Quatro cidades do Sertão pernambucano, que comemoram 89 anos de emancipação política nesta segunda (11), foram lembradas na Reunião Plenária.
Os aniversários de Cabrobó, Custódia e Arcoverde foram registrados pelo deputado Júlio Cavalcanti (PTB), e o de Araripina, pela deputada Roberta Arraes (PSB).
“Venho parabenizar cada uma dessas cidades que, com suas peculiaridades, fazem Pernambuco se desenvolver por inteiro”, declarou Cavalcanti sobre Cabrobó (região do São Francisco), Custódia e Arcoverde, ambas na região do Moxotó. Com diferentes origens, todos esses locais foram elevados a municípios pela Lei Estadual nº 1931, em 1928.
Outra localidade criada por essa mesma lei foi Araripina, no Sertão do Araripe. “Araripina tem a maior mina de gipsita do Brasil e o polo de caprinocultura, além do desenvolvimento trazido pelas recentes usinas eólicas”, salientou Roberta Arraes. “Porém, o município não se destaca só por conta do desenvolvimento econômico, mas também pelo seu povo de fé, cheio de hospitalidade e solidariedade”, acrescentou a deputada.
Vigilância, segurança e até lixo no munturo serão fiscalizados A Prefeitura de Afogados da Ingazeira irá investir 200 mil reais na instalação de câmeras de videomonitoramento em toda a cidade. Os recursos foram captados junto ao Governo de Pernambuco através do FEM, no total de R$ 175 mil, mais R$ 25 mil de contrapartida do […]
Vigilância, segurança e até lixo no munturo serão fiscalizados
A Prefeitura de Afogados da Ingazeira irá investir 200 mil reais na instalação de câmeras de videomonitoramento em toda a cidade. Os recursos foram captados junto ao Governo de Pernambuco através do FEM, no total de R$ 175 mil, mais R$ 25 mil de contrapartida do município.
Nesta terça-feira, o prefeito Alessandro Palmeira reuniu, na sala de reuniões da sede da Guarda Municipal, representantes das forças de segurança para ouvir sugestões de estratégias e melhores locais para instalação das câmeras.
Participaram da reunião o Delegado Regional, Ubiratan Rocha; a Delegada da Mulher, Andreza Gregório; o Tenente do Corpo de Bombeiros Militar, Wladimir Martins; o Major Ivaldo, representando o 23o batalhão da PM, agentes da polícia civil, além do comandante da GCM, Marcos Galdino, e do secretário de Administração, Ney Quidute, cuja pasta está responsável pelo processo de instalação das câmeras e pela operacionalização da central de monitoramento.
Segundo o secretário Ney Quidute, serão instaladas 39 novas câmeras, além da integração do sistema com as câmeras já em operação em algumas unidades básicas de saúde, por exemplo.
O prefeito Sandrinho Palmeira admitiu que as Câmeras ajudarão também aos que jogam lixo nas ruas, um problema crônico que vem aumentando em Afogados da Ingazeira. Apesar da coleta com dia e horário, muitos jogam fora do local indicado.
O ministro Luís Roberto Barroso, do Supremo Tribunal Federal (STF), afirmou, em entrevista exclusiva ao Blog do Matheus Leitão, que “a política não pode destruir o país”. Para o ministro, “o impeachment é um momento de abalo político, e é isso que nós estamos atravessando agora”. “O país vai passar alguns meses sob turbulência, com […]
O ministro Luís Roberto Barroso, do Supremo Tribunal Federal (STF), afirmou, em entrevista exclusiva ao Blog do Matheus Leitão, que “a política não pode destruir o país”. Para o ministro, “o impeachment é um momento de abalo político, e é isso que nós estamos atravessando agora”. “O país vai passar alguns meses sob turbulência, com o custo que isso tem para a sociedade”, disse.
Defensor de um modelo semipresidencialista, sistema de governo híbrido que une o parlamentarismo à preservação de alguns poderes do presidente eleito pelo voto direto, ele acredita que a conveniência de fazer essa mudança agora tem que ser uma decisão da sociedade. “Trocar o pneu com o carro em movimento pode ser uma alternativa ou não. Aí já não é mais um juízo institucional, é um juízo político que eu não me sinto autorizado a fazer. Mas verdadeiramente precisamos fazer alguma coisa”.
Na última semana, o voto de Barroso foi decisivo para a definição do rito do impeachment, porque foi seguido pela maioria da Corte. O ministro nasceu em Vassouras, interior do Rio de Janeiro, mas viveu na capital fluminense a partir dos cinco anos. Em Brasília, nos últimos anos, tornou-se um dos mais respeitados advogados do país antes de ser escolhido por Dilma Rousseff, em 2013, para se tornar ministro do STF.
Quando a presidente Dilma o convidou, Barroso já tinha aceitado um convite do Instituto de Altos Estudos de Berlim, na Alemanha, e teve de desistir de dar aulas na instituição que recruta professores de várias partes do mundo para assumir no Supremo. Apaixonado pela docência, o professor Barroso demonstra isso quando o assunto é dar aulas, orientar teses de doutorado e até participar de bancas. “É o que gosto de fazer”, diz.
Isso foi comprovado em um discurso que proferiu como patrono de uma turma da UERJ, em 2015, que viralizou na internet pelo alto conteúdo emocional. Com uma visão humanista da vida, Barroso formou-se em direto na UERJ, fez mestrado na Universidade de Yale, nos EUA, voltou à UERJ para um doutorado e aos EUA para o pós-doutorado na respeitada Harvard, em 2011.
Assim que entrou na UERJ ingressou no movimento estudantil, na segunda metade da década de 1970, de 76 a 80, pós anos de chumbo, mas um período ainda de perseguição política sob o comando do general Ernesto Geisel. Barroso militou na Construção, organização de esquerda liberal com membros do Partido Comunista Brasileiro, o partidão, que não aderiu à luta armada contra a ditadura militar.
Nesta entrevista, ele trata de temas do ano de 2015, que parece não ter fim, do STF, do sistema eleitoral brasileiro, da posição do Estado na economia, da militância política de ideias contra a ditadura. Defendeu, abertamente, a legalização da maconha como um teste para descriminalização das drogas no Brasil. “Eu legalizaria a maconha”, defende. Não quis comentar as decisões do juiz Sérgio Moro, da Lava Jato, mas lembrou que elas não têm sido reformadas.
Por Anchieta Santos O PSB foi reforçado no último sábado (02), em Tabira, com a filiação de nomes importantes da política tabirense. Entre os novos filiados no partido socialista, destaque para o ex-prefeito Josete Amaral, o vereador Edmundo Barros, os empresários Paulo Manu e Lúcia Simões, Aristeia da Farmácia, Ricardo Nascimento, Adelmo Cabral (presidente da Coodapis), Irmão […]
O PSB foi reforçado no último sábado (02), em Tabira, com a filiação de nomes importantes da política tabirense. Entre os novos filiados no partido socialista, destaque para o ex-prefeito Josete Amaral, o vereador Edmundo Barros, os empresários Paulo Manu e Lúcia Simões, Aristeia da Farmácia, Ricardo Nascimento, Adelmo Cabral (presidente da Coodapis), Irmão Betinho, Drª Claudiceia e Ricardo do Posto.
De acordo com vereador e presidente da Câmara, Marcos Crente, os novos nomes chegam para somar no partido. “Nosso grupo busca a unidade em prol do povo tabirense e do desenvolvimento do município. Por isso, vamos trabalhar juntos para colocar Tabira de volta ao rumo do crescimento”, disse ele.
A filiação do PSB aconteceu no plenário da Câmara de Vereadores, com a presença do Chefe de Gabinete de Paulo Câmara, João Campos, e do secretário da Casa Civil, Antônio Figueira.
Discurso e falta dele geram insatisfação : nem só de flores foi o encontro do PSB no último sábado pela manhã em Tabira para a filiação do ex-prefeito Josete Amaral e outras lideranças. Alguns pré-candidatos à prefeitura do município compareceram à solenidade com presenças do chefe de gabinete do Governador Paulo Câmara, João Campos e do Secretário da Casa Civil Antônio Figueira.
A solenidade era do PSB, mas o pré-candidato do PC do B Tote Marques teria saído insatisfeito porque não discursou. Erro de Tote. Por outro lado, dirigentes do PSB, abriram um precedente, ao darem espaço para o discurso do pré-candidato do PRB, Edgley Freitas.
Erro de Edgley (que segundo uma fonte, até teria ameaçado romper se não falasse) e erro de quem abriu espaço pra ele. O evento não era da Frente das Oposições, chamado Grupão, era do PSB. Não que um integrante de outra legenda não pudesse ter a palavra, mas como cortesia e não sob imposição. Coisas da política de Tabira…
O Globo Na gravação que Joesley Batista entregou à PGR no ano passado, o senador Aécio Neves (PSDB-MG) atacou o então ministro da Justiça, Osmar Serraglio, por ele não aceitar orientações sobre indicação do comando para a Polícia Federal. Serraglio confirmou em entrevista ao GLOBO, nesta sexta-feira (20), as acusações já formuladas pela PGR. Na ocasião, […]
Na gravação que Joesley Batista entregou à PGR no ano passado, o senador Aécio Neves (PSDB-MG) atacou o então ministro da Justiça, Osmar Serraglio, por ele não aceitar orientações sobre indicação do comando para a Polícia Federal. Serraglio confirmou em entrevista ao GLOBO, nesta sexta-feira (20), as acusações já formuladas pela PGR.
Na ocasião, o tucano disse ao empresário que o então ministro era “um bosta de um caralho, que não dá um alô”. Aécio disse que Michel Temer “errou de novo de nomear essa porra desse (…). Porque aí mexia na PF.”
O senador demonstrava preocupação com os inquéritos que seriam abertos na época das delações da Odebrecht e sugeriu a Joesley que era necessário intervir para que os responsáveis pelas investigações fossem previamente selecionados para evitar uma distribuição aleatória.
“O que que vai acontecer agora? Vai vim um inquérito de uma porrada de gente, caralho, eles são tão bunda mole que eles não (têm) o cara que vai distribuir os inquéritos para o delegado. Você tem lá cem, sei lá, 2.000 delegados da Polícia Federal. Você tem que escolher dez caras, né?, do Moreira, que interessa a ele vai pro João (…) O Aécio vai pro Zé”, disse o tucano, na gravação.
Além disso, ele propôs ao empresário que ajudasse a pressionar o presidente da Câmara, o deputado Rodrigo Maia, para que ele votasse matérias que incluem a anistia ao caixa dois. O tucano chegou a dizer que “alguém” de Joesley poderia mandar “um recado pro Rodrigo” para “assustar um pouco”.
Depois, Aécio emendou: “Tem que votar essa merda de qualquer maneira (…) Eu tô assustando ele (Rodrigo Maia). Se a gente conseguir isso (anistia do caixa dois), já dá 80% do problema”.
A Polícia Federal (PF) deflagrou a 23ª fase da Operação Lava Jato nesta segunda-feira (22). Foi expedido um mandado de prisão temporária contra o publicitário baiano João Santana, que foi marqueteiro das campanhas da presidente Dilma Rousseff e da campanha da reeleição do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, em 2006. Santana ainda não foi preso. Segundo a assessoria dele, […]
A Polícia Federal (PF) deflagrou a 23ª fase da Operação Lava Jato nesta segunda-feira (22). Foi expedido um mandado de prisão temporária contra o publicitário baiano João Santana, que foi marqueteiro das campanhas da presidente Dilma Rousseff e da campanha da reeleição do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, em 2006.
Santana ainda não foi preso. Segundo a assessoria dele, o publicitário está na República Dominicana. Também foi decretada a prisão da mulher dele, Monica Moura. Ela afirmou que ocasal voltará ao país assim que for notificado oficialmente.
Investigadores suspeitam que o publicitário foi pago, por serviços prestados ao PT, com propina oriunda de contratos da Petrobras. Usando uma conta secreta no exterior, ele teria recebido dinheiro da Odebrecht e do engenheiro Zwi Skornicki, representante oficial no Brasil do estaleiro Keppel Fels, segundo o Ministério Público Federal (MPF).
Esta etapa da Lava Jato é chamada de Operação Acarajé, que era o nome usado pelos suspeitos para se referir ao dinheiro irregular, segundo a PF. Ao todo, foram expedidos 8 mandados de prisão.
Skornicki é um dos presos preventivamente. Ele foi detido nesta manhã no Rio de Janeiro. Segundo as investigações, o engenheiro operava propinas no esquema da Petrobras investigado pela Lava Jato.
Agentes federais foram a escritórios da Odebrecht, em São Paulo, no Rio e na Bahia. Eles estão desde as 6h no prédio da empresa na capital paulista, e os funcionários foram liberados do trabalho. O ex-presidente da empreiteira, Marcelo Odebrecht, é réu da Lava Jato e está preso em Curitiba desde junho de 2015.
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