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“Motivos particulares”: Moro pede afastamento do cargo por cinco dias

Por Nill Júnior

O ministro da Justiça e Segurança Pública, Sergio Moro, pediu afastamento do cargo “para tratar de assuntos particulares”. A licença será tirada no período de 15 a 19 de julho. O despacho presidencial autorizando o afastamento foi publicado no DOU desta segunda-feira, 8.

Segundo a assessoria do ministério da Justiça e Segurança Pública, “por ter começado a trabalhar em janeiro, o ministro não tem ainda direito a gozar férias. Então está tirando uma licença não remunerada, com base na Lei nº 8.112, de 11 de dezembro de 1990 (Art. 81. Conceder-se-á ao servidor licença, VI – para tratar de interesses particulares)”.

De acordo com o Estadão, um auxiliar do ministério da Justiça e Segurança Pública teria afirmado que a licença já estava planejada desde que Moro assumiu o cargo, e não está relacionada com às supostas trocas de mensagens entre o ex-juiz e procuradores da força-tarefa da operação Lava Jato, que vêm sendo divulgadas pelo site The Intercept Brasil.

Outras Notícias

Carnaíba registra primeiro homicídio do ano

Na madrugada desta quinta-feira (28), Carnaíba registrou o seu primeiro homicídio do ano. Informações preliminares indicam que um homem foi fatalmente atingido por disparos de arma de fogo às margens da PE 320, próximo ao Posto Vale. A vítima foi identificada como Gilson Malassombro, natural da comunidade da Matolotagem, em Flores, porém, atualmente residia no […]

Na madrugada desta quinta-feira (28), Carnaíba registrou o seu primeiro homicídio do ano. Informações preliminares indicam que um homem foi fatalmente atingido por disparos de arma de fogo às margens da PE 320, próximo ao Posto Vale.

A vítima foi identificada como Gilson Malassombro, natural da comunidade da Matolotagem, em Flores, porém, atualmente residia no bairro de Carnaíba Velha.

Conforme relatos de testemunhas ao Blog do Cauê Rodrigues, Gilson estava na companhia de um amigo, desfrutando de bebidas alcoólicas às margens da rodovia, quando uma pessoa em uma motocicleta se aproximou. Uma discussão teria se iniciado, culminando com o indivíduo na moto sacando uma arma e efetuando os disparos fatais.

A área foi isolada pela polícia, que prontamente foi acionada. A polícia civil de Carnaíba está encarregada das investigações.

Este trágico acontecimento marca o primeiro homicídio registrado em Carnaíba no ano de 2024.

Coluna do Domingão

O tira foco de Bolsonaro O presidente Jair Bolsonaro disse, neste sábado, que a pandemia de coronavírus “está chegando ao fim” e não há motivo de “pressa” na compra e distribuição de uma vacina contra a doença. A declaração foi dada em uma conversa gravada com o deputado Eduardo Bolsonaro (PSL-SP), seu filho, publicada neste […]

O tira foco de Bolsonaro

O presidente Jair Bolsonaro disse, neste sábado, que a pandemia de coronavírus “está chegando ao fim” e não há motivo de “pressa” na compra e distribuição de uma vacina contra a doença. A declaração foi dada em uma conversa gravada com o deputado Eduardo Bolsonaro (PSL-SP), seu filho, publicada neste sábado no canal do Youtube do deputado.

“A pandemia está chegando ao fim. Estamos com uma pequena ascensão agora, o que chama de um pequeno repique, pode acontecer. Mas pressa para a vacina não se justifica, porque você mexe com a vida das pessoas”, disse o presidente.

“Vai inocular algo em você e seu sistema imunológico vai agir de forma imprevista. Você não pode sem que tenha certificação da Anvisa você bote a vacina no mercado”, completou Bolsonaro.

O Brasil registrou recorde de casos em um único dia, com mais de 70.000 infecções, na quarta-feira, juntando-se aos Estados Unidos e à Índia como os únicos países que relataram mais de 7 milhões de infecções totais. Com mais de 185.000 mortes confirmadas, o Brasil tem o segundo maior número de mortes no mundo.

Bolsonaro também disse essa semana que quem toma a vacina pode virar um jacaré, homem pode falar fino e mulher pode nascer cabelo. Nem seus símbolos, como o americano Donald Trump, tem falado tanta idiotice. Mas não se iluda. Bolsonaro não é tão burro assim. Falas assim, que enchem as manchetes e redes sociais são comuns após alguma polêmica, principalmente quanto envolvem seus filhos.

A da vez foi a que traz o envolvimento da Agência Brasileira de Inteligência (ABIN), um órgão exclusivamente para missões institucionais, o nosso FBI, montando como deveria ser a defesa de Flávio Bolsonaro no caso das rachadinhas da ALERJ, A Assembleia Legislativa do Rio.

O caso ganhava grande repercussão e aí Bolsonaro puxou pra si os holofotes. Tudo planejado, pensado, apesar da representação de parte do que realmente pensa o presidente. E muita gente come a corda, atendendo a estratégia do governante. Triste saber que toda essa situação só piora nossa imagem no cenário internacional e aqui dentro, custa vidas. Quem liga, né…

Disque Dinca 

Não tem sido incomum ver o ex-prefeito Dinca Brandino agindo como o futuro gestor de fato de Tabira. A alguns aliados e a quem o procura tem conjecturado sobre que pastas a gestão vai ter, quem vai ou não assumir, dentre outras questões que seriam apropriadas para a eleita, Nicinha. Ela aliás, ao contrário do marido, tem falado o menos possível. A exceção, o discurso de posse.

Pra contar até as cordas da viola

Falando em Tabira, Sebastião Dias que se prepare: Dinca já mandou avisar que vai providenciar logo no primeiro dia de governo uma super auditoria, para aferir em que reais condições a prefeitura estará sendo entregue. Não vai ficar pedra sobre pedra, avisam os neo governistas. Vão puxar até a tripa gaiteira…

Como será

Como a diplomação dos eleitos e até então aptos aconteceu dia 17, o prefeito reeleito de Tuparetama, Sávio Torres, não terá uma nova solenidade de entrega de canudo. Será expedida e publicada um portaria pela Juiza Tayná Lima Prado. Sávio conseguiu a reversão de uma decisão do TRE com um Recurso Especial no TSE.

Passo atrás

Ao que indicam os fatos, as forças tarefas criadas para investigar os crimes de morte em Serra Talhada, alguns envolvendo políticos, não zerou os casos violentos na cidade. Pouco mais de cinco anos depois da morte de Cícero Fernandes, uma tentativa de execução com características similares por pouco não tirou a vida do vereador eleito Zé Dida Gaia, que escapou pela segunda vez. Situação que é péssima para o momento de desenvolvimento e luta para tirar a marca histórica de cidade violenta.

Mistérios 

Até agora, muita especulação e nenhum sinal concreto do anúncio do secretariado pelo prefeito Sandrinho Palmeira (PSB). Isso porque há mais dúvidas que certezas diante do perfil de bloco que ajudou na sua eleição. Tem os que ocuparam espaços na gestão Patriota, com alguns sem esconder que querem ficar, os que aguardam uma primeira chance, vereadores com perfil para secretariado que não ganharam novo mandato, o alinhamento com Totonho e Daniel. Dente demais pra uma só boca.

Quanto custa

Com a dose da Coronavac a US$ 10,30, ou quase R$ 53  vamos às contas: as 46 mil doses que a prefeitura de Flores quer adquirir custarão mais de R$ 2 milhões e 400 mil. Já as 39 mil doses que a gestão de Carnaíba quer adquirir estão orçadas em pouco mais de R$ 2 milhões. Nos dois casos, Marconi Santana e Anchieta Patriota dizem que haverá parcerias com AMUPE e Confederação Nacional dos Municípios.

Frase da semana: “Se você virar jacaré, é problema seu”. Do Presidente Jair Bolsonaro, questionando a eficácia da vacina da Pfizer.

Base de Temer não garante apoio para barrar denúncia

Da Folha de São Paulo A base governista na Câmara evita declarar apoio a Michel Temer na votação da denúncia criminal apresentada pela PGR (Procuradoria-Geral da República). A Folha procurou na semana passada todos os 513 deputados da Casa após o STF (Supremo Tribunal Federal) receber, na segunda (26), a peça em que Temer é […]

Foto: Eduardo Anizelli/Folhapress

Da Folha de São Paulo

A base governista na Câmara evita declarar apoio a Michel Temer na votação da denúncia criminal apresentada pela PGR (Procuradoria-Geral da República).

A Folha procurou na semana passada todos os 513 deputados da Casa após o STF (Supremo Tribunal Federal) receber, na segunda (26), a peça em que Temer é acusado de corrupção passiva –seria o destinatário de uma mala de R$ 500 mil de propina da JBS, além de promessa de outros R$ 38 milhões em vantagens indevidas.

Cabe à Casa dar ou não aval, com os votos de no mínimo 342 deputados, para que o STF possa aceitar a denúncia e abrir a ação penal. Nessa hipótese, Temer seria afastado por até 180 dias para ser julgado.

Só 45 deputados responderam que votarão contra a aceitação da denúncia.

Entre os apoiadores do presidente estão aliados fiéis como Carlos Marun (PMDB-MS) e Darcísio Perondi (PMDB-RS), vice-líderes do governo na Câmara.

Já os que declaram apoio à continuidade das investigações somam 130 parlamentares, 212 a menos do que o mínimo necessário para que a denúncia seja aceita.

Outros 112 afirmaram que não sabem ainda como votarão e 57 não quiseram se posicionar.

Entre os deputados do PMDB, o número dos que se declararam contrários ao prosseguimento da denúncia é igual ao daqueles que afirmaram não ter posição formada a respeito do caso: 18.

No DEM, partido do presidente da Câmara, Rodrigo Maia (RJ), nenhum deputado declarou que votará contra a denúncia. Três não quiseram se pronunciar, 13 disseram estar analisando a peça do Ministério Público e 11 não responderam à enquete. Maia declarou que não votará.

Um parlamentar da sigla chegou a afirmar à Folha, em caráter reservado, que gostaria de votar com o governo, mas que a acusação é grave e necessita de análise.

Parte dos parlamentares tomou chá de sumiço: 168 foram contatados repetidamente pela reportagem desde terça (27), mas não responderam aos telefonemas e e-mails.

A maioria é de partidos da base aliada, como o próprio PMDB, que contabilizou 25 sumidos, PR, com 16, PP, com 15, ou PRB, com 12. O líder do governo na Câmara, Aguinaldo Ribeiro (PP-PB), não respondeu à pesquisa.

Muitos dizem esperar decisões partidárias para declarar voto. A posição de cada sigla ou a liberação do voto aos parlamentares deve ser discutida nesta semana.

“É um equívoco isso de ‘vou votar com a minha consciência'”, afirmou Marcus Pestana (PMDB-MG), um dos que esperam manifestação da legenda. “É preciso votar com a coletividade do partido, ele existe por uma razão.”

Parte dos deputados afirmou que espera manifestação da defesa de Temer, e um terceiro grupo diz que só se posicionará após o relatório da CCJ (Comissão de Constituição e Justiça), onde a peça será analisada primeiro.

Outra explicação para a reticência de aliados pode estar na popularidade do presidente, que caiu a 7% –a menor em 28 anos, segundo o Datafolha–, já que a maior parte dos parlamentares deve tentar a reeleição em 2018.

Mesmo tendo decidido em reunião no início de junho permanecer na base de Temer, o PSDB segue rachado. Entre seus 46 deputados, oito declararam que votarão pela continuidade do processo. O número é maior do que o daqueles que se disseram contrários à denúncia, cinco.

A liderança do partido já afirmou que deve reunir a bancada para decidir como votar após o final da análise da denúncia na CCJ, que começará nesta semana.

Após passar pela comissão, a denúncia segue para votação no plenário. Para evitar o afastamento, Temer precisa que pelo menos 172 deputados votem “não” à denúncia ou simplesmente não compareçam à sessão.

A tarefa, porém, pode não ser tão fácil: a votação será nominal, e há, mesmo entre aliados, a avaliação de que os parlamentares que não aparecerem para votar podem sofrer pressão do eleitorado.

Waldemar Borges acusa Governo do Estado de perseguição Política

Por André Luis Durante a Reunião Plenária da Assembleia Legislativa de Pernambuco (Alepe) nesta terça-feira (19), o deputado estadual Waldemar Borges (PSB) fez acusações ao Governo do Estado, alegando perseguição política e demissões injustificadas na Secretaria de Educação. O deputado relatou que, no mês de abril, 12 engenheiros e um arquiteto que trabalhavam na Secretaria […]

Por André Luis

Durante a Reunião Plenária da Assembleia Legislativa de Pernambuco (Alepe) nesta terça-feira (19), o deputado estadual Waldemar Borges (PSB) fez acusações ao Governo do Estado, alegando perseguição política e demissões injustificadas na Secretaria de Educação.

O deputado relatou que, no mês de abril, 12 engenheiros e um arquiteto que trabalhavam na Secretaria de Educação foram demitidos antes do término de seus contratos, oito meses antes do previsto. Segundo Borges, a justificativa dada pela pasta foi o “desaparecimento da necessidade pública”. No entanto, os profissionais demitidos questionaram essa justificativa nos tribunais, uma vez que outros trabalhadores aprovados na mesma seleção simplificada foram convocados.

O deputado argumentou que essa medida só pode ser explicada por perseguição política, uma vez que a necessidade desses profissionais na manutenção das escolas é evidente. Ele relacionou essa situação com a exoneração de todos os servidores comissionados em Pernambuco nos primeiros dias da gestão de Raquel Lyra, afirmando que muitas instituições ainda estão sofrendo com a falta de funcionários adequados devido a essa decisão.

As acusações do deputado Waldemar Borges levantam preocupações sobre a possível perseguição política e a falta de justificativa técnica para as demissões de profissionais da Secretaria de Educação. Essas ações podem ter impactos negativos no funcionamento adequado das escolas e na qualidade da educação em Pernambuco. É importante que essas questões sejam investigadas e esclarecidas para garantir a transparência e o bom funcionamento do sistema educacional do estado.

Danilo diz que bate Marília em Serra Talhada

Eleição na Capital do Xaxado ganhou visibilidade com ida de Luciano Duque para o palanque de nome do Solidariedade Em entrevista à Rádio Vilabela FM, o pré-candidato Danilo Cabral (PSB) disse que a Frente Popular trabalha para conquistar uma grande vitória em Serra Talhada, cidade que nos últimos anos vinha fazendo oposição ao PSB sob […]

Eleição na Capital do Xaxado ganhou visibilidade com ida de Luciano Duque para o palanque de nome do Solidariedade

Em entrevista à Rádio Vilabela FM, o pré-candidato Danilo Cabral (PSB) disse que a Frente Popular trabalha para conquistar uma grande vitória em Serra Talhada, cidade que nos últimos anos vinha fazendo oposição ao PSB sob a liderança do ex-prefeito Luciano Duque.

Confiante no apoio da prefeita Márcia Conrado, do deputado federal Sebastião Oliveira, do ex-prefeito Carlos Evandro e de grande parte dos vereadores da base governista, ele afirmou acreditar que será majoritário em Serra, onde disputará espaço com Marília Arraes, apoiada por Duque.

Com a ida de Luciano Duque para o palanque de Marília Arraes, a eleição na cidade virou uma vitrine, observada por analistas da política estadual. Márcia não seguiu seus passos e confirmou apoio a Danilo.

“Tenho essa confiança pois a gente tem aí um conjunto político que é extremamente representativo. Além das lideranças da prefeita Márcia, do vice-prefeito e do conjunto de vereadores, a liderança do deputado Sebastião Oliveira, que é uma força política expressiva e tradicional da cidade, nosso Carlos Evandro, Duquinho, ou seja, nós temos um time que mostra e a população de Serra sabe que tem todas as condições de construir uma grande e bonita vitória da Frente Popular em Serra Talhada”, afirmou Danilo.

Apesar de não citar nomes, o pré-candidato aproveitou para cutucar alguns opositores, que segundo ele estariam escondendo o presidente Bolsonaro em seus palanques. A fala pode ser entendida como uma indireta para Miguel Coelho, que tem se distanciando da figura do presidente da República. “Eu espero que aquele que defende o Bolsonaro bote a cara e defenda o Bolsonaro. Eu não vi ninguém ainda botar a cara, acho que talvez só o prefeito Anderson que tem assumido efetivamente, mas tem outros companheiros que tiveram relações estreitas com Bolsonaro mas até agora eu tenho sentido distante de Bolsonaro, parece alguma vergonha. Acho que todo mundo tem que mostrar seu time, todos”.

Acerca do polêmico voto a favor do impeachment de Dilma, repetiu que foi um erro já superado. “Essa é uma discussão já esclarecida e já superada. O partido nacionalmente já expressou que foi um equívoco histórico, o partido reconheceu esse equívoco. Nós, depois disso, já tivemos manifestações do próprio presidente Lula, então isso pra gente é uma questão já superada desde a última eleição”.