que não contestou a autenticidade dos diálogos, disse que não via nada de mais naquele tipo de relacionamento. O que fiz foi trazer um trecho de pequeno diálogo entre Moro e Dallagnol citando um ministro do STF (Luiz Fux) para mostrar de novo para que a população julgue esse tipo de reação.

Ingazeira realiza reunião com beneficiários do Minha Casa Minha Vida nesta terça-feira

Primeira mão A Prefeitura de Ingazeira, em parceria com a Cooperativa Habitacional de Pernambuco (COOPERCASA), deu mais um passo na execução do Programa Minha Casa Minha Vida no município. Nesta segunda-feira (20), foi divulgada a lista de pré-convocação dos beneficiários selecionados, que já está disponível para consulta no mural informativo da Prefeitura e na Secretaria […]

Primeira mão

A Prefeitura de Ingazeira, em parceria com a Cooperativa Habitacional de Pernambuco (COOPERCASA), deu mais um passo na execução do Programa Minha Casa Minha Vida no município. Nesta segunda-feira (20), foi divulgada a lista de pré-convocação dos beneficiários selecionados, que já está disponível para consulta no mural informativo da Prefeitura e na Secretaria de Assistência Social.

Para dar continuidade ao processo, os representantes da COOPERCASA estarão em Ingazeira nesta terça-feira (21) para uma reunião com os pré-aprovados. O encontro acontecerá às 16h, no Salão Paroquial, e tem como objetivo orientar os beneficiários sobre os próximos passos e garantir a apresentação da documentação necessária.

De acordo com a Prefeitura, é imprescindível que os beneficiários compareçam ao encontro portando os seguintes documentos de todos os membros da família: RG, CPF, Folha Resumo, certidão de casamento ou nascimento, e comprovante de residência.

O prefeito Luciano Torres destacou a importância desse momento para as famílias de Ingazeira. “Este é um marco significativo para quem sonha com a casa própria. Estamos trabalhando para garantir que o processo seja transparente e que os selecionados tenham todo o suporte necessário”, afirmou.

O Programa Minha Casa Minha Vida tem como objetivo principal reduzir o déficit habitacional no país, oferecendo moradia digna para famílias de baixa renda. A parceria com a COOPERCASA reflete o compromisso da gestão municipal em buscar alternativas para melhorar a qualidade de vida da população de Ingazeira.

Os beneficiários pré-aprovados são convidados a comparecer ao evento para garantir o cumprimento das exigências do programa e avançar rumo à realização do sonho da casa própria.

Tadeu Alencar defende candidatura de Joaquim Barbosa

O deputado federal Tadeu Alencar, líder do PSB na Câmara a partir de junho, afirmou que a eventual candidatura do ex-ministro do STF Joaquim Barbosa pelo partido vem para somar às forças progressistas nas eleições presidenciais, e não pode ser considerado um fator de divisão do bloco. “Não me parece ter nenhuma contradição insuperável o fato […]

O deputado federal Tadeu Alencar, líder do PSB na Câmara a partir de junho, afirmou que a eventual candidatura do ex-ministro do STF Joaquim Barbosa pelo partido vem para somar às forças progressistas nas eleições presidenciais, e não pode ser considerado um fator de divisão do bloco.

“Não me parece ter nenhuma contradição insuperável o fato do PSB, eventualmente, ter uma candidatura que tenha história, espírito republicano e trabalho na vida pública em defesa da ética, algo que a sociedade valoriza. Vai somar a todos os candidatos progressistas que estão na disputa eleitoral contra as forças do liberalismo selvagem, traduzido no governo de Michel Temer e seus aliados”, disse o parlamentar nesta terça-feira (19), em entrevista à Rádio CBN.

Para Tadeu, a filiação de Barbosa mostrou que ele tem identidade com os valores do partido, e o projeto presidencial vem ganhando apoio junto à bancada socialista. A declaração acontece no momento em que PSB e PT avaliam uma aliança no plano estadual. Segundo o deputado, não há impossibilidade dessa aliança vir a se concretizar, mesmo com o PSB optando por uma candidatura de Barbosa e o PT tendo outro presidenciável.

“Devemos ter uma aliança, uma cumplicidade, entre os partidos de centro-esquerda, e lá na frente a gente poder ter, dado o ambiente de diálogo, um candidato desse campo, que pode ser do PT, do PDT, com Ciro Gomes, pode ser Marina (Silva/Rede) e que pode ser o ministro Joaquim Barbosa também. A gente não pode ter essa pretensão hegemônica que apenas um partido pode nos representar contra essa onda conservadora que vem ganhando muitos espaços”, afirmou.

Para ele, Barbosa é um nome que pode dar continuidade ao debate e ao projeto nacional de governo apresentado pelo partido na campanha de 2014. “As razões que nos fizeram apresentar um projeto nacional de governo em 2014 não só permaneceram como aumentaram. Seria muito ruim se o PSB deixasse de ter uma candidatura nacional e engavetasse esse projeto que discute um futuro melhor para o país”, afirmou Tadeu, que vê no ex-ministro um nome capaz de dar continuidade ao projeto pensado por Eduardo Campos.

O parlamentar analisa que, embora a decisão ainda não tenha sido tomada, a pré-candidatura de Barbosa conta com o apoio de largos extratos do seu partido. “Como o PSB teve o prestígio de recebê-lo, a filiação fez parte desse processo de decisão. Com uma semana no partido, ele despontou de modo surpreendente nas pesquisas”, lembra Tadeu, referindo-se à última pesquisa da Datafolha, onde Barbosa marcou 9% de intenções de votos.

Lucas Ramos acompanha conclusão de estrada em Ipubi‏

Ipubi, no Sertão do Araripe, vê a concretização de um sonho: a implantação do novo asfalto da PE-590, que liga o centro do município aos distritos de Serrolândia e Serra Branca. Os 25 quilômetros de estrada estão recebendo o trabalho do Departamento de Estradas de Rodagem de Pernambuco (DER), que também é responsável pela sinalização vertical […]

Foto - Lucas Ramos e Chico Siqueira no PalácioIpubi, no Sertão do Araripe, vê a concretização de um sonho: a implantação do novo asfalto da PE-590, que liga o centro do município aos distritos de Serrolândia e Serra Branca. Os 25 quilômetros de estrada estão recebendo o trabalho do Departamento de Estradas de Rodagem de Pernambuco (DER), que também é responsável pela sinalização vertical e horizontal da via.

Os detalhes necessários para conclusão do serviço foram discutidos nesta semana no Palácio do Campo das Princesas pelo deputado estadual Lucas Ramos (PSB), o ex-prefeito Chico Siqueira e os secretários Antônio Figueira (Casa Civil) e Nilton Mota (Agricultura e Reforma Agrária).

Para Lucas, a atuação conjunta entre executivo, legislativo e lideranças locais resulta em ações rápidas nos municípios. “Com esse trabalho integrado fica mais fácil realizar as mudanças necessárias para o crescimento local. A estrada de Ipubi é fruto dessa interação”, ressaltou o parlamentar. O deputado destinou emenda parlamentar para acelerar a obra, orçada em R$ 27 milhões.

A estrada será uma importante via para escoamento da produção gesseira do Araripe e era um pleito antigo da população. “A rodovia PE-590 está entre as metas prioritárias do Estado e foi um compromisso assumido por Eduardo Campos e viabilizado pelo governador Paulo Câmara”, lembrou Lucas. A reunião no Palácio também avaliou o andamento da recuperação asfáltica da PE-576, que liga Ipubi ao município de Trindade. Quando estiver pronta, a nova rodovia garantirá mais segurança para quem trafega e facilitará o transporte da produção industrial local.