Ministro da Cultura é chamado de golpista e abandona festival
Por Nill Júnior
O ministro da Cultura, Marcelo Calero, não aguentou a pressão e perdeu a compostura ao ser chamado de golpista por manifestantes contrários ao afastamento da presidente eleita Dilma Rousseff e ao governo Michel Temer.
Durante a abertura do FestCine, Festival de Cinema de Petrópolis (RJ), nesta sexta-feira (2), Calero bateu boca com os manifestantes, apontou o dedo e insinuou, por meio de gestos, que os participantes do protesto eram ladrões. Ele deixou o o local pouco depois, sob as vaias do público.
Desde que assumiu o cargo, Calero vem sendo fortemente criticado, especialmente quando promoveu uma devassa, com cerca de 80 demissões, na pasta, inclusive da direção da Cinemateca – que acabou sendo revertida após protestos no meio cultural.
Hoje, por exemplo, novamente há falta de energia na comunidades de Ibitiranga, o mais importante distrito de Carnaíba, Itã, também em Carnaíba, São João, um importante povoado de Afogados com 1.200 habitantes, e comunidades do entorno. O mesmo ocorre no entorno. Ao ponto de, na sessão da Câmara de Afogados ser aprovado uma Moção de […]
Hoje, por exemplo, novamente há falta de energia na comunidades de Ibitiranga, o mais importante distrito de Carnaíba, Itã, também em Carnaíba, São João, um importante povoado de Afogados com 1.200 habitantes, e comunidades do entorno.
O mesmo ocorre no entorno. Ao ponto de, na sessão da Câmara de Afogados ser aprovado uma Moção de Repúdio à Neoenergia, pela má qualidade do serviço de prontidão.
Há relatos à própria Rádio Pajeú, de famílias prejudicadas sem energia. Casos de familiares enfermos que fazem uso de insulina, dependente de refrigeração, que fazem inalação, pequenos comerciantes, crianças sem aula, dentre outros problemas.
A decisão de não determinar Lei Seca tomada pelo Tribunal Regional Eleitoral de Pernambuco (TRE-PE) continua gerando polêmica. O Tribunal decidiu que não baixará portaria para proibir a comercialização e consumo de bebida alcóolica durante a eleição, cujo primeiro turno acontece no próximo dia 5 de outubro. Muitos interpretam que isso pode afetar a segurança […]
A decisão de não determinar Lei Seca tomada pelo Tribunal Regional Eleitoral de Pernambuco (TRE-PE) continua gerando polêmica. O Tribunal decidiu que não baixará portaria para proibir a comercialização e consumo de bebida alcóolica durante a eleição, cujo primeiro turno acontece no próximo dia 5 de outubro. Muitos interpretam que isso pode afetar a segurança das eleições, principalmente onde há clima de acirramento e municipalização da disputa.
De acordo com a assessoria do Tribunal, caso alguém chegue a um local de votação alcoolizado, os responsáveis pelas seções eleitorais deverão orientar o eleitor, informando que ele só poderá votar quando estiver sóbrio.
Em Arcoverde, o Juiz Drauternani Melo Pantaleão definiu Lei Seca no dia da eleição
A decisão foi tomada após reunião do TRE-PE com a Secretaria de Defesa Social. A medida deverá ser aplicada no segundo turno, se houver. Porém, caso as autoridades observem algum tipo de comportamento que exija a aplicação da lei seca, o Tribunal poderá baixar uma nova portaria, proibindo a venda de bebida alcóolica na segunda etapa da eleição.
Só que em algumas cidades, a Justiça Eleitoral pode, ainda que em primeira instância, determinar a proibição de venda de bebidas alcoólicas. Foi o que fez o Juiz Eleitoral Drauternani Melo Pantaleão. Na cidade, o Juiz entende que é necessária a Lei Seca, para evitar os excessos nos locais de votação. No Portal do Sertão, a venda e consumo estarão proibidos das 5 da manhã às 18 horas do dia 5 de outubro. Até agora, foi a ´´única cidade a adotar a medida no Sertão.
Uma boa notícia para os moradores do município do Brejo da Madre de Deus, no Agreste pernambucano. A Compesa retomou hoje (17) o fornecimento de água para os moradores pela rede de distribuição após o registro de chuvas, nos últimos dias, na região. A cidade, onde está localizada o Teatro de Fazenda Nova ( Nova […]
Uma boa notícia para os moradores do município do Brejo da Madre de Deus, no Agreste pernambucano. A Compesa retomou hoje (17) o fornecimento de água para os moradores pela rede de distribuição após o registro de chuvas, nos últimos dias, na região.
A cidade, onde está localizada o Teatro de Fazenda Nova ( Nova Jerusalém), estava em colapso desde novembro do ano passado, em consequência da estiagem prolongada. Segundo o gerente de Unidade de Negócios da Compesa, Bruno Adelino, as chuvas foram suficientes para regularizar a Barragem de Santana 1, que está cheia, e permitiram o armazenamento de 23% da Barragem de Santana II, outra fonte hídrica do município.
Diante desse quadro, a Compesa já retomou a distribuição de água para os moradores e está avaliando a implantação do novo calendário de abastecimento, que na fase mais crítica, anterior ao colapso dos mananciais, chegou a ser atendida pelo regime de dois dias com água e 20 dias sem.
“Ainda é cedo para definirmos qual o regime a ser implantado, mas o volume de água acumulado já nos garante uma certa tranquilidade para esperamos o inverno”, afirmou o gerente.
A Barragem de Santana II tem a capacidade de acumular 568 mil metros cúbicos de água e hoje está com 23% do volume máximo de reservação, ou seja, 125 mil metros cúbicos de água. Já o manancial Santana I é um reservatório de nível, ou seja, ele não acumula água e depende diretamente do regime de chuvas.
Durante o período de colapso, a Compesa atendeu a população com dez carros-pipa por meio de cisternas comunitárias espalhadas pela cidade.
A cidade de Brejo da Madre de Deus é conhecida mundialmente pelo espetáculo da Paixão de Cristo em Nova Jerusalém/Fazenda Nova e será uma das beneficiadas pela obra da Adutora do Agreste, que está sendo executada pelo governo do Estado.
O Prefeito Luiz Carlos (PT) lidera o item rejeição em Custódia, de acordo com pesquisa dos Instituto Múltipla encomendada pelo blog e divulgada hoje. Ele tem 34,1% de rejeição, quando o eleitor é perguntado sobre em quem não votaria de jeito nenhum. Já no caso do candidato Major Mariano a rejeição chega a 31,9%. O […]
O Prefeito Luiz Carlos (PT) lidera o item rejeição em Custódia, de acordo com pesquisa dos Instituto Múltipla encomendada pelo blog e divulgada hoje. Ele tem 34,1% de rejeição, quando o eleitor é perguntado sobre em quem não votaria de jeito nenhum.
Já no caso do candidato Major Mariano a rejeição chega a 31,9%. O vice Manuca tem rejeição de 23,3%. Não sabe ou não opinaram, 10,7%. O número somado pode chegar a mais de 100%, o que não foi o caso, porque neste cenário o eleitor pode rejeitar até três nomes.
Na pesquisa espontânea, em que o eleitor livremente se manifesta, 48,3% disseram votar no vice-prefeito e candidato a prefeito, contra 30,7% que dizem votar em Luiz Carlos . Neste cenário, major Mariano não foi citado e 21% não sabem ou não opinaram.
O levantamento foi registrado sob o número PE-02581/2016. A margem de erro de 5,7% para mais ou para menos. O intervalo de confiança é de 95%. Foram 300 entrevistas.
Bairros pesquisados: Centro, Matadouro, Nossa Senhora de Lourdes, COHAB, Vila da COHAB, Mandacaru, Cruzeiro, Redenção, Poli Valente, Mandacaru 2, Rodoviária, Germano, Pindoba Nova, Pindoba e Pindoba Velha.
Localidades rurais: Alto do Umbuzeiro, Açudinho, Logradouro, Caetano, Oitis, Varzinha, Brabo, Barbosa, Lagoa da Onça, Malhadinha, Barro Vermelho 1, Barro Vermelho 2, Laje, Barriguda, Papagaio, Juá 1, Bigode, Poço do Capim, Pindoba, Fazenda Nova, Prazeres, Riacho Novo, Vitória, Fazendinha Carvalho, Rodovia BR 232, Carvalho, Umbuzeiro, Mulungu, Caldeirão, Riacho do Gado, Serra da Torre, Engenho, Cardoso, Lagoinha, Mata Verde de Cima, Lagoa do Cercado, Açude da Barra, Mata Verde de Baixo, Areias, Barra, Cacimba Nova, Marreca, Vila do DNOCS, Riacho do Meio, Tombador, Tamboril, Fazenda Glória, Malhada da Areia, Jaramataia, Comissário, Cangalha, Distrito Maravilha, Cachoeira, Malhada, Serrote, Pau Ferro, Povoado Samambaia, Pindoba do Ingá, Açude dos Costas, Caiçara, Fazenda Santa Rita, Fazenda Nova, Serrote do Cinza, São Francisco, Pitombeira, Ingá, Balanças, Povoado Ingá, Pinhões, Maravilha de Cima, Distrito Quitimbu, Lagoa do Capim, Retiro de Cima, Vaca Morta, Retiro, Araras, Cachoeira da Onça, Queimada Nova, Baraúna, Lamarão e São José.
A CCJ (Comissão de Constituição de Justiça) da Câmara dos Deputados aprovou, nesta terça-feira (31), a proposta que reduz a maioridade penal de 18 para 16 anos de idade. Agora, a Câmara criará uma comissão especial para analisar a PEC(Proposta de Emenda Constitucional). Só depois de ser votada duas vezes no Plenário da Câmara e […]
Deputados e manifestantes comemoram aprovação da proposta
A CCJ (Comissão de Constituição de Justiça) da Câmara dos Deputados aprovou, nesta terça-feira (31), a proposta que reduz a maioridade penal de 18 para 16 anos de idade. Agora, a Câmara criará uma comissão especial para analisar a PEC(Proposta de Emenda Constitucional). Só depois de ser votada duas vezes no Plenário da Câmara e de passar pelo Senado, também em dois turnos, é que a proposta poderá virar lei. A tramitação da PEC ainda pode ser questionada no STF (Supremo Tribunal Federal).
Caso a proposta aprovada e promulgada pelo Congresso, jovens de 16 e 17 anos de idade poderão responder e ser punidos criminalmente da mesma forma que adultos, seguindo o Código Penal, e não mais seguindo as normas do ECA (Estatuto da Criança e do Adolescente).
A votação da admissibilidade da PEC na CCJ encerrou uma polêmica que se arrastava por 22 anos, uma vez que a proposta foi apresentada em 1993. A maioria dos deputados da comissão, composta em grande parte por parlamentares ligados à Frente Parlamentar da Segurança Pública, conhecida como a “Bancada da Bala”, conseguiu vencer a oposição feita por partidos com o PT, PCdoB e PSOL, que tentavam obstruir a votação.
O parecer do relator da PEC, Luiz Couto (PT-PB), defendia que a redução da maioridade penal de 18 para 16 anos de idade é inadmissível e inconstitucional. O relatório de Couto foi rejeitado pelos parlamentares da CCJ por 43 a 21 votos.
Após a rejeição, um novo relatório, com base no voto do deputado federal Marcos Rogério (PDT-RO), desta vez defendendo a admissibilidade da PEC, foi apresentado e aprovado por 42 votos a favor e 17 contra.
O deputado federal Marcos Rogério (PDT-RO), que defende a redução da maioridade penal, disse que a aprovação não representa a extinção de um direito. “Nós não estamos abolindo um direito. Estamos apenas modificando. Vamos dar um texto mais adequado ao Brasil de hoje, e não ao do Brasil de 1940 [ano em que foi promulgado o Código Penal]”, disse o parlamentar.
Para o deputado federal Chico Alencar (PSOL-RJ), contrário à redução da maioridade penal, a aprovação da admissibilidade da PEC representa um risco. “[Essa redução] fere uma cláusula da Constituição que não pode ser mexida”, afirmou Alencar.
O deputado federal Ivan Valente (PSOL-SP), disse que a aprovação da PEC na CCJ é um mau sinal. “A agenda conservadora do Congresso está sendo posta em prática. É um momento triste para toda a sociedade”, afirmou.
O deputado federal Alessandro Molon (PT-RJ) disse que deputados governistas e de oposição que são contrários à redução da maioridade penal estudam ingressar com um mandado de segurança para impedir a tramitação da PEC na Câmara dos Deputados.
“Esse mandado pode ser impetrado até o final da tramitação. Não temos pressa. Vamos estudar a melhor forma de fazer isso. Quem perdeu hoje não foi o governo [que era contra a proposta], mas a Constituição Federal”, afirmou. (Uol)
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