Morte de itapetinense gera comoção nas redes sociais
Por Nill Júnior
O jovem Arthur Moraes, de 18 anos, vítima de um acidente na manhã do último sábado (24), no Distrito de São Vicente, em Itapetim, não resistiu aos ferimentos e veio a óbito na tarde desta segunda-feira (26), no Hospital da Restauração, no Recife.
Arthur residia em São Vicente e era filho de Luciene e Zé de Aderson.
Segundo o blog Repórter do Sertão, O acidente foi registrado na saída de São Vicente no sentido do município de Livramento-PB. O jovem colidiu a motocicleta que pilotava com uma caminhonete.
Segundo informações o carro levava um grupo de pessoas de Itapetim para assistir um sepultamento na cidade de Serra Branca, na Paraíba. Nenhum ocupante da caminhonete ficou ferido.
Arthur foi socorrido inicialmente para a Unidade Mista Maria Silva e em seguida levado para o Hospital Regional Emília Câmara em Afogados da Ingazeira. Na noite do sábado, o rapaz foi transferido para o Hospital da Restauração no Recife vindo a óbito nesta segunda.
Não há informações sobre as causas do acidente. O horário e o local do velório e sepultamento ainda não foram informados, mas deve ocorrer nesta terça. Nas redes sociais há muita comoção com seu falecimento.
O ex-vice-prefeito e ex-vereador de Serra Talhada, Márcio Oliveira, entregou a Secretaria de Assistência Social na gestão Márcia Conrado, do PT. Em um vídeo nas redes sociais, Márcio diz que a mudança de Estadual da prefeita Márcia, trocando Sebastião Oliveira por seu marido, Breno Araújo, motivou o afastamento. Márcio disse que ouviu de Márcia que […]
O ex-vice-prefeito e ex-vereador de Serra Talhada, Márcio Oliveira, entregou a Secretaria de Assistência Social na gestão Márcia Conrado, do PT. Em um vídeo nas redes sociais, Márcio diz que a mudança de Estadual da prefeita Márcia, trocando Sebastião Oliveira por seu marido, Breno Araújo, motivou o afastamento.
Márcio disse que ouviu de Márcia que apoiaria Sebastião Oliveira e concordou com a decisão. Recentemente, viu Márcia apoiando o marido Breno Araújo. Afirmou respeitar a decisão, mas por discordar, não seguiria a gestora. “Falei que discordava dessa ação, principalmente porque havíamos firmado um compromisso com Sebastião em sentido contrário”, afirmou Márcio Oliveira no vídeo.
Márcio deixa claro que nem participou da conversa em que Márcia fechou com Sebastião e Waldemar Oliveira, nem na que fechou o apoio a Breno Araújo. “Mesmo discordando, agradeço à prefeita Márcia Conrado e à equipe da Secretaria”.
Márcio afirmou que uma das condições de apoio a Sebastião foi o envio de emendas para Serra Talhada. Márcia fez o movimento em busca da manutenção da hegemonia política na Capital do Xaxado, numa disputa que envolve Luciano Duque e Sebastião Oliveira. Recentemente, Breno se filiou ao PT.
A Primeira Câmara do Tribunal de Contas de Pernambuco (TCE-PE) julgou irregulares as contas de 2013 do prefeito de São José do Belmonte, Marcelo Pereira, e aplicou multa ao gestor. Segundo o Afogados On Line, ainda, julgou regulares as contas de Eliane Sobreira de Lima Lins e João Antônio Sobreira de Lima, ambos Ordenadores de […]
A Primeira Câmara do Tribunal de Contas de Pernambuco (TCE-PE) julgou irregulares as contas de 2013 do prefeito de São José do Belmonte, Marcelo Pereira, e aplicou multa ao gestor.
Segundo o Afogados On Line, ainda, julgou regulares as contas de Eliane Sobreira de Lima Lins e João Antônio Sobreira de Lima, ambos Ordenadores de Despesas da Prefeitura Municipal de São José do Belmonte, relativas ao exercício de 2013.
O relator foi o Conselheiro Carlos Porto. O processo tem o número 14501673. cabe recurso da decisão.
A cada chuva que cai na cidade de Tabira, um problema antigo volta a atormentar a vida dos moradores. Na saída do bairro de Água Branca, um longo trecho da rua se tornou um buraco a céu aberto que fica totalmente coberto pelas águas da chuva, colocando em risco quem é obrigado a passar por […]
A cada chuva que cai na cidade de Tabira, um problema antigo volta a atormentar a vida dos moradores. Na saída do bairro de Água Branca, um longo trecho da rua se tornou um buraco a céu aberto que fica totalmente coberto pelas águas da chuva, colocando em risco quem é obrigado a passar por lá.
Nas redes sociais, o comentário geral é de que em Tabira faltam políticos que tenham prestígio para pedir uma solução definitiva para o problema ao Governo do Estado. “Sei que o governo de Raquel Lyra começou há três meses, mas vamos esperar quanto tempo mais?”, questionou um leitor ao blog do Magno.
Segundo o blog Tabira Hoje, a cidade registrou 30mm, até às 11h deste domingo (9). Na noite do sábado de aleluia foram 9mm.
O Instituto Nacional de Meteorologia (INMET), publicou na manhã deste domingo o ‘Alerta Laranja’ (indicando chuvas intensas), para Tabira e região. Segundo o INMET, chove entre 30 e 60 mm/h ou 50 e 100 mm/dia, com ventos intensos de 60 à 100 km/h e tendo risco de corte de energia elétrica, queda de galhos de árvores, alagamentos e de descargas elétricas.
O vereador Francisco Torres Martins, Chico Torres, esteve acompanhado do vereador Everaldo Pereira reunido com os administradores da empresa ADM&TEC – Instituto de Administração e tecnologia. A empresa é uma das aptas para participar da licitação que vai realizar o primeiro concurso público da Câmara de Vereadores de Iguaracy. A intenção é realizar o certame […]
O vereador Francisco Torres Martins, Chico Torres, esteve acompanhado do vereador Everaldo Pereira reunido com os administradores da empresa ADM&TEC – Instituto de Administração e tecnologia.
A empresa é uma das aptas para participar da licitação que vai realizar o primeiro concurso público da Câmara de Vereadores de Iguaracy. A intenção é realizar o certame ainda neste semestre. E outras empresas serão visitadas para conhecer estrutura e dinâmica de sua realização. Só após todo o processo a melhor habilitada será conhecida.
A Câmara de Vereadores em toda sua história só tem com um servidor efetivo. O restante do quadro funcional é formado por servidores contratados ou comissionados.
“O concurso terá 10 vagas em diversas funções, da área administrativa, passando por motorista, auxiliar de serviços gerais, dentre outras. Vamos ainda analisar se faremos um quadro de cadastro reserva para qualquer eventualidade. Resta agora o projeto para aprovar a lei no plenário da Câmara, licitação e o contrato com a empresa vencedora”, disse o presidente.
Por: Heitor Scalambrini Costa* Para a grande maioria dos consumidores de energia elétrica, as informações contidas na fatura recebida mensalmente são um verdadeiro mistério. O que conta para o consumidor é o campo onde está mostrado o total a pagar, em reais. Muitas publicações dedicam a explicar como é a composição da conta de energia […]
Para a grande maioria dos consumidores de energia elétrica, as informações contidas na fatura recebida mensalmente são um verdadeiro mistério. O que conta para o consumidor é o campo onde está mostrado o total a pagar, em reais.
Muitas publicações dedicam a explicar como é a composição da conta de energia e os tributos e encargos a pagar.
A cadeia produtiva da energia é separada em três etapas: a geração de energia, a transmissão dessa energia até os grandes centros consumidores, e por último, a distribuição da energia até chegar ao consumidor final (residenciais, estabelecimentos comerciais, indústrias e áreas rurais).
Todas estas fases são consideradas na composição da tarifa, além das perdas de energia, encargos setoriais e os tributos (ICMS, PIS, Confins). Tudo está mostrado diretamente na conta, além de disponibilizar dados sobre o consumo mensal, em kWh, e o histórico retroativo mensal do consumo.
Portanto, na conta estão embutidos valores totais que são arrecadados pela distribuidora, e repassados diretamente às empresas responsáveis, além dos tributos recolhidos e encargos.
Todavia existe um campo na fatura que é praticamente desconhecido pelos consumidores, mas que tem grande relevância, que possibilita averiguar a qualidade e continuidade dos serviços oferecidos pela distribuidora, no que concerne a frequência e a interrupção do fornecimento de energia pela empresa.
Os indicadores individuais de continuidade por unidade consumidora que averíguam a qualidade do serviço prestado pela concessionária, disponíveis na conta de energia são: DIC- Duração de Interrupção, FIC- Frequência de Interrupção, e DMIC- Duração máxima de interrupção contínua.
Estes indicadores permitem medir, a duração e o número de vezes que cada unidade consumidora ficou sem energia elétrica num dado período, e o tempo máximo da interrupção de energia elétrica (em horas).
As resoluções da ANEEL – Agência Nacional de Energia Elétrica, para cada concessionária, é quem estabelece os limites dos indicadores DIC, FIC e DMIC. Estes indicadores são mostrados na fatura para períodos mensal, trimestral e anual; assim como o valor apurado pela própria empresa.
Quando os indicadores apurados ultrapassam os limites de continuidade estabelecidos pela ANEEL, a distribuidora deve compensar financeiramente o consumidor. A compensação é automática, e deve ser paga em até 2 meses após o mês em que houve a interrupção.
Este é um ponto crucial na defesa dos interesses do consumidor perante a concessionária. Todavia a transgressão da empresa é algo difícil de ser contestado, e mais difícil ainda a compensação financeira obtida pelo consumidor.
Existem outros indicadores (não mostrados na fatura, no caso da Neoenergia Pernambuco, ex-Celpe), como o DEC- Duração Equivalente de Interrupção por Unidade Consumidora, e o FEC- Frequência Equivalente de Interrupção por Unidade Consumidora, que permitem anualmente a publicação pela Aneel, para cada distribuidora, do DGC – Indicador de Desempenho Global de Continuidade. Assim é possível comparar o desempenho entre as grandes distribuidoras.
A título de exemplo, é apresentado o DGC, da Neoenergia Pernambuco, de 2011 a 2020. O ranking abaixo está organizado para as grandes distribuidoras com mais de 400.000 consumidores, mercado superior a 1 TWh. Entre 29 a 35 distribuidoras se enquadram neste critério, dependendo do ano analisado.
Ano
2011
2012
2013
2014
2015
2016
2017
2018
2019
2020
DGC
—
0,84
0,99
1,11
0,99
0,89
1,01
0,77
0,76
0,82
Rank
40
260
240
270
190
170
230
140
120
18o
No caso do consumo residencial, o que se verifica na prática é que os valores apurados, que estão contidos na fatura mensal das empresas, não correspondem aos valores reais que o consumidor constata. Por exemplo, no tempo de duração das interrupções ocorridas no mesmo mês, e na quantidade de interrupções que acontecem mensalmente. Sugiro ao leitor registrar durante o período mensal estes valores, e depois comparar com os valores apurados pela própria companhia, e que vem registrado na fatura que recebe. Com certeza encontrará divergências.
Mas acontecendo isso, a quem devemos reclamar? A empresa obviamente. Todavia estas reclamações seriam mais efetivas se houvesse uma associação de consumidores. Assim as reclamações não seriam individualizadas junto a Companhia.
Contudo estas “entidades participativas” de consumidores existem, para surpresa geral. Você, caro leitor, sabia disso?
Ao invés de associações, existem os Conselhos de Consumidores de Energia Elétrica. Foram criados pela Lei nº 8.631/93, que determinou às concessionárias a criarem estas referidas entidades. O Decreto nº 2335/97 foi quem definiu que competia à Agência Nacional de Energia Elétrica – ANEEL estimular a organização dos Conselhos de Consumidores.
Segundo o site da Aneel “os Conselhos são órgãos sem personalidade jurídica, de caráter consultivo, formado por representantes das principais classes das unidades consumidoras (residencial, rural, poder público, comercial e industrial), com a incumbência de opinar sobre assuntos relacionados à prestação do serviço público de energia elétrica, conforme definido pela ANEEL na Resolução 451/2011”.
Ainda está definido que “compete aos Conselhos, dentre outras atribuições, manifestar-se formalmente acerca das tarifas e da qualidade do fornecimento de energia elétrica da respectiva distribuidora, bem como esclarecer a sociedade sobre os direitos e deveres inerentes à contratação do serviço”.
Portanto, a priori, o Conselho poderia/deveria ser acessado pelo consumidor para suas reclamações e/ou demais questões relativas às suas faturas, aos serviços prestados pela distribuidora, entre outras. Enfim, as questões ligadas ao fornecimento de energia elétrica.
Em Pernambuco, o Conselho de Consumidores de Energia Elétrica (http://www.conselhope.com.br ) está localizado no próprio prédio da distribuidora, e sua secretaria executiva é comandada por funcionário da própria empresa.
É importante salientar que existe uma insatisfação geral do consumidor residencial em relação às empresas distribuidoras de energia elétrica, praticamente 100% nas mãos do setor privado; não somente com relação às tarifas astronômicas, mas também com a qualidade dos serviços fornecidos. Os conselhos não funcionam no atendimento destas demandas. Os Procons estaduais têm suas limitações. Então, como defender seus direitos, já que os deveres são prontamente cobrados pela empresa?
Talvez reclamar ao bispo de Itu?
*Heitor Scalambrini Costa é Professor aposentado da Universidade Federal de Pernambuco
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